Tudo começou na adolescência, quando descobri o fetiche da inversão. Foi através de um vídeo, até famoso, de uma sósia da Juliana Paes enrabando um cara. Aquele vídeo desbloqueou minha curiosidade de saber se ser penetrado era realmente prazeroso. Durante minha adolescência, explorei muito esse fetiche. Comecei introduzindo o dedo e, depois, usava até alguns objetos para tentar saciar meu desejo. Mas ansiava por uma bela mulher usando um consolo no meu rabo. Esse fetiche só foi se realizar bem mais tarde, quando conheci minha esposa! Apesar de nunca ter esquecido, eu não tinha coragem de pedir à minha esposa para realizarmos esse fetiche, por medo de ela me interpretar mal ou de eu ser julgado. Então, sempre o mantive guardado comigo. Mesmo após alguns anos, mantínhamos uma vida sexual ativa e sempre aprontávamos alguma coisa para sair da rotina — já transamos até em praça, mas isso é papo para outro conto. Até que, um dia, ela fez algo que trouxe esse fetiche de volta com força aos meus desejos. Estávamos transando e eu a penetrava por cima, até que ela deslizou a mão pelas minhas costas até minha bunda e começou a apertá-la. Em seguida, pediu para eu meter forte nela. Enquanto alternava carícias e apertões na minha bunda, ela teve um orgasmo e agarrou minha bunda com força. Eu gozei junto. Ela nem chegou perto de tocar meu ânus, mas confesso que foi imaginando-a me penetrando. Desse dia em diante, não conseguia mais esconder o desejo de ser penetrado por ela, mas ainda não tinha coragem de falar abertamente. Então, durante o sexo, sempre dava um jeito de mostrar que me dava prazer quando ela tocava na minha bunda. Durante o sexo oral, sempre arqueava o corpo na tentativa de expor meu cu e encorajá-la a tocá-lo. Quando eu estava prestes a gozar, pedia para ela me abraçar; então levantava o corpo, a mão dela naturalmente deslizava até minha bunda e só aí eu ejaculava dentro da buceta dela. Até que, em uma manhã de sexta-feira comum, meus enteados tinham saído bem cedo para a escola. Ficamos só nós dois e dormimos até um pouco mais tarde, por volta das 8h. Quando acordei, estava com aquele tesão matinal. Procurei-a com a mão e fui deslizando por todo o seu corpo. Ela usava um pijama de blusa de alcinha e um short cavado que, quando ela estava deitada, expunha toda a sua bunda. Passei a mão por dentro do short e a acordei tocando sua buceta, que logo ficou molhada. Desci aquele minúsculo short e caí de boca naquela xana rosada. Fazendo meu pau ficar ainda mais rígido, deslizava a língua por toda a extensão da sua vagina. Então a virei de bruços e comecei a chupar o seu delicioso cuzinho (que, só para constar, ela nunca me deixou foder — no máximo, colocar o dedo). Após deixar aquela bunda e o cu dela todos babados, coloquei-a de quatro e penetrei sua buceta. Após um tempo fudendo ela de quatro, deitei ao seu lado e pedi que me chupasse, o que ela atendeu imediatamente. Meu pau estava completamente molhado pelos fluidos dela e expelia o pré-gozo. Ela iniciou lambendo-o todo, como se quisesse limpá-lo; em seguida, abocanhou, engolindo completamente. Ela me chupava forte e eu estava quase gozando, então pedi para chupar minhas bolas. Senti sua língua percorrer todo o meu pau até as minhas bolas; ela chupava e deixava minhas bolas todas babadas, até que segurou meu saco com uma das mãos e colocou as duas bolas na boca. Aquilo me deixou tão excitado que simplesmente ergui as pernas, na esperança de sentir sua língua quente no meu ânus. Senti sua língua ir até a costura e voltar algumas vezes, mas não passou disso. Em seguida, ela subiu em cima de mim e nós gozamos com ela quicando no meu pau, o que foi delicioso também. Após o orgasmo, fiquei ali deitado tentando me recuperar, com