Meus outros amigos não falaram nada, mas, eu sentia os olhos deles nos julgando. Estava ficando estranho aquela aproximação minha e de Larissa.
Mais tarde, enquanto estavam todos na área gourmet, eu encontrei Larissa sozinha no corredor de cima da casas, segurei os braços dela com força e empurrei ela contra a parede:
_ Larissa, para! Fica longe de mim. Está todo mundo achando estranho essa nossa aproximação. Só você não vê.
Ela sorriu para mim, mordeu os lábios:
_ Me pega mais forte, eu gosto!
_Você não tem jeito. O Dudu vai ficar sabendo que você está se jogando para cima de mim, e vai ficar feio para você.
_ Vamos ver então… - ela respondeu, provocando.
Voltamos para ficar próximos dos outros e ela foi para o lado de Dudu. Sentou no colo dele como se os dois nunca tivessem brigados desde que chegaram.
Me senti um pouco mais aliviado. A garota pegou a cerveja do namorado e começou a beber.
Eu fiquei na minha, conversando com os outros e comendo. Quando vi, ela já tinha tomado três latinhas e estava bem grogue. Falando alto e trançando as pernas, além disso, começou a falar o que não devia:
_ Eu quero ir pra praia, amor… - Disse ela para Dudu, bem alto.
_ Mas agora, coração? Está tarde já, vamos ficar aqui.
_ Não, eu quero deitar na areia, vamos lá, você me come na areia da praia - Ela falou isso sem pudor algum e alto.
Meus amigos e suas namoradas riram, um pouco constrangidos e achando graça da honestidade da menina depois de encher a cara pela primeira vez. Dudu ficou sem jeito. Nerd como era, ele não estava acostumado com esse humor mais sexual, ainda mais na frente de todos seus amigos.
Deu 23:00, a menina tinha tomado mais uma latinha e falou que ia para o quarto. Dudu decidiu ir com ela e já se despediu da gente. Aos poucos todo mundo foi bocejando, ficando com sono e indo cada um para os seus quartos. Eu fui o último a sair. Limpei a churrasqueira, lavei a louça e fui para meu quarto por volta da 1 da manhã.
Passando em frente ao quarto de Dudu e Larissa, eu ouvi alguns gemidos. Coloquei o ouvido na porta para ouvir melhor - não me orgulho disso, mas, quem é você para me julgar?
_ Vai Dudu, mete com força…
_ Eu tô metendo, coração...
Eles estavam transando. Fiquei ouvindo. Larissa parecia estar apetitosa na cama, mas Dudu não dava conta.
_ Fode mais, caralho!
_ Não dá, eu gozei...
Ouvi Larissa bufar.
_ Caralho, pau mole da porra.
_ Desculpa...
Tava aí um dos motivos pra menina ser tão safada com outros caras. Fui para cama e dormi.
No dia seguinte, Larissa estava vomitando tudo que tomou e comeu no dia anterior. O dia estava um pouco chuvoso e por isso ninguém desceu até a praia. Cada casal ficou na sua, alguns no quarto outros na sala vendo filme. Eu decidi ir ao centro, fiz algumas compras de mais comida e algumas lembrancinhas para familiares. Quando voltei, vi que Larissa já estava melhor.
A noite chegou e a maioria do pessoal resolveu ir ao centro para comer. Como eu já tinha saído o dia inteiro, resolvi ficar. Dudu e Larissa também ficaram.
Os dois ficaram na sala vendo TV, e eu fiquei em meio quarto ouvindo musicas no celular e admirando o chuvisco da janela. Eu estava quase pegando no sono quando alguém tocou o meu ombro. Tomei um susto porque estava no fone de ouvido e não esperava que alguém fosse até o quarto falar comigo.
Era Larissa, vestindo um pijaminha bem curto de cetim, um shortinho e uma camisetinha regata vem fininha. Tirei o fone e perguntei o que ela queria, ela fez uma cara de menina inocente, sentou-se na minha cama e disse que queria conversar.
_ Cadê o Dudu?
_ Ele dormiu vendo filme comigo - ela riu.
_ E se ele acordar e ver você aqui comigo, não vai achar zoado?
_ Se ele acordar e vir até aqui, nós vamos ouvir ele subindo as escadas…
Larissa se levantou e veio em minha direção. O quarto estava escuro, eu via ela à meia luz de um abajur que estava ligado. Ela começou a alisar meus ombros, meu braço e a encostar o corpo quente dela em mim.
Impossível não ficar de pau duro tendo uma garota linda como aquela se esfregando em você - se alguém consegue, por favor, me ensine!
