Namorada do meu Amigo é uma Vadia (Parte 2/3)



Larissa fazia de tudo para de sentar ao meu lado, na hora do almoço, no jantar e quando íamos jogar algum carteado. Quando ficávamos no quintal sentados na espreguiçadeira conversando, ela sempre arrumava um jeito de passar do meu lado de biquininho. Até se abaixar na minha frente para pegar algo que caiu no chão, ela fez. Quando Dudu não estava por perto, pedia para eu passar o protetor nela se pudor algum, me tratando como se eu fosse o namorado dela.

Meus outros amigos não falaram nada, mas, eu sentia os olhos deles nos julgando. Estava ficando estranho aquela aproximação minha e de Larissa.

Mais tarde, enquanto estavam todos na área gourmet, eu encontrei Larissa sozinha no corredor de cima da casas, segurei os braços dela com força e empurrei ela contra a parede:

_ Larissa, para! Fica longe de mim. Está todo mundo achando estranho essa nossa aproximação. Só você não vê.

Ela sorriu para mim, mordeu os lábios:

_ Me pega mais forte, eu gosto!

_Você não tem jeito. O Dudu vai ficar sabendo que você está se jogando para cima de mim, e vai ficar feio para você.

_ Vamos ver então… - ela respondeu, provocando.


Voltamos para ficar próximos dos outros e ela foi para o lado de Dudu. Sentou no colo dele como se os dois nunca tivessem brigados desde que chegaram.

Me senti um pouco mais aliviado. A garota pegou a cerveja do namorado e começou a beber.

Eu fiquei na minha, conversando com os outros e comendo. Quando vi, ela já tinha tomado três latinhas e estava bem grogue. Falando alto e trançando as pernas, além disso, começou a falar o que não devia:

_ Eu quero ir pra praia, amor… - Disse ela para Dudu, bem alto.

_ Mas agora, coração? Está tarde já, vamos ficar aqui.

_ Não, eu quero deitar na areia, vamos lá, você me come na areia da praia - Ela falou isso sem pudor algum e alto.

Meus amigos e suas namoradas riram, um pouco constrangidos e achando graça da honestidade da menina depois de encher a cara pela primeira vez. Dudu ficou sem jeito. Nerd como era, ele não estava acostumado com esse humor mais sexual, ainda mais na frente de todos seus amigos.

Deu 23:00, a menina tinha tomado mais uma latinha e falou que ia para o quarto. Dudu decidiu ir com ela e já se despediu da gente. Aos poucos todo mundo foi bocejando, ficando com sono e indo cada um para os seus quartos. Eu fui o último a sair. Limpei a churrasqueira, lavei a louça e fui para meu quarto por volta da 1 da manhã.

Passando em frente ao quarto de Dudu e Larissa, eu ouvi alguns gemidos. Coloquei o ouvido na porta para ouvir melhor - não me orgulho disso, mas, quem é você para me julgar?

_ Vai Dudu, mete com força…
_ Eu tô metendo, coração...

Eles estavam transando. Fiquei ouvindo. Larissa parecia estar apetitosa na cama, mas Dudu não dava conta.

_ Fode mais, caralho!
_ Não dá, eu gozei...

Ouvi Larissa bufar.

_ Caralho, pau mole da porra.
_ Desculpa...

Tava aí um dos motivos pra menina ser tão safada com outros caras. Fui para cama e dormi.

No dia seguinte, Larissa estava vomitando tudo que tomou e comeu no dia anterior. O dia estava um pouco chuvoso e por isso ninguém desceu até a praia. Cada casal ficou na sua, alguns no quarto outros na sala vendo filme. Eu decidi ir ao centro, fiz algumas compras de mais comida e algumas lembrancinhas para familiares. Quando voltei, vi que Larissa já estava melhor.

A noite chegou e a maioria do pessoal resolveu ir ao centro para comer. Como eu já tinha saído o dia inteiro, resolvi ficar. Dudu e Larissa também ficaram.

Os dois ficaram na sala vendo TV, e eu fiquei em meio quarto ouvindo musicas no celular e admirando o chuvisco da janela. Eu estava quase pegando no sono quando alguém tocou o meu ombro. Tomei um susto porque estava no fone de ouvido e não esperava que alguém fosse até o quarto falar comigo.

Era Larissa, vestindo um pijaminha bem curto de cetim, um shortinho e uma camisetinha regata vem fininha. Tirei o fone e perguntei o que ela queria, ela fez uma cara de menina inocente, sentou-se na minha cama e disse que queria conversar.

_ Cadê o Dudu?

_ Ele dormiu vendo filme comigo - ela riu.

_ E se ele acordar e ver você aqui comigo, não vai achar zoado?

_ Se ele acordar e vir até aqui, nós vamos ouvir ele subindo as escadas…

Larissa se levantou e veio em minha direção. O quarto estava escuro, eu via ela à meia luz de um abajur que estava ligado. Ela começou a alisar meus ombros, meu braço e a encostar o corpo quente dela em mim.

