Depois que me separei da mãe de Amanda, ela foi embora logo depois do divórcio, aceitou um emprego no exterior e quase não volta. Sobrou eu para cuidar da casa e dos nossos filhos. Amanda, uma irmã menor, ainda adolescente, que dorme no quarto ao lado, e o irmão mais velho que já mora sozinho faz dois anos. Na prática, sou eu e ela a maior parte do tempo. Amanda havia acabado de completar dezoito anos. O corpo ainda carrega aquele misto de adolescente e curva de mulher feita: cintura estreita, quadris já arredondados, coxas firmes e macias. Os seios são cheios, do tamanho certo para caber inteiros na minha mão. A pele é clara, quase leitosa, e marca fácil.O cabelo é longo, castanho escuro, sempre bagunçado. O rosto ainda tem traços delicados, olhos grandes e expressivos, boca carnuda Eu trabalhava até tarde, chegava cansado e, nas noites em que o sono não vinha, abria o notebook e buscava algo para aliviar a tensão. Foi numa dessas noites. Eu estava em um site de conteúdos adultos, rolando perfis anônimos, quando um vídeo curto apareceu na página inicial. A miniatura mostrava só o corpo: cintura estreira, seios firmes, pele clara sob uma luz quente de quarto. O título era simples, sem rosto, sem nome verdadeiro. O preço era baixo. Cliquei em “comprar” quase sem pensar, baixei o arquivo e coloquei o fone de ouvido. Nos primeiros segundos era só ela se tocando por cima da calcinha. Movimentos lentos, a câmera bem próxima. Depois a calcinha desceu. Os dedos entraram. O gemido era baixo, abafado, como se ela estivesse tentando não fazer barulho. Eu já estava duro quando ela abriu as pernas por completo e enfiou dois dedos fundo, a câmera capturando cada detalhe molhado. Foi no momento em que ela falou baixo, quase um sussurro: — Assim… bem assim… A voz. Eu travei. O coração disparou. Rebobinei cinco segundos. Ouvi de novo. Era ela. Era a voz da minha filha. Pausei o vídeo. A mão ainda estava dentro da calça. O estômago virou. Eu olhei para a porta do meu quarto, como se alguém pudesse entrar a qualquer momento. Ela tinha dezoito anos. Tinha se mudado para o quarto do fundo depois que a irmã menor reclamou de barulho. Eu nunca tinha entrado ali sem bater. Fechei o notebook. Fiquei sentado na escuridão por longos minutos, o pau ainda latejando, a mente girando. Pensei em deletar. Pensei em confrontar. Em vez disso, abri de novo. Dessa vez eu assisti até o final. Vi ela gozar com os dedos, o corpo se arqueando, o gemido abafado contra o travesseiro. Vi o close da buceta pulsando. Vi o nome de usuário no canto da tela: o mesmo que ela usava em algumas redes antigas, só que agora com números a mais. Eu comprei mais três vídeos na mesma noite. No dia seguinte eu mal conseguia olhar para ela no café da manhã. Ela estava de short curto e camiseta larga, o cabelo preso num coque bagunçado, mexendo no celular enquanto bebia café. Eu sabia exatamente como aquele corpo se movia quando gozava. Sabia o som que ela fazia. Sabia o quanto a buceta dela ficava molhada. À noite eu comprei o pacote completo. Havia vídeos dela se masturbando com brinquedos. Vídeos em que ela usava uma calcinha preta que eu reconheci da lavanderia. Um em especial me destruiu: ela de quatro na mesma cama que eu via toda vez que passava pelo corredor, o rosto parcialmente escondido por um cabelo castanho longo, gemendo enquanto enfia um vibrador até o fundo e dizia baixo: — Mais fundo… me fode… Eu gozei na minha própria mão assistindo aquilo, o nome dela ecoando na minha cabeça. Três noites depois eu não aguentei mais. Eram quase duas da manhã quando eu caminhei descalço até o quarto dela. A porta estava entreaberta, como sempre. A luz do abajur estava acesa. Eu empurrei devagar. Ela estava sentada na cama com o notebook no colo, fone de ouvido, a câmera ligada. A blusa estava levantada, um seio exposto, os dedos já dentro da calcinha. Quando viu minha sombra na porta, o sangue sumiu do rosto. — Pai… Eu entrei e fechei a porta atrás de mim. O notebook ainda mostrava a transmissão ao vivo. Havia dezenas de mensagens subindo na tela. Eu não gritei. Não acusei. Apenas caminhei até a cama, tirei o notebook do colo dela e coloquei de lado. A câmera ainda estava ligada. Eu olhei para a tela por um segundo e depois para ela. — Continua — falei baixo. Os olhos dela se arregalaram. — O quê? — Você estava se tocando. Continua. Quero ver de perto o que eu comprei sem saber. Ela hesitou só um instante. Depois, devagar, os dedos voltaram para dentro da calcinha. Eu me sentei na beira da cama e assisti. Vi os dedos sumirem entre os lábios já molhados. Vi o clitóris