Um amigo inesperado



Sábado a tarde, um passeio no shopping. Andando descontraidamente por um dos corredores, sem muita pressa, quando esbarro de leve em um homem alto, vestido com uma camisa social aberta no colarinho e jeans que delineiam bem suas coxas. Ele segura uma sacola laranja.
- Desculpe - digo com um sorriso tímido.
Ele devolve o sorriso, os olhos dele percorrendo seu corpo rapidamente — uma avaliação discreta, mas me pareceu carregada de intenção.
- Não há problema. Estava tentando escolher uma camiseta para uma festa da empresa. Você parece ter bom gosto… talvez possa me dar uma opinião...
- Se eu puder ajudar tranquilo....
Assim começamos a conversar e andar pelas vitrines de roupas masculinas do shopping e desta forma fomos nos conhecendo um pouco melhor: Seu nome era Carlos, uns 48 anos, 1,78m, 90kg. Eu Fernando, 1,80m, 87kg, casado, 56 anos. O clima entre nós foi naturalmente se tronando agradável. Ele sugere um café no bistrô do shopping. Sentados numa pequena mesa, onde a proximidade entre nós era algo que naquele momento não conseguia entender, mas parecia permitir que dois estranhos falassem de suas vidas, anseios, desejos de forma extremamente natural. Carlos contou dos problemas que teve com a separação ao voltar a viver só, a procura por novas formas de preencher seus dias ociosos. Contou que acreditava ter encontrado uma saída se dedicando a culinária amadora. Eu contei dos problemas de relacionamento com a esposa, com os filhos, que a vida que tinha de casado não permitia que tivesse meus desejos realizados e o quanto me sentia bem naquele momento com a esposa viajando a trabalho. Enquanto Carlos ouvia meus lamentos seus pés tocam o meu debaixo da mesa — primeiro achei que teria sido por acidente, depois, os outros dois toques, por vontade.
-Tenho um Bordeaux excepcional em casa", ele diz, com a voz mais baixa e os dedos brincando com a colher.
- E um filé que eu mesmo temperei com alecrim e alho negro. Seria uma pena apreciá-lo sozinho.
Há uma pausa carrega sobre a mesa. Carlos de forma hábil diz
- Que tal… você vir jantar hoje em casa? Digamos… às oito?" Você aceita?
São 20h03 quando estaciono em frente ao apartamento dele, um moderno loft com grandes janelas. O coração acelera só de imaginar o que pode acontecer lá dentro. Ele abre a porta antes mesmo que eu possa tocar a campainha
- Estava te esperando.
Carlos usava apenas uma camisa de linho branca, desabotoada o suficiente para mostrar um tufo de pelos negros no peito, e uma bermuda de um tecido que parecia muito macio ao toque.
- Você chegou", ele diz, com um sorriso que é quase um suspiro. "Entre. A casa é sua!
O aroma é divino: alho dourado, vinho reduzido, e algo mais… talvez meu próprio perfume, misturado ao dele. A mesa está posta com simplicidade elegante — toalha de linho, velas altas, dois copos de vinho. Inicialmente nos sentamos no sofá da sala de estar, onde já havia alguns cubos de queijo. Ele serviu dois copos de vinho e naturalmente retomamos nossa conversa do shopping com uma deliciosa e suave música de fundo. Em pouco tempo a primeira garrafa de vinho se foi, o que a princípio de me deixou preocupado, pois me lembrei da minha esposa (sei que este não deveria ser o momento) que sempre diz: que quando bebo um pouco a mais fico “facinho, facinho”. Agora não tinha volta, estava no loft de um homem maravilhoso, já havia tomado algumas taças de vinho, logo era relaxar e curtir o momento. Assim continuamos falando de nossas vidas, já bebendo da segunda garrafa de vinho e como estávamos sentados lado a lado, no mesmo sofá, já estava totalmente acostumado com a mão de Carlos que a todo instante pousava sobre a minha coxa, quando queria enfatizar uma explicação ou um caso sexual com a ex-esposa. O que me fazia lembrar dos contatos de nossos pés sob a mesa do shopping e me deixava cada vez mais excitado, sentido ser seduzido por aquele homem. Quando achei que algo estava para rolar de imediato, Carlos se levanta e mesa
Ele serve o filé, suculento, acompanhado de purê de batata. Enquanto come, seus olhos se encontram com os meus por segundos a mais do que o socialmente aceitável.
