Tia Lelé e a minha pica grossa!



Tia Arlete, a quem carinhosamente a família trata de Lelé, é uma quarentona muito gostosa e tarada. Tarada até demais. Meses atrás, ela foi passar 15 dias lá em casa, enquanto ocorriam algumas reformas necessárias no apartamento em que ela mora.
Bem, eu e meus dois irmãos, desde criança – hoje tenho 29 anos -, temos o hábito de andar só de cueca, em casa, dentro de casa, nunca no quintal ou no pequeno jardim. Nossos pais nunca nos se importaram com isso.
E eu, Afonso, ao contrário dos meus manos, não fui bem agraciado pela natureza em tamanho de rola. Enquanto os paus deles medem entre 18cm e 22cm, os meu não deve passar de 16cm – nunca medi, mas é por aí. Porém, tenho uma vantagem sobre eles: o meu caralho é bem mais grosso que o deles. Não é qualquer mina que encara!
E tia Lelé, já no segundo dia na nossa casa, notou o volume na minha cueca. Foi logo após o café da manhã. Meus pais e os dois manos já haviam saído, mas eu acordei mais tarde. Afinal, pego no serviço às 9h30, ao contrário deles, que começam no trabalho às 8h.
E, ao chegar à cozinha, tia Lelé estava lá, havia se oferecido aos meus pais para ajudar a cuidar da casa e, como não era o dia da diarista, ela fez questão de assumir as tarefas.
E, assim que me viu, o olhar foi direto no volume formado pelo meu cacete. E ela nem disfarçou, passou a língua nos lábios e foi dizendo: “Nossa, Afonsinho, que sucuri é essa? Posso ver, garoto?”.
Ela me pegou de surpresa e logo percebeu isso, na minha cara de encabulado. Afinal, eu já tive conhecimento de muitas histórias de incesto, sobretudo entre tios e sobrinhos, mas nunca me imaginei numa delas.
Tia Lelé, porém, insistiu: “Deixa, tá?”. Mesmo perplexo, baixei a cueca e ela nem de meu tempo de reação. Foi logo pegando na minha trolha, ajoelhando e tentando engolir. Diante daquilo, mandei a timidez para a puta que a pariu e pensei: “Foda-se se é ou não incesto” e entrei no jogo.
Liberei geral, tirei a cueca por completo, fiz tia Lelé se levantar, a peguei pelo braço e a levei para minha cama. Aí quem ficou surpresa foi ela. “Vem, tia, mama, se conseguir, tem muito leite aí”.
Tia Lelé arregalou os olhos, sorriu e arreganhou a boca. Tentou, tentou, tentou... e conseguiu abocanhar o monstro inteirinho. Deixou o esôfago se acostumar passou a mamar sem parar. Senti como se ela, em vez de boca, tivesse ali uma boceta. Sim, eu estava fodendo a boca da titia e só parei quando despejei uma torrente de gala.
Tia Lelé segurou firme nas minhas pernas, se engasgou, lhe faltou o ar, ela, arregalou os olhos, como que pedindo socorro, mas quando eu ia sacar a rola grossa da garganta dela, titia, não permitiu: além de engolir tudo, ainda continuou me chupando, enquanto lágrimas rolavam no rosto dela, que, depois me explicou que eram de emoção.
Meu pau voltou a endurecer plenamente e titia se deitou de costas e pediu: “Vem, Afonsinho, me fode, rebenta minha periquita, martela o meu útero, quero sentir a tua grossura toda me arrebentando”.
Não me fiz de rogado, mas, antes caí de boca no grande grelo da titia, que gozou muito na minha boca, ficando superencharcada. E esse era o meu objetivo, que ela ficasse muito lubrificada. Imediatamente, levantei as pernas dela, coloquei os calcanhares nos ombros e comecei a meter, naquela posição de frango.
Tia Lelé, trincou os dentes, segurou firme na colcha da cama, as veias do pescoço pareciam querer saltar, o ventre se contraía a cada segundo, ela bufava e começou a chorar baixinho e a lagrimar. Porém, quando eu tentei tirar e parar aquela tortura, ela gritou: “Não, segue, vai, mete tudo, rebenta, destrói, gostoso”. Bom, diante daquele clamor, empurrei tudo, tudinho, a cabeça da minha grossa rola martelou o útero da minha tia e ela soltou um ai, mas, novamente disse: “Vai, não para!”.
