Estuprada pelo pedreiro e servente




CRIS acordou com o corpo ainda quente da noite anterior. Oito anos de casamento e aquela vontade de se entregar pro BOB nunca tinha diminuído. Morena de cabelo preto longo caindo pelas costas, seios pequenos mas com bicos grandes e sensíveis pra caralho, bumbum médio e coxas grossas que o BOB adorava apertar. Ela amava aquele homem e sabia que ele a amava também, e depois daquele dia a certeza só cresceu.
Na noite anterior ele tinha metido o consolo no cuzinho dela enquanto fodia a buceta com vontade. CRIS gemia alto, o cu apertando o consolo, a buceta escorrendo enquanto o pau do BOB entrava e saía fundo. Quando ele gozou dentro dela, ela ainda ficou tremendo o consolo enfiado até o talo no cu.
De manhã cedo ele acordou pra trabalhar. CRIS estava de ladinho, meio dormindo, o corpo mole. Ele puxou a calcinha de lado, enfiou a pica na buceta já molhadinha e começou a meter devagar. Ela acordou gemendo, a buceta se agarrando nele.
— Porra, amor… assim de manhã… — murmurou ela, a voz rouca de sono e tesão.
Ele meteu mais fundo, as mãos nas coxas grossas, e gozou quente lá dentro. Deu um beijo na boca dela e foi se aprontar. CRIS ficou na cama, a buceta latejando, a porra escorrendo pela fenda, o cu ainda um pouco aberto do consolo da noite.
Não resistiu. Pegou o consolo ainda todo melado dela mesma, e enfiou com tudo na xana. A pica de borracha grossa esticou as paredes, e ela gemeu alto, os dedos logo procurando o cuzinho. Enfiou dois dedos no cu enquanto o consolo entrava e saía na buceta. Trocava, às vezes o consolo no cu e os dedos na xana, às vezes os dois juntos. Estava se acabando, gemendo sem vergonha, a cama rangendo, o corpo suado, o grelinho latejando cada vez que o plástico batia nele.
— Ahhh porra… que delícia… mais fundo… — gemia ela, sozinha, os olhos fechados, a boca aberta.
Foi aí que a porta do quarto se abriu. CRIS abriu os olhos e viu o pedreiro e o servente parados, cada um com a pica na mão, batendo uma olhando pra ela. O pedreiro era alto, braços grossos de obra, e a pica dele era absurda, quase o dobro da do BOB, grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. O servente era mais magro, a pica menor mas ainda assim bem maior que a média, dura e ponteando.
Ela tentou se cobrir, puxar o lençol, esconder o consolo, mas já era tarde. Os dois tinham visto tudo: a buceta arregaçada, o cu piscando, o corpo tremente de orgasmo.
— Porra, olha essa putinha se acabando… — disse o pedreiro, a voz grossa, avançando.
CRIS tentou se levantar, o rosto queimando de vergonha.
— Saiam daqui! Meu BOB…
O pedreiro já estava em cima dela. Agarrrou os seios pequenos, chupou os bicos grandes com força, a língua girando, os dentes roçando. CRIS gritou, mas a mão dele já descia e enfiava dois dedos grossos na buceta melada.
— Que buceta molhada, caralho… — ele rosnou, mexendo os dedos fundo.
O servente puxou ela pela perna até a beira da cama, abriu as coxas grossas e enfiou a pica inteira no cuzinho de uma vez. CRIS gritou de verdade, o cu queimando, o plástico do consolo ainda estava do lado e não era nem perto daquilo.
— Ahhh porraaaaa! Sai! Tá grande demais!
O pedreiro aproveitou o grito e enfiou a pica enorme na boca dela. A cabeça grossa já encheu a garganta, ele meteu fundo, engasgando ela, a pica entrando e saindo como se estivesse comendo a boca.
— Chupa essa pica, puta… engole tudo…
CRIS tentou empurrar, mas o corpo já estava traindo. A buceta contraía nos dedos do pedreiro, o cu se adaptando ao pau do servente que metia sem dó. O servente gemendo baixinho, as mãos na bunda dela, abrindo as nádegas pra meter mais fundo.
O pedreiro se deitou na cama, a pica empinada como um poste. O servente tirou o pau do cu dela e a jogou em cima do outro. CRIS sentou, a buceta descendo devagar naquela pica monstruosa. A cabeça grossa abriu a entrada, depois o corpo inteiro foi entrando, centímetro por centímetro, até as bolas baterem na bunda dela. Nunca tinha sentido nada tão grande. O pau do BOB era gostoso, mas aquilo era outra coisa. A xana esticada ao máximo, o fundo do útero sendo empurrado.
— Meu Deus… vai arrebentar… ahhh caralho…
O pedreiro segurou os seios dela, apertando os bicos, chupando um e depois o outro enquanto metia de baixo pra cima. CRIS gemendo alto, a saliva escorrendo pelo queixo, o corpo inteiro tremendo.
O servente não perdeu tempo. Empinou a bunda dela e enfiou a pica de novo no cu. Agora os dois estavam dentro. CRIS sentiu os paus se roçando por dentro, a membrana fina separando as duas cavidades sendo esmagada. Era demais. O cu e a buceta cheios ao mesmo tempo, os dois metendo em ritmos diferentes, um puxando enquanto o outro entrava.
— Ahhh porra… os dois… os dois dentro… não aguento…
Ela se entregou. Empinou mais a bunda, sentou com força no pau do pedreiro, o cu se abrindo pro servente. Os gemidos saíam desesperados, soluçando, a voz rouca.
— Mete… mete mais forte… quero gozar… porraaaa…
O pedreiro metia sem parar, as mãos na cintura dela, o pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez. O servente agarrava as coxas grossas e socava o cu como se quisesse foder o fundo dela. CRIS gozou a primeira vez, a buceta e o cu apertando os dois paus ao mesmo tempo, o líquido escorrendo pelas bolas do pedreiro. Continuaram. Ela gozou de novo, o corpo se contorcendo, os seios balançando, o cabelo preto grudado no suor do rosto.
O pedreiro gemeu baixo e gozou. Jatos quentes encheram a buceta dela, a porra subindo e vazando pelas laterais do pau grosso. CRIS sentiu o volume dentro, o calor se espalhando. Ele a empurrou de lado, derrubando o servente, e enfiou a pica suja na boca dela.
—Limpa essa porra, putinha…
CRIS nunca tinha chupado o pau do BOB depois de gozar dentro dela. O gosto era forte, a textura pegajosa, mas o tesão era maior. Ela chupou como bezerra mamando, a língua limpando cada gota, engolindo o que ainda saía. O pedreiro gemeu satisfeito e saiu.
O servente puxou o pau do cu dela — agora bem mais aberto, o cuzão latejando — e enfiou na boca. CRIS engasgou de novo quando ele gozou direto na garganta. A porra veio forte, quente, escorrendo pelo nariz e pelo queixo. Ela engoliu o que pôde, tossindo, o corpo ainda tremendo de um orgasmo atrás do outro.
Ficaram os dois olhando pra ela largada na cama, a buceta aberta e escorrendo porra, o cu piscando, a boca suja, os seios marcados de dedos e chupões.
O pedreiro deu um tapa na bunda dela.
— Quando o BOB chegar, conta que a gente terminou o banheiro.
Eles saíram. CRIS ficou ali o dia inteiro, o corpo mole, a mente confusa entre vergonha e aquele prazer absurdo que ainda latejava entre as pernas.
Quando o BOB chegou, viu o estado dela. Ficou desesperado.
— Amor, o que aconteceu? Você tá toda…
CRIS o olhou, a voz baixa.
— Vem… me leva pro banho… depois eu te conto tudo.
Ele a carregou até o banheiro, lavou o corpo dela com cuidado, os dedos passando pela buceta e pelo cu ainda sensíveis. Depois a deitou de novo na cama e perguntou. CRIS contou tudo. Cada detalhe. A pica enorme do pedreiro, o pau no cu, a porra na garganta, o jeito que ela gozou com os dois dentro.
No final, olhou nos olhos dele e disse:
— Eu gostei, amor. Apesar de tudo… gostei pra caralho. E te amo mais ainda por você estar aqui agora.
Deu um beijo demorado na boca dele e se aconchegou no peito, o corpo finalmente relaxando. Dormiu profundo, a buceta ainda latejando, o cu doendo gostoso, a certeza de que nada entre eles tinha se quebrado. Pelo contrário. Ele vai fazer outra obra aqui em casa pro pedreiro e agora com 3 ajudantes.....depois eu conto

