Faxineira



Toda terça-feira eu atrasava minha saída para o almoço no escritório, apenas para curtir a morena da faxina do escritório. Como todos saíam perto do meio-dia, era a hora em que ela aproveitava para limpar todas as salas e baias, restando sempre uns retardatários, que ela ia deixando para depois de concluir as demais salas.

A morena se chamava Roberta, baixinha, com um pouco mais que 1,50m, toda durinha, com um par de coxas roliças, sempre delineadas pela lycra da calça que usava. Por ser baixinha, seus seios, apesar de serem de tamanhos médio, davam a impressão de serem grandes, acompanhando na mesma proporção sua bunda, redondinha, perfeita. Suas curvas bem feitas somadas aos seus atributos a deixavam parecendo uma dessas morenas de samba, cavalas, que levantam toda uma arquibancada com suas belas formas e encanto. A única diferença era seu tamanho. Além de esbelta, Roberta era também carismática e divertida. Estava sempre sorridente, não importando o dia, alegre, fazendo seu trabalho sem incomodar ninguém.

Era educada e sempre cumprimentava a todos, apesar de nem sempre receber o mesmo em resposta. Sempre que todos saíam e restávamos apenas os "atrasados", eu aproveitava e flertava com ela, recebendo de volta gracejos similares, como um olhar safado, uma resposta rápida com segundas interpretações, ou até mesmo uns pequenos gestos mais audaciosos, como pegar uma lixeira debaixo da mesa quase que ficando de quatro, exibindo as formas de sua bunda, com a calça praticamente atochada entre as nádegas.

Certa terça Roberta apareceu sem o seu sorriso contagiante de sempre e assim que todos saíram para o almoço, perguntei a ela se estava tudo bem. Seu rosto apresentava sinais de choro e chamei-a para conversar. Ela então entrou em minha sala, sentou-se em uma cadeira e começou a contar que seu marido a estava traindo, que ela havia descoberto que ele se encontrava com uma ex-namorada, que inclusive fazia parte da roda de amizades dela. Uma de suas amigas mais íntimas havia esquecido o celular aberto em uma conversa que estava tendo com a tal ex-namorada, e uma foto chamou sua atenção, pois era a do marido lambendo os seios dela. Sua amiga não percebeu que Roberta vira a foto, e Roberta tampouco deixou transparecer, mas a descoberta havia destruído ela por dentro e ela não estava mais suportando.

Ainda que todos os dias tivéssemos algum mínimo contato, não tinha nenhuma intimidade real com Roberta. Assim que ela terminou de relatar seu problema, começou a chorar copiosamente, e tratei de tentar confortá-la. Segurei sua mão, acariciei-a e vendo o quanto ela chorava, levantei-me e fui abraçá-la, oferecendo um ombro amigo. Roberta e abraçou com força, soluçando do choro. Acariciei suas costas com carinho, tentando confortá-la, tentando puxar uma conversa paralela, para que ela esquecesse um pouco suas tragédias. Seus soluços a faziam roçar seus peitos em mim e apesar de toda situação, comecei a ter uma ereção. Roberta sentiu e começou a parar de chorar. Com seu corpinho pequeno, precisou olhar para cima para me encarar. Eu, um pouco sem graça, apenas falei: - "Por mais que eu entenda o que você está passando, meu corpo não vai deixar de sentir tesão por você..." Roberta parou de chorar e começou a sorrir maliciosamente: - "Sério?¹ Eu aqui, chorando, encharcando sua camisa com meu choro e meus lamentos, e o senhorzinho aqui embaixo acorda?" Sorri com o comentário, entendendo que estava com uma oportunidade ali, naquele exato momento, uma vez que ela não se afastou do meu corpo, pelo contrário, deu um leve aperto no abraço, pressionando levemente meu em sua cintura, e então dei a cartada final: - "Então, Roberta. Sinto muito, de verdade, que esteja passando por tudo isso, mas o simples fato de ouvir tudo o que disse me mostrou que seu marido é um otário por não saber a mulher que tem em casa. E, apesar de sempre brincarmos à distância, justamente por você ser casada que nunca dei um passo a mais, mas agora, sabendo o que ele te fez, e como te deixou, acho que você pode entender o quanto a cabeça de baixo pensou a respeito..."

Roberta, sem tirar o sorrizinho malicioso do rosto, desviou seus olhos dos meus, se afastando de mim, descendo-os até minha virilha, com suas mãos presas em minha cintura, Olhou ao redor, percebendo que não havia ninguém mais no escritório, e então olhou de novo para mim, levando uma das mãos direto para o meu saco: - "Você está entendendo que está dando em cima de uma mulher mal-amada pelo marido, que acabou de descobrir que é corna de uma das melhores amigas; uma mulher que está sedenta por sexo e sempre te achou um tesão; uma mulher que todos os dias em que ouvia suas gracinhas saía do trabalho com a buceta pingando de tesão, mas nunca fez nada porque era casada? Você está entendendo onde está se metendo?" E para cada palavra que ela soltava, ela dava ligeiros apertões em meu saco, então falei: - "Acho que você que não entendeu ainda, apesar de estar com meu pau praticamente na mão e saber meu estado. Já que ainda tem dúvidas, porque não tira da calça pra confirmar?