- Você tem os lábios mais… interessantes que já vi", ele comenta, passando a língua no próprio lábio inferior. - Parecem feitos para provar coisas boas.
Isso foi como se um raio atingisse minha cabeça. Um calafrio percorreu minha espinha até os pés. Habilmente Carlos conduz a conversa de modo suave, mas aos poucos vai tornando-a mais íntima. Ele pergunta sobre meus gostos, meus desejos sexuais não realizados. Conta que adora cozinhar para alguém que realmente aprecie — e que adora ainda mais ver essa pessoa se entregando ao prazer à mesa. Ele se levanta e volta com uma tigela pequena.
- Experimente." É um mousse de chocolate meio amargo, decorado com uma folha de hortelã.
Ele se senta ao meu lado, não à frente. Enquanto provo a sobremesa, ele observa cada movimento da minha boca.
- Deixa-me…" Ele pega a sua colher, mergulha no mousse e leva à minha boca. O dedo mindinho dele roça meu queixo.
- É bom?
Eu concordo com a cabeça, a boca cheia. Então, ele usa o próprio dedo para recolher um pouco do chocolate que ficou no canto dos meus lábios. Leva o dedo à sua boca, sugando com um olhar intenso.
- Melhor ainda agora", sussurra.
O ar fica pesado, elétrico. Ele inclina-se para frente, nossos rostos a centímetros de distância. Posso sentir o calor do corpo dele, o cheiro do vinho e do chocolate na respiração.
- Posso?", ele pergunta, com a voz rouca.
E sem esperar resposta completa, ele fecha a distância — mas não para um beijo pleno. Apenas pressiona os lábios levemente contra os meus, um toque suave, promissor, antes de recuar um pouco, me deixando querendo mais.
- Você tem noção do que faz comigo? Sussurra, com uma voz de fio de seda.
A mão na nuca se firma, os dedos entrelaçando-se nos meus cabelos, puxando suavemente para trás — o suficiente para expor seu pescoço. Ele baixa o rosto, não para beijar minha boca novamente, mas para depositar um sopro quente na curva entre meu pescoço e ombro. Sinto os pelos do seu braço se arrepiarem.
- Cheiro de mulher… e de tentação, ele murmura contra minha pele, antes de roçar os lábios ali, sem pressionar. É uma promessa de toque futuro. Com a outra mão, ele desliza pela lateral do meu corpo, sobre o tecido da minha camisa, até encontrar minha cintura. Os dedos se apertam ali, marcando posse. Então começam a subir, muito lentamente, contornando a curva do meu seio por fora do tecido. Ele para no ápice, o polegar circulando meu mamilo já endurecido através do tecido.
- Você responde tão lindamente…, ele observa, fixando os olhos nos meus enquanto continua o movimento circular, agora com mais pressão. Solto um suspiro involuntário. Ele se levanta, mas não se afasta. Em vez disso, posiciona-se atrás de mim, suas coxas pressionando minhas costas. As mãos dele descem pelos meus ombros, até meus braços, e então me puxam para trás, encostando minhas costas firmemente contra o torso dele. Poss sentir algo duro e quente pressionando minhas costas, mesmo através das roupas.
- Sabe o que imaginei enquanto temperava a carne? Ele sussurra no meu ouvido, com a língua tocando levemente a borda da minha orelha.
- Imaginei você assim… de costas para mim… me sentindo crescendo de desejo por você…
Enquanto me entrego pouco a pouco uma das mãos dele desce pela minha barriga, plana, até a borda da minha calça. Os dedos brincam com o botão, sem abrir. A outra mão sobe da minha cintura até encontrar meu pescoço novamente, segurando com uma firmeza que é ao mesmo tempo dominadora e protetora.