Foto 1 do Conto erotico: Estuprada pelo pedreiro e servente

Foto 2 do Conto erotico: Estuprada pelo pedreiro e servente

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Comentários


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passivo10 Comentou em 11/09/2026

Que delícia, adoro ver minha mulher sendo putinha de vários machos!

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morenoaltoggg18 Comentou em 05/09/2026

Fiquei pau duro vontade de fuder essa bucetinha gostosa da Cris na frente do Bob ouvi ela chorar no meu pau grosso fazer ela gozar em cima do corninho dela bem gostoso depois ela esfregando a bucetinha dela na cara dele toda meladinha

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aventura.ctba Comentou em 04/09/2026

Que delicia de conto amor, você escreve muito bem! Fiquei com um tesão danado enquanto lia, parabéns, teve meu voto! Postei um conto novo, adoraria um comentário seu, e se gostar vote ok? Bjinhos Ângela

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sou-eu- Comentou em 04/09/2026

Putinha

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guto_poa_rs Comentou em 03/09/2026

que cachorra safada.. adoro putinhas casadas..

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assinante Comentou em 03/09/2026

Excelente conto.. título, fotos..tudo.. você é muito especial..




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Ficha do conto

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elamanaus

Nome do conto:
Estuprada pelo pedreiro e servente

Codigo do conto:
271352

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/09/2026

Quant.de Votos:
22

Quant.de Fotos:
5