No dia combinado, tomei um demorado e relaxante banho, me sequei, passei um delicioso bom creme hidratante por todo meu corpo, passei um batom clarinho, combinando com a cor do esmalte das minhas unhas das mãos e dos pés. Calcei um lindo par de sandálias gladiadoras com saltos 12, escolhi uma linda calcinha fio dental e vesti, coloquei uma minúscula mini saia jeans combinando com uma camisa jeans, me desodorizei e me perfumei com o meu caríssimo perfume. Peguei minha bolsa, meu celular e as chaves do meu carro, telefonando para o meu marido que estava atendendo um cliente e o avisei que não sabia que horas retornaria para casa porquê eu iria fazer uma consulta com uma Cigana e a tal consulta poderia demorar muito, ele me disse que estava tudo bem e eu saí rumo ao endereço da Cigana.
Chegando no tal endereço fui recebida por um enorme negro que me deu boas vindas e que a “Cigna Kali” me aguardava na tenda para onde fui conduzida que ficava localizada nos fundos da casa e lá chegando ouvi um som cigano bem alto e um aroma delicioso de incenso e devido a cobertura da tenda havia muito pouca luminosidade. Fui colocada para sentar em uma cadeira do tipo ginecológica, o escravo me deu um bela taça de vinho branco bem gelado, fui vendada nos olhos e logo senti duas mãos de mulher que cantava uma espécie de mantra indiano tocando minhas pernas, joelhos, coxas e acariciando gostosamente as partes internas das mnhas coxas e as dobras da minha bunda, não tinha como não ficar excitada e muito tesuda, que delícias de caricias que ela a “Cigana Kali” me proporcionava. Não demorou e ela tirou minha mini saia e em seguida, com a boca a calcinha.
Cantando o mantra indiano, ela foi beijando minhas pernas, tirando minhas sandálias e beijando, mordendo gostosamente os meus dedinhos dos pés e os chupando muito, que delícia! Acabei gozando muito deliciosamente com ela me usando como uma
verdadeira praticante de podolatria. Em seguida, aquela bela e exótica “Cigana Kali’ abrindo ao máximo as minhas pernas, passou a me beijar, lamber, me chupar a boceta a abocanhando por inteira, eu não aguentei e berrei de tesão, gritei muito alto e para abafar meus gritos, senti uma enorme cabeça de um cacete que cheirava muito forte, uma mistura de urina e suor, era o seu escravo auxiliar que para abafar os meus gritos colocava o seu pau bem preto na minha boca, ela me mandou chupá-lo com força e muita vontade, eu o chupei muito deliciosamente e tara.
Com ela voltando a me chupar na minha boceta toda gozada e molhada, ao mesmo tempo, que lubrificando bem os dedos da mão direita, ela passou a me enfiar um, dois, três, quatro dedos no meu cu, me passando a foder o meu cu com os seus quatro longos dedos, me abrindo meu cu sem deixar de me chupar a boceta, tirando a boca da minha boceta para me falar gritando bem alto: “Chupa esse cacetão preto sua safada sem vergonha, pode chupar, esse negro é muito saudável, eu o obrigo a ir a cada quinze dias no “Posto de Saúde” pode chupar o pau dele que eu te chupo sua safada vagabunda!” E com aquela exótica Cigana me chupando deliciosamente a minha boceta eu chupava aquele enorme cacetão preto!” Eu urrava e gozava muito com a boca dela me abocanhando a boceta a tal ponto que não me controlei e mijei muito na sua boca e por todo seu rosto, quase desmaiei.
Mas, quando pensei que tudi havia acabado veio o melhor, aquela bela e exótica “Cigana Kali” que dizia ler as mãos de mulheres, abaixou a cadeira, me deixando deitada na partec de trás e com a sua enorme boceta muito peluda e muito cheirosa, perfumada com essências indiana, setou com ela na minha boca, retirou a venda dos meus olhos e mandou o seu assistente auxiliar me meter o seu enorme grosso cacetão na minha boceta, o pau daquele negro era enorme, parecia o pau de um cavalo e quando ele começou a enfiar todo aquele cacete na minha boceta, passando a fazer um delicioso vai e em, um louco entra e sai do paizão na minha boceta, ela, a “Cigana Kali”, se sentava com a boceta cabeludona na minha boca e rosto me mandando chupá-la e me estapeando em meus seios, que delícia! O negro com seu enorme e grosso cacete me metia comj força e muito vontade, ao mesmo tempo, que o seu suor me molhava os seios e a “Cigana Kali” esfregava a sua boceta muito peluda no meu rosto e na minha boca e dessa forma, passei toda a tarde sendo usada pela bela, elegante e exótica “Cigana Kali” com o seu enorme escravo negro me metendo muito na minha boceta e depois no meu cu. No final da tarde, quando saí de lá, eu me encontrava completamente esburacada e mal consegui dirigir para voltar para casa, foi caro, mas valeu cada centavo a transa mística.