ela ao meu lado. Virei-me de bruços e fiquei de olhos fechados. Ela começou a acariciar minhas costas, descia os dedos até o meio e voltava, até que sua mão foi até minha bunda, o que me pegou desprevenido e me causou arrepios. Acho que ela percebeu, pois, quando sua mão desceu novamente, senti dessa vez o seu dedo percorrer bem o meio da minha bunda. Dei uma leve ajeitada no corpo, pois aquilo estava me deixando de pau duro novamente, mas não disse nada naquele momento. Depois de alguns minutos, ela procurou pelo controle que estava jogado no meio da cama, ligou a TV e voltou a me acariciar, mas dessa vez eu sentia que era o controle que tocava minha pele. Até que ela o levou até minha bunda e, quando chegou ao meio, senti que ela o forçou como se quisesse me penetrar. Sem me mexer, perguntei: — O que você está fazendo? Ela respondeu: — O que você quer! Ela jogou o controle na cama e senti sua mão me tocar novamente. Voltou a deslizar o dedo no meio da minha bunda, mas dessa vez o dedo estava úmido — não sei se lubrificou na boca ou na vagina. O dedo molhado percorreu minha bunda, direto para o meu cu. Eu suspirei e meu pau ficou duro imediatamente, o que fez meu cu retrair, bloqueando a penetração do dedo. Ela começou a passar o dedo na minha entrada e, sem pudores, comecei a gemer. Ela forçava o dedo contra o meu cu, mas, por falta de lubrificação, o dedo não deslizava para dentro. Apesar de estar louco para ser penetrado, estava com vergonha de ficar de quatro na frente dela. Então continuei de bruços, aproveitando o toque daquele dedo macio. Ela abriu minha bunda com as mãos e, sem receio, passou a língua no meu cu peludo, o que me fez arrepiar toda a espinha. Eram lambidas tímidas, mas sentir aquela delícia de mulher passar a língua no meu cu me fez enlouquecer. Empinei a bunda contra o rosto dela, dando uma visão completa do meu cu e da minha pica, que estava completamente dura e pingando de tesão. Vendo o estado do meu pau, ela o puxou para trás e começou a chupá-lo. Eu disse que ia gozar. Em seguida, ela deitou na cama e pediu: "Vem me foder". Não tive como negar esse pedido; subi nela e, quando a penetrei, ela gritou gemendo: — Que pau duro da porra! Abaixei-me no ouvido dela e sussurrei: — Você é uma safada. Gostou de brincar no cuzinho do teu macho?! Ela sorriu e, suspirando, disse: — Se for para deixar esse pau duro desse jeito, eu brinco sempre. Ouvindo aquilo, bombei forte na buceta dela até sentir meu pau esguichar porra lá dentro. Levantei e fui direto para o banheiro tomar banho e recuperar as energias. O sábado seria o final de semana de as crianças irem para a casa do pai, então seria perfeito para realizar o meu fetiche de ser penetrado pela minha esposa — nem que fosse com o dedo, já que ainda não tinha coragem de pedir para ela colocar um consolo no meu rabo. No sábado, cheguei por volta das 16h. As crianças já tinham ido. Minha esposa só chegaria às 19h, o que me daria tempo para preparar o campo pra jogo. Fui para o banho e me depilei todo. Enquanto me depilava, fiquei excitado e cheguei a bater uma punheta com meu próprio dedo socado no cu. Mas não gozei; queria guardar cada gota da minha porra para a minha amada esposa. Deixei meu cu lisinho para sentir o toque daquela língua quente no meu rabo de novo. Deixei tudo pronto para a chegada dela. Quando ela finalmente chegou, recepcionei-a com um beijo quente, que a deixou toda acesa. Ela pegou uma roupa — que não vi qual era — e foi direto para o banho. Quando saiu, eu a aguardava somente de cueca na cama. Ela saiu usando uma camisola de renda toda preta, com uma calcinha transparente que mostrava sua buceta depilada. Eu, que já estava excitado, não pude esconder minha ereção. Vendo-me de