Eu estava sentado em frente a janela, ela se enfiou entre as minhas pernas, de um jeito bem manhoso ficou com os peitos na altura do meu rosto. Ela agarrou minha cabeça e começou a alisar meus cabelos:
_ Eu pensei que a gente podia passar mais um tempinho juntos antes de irmos embora, o que você acha?
Meu coração estava acelerado. Dudu estava no andar de baixo e poderia acordar a qualquer momento. Ela continuou se esfregando, senti seu cheiro doce de quem acabou de sair do banho. Seu perfume era delicioso, e seu toque era quente e envolvente. Não dava para esconder minha ereção, e quando ela sentiu, foi logo se inclinando e tocando nele.
_ Olha só, parece que “Ele” quer conversar comigo…
Ela foi enfiando a mão para dentro do meu short, veio sorrindo e deixando seu rosto bem pertinho do meu, quase encostando seus lábios nos meus. Seus dedos foram tocando os pêlos da minha virilha, e então ela chegou até meu cacete. Agarrou ele bem firme com a mão. Como dedos tão pequenos podiam me tirar tanto do sério.
Dei um beijo nela e enquanto nos beijávamos, ela foi alisando meu pau, para cima e para baixo, mas com pouco espaço por estar debaixo do meu short. Me levantei, arranquei meus shorts e fui abaixando o shortinho de cetim dela também, a empurrei na cama atrás dela.
Fui para cima dela, abrindo suas pernas e me enfiando ali no meio. Continuei beijando ela e esfregando-me em seu corpo, sentindo seu calor e deixando o tesão entre a gente aumentar.
_ Caralho, você é muito gostoso - ela falou enquanto sentia meus beijos em seu pescoço. Eu fui subindo a sua camisetinha, chupei seus peitos empinadinhos e rosados. Ela gemeu, e em meio o gemido, ela riu e disse o quanto estava molhada.
_ Me mostra o quanto ela está molhada - pedi.
Me deitei na cama e ela montou em mim. Segurou meu pau e foi colocando ele na entrada de sua xaninha quente. Estremeci de tesão e ela continuava fazendo um sorriso malicioso, de quem não pensa no amanhã e se entrega somente no hoje. A cabeça foi escorregando para dentro. Ela realmente estava muito molhada, ele foi entrando sem dificuldade alguma.
_ Tem certeza que vai fazer isso? Com seu namorado dormindo logo ali? - falei baixinho. Esse era o ultimo aviso.
Ela botou o dedo na minha boca e fez "Shhhhh", para eu ficar quieto. Senti a lubrificação dela escorrer pelo meu cacete, ela começou a cavalgar em mim bem devagar. Gemendo enquanto olhava para mim, nos olhos. Olhos de uma vadia, brincando com o cacete do amigo de seu namorado. Subia e descia bem devagar, com as mãos nos meus ombros. Os peitos dela na altura do meu rosto, peguei eles com as mãos e comecei a massagear, toquei os mamilos e ela gemia gostoso mordendo os lábios. Aumentou a cavalgada em mim, e eu passei a chupar os seus peitos.
Ela gemeu, eu mordisquei um mamilo e ela ficou arrepiada. Meu deu um tapa e sorriu:
_ Vai com calma, safado.
Segurei o seio dela com a mão pesada e chupei forte, ela se arrepiou todinha de novo e mais uma vez eu mordisquei o mamilo. Senti a boceta dela dar uma fisgada comigo ali dentro dela.
_ Uau, senti sua boceta fisgar meu pau - sussurrei, e ela ficou com o rosto vermelhinho de vergonha.
A outra mão eu levei para sua bunda, apertei bem e levei meu dedo para a fenda entre as nádegas. Ela continuou cavalgando em mim, jogando seu peso todo contra o meu corpo em sentadas pesadas. Mas ainda sim, mantinhamos uma certa lentidão, para não fazer barulho.
Meu dedo foi passeando por entre a sua bunda até eu chegar em seu cuzinho. Fiquei ali rodeando ele com meu dedo, e ela foi adorando aquilo. Passei o dedo na parte de trás de sua boceta, onde meu pau estava entrando e saindo e esfreguei sua lubrificação no cu, e dali fui penetrando ele bem devagar nela. Ela sorriu envergonhada e ainda mais vermelha do que antes. Senti o calor dela aumentando, e o suor dela se misturando com o meu calor.
_ Gosta do meu cuzinho é, safado?
_ Gosto, quero comer o seu cuzinho!
Ela sorriu e colocou de novo o dedo na minha boca, me censurando.
_ Hoje não - ela disse, enquanto continuava sentando. Enfiei o meu dedo um pouco mais fundo em seu cuzinho e ela deu um salto e em seguida, voltou para baixo gozando e gemendo mais alto.
Voltei a chupar os seus peitos com violencia, sugando seus mamilos, e ela puxou meu cabelo com força pedindo para eu parar porque ela não queria gritar de tesão.
