Fui feito de puta por dois homens desconhecidos numa casa isolada

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Sou Rick, 38 anos, olhos verdes, cabelo castanho (às vezes raspo tudo), 1,83 m, 93 kg, um pouco gordinho, branco e lisinho. Esse conto aconteceu há mais de vinte anos, quando eu morava em Bauru. Hoje moro na ZS Sao Paulo.

Comecei cedo no chat do UOL, procurando macho, conversando, sempre com fogo, mas sempre muito tímido. Acho que tinha transado uma ou duas vezes só na época. Um dia conheci um cara que era exatamente o que eu procurava: não enrrolava, queria me botar de quatro logo. Ele falou que queria me fazer de puta, me mostrar o que é ser homem, me fazer de escrava. Eu não dei muita bola — achei que era só conversa de machão. Ele perguntou se eu já tinha visto foto de um rapaz dando pra dois. Falei que já tinha visto no próprio UOL e que aquilo me dava muito tesão: me imaginar chupando e dando ao mesmo tempo.

Decidi topar. Marquei de ir na casa dele numa sexta à noite.

A casa ficava no meio da quadra, entre terrenos vazios, uns dois quarteirões no meio do nada. O bairro tinha uma ou outra rua asfaltada, mas ali era o fim do asfalto e o começo da estrada de terra. Quando cheguei, tinha um carro parado na frente do portão. O terreno era cercado só por um alambrado, mas o portão era de barras de ferro brancas com marcas de ferrugem. O ferrolho estava desgastado, o portão fechado com uma corrente e um cadeado entreaberto.

Ele me viu e saiu da casa pra me receber. Tinha um ar imponente, barba de uns quatro dias por fazer com alguns fios brancos, cabelo preto curto. O tronco era largo, sem abdômen tanquinho — a camiseta vermelha opaca e velha revelava uma barriga de quem gosta de beber, mas os braços eram de cortador de cana. Vestia só um short e a camiseta. Não sorriu. Me olhou, olhou pro cadeado, mexeu na corrente e abriu o portão.

— Entra, puta.

Passei. Caminhando em direção à casa, vi uma moto que não tinha visto antes, atrás de uma pilha de tábuas coberta com uma lona preta descascando. Ouvi o portão fechar atrás de mim, o barulho da corrente, e o clique do cadeado.

Fomos pra casa. Ele atrás de mim. Entrei e vi que tinha outra pessoa no sofá. Olhei pra trás, surpreso, achei que fosse uma visita que ia melar o encontro. Ele me conduziu pra dentro.

A casa era modesta, paredes bege. Um colchão não muito limpo sobre um tapete quadriculado de branco e preto, já sujo. No sofá, um rapaz de uns 23 anos, sem camisa, shorts azul claro metálico brilhante. Dava pra ver o contorno do pau dele, totalmente duro, e ele acariciava por cima do tecido. Cabelo curto, olhar de predador. Corpo esguio, forte mas não exagerado. Fiquei olhando, meio assustado, mas maravilhado. Me senti hipnotizado.

Ouvi:

— Ajoelha, sua putinha. No meio do colchão.

O mais velho se aproximou. Sem perder tempo, desabotoou a calça e liberou o pau. Médio, uns 15 cm, cercado de pelos pubianos longos. Cheiro de macho, não sujo, mas com cheiro de pica e um pouco de suor.

— Abre a boca.

Abri com medo, mas conforme abria ele me invadiu, enfiou inteiro até o fundo da garganta e me segurou, me fazendo lacrimejar. Soltou pra eu respirar, depois continuou me puxando pra engolir o pau.

O rapaz liberou o pau e se masturbava olhando eu engasgar. Levantou e se aproximou. O pau dele era um pouco envergado pra cima, mais escuro que a pele do resto do corpo, uns 17 cm, mas mais grosso. Apontou o pau junto ao do outro. O mais velho deu espaço. O rapaz me puxou pra ele, me deu um tapa na cara que doeu — fiquei nervoso, mas tentei não demonstrar. Enfiou o pau na minha boca, me fez chupar, tirou, cuspiu na minha boca e socou de novo. Me chamou de putinha, passava a mão no meu rosto e às vezes dava tapa.

O outro foi pra trás de mim, apoiou a coxa nas minhas costas e eu, ajoelhado, me apoiei no chão. De repente me vi nu. O rapaz tirou minha camiseta, o outro arrancou minha bermuda com força. Tomei um tapa muito forte na bunda. Eu gemia nos tapas enquanto chupava.

