Disse que Paola falou para ela que sentiu muito a minha falta, pois eu "fazia uma coisa" como nenhum outro já havia feito com ela. Eu apenas sorri e perguntei a Mônica que coisa seria essa. Minha sobrinha, com uma cara de safada, respondeu: "Ah, tio Paulo, contou que você chupa uma bucetinha como ninguém". Falou isso e ficou muito vermelha.
Novamente eu sorri e falei, em tom de brincadeira, "menina, que saliência é essa, com seu velho tio?". Mônica sorriu e disparou: "Ela me deixou curiosa, tio". "Curiosa com o que, menina?". "Ah, tio, o senhor entendeu...". "Olha, menina, tá brincando com fogo". "Ah, tio, só de lembrar do que ela me contou, minha bucetinha fica muito melada". Disse isso, levantou a saia, arreganhou as pernas na minha direção, afastou a calcinha e um mostrou a buceta.
Fiquei de pau duro na hora e não pensei duas vezes, nem nas consequências. É preciso explicar que há muito minha sobrinha, de 20 aninhos, dava em cima de mim, mas eu me fazia de desentendido. Sentava nas minhas pernas, passava por mim esfregando a bundinha e, em várias ocasiões, nas reuniões na chácara da família, tomava banho no banheiro do quarto que eu escolhia, com a porta entreaberta.
Mas, diante daquela provocação, não pude resistir, liguei o "foda-se" e, ali mesmo, diante daquele sofá, tirei a calcinha de Mônica e caí de boca naquela buceta, que não era uma bucetinha, mas uma grande xota, com um belo e saliente grelo.
Mônica fechou os olhos e disse "vai, tio Paulo, me chupa, quero gozar na tua boca, na tua língua". E foi com a língua que eu comecei a trabalhar naquela buceta. Passei a lamber muito a xana da minha sobrinha, minha língua passeou por cada centímetro quadrado daquelas carnes jovens, em cada dobra dos grandes e pequenos lábios, enfiei a língua naquela vagina e colei a boca. Degustei cada gota do mel que saía dela.
Mônica continuava de olhos fechados, gemia baixinho, suspirava, acariciava minha cabeça e remexia os quadris, como se estivesse sambando na minha cara, mas em câmera lenta. Aquilo me excitou mais ainda e eu abocanhei por completo aquela boceta. Passei a mamar mesmo, enquanto minha língua trabalhava naquele grelo, àquela altura inchado de tanta excitação.
Minha sobrinha, então, perdeu o controle: acelerou o rebolado, agora, em vez de acariciar, ela me segurava firme pelos cabelos, como para que eu não tirasse a boca daquela buceta, passou gemer alto, dizendo "ai, tio, ai, nossa vou gozar, que delícia, que cosa boa, que tesão, que chupada".
Então dei o "golpe de misericórdia", me concentrei no grelo da minha sobrinha enquanto coloquei o dedo médio dentro dela, localizei passei a estimular o Ponto G. Não demorou nada para Mônica gemer alto, jogar a cabeça para os lados, segurar a minha cabeça com mais força contra a virilha, levantar bem os quadris e ter um forte orgasmo, gritando "vou morrer, vou morreeeeer, vou morreeeeeeer, tio, caraaaaaaalho, aaaaaaaaaah" caiu de costas, o jovem corpo tremendo e ela revirando os olhos, como numa convulsão.
Eu não dei trégua, rapidamente, coloquei uma camisinha na rola e enfiei bem fundo na buceta da minha sobrinha, que, nem bem se refez, gozou na minha pica e eu, após muitas bombadas, também dei um urro e enchi o preservativo de gala.
Levantei e fui ao banheiro, retirar a camisinha, urinar e tomar uma ducha rapidamente, pois estava lavado de suor. Já ia saindo quando Mônica, quase sem poder se sustentar nas pernas bambas, entrou e ajoelhou na minha frente, já com a boca na minha rola, que ainda estava meia-bomba. "Nossa, garota, você tá mesmo a fim de rola, hein, taradinha?". "Tô sim, tio Paulo, quero chupar esse caralho gostoso e beber a tua porra. Vem, goza na minha boca".
Não a deixei continuar, a fiz levantar e tomar uma chuveirada. Ela não entendeu, mas eu falei "vem, vem fazer melhor". Em seguida, deitei na cama e guiei Monica para um 69. Novamente, passei a mamar a buceta da minha sobrinha, enquanto ela mamava a minha rola.