Pediu para eu ir por cima, e rolamos na cama. Levantei suas pernas e abri bastante elas. Aquela menina vulnerável e pequena, de pele macia e fina, agora estava diante de mim, frágil e de pernas abertas e fenda bem molhada, querendo por mais. Me meti no meio dela, fui me encaixando para dentro dela. Fui até o fundo e ela mordeu a mão para não gritar de tesão. Senti sua boceta fisgar meu pau novamente.
Ela gemia bem baixinho. Em uma das minhas investidas ela soltou um gemido mais alto. Eu tapei a sua boca com força. Ela ficou vermelha, e ainda mais apetitosa. Olhos arregalados. O medo que ela sentia com minha mão em sua boca, privando ela de falar e de gemer, fez ela enlouquecer ainda mais. Contorceu seu corpo todo, esfregando ele ainda mais em mim.
Comecei a dar umas metidas mais fortes, e ela foi gemendo mais alto. Não tirei mais a minha mão de sua boca, e ela foi ficando mais desesperada e mais animada com aquela proibição. Conseguia ouvir ela rindo, como se estivesse possuída.
Meti bem fundo e belisquei um de seus mamilos pequenininhos dela. A menina se contorceu, mas agora de dor e de vontade de me bater, mas em seguida meti bem forte nela, e ela gozou mais uma vez. Eu investia meu corpo todo contra o dela e ela gozava. Estava revisando os olhos e eu sentia que ela estava lambendo a minha mão que tapava a boca dela com força. Ela começou a arranhar meu ombro e meu peito, e quanto mais ela reagia, mais forte eu a fodia. Ela adorava.
Nossa sincronia estava perfeita, selvagem - e tudo isso sem fazer barulho algum. Lá embaixo, ouvi um som de algo caindo - talvez tenha sido o controle remoto da TV ou alguma outra coisa no colo de Dudu? Mas apesar do som, não conseguiamos parar agora.
Minhas investidas contra sua boceta eram fortes, impetuosa, e ela gostava daquela violência contra seu corpo. Tirei a mão de sua boca e dei um tapa em seus peitos, mais uma vez ela gozou e fisgou meu pau. Sua boceta agora estava piscando e meu pau pulsando de vontade gozar.
_ Meus peitos são sensíveis, seu puto - ela falou enquanto segurava eles, protegendo os seios dos meus tapas grosseiros. Então, dei um tapa em seu rosto e ela sorriu:
_ Vai, continua batendo em mim.
Me aproximei do ouvido dela:
_ Vadia!
_ Bate na cara da sua vadia, bate!
Deu outro tapa, esse fez mais barulho, ela sorria, pedindo por mais. Deu outro, e notei que o rosto dela estava ficando vermelho. Ouvimos um barulho lá embaixo, talvez fosse Dudu saindo do sofá.
Ela estava perdendo o controle. Agarrava o lençol da cama com força, e tirando ele do lugar, já tinha gozado tanto que o lençol embaixo dela estava ensopado.
Mais um barulho lá de baixo, e agora, nós ouvimos o som do carro entrando na garagem. Meus amigos estavam chegando e nós estávamos fodendo sem parar.
_ Goza na minha boca, goza! - ela pediu, implorando, fazendo cara de puta.
Comecei a bombar meu corpo contra o dela mais forte e mais rápido, agora sem me importar com o som que estavamos fazendo. Pele com pele, som alto de fodeção. Ela gemeu quase gritando e mais uma vez, eu tapei a boca dela. O meu gozo já vinha.
Saí de dentro dela, peguei ela pelo cabelo e trouxe para perto do meu pau. Ela abocanhou meu cacete me chupando bem rápido, segurando meu pau com as duas mãos e batendo uma punheta para mim, enquanto ia sugando a cabeçona roxa, fazendo um vai e vem bem babado. Segurei sua cabeça contra meu pau, sua boca engolindo ele todo. Gozei lá fundo de sua goela, gemendo feito um touro na boca dela.
O som vinha da escada, e ouvimos Dudu chamar por ela:
_ Lari, tá ai em cima, coração?
Lá em cima, os meus amigos e suas namoradas saima do carro e entravam na casa conversando e rindo. Larissa engoliu, engoliu, e abriu a boca para mim, mostrando que tinha engolido tudo. Deu um beijo nela, e ainda agarrando o cabelo dela eu soltei baixinho:
_ Você é uma puta, e eu ainda vou comer o seu cu!
Ela só sorriu, vestiu de novo o se pijaminha de cetim, e correu para o corredor, respondendo o namorado:
_ Oi docinho, tô aqui no quarto!
E correu para dentro do quarto deles.
(Continua...)