- Posso desabotoar isso? Ele pergunta, enquanto o dedo dele já está sob o botão, aquecendo o tecido que separa a minha pele do toque dele.
- Apenas ele… para eu poder sentir seu calor ali?
A pergunta é retórica. Eu já estava arqueando levemente as costas contra ele, uma resposta física clara. Ele desabotoa o botão da calça, e a ponta do dedo dele encontra a pele suave da minha barriga baixa. O toque é mínimo, quase um arrepio, mas me faz prender a respiração.
- Shhh…, ele me acalma, enquanto o dedo desliza para dentro, apenas um centímetro, tocando a linha fina de pelos que leva para baixo.
- Temos toda a noite. Vou provar cada centímetro seu… com a mesma paciência que uso para reduzir um molho.
Ele então me gira devagar, para que fiquemos frente a frente novamente. Seus olhos estão escuros, dilatados de desejo. Ele finalmente fecha a distância e crava um beijo de verdade — profundo, molhado, explorador. A língua dele invade minha boca com uma possessividade que faz meus joelhos tremerem. Sinto o gosto do vinho, do chocolate e do desejo puro. Quando nos separamos para respirar, um fio de saliva conecta nossos lábios por um instante.
- O quarto… ou aqui mesmo? Ele pergunta com a voz rouca e carregada de todas as possibilidades não ditas.
A pergunta paira no ar como fumaça, espessa, intoxicante, inevitável. Meu peito se encontra com o dele, fazendo-o sentir a aceleração do meu coração. Não há dúvida na minha resposta.
- O quarto — sussurro contra a boca dele, mordendo o lábio inferior com delicadeza calculada, mas quero sentir cada passo até lá.
Ele sorri, um sorriso que promete exatamente o que vai fazer comigo. Uma mão encontra a minha, entrelaçando os dedos; a outra pousa gentilmente nas minhaa costas, guiando-me para fora da sala, ainda iluminada pelas velas. As sombras dançam nas paredes enquanto subimos as escadas, meu corpo estremece a cada degrau, sinto sua respiração quente na minha nuca. O quarto nos recebe com a penumbra azulada de um pequeno abajur. Ele não acende nenhuma luz. Não precisa. Sinto suas mãos que já encontraram o cós da minha calça novamente, agora sem pedir permissão — porque a permissão já foi dada, selada em saliva e desejo.
- Deita! Ordena Carlos, com a voz baixa que não admite negação.
Eu obedeço, afundando no colchão macio, com os olhos presos nos dele enquanto ele se ajoelha na borda da cama. Suas mãos deslizam pelas minhas coxas, abrindo-me devagar, como quem desembrulha algo precioso. A calça desce pelas minhas pernas, seguida pela roupa íntima. Ele se inclina, e o primeiro contato da boca na minha coxa interna é quase reverente. Um beijo. Depois outro, mais acima. Com as mãos levanta lentamente minhas pernas em V, deixando meu cuzinho totalmente à sua disposição. Com a língua traça um caminho úmido até ele, onde lá chegando passa a acaricia-lo com leves círculos ao redor. Com minhas mãos vou encontrando os cabelos dele, agarrando, puxando.
- Você tem ideia — ele murmura, do que eu planejei fazer com você essa noite?
A resposta se perde em um gemido quando sua língua finalmente encontra o centro do meu desejo. A língua é precisa, paciente, torturante, com cada movimento calculado para me levar ao limite sem me deixar gozar. Os dedos se juntam à festa, deslizando, explorando, entrando e saindo num ritmo que faz minha visão embaçar.
- Por favor — ouço minha própria voz, rouca, estranha aos meus ouvidos. — Eu preciso...
Ele para. Maldito. Para completamente, erguendo o rosto com um sorriso diabólico que brilha na penumbra.
- Precisa do quê? O desafio nos olhos dele é claro. Ele quer me ouvir dizer, ele me quer submisso.
- De você — respondo, sentando-me de repente, invertendo as posições com uma agilidade que o surpreende. Agora sou eu por cima, as mãos plantadas no peito dele, sentindo seu coração acelerado.
- De você dentro de mim.