Roberta nem piscou. Enfiou a mão em minha fivela e no zíper da minha calça, praticamente arrancando minha roupa. Estiquei o braço e rapidamente fechei a porta do meu escritório e baixei as persianas. Tempo exato em que Roberta arriava também sua calça legging juntamente com sua micro-calcinha branca. Roberta sentou-se à mesa, olhou em meus olhos e ordenou: - "Prova pra mim que você me queria de verdade..." Roberta ergueu as pernas abertas, apoiando-se nos cotovelos sobre minha mesa, sua buceta pingando na beirada. Caí de boca. Precisava sentir o sabor, o cheiro daquela buceta que sempre desenhava sua calça. Roberta agarrou minha cabeça e pressionou contra sua buceta e seus sucos jorraram pelo meu rosto, me lambuzando com todo o seu prazer. Subi em direção aos seus seios, guiando o pau até sua bucetinha encharcada. Agarrei sua nuca e, olhando fixamente em seus olhos, enterrei meu pau fundo em sua bucetinha. Roberta arqueou todo o corpo, gemendo alto de prazer. Empurrei e senti uma resistência. Roberta não era pequena apenas no tamanho. Era também curtinha. Sua bucetinha engolia meu pau, apertando-o, mas não conseguia enfiar por completo.

Roberta gemeu forte: - "Putaquiupariu! Que rola é essa?! Vai me rasgar!" E então comecei um movimento de entra e sai incessante, rápido, vigoroso, tirando gemidos fortes daquela putinha deliciosa. Roberta agora segurava minha cintura, tentando controlar minhas investidas, mas eu olhava fundo em seus olhos e cada vez sentia que tentava controlar a penetração, com mais força eu enfiava. Roberta estava em êxtase. Mais de mês sem sexo, tesão acumulado, puta pela descoberta da traição... Enfim se liberando às cantadas do escritório... Roberta já estava gozando... Nem cinco minutos de sexo e sentia seu orgasmo escorrer pela minha mesa. Se agarrou em meu pescoço e me pediu calma. Tarado por toda a situação, abracei o corpinho daquela mini-deusa e a ergui, empalada em meu pau. Seus olhos se arregalaram, espantada por minha atitude. Abracei-a e dei um beijo quente, retribuído com muito calor. Então olhei fundo novamente em seus olhos e estiquei os braços para que Roberta pudesse se apoiar neles. Ela se esforçava para não deixar seu corpo descer por completo. Não queria ser empalada. Precisava controlar a penetração e tendo recém gozado de forma tão intensa, não lhe restava muita força para impedir que seu corpo descesse e meu pau a invadisse por inteiro: - "Você me fez gozar muito rápido... Estou sem forças... Se não me segurar, seu pau vai me rasgar..." E então dei-lhe algumas opções: - "O que vai querer? Deixar meu pau entrar inteiro e encostar fundo dentro dessa sua buceta? Ou, te tiro de cima, mas arrombo o seu cu?"

Roberta pareceu ter ganhado nova vida com minha pergunta. Começou a pular de excitação em meu pau, quicando alto e caindo com seu corpo por inteiro, fazendo meu pau entrar mais e mais, até que senti sua bucetinha roçar em mim. Roberta parecia enlouquecida. Pulava como louca, anunciando novo orgasmo. Senti três leves jatos de gozo de sua buceta e a deitei sobre a mesa. Quando tirei meu pau de dentro, pude ver aquela bucetinha arregaçada, jorrando gozo, meu e dela, misturados, escorrendo pela mesa e caindo no chão. Roberta tremeu por alguns segundos e praticamente desfaleceu.

Naquele exato segundo escutei também o som de aviso de elevador chegando no andar. Corri tentando me recompor e carreguei Roberta até meu banheiro. Coloquei Roberta sentada sobre a pia e, apoiando-a, respinguei um pouco de água em seu rosto. Logo ela recobrou os sentidos e envolveu meu pescoço com os braços e me beijou deliciosamente. Afastei-a e perguntei se estava bem, e ela então desceu da bancada, caindo de joelhos diante de meu pau meia-bomba, que ela agarrou com as duas mãos, olhou-me nos olhos e disse: - "Estou com uma dívida muito alta com esses orgasmos... Preciso aliviar um pouco essa conta!" E engoliu a cabeça do meu pau que cresceu rapidamente com aquela boquinha quente envolvendo a chapeleta. E me chupou, apertou, masturbou sem parar, até que avisei que ia gozar e ela então apertou meu saco e a base do meu pau, ficando com a boquinha aberta esperando meu orgasmo jorrar em sua língua. O tesão foi tanto que acabei dando tiros de orgasmo. O primeiro resvalou em seu rosto e foi direto para o espelho da pia. Ela então ergueu-se um pouco e todos os demais jorros foram certeiros no fundo daquela boquinha, que voltou a engolir meu pau o máximo que conseguia, recebendo meus jatos diretamente no fundo da garganta.

Quando sentiu que não sairia mais nada, lambeu e limpou todo o meu pau, sorvendo todo restinho de porra que poderia sair. Lambeu os beiços, levantou-se e então esfregou o dedo no espelho, catando a porra que voou direto, sorvendo-a também. Começou a se ajeitar e em seguida a me ajeitar. Levantou-se e falou: - "Não sei como pude esperar tanto tempo por isso... Saiba que vou querer vir limpar sua sala todo dia... E quanto às opções que me deu... Bem, hoje eu escolhi deixar entrar inteiro, mas gosto de experimentar todas as opções que me são dadas..." Saiu do banheiro, olhou para trás, empinou o rabo, se agachou para pegar a lixeira e puxou a calça para entrar toda em sua bunda. Então virou-se para mim, ainda agachada, sorriu como havia feito todas as vezes, levantou-se e disse: - "Mal posso esperar para voltar a limpar sua sala..." E saiu, passando por pelo menos umas 4 pessoas do escritório que também retornavam. Permaneci mais alguns minutos no banheiro e então saí do banheiro, já sabendo que a partir daquele dia, teria uma nova rotina...


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Ficha do conto

Foto Perfil peti_rj
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Nome do conto:
Faxineira

Codigo do conto:
272816

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/09/2026

Quant.de Votos:
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