Mônica chupava o meu pau, como se sua fome de rola não tivesse sido saciada. Salivou a glande, serpenteou a língua em volta, mamou, beijou, esfregou nos lábios entreabertos, acariciou os meus colhões, mamou também as minhas bolas, lambeu a pica, indo e voltando e depois passou a chupar, com força, com vontade, engolia tudo forçava a garganta, se engasgava, chupava de novo. Era como se o meu caralho fosse o último do planeta.
Na outra ponta, eu dava o mesmo tratamento àquela deliciosa buceta juvenil. Mamava, lambia, enfiava a língua, fazia com que ela esfregasse na minha cara, sorvia o mel que saía cada vez mais abundante e concentrei minha língua naquele grelo, inchado, vermelho. Primeiramente, passava a língua em volta, bem devagar, depois, coma a ponta da língua, surrava o botão do prazer de Mônica. Ela, mesmo com a minha rola atolada na boca, gemia de puro tesão.
Depois de muitos minutos, nenhum dos dois conseguiu mais resistir. Ela tirou rola da boca e anunciou, "ai, tio Paulo, vou gozar nessa boca gostosa, goza na minha boca também. Segundos depois, soltei vários jatos de gala e Mônica não desperdiçou uma gota. E gozou na minha boca, literalmente gritando "aiiiiiii, caralho, puta que pariu, que boca, tio, que língua, porra".
Em minutos nos refizemos, fui à cozinha buscar água, bebemos como dois camelos e fomos nos acalmando aos poucos, entre afagos e beijos de língua. "Então?", perguntei, "foi como a putinha da Paola descreveu?". "Caralho, tio, foi melhor, quase você me mata de chupada na buceta. Eu nunca havia gozado assim. Pode me pedir o que quiser, que eu faço pra você".
Rapidamente, eu pensei "opa, era o que eu queria ouvir". E falei pra Mônica "agora quero o teu cu". A garota ficou estática por uns segundos, arregalou os olhos e eu pensei que ela ia me negar o anel de couro, mas ela me surpreendeu: "Caralho, tio Paulo, eu adoro dar o rabo, pensei que o senhor não ia querer comer o meu cu".
A deitei de bruços, coloquei um travesseiro alto sob os quadris dela, que abriu as penas ao máximo e arrebitou mais ainda a bunda gostosa. Peguei o gel lubrificante em uma gaveta, lubrifiquei bem a minha trolha, mas, antes de meter, dei muitas linguadas naquelas pregas, prestes a serem arregaçadas, chupei o cu de Mônica e até enfiei a língua.
A garota novamente começou a gemer e falou "caralho, tio Paulo, tua boca e tua língua têm feitiço, eu já gozava só com essa chupada no meu rabo, mas quero sentir esse pau duro alargando o meu anel e preenchendo o meu reto, vem". Nem precisava chamar, lubrifiquei também a entrada do cu da garota e forcei a glande. Não foi fácil, mas entrou. Mônica soltou um "ai" e, em seguida, implorou, "foooode, tio, mete no meu cu, sem dó".
E assim eu fiz, me empolguei com aquele peido e passei a meter com força, num ir e vir frenético, vigoroso, forte mesmo, que sacudia todo corpo de Mônica, que pedia "assim, tio Paulo, assim mesmo, rebenta, minhas pregas, fode o meu reto, assim mesmo, destrói u meu rabo, de me deixa com dor mesmo. Amanhã, quando eu não puder nem sentar direito, quero lembrar da tua rola me arrombando". Porém, eu fiz mais. Passei a mão direita sob o ventre dela e, além de enrabar, tocava uma boa siririca.
Logo eu gozei e quase ao mesmo tempo Mônica também teve um orgasmo. Aí o cansaço bateu. Fomos ao banheiro, nos lavamos, nos vestimos e voltamos ao sofá da sala, onde aquela conversa começou. Mônica falou "tio, Paulo, tô apaixonada pelo teu jeito de chupar e foder. Posso voltar aqui mais vezes pra gente foder?". Quantas você quiser, minha sobrinha fodedora. É só não deixar o pessoal desconfiar". Tá bem meu chupador de buceta".
Mônica se foi e eu fiquei pensando naquilo tudo, que coisa louca. Boas lembranças!



