Depois de sair da universidade peguei carona com um amigo que mora relativamente perto de minha casa. Estávamos conversando numa pracinha que ficava em frente à casa dele, dessas onde tem alguns brinquedos para crianças, balanço, gangorra ... essas coisas. Nessa pracinha havia também uma casinha para as crianças brincarem dentro, acredito que já tenham visto, uma casinha pequena que fica entre os brinquedos. Já era noite e estávamos sentados nos balanços conversando quando eu dei a ideia de entrarmos na casinha por que estava um pouco frio, lá dentro começamos a nos beijar, “de forma horrível devo acrescentar”, por algum motivo nosso beijo meio que não se encaixava, mas ok, usei esse beijo horrível como desculpa e falei. —Queria colocar outra coisa na boca. Acho que ele não esperava que eu falasse dessa forma tão aberta, já que no dia a dia sou meio "fofa" com todos. Ele recusou, pois, estava com medo já que estávamos na praça e tão perto da casa dele, até resmungou algo sobre isso ser crime, então ele sugeriu ir para a casa dele, mas eu falei que queria ali mesmo e só sairia dali para minha própria casa, ele disse que não faria, me levantei para ir embora quando ele de pronto mudou de ideia ao ver que eu realmente não iria pra casa dele de forma alguma. Tá bom então. Vamos. Dentro da casinha baixei os shots dele, na mesma hora senti um frio na barriga, era uma mistura de medo com tesão que não sei explicar, mas era muito bom, muito excitante. Ele não estava ereto, provavelmente por medo, comecei a masturba-lo, quando notei que começou a ficar rígido, enfiei na boca, quis ajudar da melhor forma possível já a ideia foi minha e o medo de ser pego por alguém era latente. Todavia com o pau dele dentro da minha boca logo ele começou a ficar mais à-vontade com aquilo e até notei que o corpo dele ficou menos rígido, a casinha era pequena, mas era suficientemente alta para que ele ficasse de pé, eu estava de joelhos na frente dele chupando, e afinal eu estava certa, nosso beijo não foi bom, a língua dele não encaixava no beijo, mas o pau dele se encaixou super bem na minha garganta, tão bem que até mesmo consegui colocar inteiro na minha boca, me senti uma boqueteira profissional na hora por conseguir colocar tudo na boca, geralmente eu não consigo, me sentindo super excitada com aquilo, o frio na barriga de estar numa praça pública e o medo de alguém passar por ali. acredito que ele sentiu a mesma excitação pois não demorou muito até segurar meus cabelos e começar ele mesmo a enfiar e tirar o pau dele da minha boca, metendo como se estivesse fodendo minha boca, tenho de admitir que a sensação foi ótima, me senti tão vulnerável e entregue, me senti como uma verdadeira vadia enquanto ele fodia a minha boquinha “Só de lembrar fiquei toda molhada aqui escrevendo”. Depois de ter fodido minha boca por um tempo ele começou a acelerar e eu senti que já estava quase gozando, bati na mão dele e tirei a boca bem a tempo de ele gozar um jato enorme que ainda acertou no meu queixo, comecei a rir por ter conseguido sair bem a tempo, ele se contorcia levemente enquanto continuava a masturbação para jogar até a última gota no meu rosto, poderia ter saído da frente, mas o deixei gozar na minha cara. Me levantei e falei. — vou indo agora, boa noite. Apenas isso e sai andando, ele ainda disse alguma coisa com a respiração meio pesada, mas não lhe dei muito ouvidos. Não fiz questão de limpar o rosto, caminhei pela rua vazia com a face coberta com o gozo dele, em meu intimo a vontade de alguém passar por mim e ver no meu rosto a vadia que eu sou.
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