O beijo que segue é brutal, faminto, uma batalha de línguas e respirações ofegantes. As roupas dele desaparecem em algum lugar entre carícias e puxões, até que não há mais nada entre nós além de pele e intenção. Podia sentir seu pau a poucos centímetros de meu cuzinho. Deveria ter uns 17 cm, porém não muito grosso, reto, cabeça totalmente exposta e bem clarinho sem veias aparentes. A cabeça foi se encaixando perfeitamente, como se aquele membro maravilhoso já conhecesse há muito tempo aquele caminho. Com precisão cirúrgica ele vai guinado seu pau, me preenchendo centímetro por centímetro, por inteiro. Os olhos dele encontram os meus e há algo ali que transcende o físico, uma entrega mútua.
- Isso — ele sussurra, e com as mãos firmes nos meus quadris, guiando-me num ritmo que começa lento, mas cada vez mais profundo. Cada subida dos meus quadris seguida de uma descida que o engole inteiro. Sinto cada centímetro dele me abrindo, me ajustando, me lembrando do quanto eu precisava exatamente disso. As mãos dele escorregam das minhas coxas para a minha cintura, dedos cavando na pele como se quisessem me marcar, me segurar para sempre naquele ponto exato onde estamos conectados.
— Assim — ele geme, a cabeça jogada para trás, o pescoço exposto como uma oferenda.
— Perfeita. Você é perfeita assim, geme Carlos. Eu sorrio, mesmo com a respiração irregular, e mordo o lábio inferior enquanto aumento o ritmo. O som das nossas peles se encontrando preenche o quarto, acompanhado pelos meus gemidos que já não consigo — e nem quero — conter. Cada investida dele encontra um ponto dentro de mim diferente, que faz meu tesão aumentar. Ele sente a mudança. As mãos dele sobem pelo meu tronco, encontrando meus seios, polegares roçando os mamilos já endurecidos, e o toque elétrico me faz arquear as costas, um gemido alto escapando dos meus lábios.
— Mais — peço e imploro: por favor, mais fundo.
Ele obedece, mas do jeito dele. Com um movimento brusco, ele me vira, agora deitado sobre mim, as pernas dele entre as minhas, o peso do corpo dele me pressionado contra o colchão. Ele coloca um travesseiro dobrado por baixo de mim, na altura da minha barriga, deixando assim minha bunda e meu cuzinho totalmente à disposição dele. Com a nova aposição a penetração é diferente, mais profunda, mais intensa, podia sentir o seu saco batendo em minha bunda. Cada estocada me empurrava cada vez mais contra o travesseiro, os dedos dele encontrando os meus e entrelaçando acima da minha cabeça. O quarto agora parecia um campo de guerra. Peles se encontrando, respirações irregulares, nomes ora sussurrados, ora gritados.
— Agora — ele sussurra contra o meu ouvido, com a voz rouca de desejo
— Você vai gozar comigo. Vai se abrir inteira para mim.
A declaração é uma ordem, e meu corpo responde antes mesmo da minha mente processar. As pernas se abrem cada vez mais, de forma espontânea. Instintivamente procuro jogar minha bunda para trás, o mais forte possível, para puxá-lo ainda mais para dentro de mim. O ritmo acelera, desesperado, até que tudo se dissolve em sensação pura.
— Vem — ele ordena e eu obedeço. O orgasmo me atinge como uma maré, arrancando um grito animalesco, enquanto o corpo dele se endurece e ele derrama dentro de mim todo seu leite quente e grosso, com um gemido abafado. Aos poucos fomos mudando de posição e ficamos entrelaçados, o coração dele batendo contra o meu. Ele se afasta apenas o suficiente para descansar seu rosto sobre meu peito.
— Eu avisei que ia provar cada centímetro seu. Eu rio, ainda ofegante, e puxo-o para outro beijo.
