Flagrei meu pai e meu amigo Lucão (PARTE 5)

No sábado o time fez churrasco na casa do zagueiro. Meu pai não ia perder. Lucão também não. Eu fui de motorista porque os dois já tinham combinado de beber.
O quintal estava cheio. Cerveja no isopor, fumaça de picanha, rádio alto. Lucão chegou de short branco justo e camiseta do time. Em dez minutos já tinha uma loira grudada nele. Cabelo longo, short curto, rindo de tudo que ele falava. Ele passava a mão na cintura dela na frente de todo mundo.
Meu pai viu. Disfarçou. Pegou outra long neck, riu alto com o pessoal, mas o olho voltava. Toda vez que a mão do Lucão descia um pouco mais nas costas dela, meu velho apertava a lata.
Eu vi.
— Essa aí é nova? — meu pai perguntou, fingindo desinteresse.
— Conheci agora. Tá afim.
— Cuidado pra não virar pai cedo, moleque.
Lucão riu e puxou a loira pra perto.
— Relaxa, tio. Hoje é só brincadeira.
Meu pai sorriu torto e virou o rosto.
No meio da festa Lucão sumiu com ela. Foram pro lado do muro, atrás do barracão. Meu pai ficou na mesa, já mais vermelho, já mais mole da cachaça. Ficava olhando o corredor. Toda vez que alguém passava, ele endireitava o corpo.
Vinte minutos depois Lucão voltou sozinho. Short aberto na frente. O botão solto, o zíper descendo sozinho, a cueca cinza aparecendo. O pau pesado, marcado, ainda meio duro. A loira não voltou.
O goleiro gritou:
— Porra, Lucão, voltou com a jiboia pra fora, hein? A menina não deu conta?
Todo mundo riu. Meu pai riu também. Mas o riso saiu curto. Ele olhou o short aberto, olhou a marca, e bebeu o resto da lata de uma vez.
— Fecha essa porra, safado — meu pai falou, tentando soar brincalhão. — Vai assustar as mulher.
Lucão ajeitou o short sem pressa, o pau ainda evidente.
— Assustou não. Só não gozei. Ficou pela metade.
Meu pai virou o rosto de novo. Eu vi o maxilar dele travar.
Na volta eu dirigi. Os dois no banco de trás, já pesados de álcool. Meu pai no canto da janela, Lucão no meio. A rua escura, o rádio baixo.
Pelo retrovisor eu vi a mão do Lucão descer. Primeiro no joelho do meu pai. Depois na coxa. Ficou lá. Dedo grosso apertando a carne por cima da bermuda. Meu pai não tirou. Só abriu um pouco a perna, como se fosse ajeitar o corpo, e deixou.
Ninguém falou nada o caminho inteiro.
Em casa Lucão caiu no sofá de cueca. Tirou o short no meio da sala, deixou no chão, e se jogou de barriga pra cima. A cueca cinza subida, o pau grosso marcado, a cabeça quase saindo pela lateral. Falou com a voz pastosa:
— Tô acabado. Dorme aqui mesmo.
Meu pai já estava sem camisa. Tirou a bermuda no corredor, ficou pelado. A bunda à mostra, o pau mole balançando. Virou na porta do quarto do fundo, ainda bêbado, e falou:
— Boa noite, filhão. Boa noite, Lucão.
Piscou. Só um. Rápido. Lucão viu. Eu vi.
Meu pai entrou. A porta ficou entreaberta.
Eu fui pro meu quarto, apaguei a luz e esperei.
Cinco minutos. O sofá rangeu. Passo descalço. A porta do fundo abrindo mais. Escuridão. Eu saí de joelhos, rastejando até o corredor.
Lucão já estava atrás da cama. Meu pai deitado de bruços, ainda mole da cachaça, a bunda erguida sem nem perceber direito. Lucão roçava o pau por cima da cueca na fenda dele. Pra cima, pra baixo, a cabeça grossa abrindo o meio.
— O que foi aquilo lá? — meu pai falou baixo, a voz já diferente. — Sumiu com a menina e voltou com o pau pra fora.
— Tava afim.
— Afim de quê.
Lucão riu no escuro e apertou o pau mais fundo na racha.
— Quer saber mesmo?
— Quero.
— Enfiei. A buceta dela tava molhada pra caralho. Entrou fácil. Meti um pouco. Ela gemeu. Mas eu não gozei.
Meu pai ficou quieto dois segundos.
— Então não vai ter.
— Como é?
— Não vou dar. Você acabou de meter em mulher. Vai se virar.