pau duro antes mesmo de me tocar, ela questionou: — Por que ele já está assim, hein? Respondi: — Está te esperando! Então, de joelhos na cama, ela começou a alisar meu pau por cima da cueca. Enfiei a mão entre as pernas dela e alisei sua buceta também por cima da calcinha. Ela puxou o elástico da cueca e meu pau escapou. Abaixou-se e abocanhou a cabeça do meu pau. Com a cabeça da pica dentro da boca, senti sua língua passar ao redor, deixando-a completamente molhada. Ela engoliu completamente. Eu seguia com a mão entre as pernas dela, mas com o dedo dentro da vagina, que também já estava molhada. No auge da excitação, forcei a cabeça dela contra meu pau, fazendo-a engasgar com a minha pica. Ela tirou a boca para respirar, dando para ver meu pau todo babado, com a cabeça molhada e brilhante. Então ela se posicionou entre minhas pernas, desceu completamente minha cueca e voltou a me chupar intensamente. Sugava a cabeça do meu pau e lambia minhas bolas. Sem que eu pedisse, foi descendo pela costura até chegar ao meu cu. Levantou minhas pernas e lambia vigorosamente todo o meu rabo. Pediu para eu virar de bruços, mas, ao invés disso, fiquei de quatro, expondo todo o meu rabo depilado. Senti ela acariciar minha bunda e minha pele se arrepiava. Em seguida, senti ela beijar e mordiscar minha bunda, e sua língua deslizou para o meu cu de novo. Ela passava a língua em círculos no meu cu; sentia ela chupar e tentar enfiar a língua para dentro, até que afastou o rosto e senti seu dedo tocar meu cu. Após algumas carícias, finalmente me penetrou. Sem muita dificuldade, meu cu estava completamente lubrificado por aquela língua quente. Enquanto metia o dedo no meu cu, ela acariciava minha bunda e meu saco. Eu estava de quatro, mas com as pernas fechadas; meu pau duro apontava para a frente, então ela só tinha acesso às minhas bolas. Confesso que, nesse momento, eu estava quase gozando. Senti ela tirar o dedo de dentro de mim, abrir minha bunda, cuspir no meu cu e lamber de novo. Em seguida, senti seu dedo novamente, mas, ao invés de um, ela forçou dois dedos, que não entraram de primeira. Sentindo o segundo dedo, abri as pernas para facilitar. Através das minhas pernas, pude ver aquela linda mulher de lingerie preta tocando a buceta com uma mão enquanto usava a outra para me foder. Assim que abri as pernas e empinei mais a bunda, os dedos dela deslizaram para dentro de mim e ela começou a me foder freneticamente. Eu gemia igual a uma cadela e implorava: — Isso, fode, amor. Era impossível resistir ao prazer que eu estava sentindo. Até que, vendo-me de quatro fazendo aquele fio terra 220 e com o pau duro balançando entre as pernas enquanto me fudia, ela agarrou meu pau puxando para trás. Aquilo foi demais para mim: com um só movimento, meu pau começou a esguichar porra para tudo que é lado, no que considero uma das maiores e melhores gozadas da minha vida. Eu simplesmente não consigo esquecer esse dia. Ela até tentou aparar o sêmen com a mão, mas a maior parte caiu na cama e sobre suas pernas ajoelhadas atrás de mim. Após o gozo, ela alisava meu saco e meu pau com a mão suja de porra, enquanto ele ia ficando mole. Com meu pau completamente mole, ela retirou os dedos de dentro de mim e pude sentir um vazio dentro do meu rabo. Quando ela terminou de tirar, fiz questão de gemer e dizer: — Acho que você me arrombou todo. Virei-me, dei um beijo nela e disse que tinha sido muito bom. Ela disse que percebeu pela quantidade de porra. Depois desse dia, nossa vida se transformou. Ela simplesmente me viciou em dar o cuzinho. Sempre que transávamos, ela queria me foder, até que falou que queria comer meu cu com um consolo. É claro que aceitei.
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