Ô, moço, moça — minha voz saiu melosa, aquele jeito de quem nasceu enrolando os outros desde cedo. — Perdidos, hein?
Emma sorriu, aquele sorriso de quem não conhece a rua. Charles apertou os óculos no rosto fino, olhando pra mim com aquela carinha de veado assustado que eu já tinha decifrado de longe.
— Yes, we are lost — Emma falou, aquele sotaque gringo delicioso. — We looking for hotel.
Fiz minha cara de anjo, aquele sorriso de 18 anos que enganava até polícia.
— Hotel tá caro demais, senhora. Temporada, entendeu? — gesticulei pra fazer a atuação completa. — Mas eu moro aqui perto, no morro. Casa da minha mãe, mas ela viajou. Tem quarto sobrando, se vocês quiserem economizar uma grana.
Charles trocou olhar com Emma. Vi o veadinho hesitar, mas a mulher já tava vendo o céu azul do Rio, a praia, e pensando que todo mundo aqui era samba e simpatia.
— Oh, Charles, que gentil da parte dele! — Emma bateu palmas, seios pequenos pulando sob a blusa de verão. — Seria uma experiência autêntica!
— Mas, Emma... — Charles cochichou, inseguro, aquela bunda redondona balançando na calça de linho.
— Vem, moço — peguei a mala deles antes que o veado mudasse de ideia. — Eu sou o Kevin. Vou cuidar de vocês direitinho.
Subimos o morro. A vista era linda, mas meus olhos estavam grudados na bunda enorme da Emma, subindo as escadas na minha frente. Aquilo era um tesão, uma montanha de carne branca macia balançando a cada degrau. E o Charles... aquele corpinho afeminado, aquela bunda volumosa que rivalizava com a da mulher. Dois prêmios em um dia só.
Chegamos na minha casa — na verdade, uma casa que eu "cuidava" pra um traficante que tava preso. Espaçosa, vista pro mar, o luxo que esses gringos não esperavam numa favela.
— Wow! — Emma entrou maravilhada. — Que lugar charmoso!
— O quarto é esse aqui — abri a porta do fundo, o único com cama de casal. — Vocês descansam. À noite a gente curte o morro, beleza?
Charles parecia desconfiado, mas Emma já tava encantada. Mal sabiam que eu tinha mandado mensagem pros meus parceiros: "Peguei dois gringos. A mulher é uma vaca gostosa, o marido é veado. Vai rolar festa hoje."
Quando a noite caiu, trouxe cerveja, som alto, e duas amigas minhas — morenas de fogo que eu tinha avisado sobre o plano. A ideia era simples: embebedar os dois, soltar as gatas neles, e ver onde a noite ia parar.
Emma já tava corada, rindo alto, sentada na varanda com a cerveja na mão. O corpão dela espalhado na cadeira, aquelas coxas grossas abertas sem ela perceber. Charles, do lado, já tava sendo "cuidado" pela Jéssica, uma morena de 20 anos que sabia exatamente como deixar homem molinho.
— Você é tão delicado — Jéssica cochichava no ouvido de Charles, mão já passeando na coxa dele.
Eu sentei do lado de Emma, bem perto, sentindo o cheiro do perfume misturado com suor do calor carioca.
— Gostou do Rio, senhora Emma? — minha mão "casualmente" foi parar na coxa dela, aquele monte de carne macia.
— Oh, call me Emma — ela sorriu, ingênua, sem notar minha mão apertando. — Everyone is so friendly here!
— A gente é acolhedor — aproximei mais, agora a mão subindo, sentindo a bunda enorme dela pela lateral da cadeira. — Muito acolhedor.
Do outro lado da varanda, Charles gemeu baixinho. A Jéssica já tinha mão na virilha dele, e o veadinho tava perdido, cabeça jogada pra trás, óculos tortos. A outtra amiga, a Pri, se aproximou por trás, massageando os ombros dele.
— Seu marido tá se divertindo — sussurrei no ouvido de Emma, agora com coragem de sobra. — E você?
Emma finalmente percebeu minha mão na bunda dela, mas o álcool, o calor, a música... ela apenas corou mais.
— I... I think I had too much beer — disse, mas não me afastou.
— Deixa eu te mostrar uma coisa — peguei na mão dela e puxei pra dentro de casa, deixando Charles sendo servido pelas duas.
No quarto, fechei a porta. Emma tava ofegante, confusa, aquele corpo de 47 anos pedindo arrego sem ela saber.
— Você é muito gostosa, Emma — falei direto, já tirando a camisa. — Muito gostosa mesmo.
— Wait, I'm married... — protestou fraco, olhando meu peito sarado de 18 anos, o corpo de quem trabalha desde cedo.
— Seu marido tá ocupado — aproximei, empurrando ela suavemente até a cama. — E eu sou muito hospitaleiro.
Quando caímos na cama, Emma já não resistia mais. Eu arranquei a blusa dela, aqueles seios pequenos com bicos rosados, e enfiei a cara naquela bunda gigante, mordendo, apertando, sentindo a carne branca ceder sob meus dedos.
— Oh god... — ela gemia, mãos no lençol, bunda pro alto enquanto eu tirava o short.
Do lado de fora, ouvíamos os gemidos de Charles. As meninas já tinham despido o veadinho, e ele estava sendo "recebido" carioca style, gemendo feito puta na varanda.
— Seu marido gosta, Emma — posicionei atrás dela, já duro, pronto. — E você vai gostar mais.
Quando entrei nela, gritei. Aquela buceta apertada de mulher madura, molhada, quente, me sugando. Emma gritou junto, aquela voz de gringa falando "oh my god" sem parar enquanto eu metia com força, fazendo aquela bunda enorme balançar, vermelha das palmadas que eu dava.
— Isso, gringa — peguei no cabelo dela, puxando. — Gosta do Rio?
— Yes, yes! — ela gemia, perdida, cachorra agora, rebolando pra trás pra receber mais.
Meti, meti, meti. A cama rangia, batia na parede. Do lado de fora, Charles gemia em coro, sendo fodido pelas duas com um cinturão que eu tinha preparado especialmente pra ele.
Quando gozei dentro dela, Emma desabou, tremendo. Esperei uns minutos, voltei pra varanda, e vi Charles de quatro, bunda branca no ar, sendo penetrado pela Jéssica enquanto chupava a Pri.
— Curtiu a hospitalidade carioca? — perguntei, ainda duro, ainda pronto pra segunda rodada.
Charles apenas gemeu, óculos caídos no chão, aquela bunda volumosa sendo fodida sem dó.
A noite tinha só começado.