A busca pela primeira foda de verdade

Depois do acidente que provocou a morte da minha mãe na tenra idade de 33 anos e eu ainda menor, tive que regressar para casa dos meus avós, deixar amigos e amigas para trás, muitas noites de loucura e devaneios, experiências e descobertas. Tive que recomeçar do princípio, porque tirando os meus primos que viviam na mesma rua e a tal prima que nunca aparecia na rua, tinha perdido o contacto com todos os antigos amiguinhos da consola quando fui embora com a minha mãe e o meu padrasto. Mas o sangue quente da família e a cabeça constantemente a pensar em putaria nunca mudou, só foi ficando mais preversa com o passar do tempo. A tal prima que estava sempre fechada em casa, começou a aparecer de vez em quando para tentar se encaixar no meio de nós, aproveitando uma fase em que o pai tinha ido trabalhar para fora e só vinha a casa ao fim de semana. Num dia de verão durante as férias de 98, andava eu na rua a andar de bicicleta para trás e para a frente ( todos os outros primos tinham ido de férias com os pais para o Algarve), ela foi ter comigo e foi meter conversa. Foi mais ou menos isto:
A tua bicicleta é muito bonita, nunca tinha visto nenhuma assim. Deixas dar uma volta nela?
Eu: Não. És muito baixa, não chegas com os pés ao chão e vais cair.
Ela: Deixa lá. Eu não vou cair. O meu avô ensinou-me a andar de bicicleta.
Eu: Já disse que não. Foi um presente do meu padrasto por ter passado de ano com boas notas.
Ela: Vá lá. Faço o que tu quiseres. Qualquer coisa mesmo.
Eu: Ok. Mostra-me a cona aqui já no meio da rua.
Ela: Ok. Mas quero ver e mexer no teu caralho.
Eu: Ok. Combinado.
Ela levantou a saia, baixou as cuecas e mostrou aquela cona linda pequenina já com uma boa pintelheira a sair da racha. Até comecei a salivar com vontade de cair de boca naquela cona. Ainda teve ali um minuto assim comigo a olhar para ela e a massajar o caralho por cima dos calções. Depois subiu as cuecas e baixou a saia e disse:
Agora quero ver esse caralho e mexer nele que já tá teso.
Eu nem pensei duas vezes e meti caralho para fora, ela olhou, mordeu o lábio de baixo agarrou e começou a punhetar. Aquilo tava a ser melhor que ganhar na loteria, mas apareceu um carro ao fundo da rua e fomos obrigados a parar com aquilo. Nisto ela deu a volta dela de bicicleta e foi para casa. E eu lá está, fui bater à punheta.
Na altura os meus avós criavam vacas e vendiam o leite e queijo, e todos os dias, duas vezes por dia as pessoas lá da terrinha iam comprar leite fresco. A partir desse dia, essa prima começou a ir lá em vez da mãe dela. Ia sempre cedo, pelo menos uma hora. Ia ter comigo à sala onde eu estava normalmente a ver uma série qualquer enquanto lanchava. Ela ainda tinha menos vergonha que eu e assim que ficávamos sozinhos começava a mexer no meu caralho por cima dos calções. Até que um dia lhe disse:
Se queres continuar a brincar com o meu caralho, tens que o chupar. Ela sorriu, e disse se me lamberes a cona, por mim não há problema. Mas apesar de tudo isso nunca me deixou enfiar o caralho dentro dela. Quando os meus primos regressaram das férias no Algarve, era normal passarmos os dias a jogar à bola ou a andar de bicicleta. Mas um desses dias estava tanto calor que decidimos ir para a adega do meu avô só ficar na conversa, e claro, a conversa foi parar a tetas, conas e cús. No meio do calor da conversa e comuita invenção naquilo que se ia dizendo, contei o que se tinha passado com a tal prima e combinamos logo de arranjar maneira de a meter a mamar em todos nós. Nisto já estávamos todos a bater punhetas por cima dos calções até que um tirou o caralho para fora e começou a bater uma gloriosa punheta. Resultado: uma roda de projetos de jovens a bater à punheta que nem uns loucos até que um deu a ideia de fazermos um comboio, em fila uns atrás dos outros com o caralho enfiado no rego do cú do que estava à frente a bater à punheta com o caralho lá enfiado mas não houve penetração ( com muita pena) depois íamos trocando até os caralhos passarem pelo cú de todos. Aquilo acabou com um a dar uma esporradela no rego do cú de outro com a cabeça do caralho encostado no buraco do cú, esse quando sentiu o leite no cagueiro, esporrou para o chão, eu que tava para mudar de posição a ver aquilo esporrei para cima da picha do outro e esse por fim com o meu leite no caralho, esporrou para o chão. Tínhamos acabado de nos vestir e passado 3 ou 4 minutos apareceu o meu avô para ir beber um copo de vinho. Foi por pouco. Muito pouco. Mas apesar da putaria toda que se passou nesse verão, tanto hétero como homo, ainda não tinha havido uma secção a sério de fodologia. Depois disso , conseguimos realmente meter essa prima a mamar em todos nós, às vezes era só um ou outro sozinho, às vezes fazíamos rodas de caralho à volta dela para mamar, mas nunca deixou esporrar na boca nem foder ( eu fodi mas foi anos mais tarde, mas fica para outra altura). Depois desse verão, nunca mais houve putaria com os primos homens, a não ser uma vez anos mais tarde que na praia da foz do Arelho do lado da lagoa, deitados na areia fizemos uma sessão de punheta mas ninguém tocou em ninguém. Mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde ia ter a minha primeira e verdadeira foda com uma fêmea. Espero que gostem, votem, comentem e mandem mensagens privadas. Vou tentar responder a todas as questões que tenham.
Foto 1 do Conto erotico: A busca pela primeira foda de verdade


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A busca pela primeira foda de verdade

Codigo do conto:
272356

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/09/2026

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