Como as coisas começaram com o padrasto do meu amigo.(Parte 1)



Eu tinha vinte anos quando tudo aconteceu. Se você me visse naquela época, veria um cara pardo, de um metro e oitenta, com aquele corpo clássico de quem passou a adolescência inteira sendo magrelo e tinha acabado de pegar gosto pela academia. Cursava o quinto período de Administração, levava a vida sem grandes pretensões e achava que tinha controle sobre as coisas.
Tudo começou quando o Renato, padrasto do meu amigo Paulo, comprou uma chácara. Era um lugar bacana, sem ostentação: piscina básica, churrasqueira boa, verde por todo lado. O Paulo me chamou para passar um fim de semana lá, junto com a minha namorada e a garota com quem ele estava saindo sério. A sintonia foi imediata. Me dei bem demais com a mãe dele e, especialmente, com o Renato. Fomos chamados uma segunda vez e, dali em diante, virou rotina: eu praticamente virei parte da família.
E aqui vale abrir um parêntese sobre o Renato. O cara era uma presença: branco, alto, passava de um e noventa, forte, aquele tipo imponente com os pelos do corpo já grisalhos. Impossível passar despercebido.
Veio então um feriado prolongado numa sexta. O plano inicial era simples: Renato e Paulo desceriam na quinta-feira para adiantar o serviço pesado, limpar a casa e tratar a piscina, enquanto eu, minha namorada e a mãe do Paulo iríamos na sexta pela manhã. Só que o chefe do Paulo cancelou a folga dele de última hora. Ficou aquele climão chato; o Renato bancava o rolê todo para a nossa turma e não parecia justo deixá-lo trabalhando sozinho. Foi aí que o Paulo me pediu socorro: "André, quebra essa, vai no meu lugar". Concordei na hora.
Na quinta bem cedo, a caminhonete do Renato encostou na minha porta. Pegamos a estrada e o papo fluiu solto, fácil. Paramos numa distribuidora para encher o porta-malas de cerveja e seguimos direto para a chácara.
O dia correu entre o serviço e a folga: vassoura numa mão, latinha na outra, carne chiando na grelha enquanto ajeitávamos os quartos e a varanda. Deixamos a piscina por último. Quando terminamos a limpeza, o cansaço do corpo já se misturava àquele torpor quente do álcool; tínhamos bebido o dia inteiro sem pressa, e a tarde já caía, tingindo o céu de laranja.
De repente, sem aviso, o Renato arrancou o short em que estava trabalhando e se jogou na água de cueca mesmo. A água espirrou fria na borda, e aquilo pareceu a melhor ideia do mundo. Peguei mais uma cerveja, deixei na beirada, arranquei a regata e a bermuda num movimento só e pulei logo atrás dele.
Ficamos na piscina conversando de um tudo, estava tudo normal, quando de repente o Renato mergulhou e puxou minha cueca até o meio da coxa.
“Ah seu filho duma égua! ”, gritei com ele quando ele emergiu da água.
E pensei, “vou me vingar, vou fazer pior ainda”. Esperei um tempo, conversamos mais, seguimos bebendo (e já estávamos bem bêbados) e falei com ele:
“Renato, abre as pernas que vou passar por baixo mergulhando.”
E ele: “Vai lá”. E abriu.
Quando mergulhei, puxei a cueca dele ao máximo, mas ele me segurou quando ela já estava no joelho. Levantei rindo e ele também, e ele falou:
“Lógico que eu sabia que cê ia fazer isso. Cê tá achando que isso é problema pra mim, peraí”.
De repente ele tirou a cueca, deu uma rodadinha e jogou ela na minha cara.
Rimos pra um caralho, daí ele disse:
“Sua vez”.
Tirei logo a minha e joguei nele também.
E ficamos lá, pelados, conversando a maior variedade de coisas possíveis. E num dado momento ele falou: “Agora é sua vez de abrir as pernas”.
E eu abri e o filho da mãe quando passou por baixo meteu a mão no meu pau.
“Aah colé, Renatão, pegou no meu pau!” E ri jogando água na cara dele.
Ele então respondeu: “Tava dando um confere pra ver se é maior que o meu.”
“Aaah! Saí fora! Vai dar confere no pau do Diabo”! E rimos pra caramba.
Daí ele falou: “Agora vai você”.
E eu fui, quando eu ia passar por baixo ele me puxou e minha testa encostou no pau dele.
“Aah! Puta que pariu, Renato, cê tá muito viado hoje”, falei com ele até meio indignado, mas passou, eu senti que era tudo brincadeira.
Já tava começando a escurecer e soltou uma que essa sim me impressionou – “já tá escurecendo, tá na hora do meu chá!”
Puta merda! O Renato curtia fumar unzinho então.
Continua...

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Comentários


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alda Comentou em 03/09/2026

Eita ansioso pela continuação, ta show.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como as coisas começaram com o padrasto do meu amigo.(Parte 1)

Codigo do conto:
271380

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/09/2026

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