Impossível não ficar de pau duro tendo uma garota linda como aquela se esfregando em você - se alguém consegue, por favor, me ensine!

Eu estava sentado em frente a janela, ela se enfiou entre as minhas pernas, de um jeito bem manhoso ficou com os peitos na altura do meu rosto. Ela agarrou minha cabeça e começou a alisar meus cabelos:

_ Eu pensei que a gente podia passar mais um tempinho juntos antes de irmos embora, o que você acha?

Meu coração estava acelerado. Dudu estava no andar de baixo e poderia acordar a qualquer momento. Ela continuou se esfregando, senti seu cheiro doce de quem acabou de sair do banho. Seu perfume era delicioso, e seu toque era quente e envolvente. Não dava para esconder minha ereção, e quando ela sentiu, foi logo se inclinando e tocando nele.

_ Olha só, parece que “Ele” quer conversar comigo…

Ela foi enfiando a mão para dentro do meu short, veio sorrindo e deixando seu rosto bem pertinho do meu, quase encostando seus lábios nos meus. Seus dedos foram tocando os pêlos da minha virilha, e então ela chegou até meu cacete. Agarrou ele bem firme com a mão. Como dedos tão pequenos podiam me tirar tanto do sério.

Dei um beijo nela e enquanto nos beijávamos, ela foi alisando meu pau, para cima e para baixo, mas com pouco espaço por estar debaixo do meu short. Me levantei, arranquei meus shorts e fui abaixando o shortinho de cetim dela também, a empurrei na cama atrás dela.
Fui para cima dela, abrindo suas pernas e me enfiando ali no meio. Continuei beijando ela e esfregando-me em seu corpo, sentindo seu calor e deixando o tesão entre a gente aumentar.

_ Caralho, você é muito gostoso - ela falou enquanto sentia meus beijos em seu pescoço. Eu fui subindo a sua camisetinha, chupei seus peitos empinadinhos e rosados. Ela gemeu, e em meio o gemido, ela riu e disse o quanto estava molhada.

_ Me mostra o quanto ela está molhada - pedi.

Me deitei na cama e ela montou em mim. Segurou meu pau e foi colocando ele na entrada de sua xaninha quente. Estremeci de tesão e ela continuava fazendo um sorriso malicioso, de quem não pensa no amanhã e se entrega somente no hoje. A cabeça foi escorregando para dentro. Ela realmente estava muito molhada, ele foi entrando sem dificuldade alguma.

_ Tem certeza que vai fazer isso? Com seu namorado dormindo logo ali? - falei baixinho. Esse era o ultimo aviso.

Ela botou o dedo na minha boca e fez "Shhhhh", para eu ficar quieto. Senti a lubrificação dela escorrer pelo meu cacete, ela começou a cavalgar em mim bem devagar. Gemendo enquanto olhava para mim, nos olhos. Olhos de uma vadia, brincando com o cacete do amigo de seu namorado. Subia e descia bem devagar, com as mãos nos meus ombros. Os peitos dela na altura do meu rosto, peguei eles com as mãos e comecei a massagear, toquei os mamilos e ela gemia gostoso mordendo os lábios. Aumentou a cavalgada em mim, e eu passei a chupar os seus peitos.

Ela gemeu, eu mordisquei um mamilo e ela ficou arrepiada. Meu deu um tapa e sorriu:

_ Vai com calma, safado.

Segurei o seio dela com a mão pesada e chupei forte, ela se arrepiou todinha de novo e mais uma vez eu mordisquei o mamilo. Senti a boceta dela dar uma fisgada comigo ali dentro dela.

_ Uau, senti sua boceta fisgar meu pau - sussurrei, e ela ficou com o rosto vermelhinho de vergonha.

A outra mão eu levei para sua bunda, apertei bem e levei meu dedo para a fenda entre as nádegas. Ela continuou cavalgando em mim, jogando seu peso todo contra o meu corpo em sentadas pesadas. Mas ainda sim, mantinhamos uma certa lentidão, para não fazer barulho.

Meu dedo foi passeando por entre a sua bunda até eu chegar em seu cuzinho. Fiquei ali rodeando ele com meu dedo, e ela foi adorando aquilo. Passei o dedo na parte de trás de sua boceta, onde meu pau estava entrando e saindo e esfreguei sua lubrificação no cu, e dali fui penetrando ele bem devagar nela. Ela sorriu envergonhada e ainda mais vermelha do que antes. Senti o calor dela aumentando, e o suor dela se misturando com o meu calor.

_ Gosta do meu cuzinho é, safado?
_ Gosto, quero comer o seu cuzinho!
Ela sorriu e colocou de novo o dedo na minha boca, me censurando.
_ Hoje não - ela disse, enquanto continuava sentando. Enfiei o meu dedo um pouco mais fundo em seu cuzinho e ela deu um salto e em seguida, voltou para baixo gozando e gemendo mais alto.