Senti uma cuspida na minha bunda. Ele cuspiu e começou a passar o pau, espalhando o cuspe, abriu minha bunda com as mãos e meteu a língua. Foi uma das melhores sensações da noite. Ele me chupava forte, enfiava a língua fundo enquanto eu chupava o rapaz, que vez ou outra me dava tapas.

Depois de um tempo ele se afastou, se posicionou atrás de mim e começou a pincelar o pau no meu cuzinho. Senti ele meter. Me segurou e enfiou muito forte, não até o talo, mas até a metade de uma vez. Eu gritei:

— Ahhh, ai ai ai!

O rapaz me deu um tapa forte na cara. Comecei a me segurar pra aguentar. Doeu pra caramba, muito mesmo. Ele começou o vai e vem, sem camisinha, só no próprio cuspe. Eu sentia ele me abrindo, todo o contorno do pau. Me segurava pela cintura e metia feito um cavalo. Dava tapa na bunda. O rapaz me engasgava com o pau e incentivava:

— Mete nessa puta, arromba!

O outro respondia metendo forte, e eu gemia de dor enquanto ele me arrombava no pelo. Ele saiu e trocou de lugar com o rapaz. Me deu o pau com o gosto do meu cuzinho pra eu chupar. Eu já tinha entendido meu papel.

O rapaz me pegou e me colocou de pé, com a perna aberta, uma das pernas no braço do sofá, eu apoiado no encosto. Só apontou o pau e meteu tudo até o talo de uma vez. Eu gritei — sério, não muito, mas um "ai ai" bem real. Ele metia tudo, me dava tapa na bunda. O outro começou a fumar um baseado. O rapaz acelerou, saiu de mim, apontou e meteu tudo pra dentro de novo. Me pegou pelo pescoço com o braço e me enrabava sem dó até que senti o calor dentro de mim. Ele me encheu de porra. Eu sentia os espasmos dele, ele gemendo, leitando tudo, me deixando com o cuzinho cheio.

O rapaz me largou e veio pra frente, na direção do meu rosto. Enquanto ele chegava, o outro já se aproximou e me penetrou de novo. Metia e eu sentia uma ardência, da porra do rapaz escorrendo de mim. O cheiro da porra dele eu já sentia. Ele chegou e deu o pau pra eu limpar com a língua, com gosto de porra e do meu cu. Senti rapidamente o outro gemendo e gozando também. Um tapa na cara do rapaz e pronto. Me largaram no colchão.

Fiquei por alguns segundos, mas não pude ficar. O rapaz estava com pau duro de novo e foi meter outra vez. Dessa vez foi mais foda. Eu estava ardido, a porra fazia arder mais, sentia um calor lá dentro. Ele foi metendo mais e demorou. Me cobriu em cima do colchão, metendo comigo de bruços. Depois meteu comigo de frente pra ele, me dava tapa e cuspia. Até que gozou dentro de novo, comigo de quatro.

Se levantou e me pediu pra ir com ele. O outro veio junto, trazendo minhas roupas. Me levaram pra área na frente da casa. Tinha uns panos no chão, daqueles de fios grossos coloridos. Me mandaram ajoelhar. Eu ali fora, ajoelhado no tapete. Eles se aproximaram. O rapaz mandou eu chupar um pouco. Estava mole. Fui chupando e comecei a sentir um amargo. Ele começou a mijar na minha boca. Tentei sair, mas o outro me segurou e mandou engolir. Fiquei todo mijado. Escorreu da minha boca, pelo meu nariz — tipo, passou mijo por dentro da minha boca e saiu pelo nariz. O outro mijou também, no meu cabelo, na minha roupa, em tudo. Minha roupa ficou encharcada de mijo.

Ele me mandou levantar, pegar minhas roupas e ir embora, que depois a gente se falava. Fiquei chateado, porque eu queria mais daquilo. Eu tinha encontrado o que queria da minha vida ali. Mas peguei minhas roupas. Nem me deram tempo de vestir. Abriu o cadeado e me mandou embora.

Lá fora me vesti com a roupa toda mijada e fui caminhando até em casa, uns trinta minutos, com o cu ardendo, escorrendo porra, a roupa e tudo mijado, sentindo gosto e cheiro do mijo e da porra deles.

E eu refleti que aquilo foi assustador, mas maravilhoso. Eu senti a perversidade do papel de puta que decidi até hoje realizar.


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Comentários


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loudra Comentou em 11/09/2026

A atitude deles não foi legal

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ksadupasscps Comentou em 11/09/2026

Delícia de experiência... vc sabe realmente aproveitar machos! Abraços




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Ficha do conto

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mmourasp1982

Nome do conto:
Fui feito de puta por dois homens desconhecidos numa casa isolada

Codigo do conto:
272015

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/09/2026

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