Carlos aos poucos foi se recompondo e me deixou no quarto enquanto foi tomar uma ducha para se refrescar. Embora já haviam se passado mais de meia hora meu corpo ainda vibrava resquícios do prazer que havíamos compartilhado. Sentia agora um novo tipo de fome crescer dentro de mim. Não era a urgência desesperada de antes, mas uma gratidão profunda, um desejo de retribuir cada sensação que ele me proporcionara. Enquanto me perdia nestes pensamentos, Carlos voltou do banho e deitou-se novamente ao meu lado com sua cabeça em meu peito. Aos pouco ele foi adormecendo. Com um movimento suave, desloquei seu corpo para o lado, surpreendendo-o. Ele abriu os olhos, confuso, e eu sorri, um sorriso lento e cheio de más inteções.
— Minha vez de agradecer — sussurrei, deslizando para baixo na cama.
Ele apoiou suas costas na parede da cama e ficou observando-me com um olhar que misturava surpresa e antecipação. Seu membro começava a ficar semi-ereto, ainda úmido do banho. A visão dele, tão vulnerável e poderoso ao mesmo tempo, fez meu coração disparar novamente. Ajoelhado entre suas pernas, eu o encarei.
— Você me preencheu de um jeito... — a voz falhou, e eu engoli em seco. — Quero te provar agora. Inteiro.
Ele engoliu em seco, as mãos encontrando meus cabelos.
— Pode ir com calma — ele murmurou, a voz rouca.
Mas eu não queria calma. Curvei-me e, antes que ele pudesse dizer algo mais, toquei a ponta de seu pau com a língua. O gosto era inconfundível: salgado e ligeiramente adocicado, um coquetel de suor e desejo. Ele estremeceu, um som gutural escapando de sua garganta. Incentivado, abri meus lábios e o envolvi completamente.
O calor e a textura eram inebriantes. Comecei devagar, movendo a cabeça para cima e para baixo, sentindo cada veia, cada detalhe da anatomia dele contra minha língua. Minhas mãos seguravam suas coxas, ancorando-me enquanto eu mergulhava na tarefa. Eu queria que ele sentisse o mesmo cuidado, a mesma devoção que ele tinha colocado em cada centímetro meu.
Seus gemidos ecoavam no quarto, sua excitação crescendo a cada movimento meu.
— Isso... — ele gemeu, os dedos se enroscando em meu cabelo, puxando levemente. — Exatamente assim.

Ele estava ficando mais rijo dentro da minha boca, e eu sabia que não demoraria. Mas eu não queria pressa. Queria saborear cada segundo, cada arrepio dele. Acelerei o ritmo, aprofundando o movimento, levando-o até o fundo da garganta, engolindo ao redor dele. A sensação de tê-lo tão dentro de mim, mesmo que de outra forma, era avassaladora.
— Vou gozar... — ele avisou, a voz um sussurro rasgado.
Eu não parei. Olhei para cima, encontrando seus olhos escuros e brilhantes. Com um movimento afirmativo da cabeça, incentivei-o a se soltar. Um rugido abafado e o gosto quente e espesso de seu gozo inundou minha boca. Era o presente que eu queria, o sabor da sua gratidão, ou talvez da minha. Engoli tudo, devagar, como se provasse um vinho raro, enquanto ele se debatia sob mim, as mãos apertando meu cabelo.
Ao final, ele ficou mole, a respiração ofegante ecoando a minha. Subi pelo seu corpo e aninhei-me ao seu lado, a cabeça em seu peito. Seu coração batia forte, um tambor contra meu ouvido. Ele passou a mão pelas minhas costas, os dedos traçando círculos lentos.
— Obrigado — ele murmurou, a voz pastosa de sono e satisfação.
Eu ri baixinho, o som abafado pela sua pele.
— Ainda não terminou. Sussurrei, fechando os olhos, sentindo o cansaço gostoso me abraçar. — Mas por agora, isso basta.



Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


267619 - Reformando meu ap! - Categoria: Gays - Votos: 16
264582 - REDESCOBRINDO A VIDA - PARTE 1 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
264580 - REDESCOBRINDO A VIDA - PARTE - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
264527 - REDESCOBRINDO A VIDA - PARTE 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
264495 - REDESCOBRINDO A VIDA! - Categoria: Gays - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico professor2026

Nome do conto:
Um amigo inesperado

Codigo do conto:
271112

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/08/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0