Voltei a chupar os seus peitos com violencia, sugando seus mamilos, e ela puxou meu cabelo com força pedindo para eu parar porque ela não queria gritar de tesão.

Pediu para eu ir por cima, e rolamos na cama. Levantei suas pernas e abri bastante elas. Aquela menina vulnerável e pequena, de pele macia e fina, agora estava diante de mim, frágil e de pernas abertas e fenda bem molhada, querendo por mais. Me meti no meio dela, fui me encaixando para dentro dela. Fui até o fundo e ela mordeu a mão para não gritar de tesão. Senti sua boceta fisgar meu pau novamente.

Ela gemia bem baixinho. Em uma das minhas investidas ela soltou um gemido mais alto. Eu tapei a sua boca com força. Ela ficou vermelha, e ainda mais apetitosa. Olhos arregalados. O medo que ela sentia com minha mão em sua boca, privando ela de falar e de gemer, fez ela enlouquecer ainda mais. Contorceu seu corpo todo, esfregando ele ainda mais em mim.

Comecei a dar umas metidas mais fortes, e ela foi gemendo mais alto. Não tirei mais a minha mão de sua boca, e ela foi ficando mais desesperada e mais animada com aquela proibição. Conseguia ouvir ela rindo, como se estivesse possuída.


Meti bem fundo e belisquei um de seus mamilos pequenininhos dela. A menina se contorceu, mas agora de dor e de vontade de me bater, mas em seguida meti bem forte nela, e ela gozou mais uma vez. Eu investia meu corpo todo contra o dela e ela gozava. Estava revisando os olhos e eu sentia que ela estava lambendo a minha mão que tapava a boca dela com força. Ela começou a arranhar meu ombro e meu peito, e quanto mais ela reagia, mais forte eu a fodia. Ela adorava.

Nossa sincronia estava perfeita, selvagem - e tudo isso sem fazer barulho algum. Lá embaixo, ouvi um som de algo caindo - talvez tenha sido o controle remoto da TV ou alguma outra coisa no colo de Dudu? Mas apesar do som, não conseguiamos parar agora.


Minhas investidas contra sua boceta eram fortes, impetuosa, e ela gostava daquela violência contra seu corpo. Tirei a mão de sua boca e dei um tapa em seus peitos, mais uma vez ela gozou e fisgou meu pau. Sua boceta agora estava piscando e meu pau pulsando de vontade gozar.

_ Meus peitos são sensíveis, seu puto - ela falou enquanto segurava eles, protegendo os seios dos meus tapas grosseiros. Então, dei um tapa em seu rosto e ela sorriu:
_ Vai, continua batendo em mim.
Me aproximei do ouvido dela:
_ Vadia!
_ Bate na cara da sua vadia, bate!

Deu outro tapa, esse fez mais barulho, ela sorria, pedindo por mais. Deu outro, e notei que o rosto dela estava ficando vermelho. Ouvimos um barulho lá embaixo, talvez fosse Dudu saindo do sofá.
Ela estava perdendo o controle. Agarrava o lençol da cama com força, e tirando ele do lugar, já tinha gozado tanto que o lençol embaixo dela estava ensopado.

Mais um barulho lá de baixo, e agora, nós ouvimos o som do carro entrando na garagem. Meus amigos estavam chegando e nós estávamos fodendo sem parar.


_ Goza na minha boca, goza! - ela pediu, implorando, fazendo cara de puta.

Comecei a bombar meu corpo contra o dela mais forte e mais rápido, agora sem me importar com o som que estavamos fazendo. Pele com pele, som alto de fodeção. Ela gemeu quase gritando e mais uma vez, eu tapei a boca dela. O meu gozo já vinha.

Saí de dentro dela, peguei ela pelo cabelo e trouxe para perto do meu pau. Ela abocanhou meu cacete me chupando bem rápido, segurando meu pau com as duas mãos e batendo uma punheta para mim, enquanto ia sugando a cabeçona roxa, fazendo um vai e vem bem babado. Segurei sua cabeça contra meu pau, sua boca engolindo ele todo. Gozei lá fundo de sua goela, gemendo feito um touro na boca dela.

O som vinha da escada, e ouvimos Dudu chamar por ela:

_ Lari, tá ai em cima, coração?

Lá em cima, os meus amigos e suas namoradas saima do carro e entravam na casa conversando e rindo. Larissa engoliu, engoliu, e abriu a boca para mim, mostrando que tinha engolido tudo. Deu um beijo nela, e ainda agarrando o cabelo dela eu soltei baixinho:

_ Você é uma puta, e eu ainda vou comer o seu cu!

Ela só sorriu, vestiu de novo o se pijaminha de cetim, e correu para o corredor, respondendo o namorado:
_ Oi docinho, tô aqui no quarto!

E correu para dentro do quarto deles.

(Continua...)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Namorada do meu Amigo é uma Vadia (Parte 2/3)

Codigo do conto:
271383

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/09/2026

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