No sábado o time fez churrasco na casa do zagueiro. Meu pai não ia perder. Lucão também não. Eu fui de motorista porque os dois já tinham combinado de beber. O quintal estava cheio. Cerveja no isopor, fumaça de picanha, rádio alto. Lucão chegou de short branco justo e camiseta do time. Em dez minutos já tinha uma loira grudada nele. Cabelo longo, short curto, rindo de tudo que ele falava. Ele passava a mão na cintura dela na frente de todo mundo. Meu pai viu. Disfarçou. Pegou outra long neck, riu alto com o pessoal, mas o olho voltava. Toda vez que a mão do Lucão descia um pouco mais nas costas dela, meu velho apertava a lata. Eu vi. — Essa aí é nova? — meu pai perguntou, fingindo desinteresse. — Conheci agora. Tá afim. — Cuidado pra não virar pai cedo, moleque. Lucão riu e puxou a loira pra perto. — Relaxa, tio. Hoje é só brincadeira. Meu pai sorriu torto e virou o rosto. No meio da festa Lucão sumiu com ela. Foram pro lado do muro, atrás do barracão. Meu pai ficou na mesa, já mais vermelho, já mais mole da cachaça. Ficava olhando o corredor. Toda vez que alguém passava, ele endireitava o corpo. Vinte minutos depois Lucão voltou sozinho. Short aberto na frente. O botão solto, o zíper descendo sozinho, a cueca cinza aparecendo. O pau pesado, marcado, ainda meio duro. A loira não voltou. O goleiro gritou: — Porra, Lucão, voltou com a jiboia pra fora, hein? A menina não deu conta? Todo mundo riu. Meu pai riu também. Mas o riso saiu curto. Ele olhou o short aberto, olhou a marca, e bebeu o resto da lata de uma vez. — Fecha essa porra, safado — meu pai falou, tentando soar brincalhão. — Vai assustar as mulher. Lucão ajeitou o short sem pressa, o pau ainda evidente. — Assustou não. Só não gozei. Ficou pela metade. Meu pai virou o rosto de novo. Eu vi o maxilar dele travar. Na volta eu dirigi. Os dois no banco de trás, já pesados de álcool. Meu pai no canto da janela, Lucão no meio. A rua escura, o rádio baixo. Pelo retrovisor eu vi a mão do Lucão descer. Primeiro no joelho do meu pai. Depois na coxa. Ficou lá. Dedo grosso apertando a carne por cima da bermuda. Meu pai não tirou. Só abriu um pouco a perna, como se fosse ajeitar o corpo, e deixou. Ninguém falou nada o caminho inteiro. Em casa Lucão caiu no sofá de cueca. Tirou o short no meio da sala, deixou no chão, e se jogou de barriga pra cima. A cueca cinza subida, o pau grosso marcado, a cabeça quase saindo pela lateral. Falou com a voz pastosa: — Tô acabado. Dorme aqui mesmo. Meu pai já estava sem camisa. Tirou a bermuda no corredor, ficou pelado. A bunda à mostra, o pau mole balançando. Virou na porta do quarto do fundo, ainda bêbado, e falou: — Boa noite, filhão. Boa noite, Lucão. Piscou. Só um. Rápido. Lucão viu. Eu vi. Meu pai entrou. A porta ficou entreaberta. Eu fui pro meu quarto, apaguei a luz e esperei. Cinco minutos. O sofá rangeu. Passo descalço. A porta do fundo abrindo mais. Escuridão. Eu saí de joelhos, rastejando até o corredor. Lucão já estava atrás da cama. Meu pai deitado de bruços, ainda mole da cachaça, a bunda erguida sem nem perceber direito. Lucão roçava o pau por cima da cueca na fenda dele. Pra cima, pra baixo, a cabeça grossa abrindo o meio. — O que foi aquilo lá? — meu pai falou baixo, a voz já diferente. — Sumiu com a menina e voltou com o pau pra fora. — Tava afim. — Afim de quê. Lucão riu no escuro e apertou o pau mais fundo na racha. — Quer saber mesmo? — Quero. — Enfiei. A buceta dela tava molhada pra caralho. Entrou fácil. Meti um pouco. Ela gemeu. Mas eu não gozei. Meu pai ficou quieto dois segundos. — Então não vai ter. — Como é? — Não vou dar. Você