inchado ser esfregado em círculos. Vi o peito dela subir e descer cada vez mais rápido. Quando ela estava perto de gozar, eu segurei o pulso dela e tirei a mão. — Não. Agora eu faço. Desliguei o notebook e a deitei de costas. Puxei o short e a calcinha de uma vez só. A buceta que eu tinha visto tantas vezes na tela estava ali, real, quente, brilhando. Eu incline o rosto e chupei. A língua passou devagar entre os lábios, subiu até o clitóris e ficou ali, chupando com pressão firme enquanto dois dedos entravam fundo. Ela gemeu alto, as mãos no meu cabelo. Eu chupei até ela gozar na minha boca, as coxas tremendo, o corpo se arqueando. Depois me levantei, abri a calça e tirei o pau duro. Ela olhou, os olhos escuros de tesão e vergonha misturados. — Se é pra provocar, faz direito. Me fode — ela sussurrou.. Aquilo me deixou fora de mim... Senti o maior tesão tesão da minha vida ouvindo a voz da minha princesa falando aquilo... Eu entrei de uma vez. A buceta de se abriu ao redor do meu pau, quente e apertada exatamente como eu tinha imaginado todas aquelas noites. Eu segurei as pernas dela abertas e comecei a meter fundo, o barulho molhado enchendo o quarto. Ela gemia, me chamando de "paizinho" sem se importar mais. As unhas arranhavam minhas costas. Eu fodia com força, o colchão rangendo, o pau sumindo inteiro a cada investida. Quando senti o orgasmo subindo, puxei para fora, gozei no peito dela. Na hora que vi a cena, senti muitas coisas… vergonha, arrependimento, tesão, vontade de repetir… Mas ela mais uma vez me surpreendeu, dizendo: — Na próxima não desperdiça nenhuma gota do leite, pai. Aquilo me deixou com o pau duro na hora. — Menina, não brinca assim comigo… — falei, a voz rouca, tentando fazê-la entender que eu não tinha limites quando o assunto era sexo. Ela só sorriu. Um sorriso lento, safado, os olhos ainda escuros de prazer. Com o dedo indicador recolheu um pouco do gozo que escorria entre os seios e levou à boca, chupando devagar, sem desviar o olhar do meu. — Quem está brincando? — murmurou. — Eu falei sério. Da próxima vez quero sentir quentinho dentro… ou engolir tudo. Você escolhe. O pau latejou de novo, já recuperando a dureza só de ouvir aquilo. Eu me incline sobre ela, segurei o queixo com firmeza e forcei-a a me olhar de perto. — Você não faz ideia do que está pedindo, filha. — Faço sim — respondeu, a respiração ainda irregular. — Eu quero que meu pai me use do jeito que quiser. Sem dó. Sem parar no meio. Não precisei de mais convite. Virei-a de uma vez só, colocando-a de quatro na cama. A bunda levantada, a buceta ainda brilhando e escorrendo restos do meu gozo anterior. Segurei os quadris com as duas mãos e enfiei de novo, fundo, até as bolas baterem na pele dela. O gemido que saiu da garganta dela foi alto, rouco, carregado de puro prazer. Comecei a meter com força. Estocadas longas e pesadas, o pau entrando e saindo com violência. A cada investida o corpo dela se projetava para frente e eu puxava de volta, obrigando-a a engolir cada centímetro. O som molhado ecoava no quarto junto com os gemidos dela: — Isso, paizinho… mais fundo… me fode mais forte… PAAAAII Eu apertei a bunda dela, abrindo as nádegas, e acelerei o ritmo. O colchão batia na parede. O suor escorria pelas nossas peles. Quando senti o segundo orgasmo dela chegar — as paredes se contraindo com força, o corpo inteiro tremendo —, continuei metendo sem diminuir, prolongando cada espasmo até ela quase desabar. Só então reduzi a velocidade, ficando bem fundo, rebolando ali dentro. — Agora você vai levar tudo — falei contra a orelha dela, a voz baixa e perigosa. — Nem uma gota vai sair. Você mesma pediu. Ela apenas empurrou a bunda para trás, engolindo o pau ainda mais, e sussurrou, já sem nenhum vestígio de vergonha: — Me enche, pai… quero sentir seu leite escorrendo depois… Eu segurei firme a cintura dela e voltei a foder com tudo, as estocadas cada vez mais urgentes, mais profundas, até o prazer explodir. Dessa vez não saí. Enterrei até o fim e gozei dentro, jatos quentes e densos enchendo a buceta apertada da minha filha enquanto ela gemia alto, gozando junto pela terceira vez naquela madrugada. Ficamos assim longos segundos, ofegantes, meu pau ainda latejando lá dentro, o gozo já começando a escapar devagar pelas bordas quando eu me movia. Eu beijei a nuca suada dela e murmurei: — Agora você entendeu… eu realmente não tenho limites. Ela riu baixo, ainda tremendo, e apertou as paredes internas ao redor de mim, como se quisesse guardar cada gota exatamente onde eu tinha colocado.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.