Lucão puxou a cueca pra baixo. O pau caiu pesado nas nádegas do meu pai. Quente. Veioso. Ele esfregou a glande no cu fechado, sujando de pré-gozo, abrindo um pouco, fechando.
— Fala de novo que não vai dar.
Meu pai gemeu no travesseiro.
— Não… não vai…
Lucão passou a cabeça inteira na portinha, apertou, soltou, apertou de novo.
— Tá piscando, tio. O cu não mente.
— Para… porra…
— Para o quê. De falar ou de esfregar?
Meu pai empinou. Quase sem querer. O cu abriu um pouco mais.
— Você meteu nela e agora quer meter em mim.
— Quero. E você vai pedir.
Lucão desceu. Ajoelhou atrás da cama, abriu as nádegas do meu pai com as duas mãos e enterrou a cara. Língua larga, molhada, passando no cu, furando, lambendo em volta, chupando. Meu pai soltou um gemido fundo, já sem a voz de quem ia recusar.
— Ai, Lucão… sua língua…
— Pede dedo.
— Não.
— Pede.
— Mete o dedo. Porra. Mete.
Lucão enfiu dois de uma vez. Meu pai arqueou. O som molhado enchendo o quarto.
Eu entrei. Devagar. Rastejando. Fui pra baixo da cama. O colchão alto o bastante. Vi as pernas do Lucão, o saco pesado, o cu dele na minha altura quando ele se abaixava pra mamar o rabo do meu pai.
Abri a boca e engoli o pau dele por baixo.
Lucão travou um segundo. O corpo inteiro. Depois um gemido baixo, rouco, que ele disfarçou tossindo no cu do meu pai.
— Porra… que língua quente, tio.
Não era o tio. Era eu. A glande dele na minha garganta, o gosto de pré-gozo e de bunda do meu pai ainda grudado. Eu chupei fundo, baba escorrendo no saco, nariz na base.
Lucão continuou falando, a voz já alterada:
— Quer mais dedo? Fala.
— Quero. Abre. Abre meu cu.
— Pede a pica.
— Não… ainda não…
— Pede.
— Enfia. Porra, Lucão. Enfia essa jiboia. Eu não aguento. A menina levou e eu fiquei aqui durinho. Mete.
Lucão tirou a boca do cu do meu pai. Ia levantar pra meter. Eu, debaixo da cama, segurei as coxas dele e enfiei a cara no brioco. Língua dura, furando o cu dele, lambendo em volta, molhando tudo.
Lucão soltou um gemido que não conseguiu segurar.
— Caralho… que… que porra é essa…
Meu pai, de quatro, sem ver nada:
— Que foi?
— Nada. Tá gostoso. O cu tá… porra, tá gostoso pra caralho.
Lucão não aguentou. Levantou, alinhou o pau no cu do meu pai e enfiou de uma vez. Meu velho mordeu o travesseiro. O saco bateu. Eu fiquei embaixo, vendo o pau sumir e voltar, a bola bater, o cu do meu pai engolir.
Com a mão livre eu enfiei dois dedos no cu do Lucão. Ele gemeu alto demais.
— Ai, porra… assim… assim tá gostoso pra caralho…
— Mete, moleque — meu pai implorou. — Fundo. Quero sentir o saco. Quero que goza dentro. A menina não levou teu leite. Eu quero.
Lucão meteu pesado. Curto. O colchão ranger. Eu punhetava embaixo da cama, a outra mão metendo dedo no cu dele, a língua às vezes alcançando o saco quando ele recuava.
— Aperta, tio. Mastiga. Pensa que eu tava na buceta dela e agora tô no teu cu.
— Tô pensando. Tô doido. Mete. Não tira.
— Fala que o cu é melhor.
— É melhor. É mais apertado. É meu. Enche.
Lucão segurou a cintura do meu pai e gozou fundo. Enterrou. Jorrou. O corpo tremeu. Eu senti o cu dele apertar nos meus dedos na hora do gozo.
Ele saiu devagar. A porra branca desceu pela bola do meu pai. Lucão passou o pau na coxa dele, limpou, e falou ofegante:
— Dorme. Eu volto pro sofá.
Meu pai já estava mole, respiração pesada.
— Fecha a porta…
Lucão não fechou direito.
Eu esperei ele sair. Esperei o sofá ranger. Depois rastejei de volta pro meu quarto, a mão suja, o pau latejando, o gosto do cu dele ainda na língua

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Flagrei meu pai e meu amigo Lucão (PARTE 5)

Codigo do conto:
271871

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/09/2026

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