acabou de meter em mulher. Vai se virar. Lucão puxou a cueca pra baixo. O pau caiu pesado nas nádegas do meu pai. Quente. Veioso. Ele esfregou a glande no cu fechado, sujando de pré-gozo, abrindo um pouco, fechando. — Fala de novo que não vai dar. Meu pai gemeu no travesseiro. — Não… não vai… Lucão passou a cabeça inteira na portinha, apertou, soltou, apertou de novo. — Tá piscando, tio. O cu não mente. — Para… porra… — Para o quê. De falar ou de esfregar? Meu pai empinou. Quase sem querer. O cu abriu um pouco mais. — Você meteu nela e agora quer meter em mim. — Quero. E você vai pedir. Lucão desceu. Ajoelhou atrás da cama, abriu as nádegas do meu pai com as duas mãos e enterrou a cara. Língua larga, molhada, passando no cu, furando, lambendo em volta, chupando. Meu pai soltou um gemido fundo, já sem a voz de quem ia recusar. — Ai, Lucão… sua língua… — Pede dedo. — Não. — Pede. — Mete o dedo. Porra. Mete. Lucão enfiu dois de uma vez. Meu pai arqueou. O som molhado enchendo o quarto. Eu entrei. Devagar. Rastejando. Fui pra baixo da cama. O colchão alto o bastante. Vi as pernas do Lucão, o saco pesado, o cu dele na minha altura quando ele se abaixava pra mamar o rabo do meu pai. Abri a boca e engoli o pau dele por baixo. Lucão travou um segundo. O corpo inteiro. Depois um gemido baixo, rouco, que ele disfarçou tossindo no cu do meu pai. — Porra… que língua quente, tio. Não era o tio. Era eu. A glande dele na minha garganta, o gosto de pré-gozo e de bunda do meu pai ainda grudado. Eu chupei fundo, baba escorrendo no saco, nariz na base. Lucão continuou falando, a voz já alterada: — Quer mais dedo? Fala. — Quero. Abre. Abre meu cu. — Pede a pica. — Não… ainda não… — Pede. — Enfia. Porra, Lucão. Enfia essa jiboia. Eu não aguento. A menina levou e eu fiquei aqui durinho. Mete. Lucão tirou a boca do cu do meu pai. Ia levantar pra meter. Eu, debaixo da cama, segurei as coxas dele e enfiei a cara no brioco. Língua dura, furando o cu dele, lambendo em volta, molhando tudo. Lucão soltou um gemido que não conseguiu segurar. — Caralho… que… que porra é essa… Meu pai, de quatro, sem ver nada: — Que foi? — Nada. Tá gostoso. O cu tá… porra, tá gostoso pra caralho. Lucão não aguentou. Levantou, alinhou o pau no cu do meu pai e enfiou de uma vez. Meu velho mordeu o travesseiro. O saco bateu. Eu fiquei embaixo, vendo o pau sumir e voltar, a bola bater, o cu do meu pai engolir. Com a mão livre eu enfiei dois dedos no cu do Lucão. Ele gemeu alto demais. — Ai, porra… assim… assim tá gostoso pra caralho… — Mete, moleque — meu pai implorou. — Fundo. Quero sentir o saco. Quero que goza dentro. A menina não levou teu leite. Eu quero. Lucão meteu pesado. Curto. O colchão ranger. Eu punhetava embaixo da cama, a outra mão metendo dedo no cu dele, a língua às vezes alcançando o saco quando ele recuava. — Aperta, tio. Mastiga. Pensa que eu tava na buceta dela e agora tô no teu cu. — Tô pensando. Tô doido. Mete. Não tira. — Fala que o cu é melhor. — É melhor. É mais apertado. É meu. Enche. Lucão segurou a cintura do meu pai e gozou fundo. Enterrou. Jorrou. O corpo tremeu. Eu senti o cu dele apertar nos meus dedos na hora do gozo. Ele saiu devagar. A porra branca desceu pela bola do meu pai. Lucão passou o pau na coxa dele, limpou, e falou ofegante: — Dorme. Eu volto pro sofá. Meu pai já estava mole, respiração pesada. — Fecha a porta… Lucão não fechou direito. Eu esperei ele sair. Esperei o sofá ranger. Depois rastejei de volta pro meu quarto, a mão suja, o pau latejando, o gosto do cu dele ainda na língua
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