Bem, para não encompridar muito, demorou um pouco, mas Tia Lelé se acostumou com o monstro invasor e – pasmem – gozou muito, e de novo e mais uma vez. Ou seja, teve múltiplos orgasmos, confessando, depois de tudo, que “nunca tinha gozado assim numa única rolada”.
Mas aquilo ainda não havia acabado e, depois de refeita, novamente me surpreendeu: “Você não gozou na minha boceta, mas vai gozar no meu rabo, sim no meu cu, nem que daqui eu vá toda arrebentada para o pronto-socorro”.
Aí eu titubeei: “Tá louca, tia? Você quase não aguenta na boceta... imagina no rabo”. Ao que ela respondeu: “Mas eu quero, quero esse pau grosso, como nunca tinha visto, em todos os meus orifícios, você vai me deixar frustrada?”.
“Tá bem, tia, mas, se você não aguentar, fala, bate na cama, grita... eu paro”. “Nem pensar, Afonsinho, nem pensar, pode ir fundo e não se preocupe com as consequências, sobrinho querido”.
Peguei camisinha – para evitar algo desagradável -, gel lubrificante, me preparei e preparei o anel de couro da tia, e parti pra dentro. Não facilitei a vida dela. Naquela mesma posição de frango, empurrei a cabeçorra. Quando sentiu o arrombamento, tia Lelé, soltou um xingamento: “Filho da puta, que me matar, é? Pois mata, seu escroto, mata tua querida tia, mete tudo logo, me faz sangrar pelo cu”.
Naquele momento, imaginei que a titia era masoquista, e fui enfiando meu poste, sem parar. Tia Lelé, mordia o travesseiro, gemia, chorava, dava murros na cama, o ventre saltava de dor, as pernas tremiam, ela chorava muito, cascatas de lágrimas lhe molhavam a face. Mas eu não parei de bombear aquele cu gostoso e muito apertado.
Porém, uns cinco minutos depois, me pareceu que o cu e o reto de tia Lelé já haviam se acostumado. A quarentona tarada parou de chorar e reclamar e passou a rebolar o cu na mina tora, implorando em seguida: “Goza, Afonsinho, goza, a tia está acabada, fodida ao quadrado, nem sei se vou levantar dessa cama. Bombeei mais uns três minutos e gozei, gozei muito, chegou a extravasar da camisinha.
Saí de cima da tia Lelé, que ficou largada, na cama, literalmente fodida. Fui ao banheiro, tomei uma boa ducha, corri até a cozinha, tomei um café rapidamente e corri para o trabalho. Quase perco a hora: cheguei às 9h29.
Depois de atualizar minhas tarefas, passei mensagem de WhatsApp para tia Lelé: “Oi, tia, como a senhora está?”. “Melhor do que nunca, seu filho da puta, agora é que consegui me levantar da tua cama, seu escroto que carrega um poste na cueca”. Respondi sorrindo muito e à noite, quando cheguei em casa, tia Lelé estava caminhando com dificuldade e sentando meio de lado.
Meus pais ficaram bem preocupados e até queriam levá-la ao hospital, mas tia Lelé foi rápida: “Não foi nada, gente, agradeço a preocupação, mas, vez em quando, esse músculo da perna sai do lugar, amanhã já estou bem”.
Quando passei por ela, indo ao meu quarto, tia Lelé, com a cara de tarada mais cínica, sussurrou: “Acho que a reforma no apê vai durar mais uns dez dias”. E apertou meu pau por cima da cueca!
Foto 1 do Conto erotico: Tia Lelé e a minha pica grossa!

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Ficha do conto

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coroah

Nome do conto:
Tia Lelé e a minha pica grossa!

Codigo do conto:
272888

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/09/2026

Quant.de Votos:
3

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