Minha enteada adormecida



Era madrugada e a casa estava silenciosa, o único som era o zumbido constante do ventilador. Eu estava parado na porta do quarto da minha enteada, a luz suave da lua, passando pelas persianas, projetava listras pálidas sobre o corpo dela enquanto dormia, apagada, sempre teve sono pesado. Ela estava deitada de bruços, com os braços sob o travesseiro, seus cabelos longos e escuros espalhados pela fronha. O lençol a cobrindo até a cintura, revelando a curva suave de suas costas.

Jurei para mim mesmo que seria como das outras vezes, apenas observaria por um instante antes de ir para o meu quarto bater uma. Mas o desejo que me atormentava há dias apertava o meu peito, minha esposa estava viajando, visitando minha sogra já faziam duas semanas. Eu estava a dias sem contato sexual, vários pensamentos pervertidos passavam pela minha mente no dia a dia e esse novo hobby de admirar minha enteada dormindo só colocava mais lenha na fogueira, ela é uma cópia da mãe, só que mais nova, menor, mais apertada talvez... Fiquei extremamente excitado ao pensar e naquele dia quis inovar um pouco, desamarrei a minha bermuda, empurrando-a para baixo junto com a cueca, deixando o meu pau solto, já duro que nem pedra, então comecei a me masturbar ali mesmo, imaginando foder a bucetinha da minha enteada, minha filha.

Tinha algo diferente em mim naquela noite, um tesão acumulado agoniante. O ato de me masturbar apenas olhando ela de longe não foi o suficiente, eu precisava de um estímulo maior. Foi então que por um impulso, adentrei o quarto e me posicionei ao pé da cama. Com cuidado, e uma leveza surpreendente para um cara bruto como eu, afastei o lençol completamente. Ela se mexeu abruptamente, um murmúrio suave escapou de seus lábios, mas não acordou. Travei e respiração quando enganchei os dedos na alça da calcinha dela, deslizando-a pela curva suave dos quadris, pelas coxas firmes e torneadas, passando pelos joelhos e depois pelos tornozelos. Levei a calcinha ao rosto e respirei profundamente, o cheiro de buceta me deixou faminto, em transe, tudo que eu queria naquele momento era enfiar o meu pau naquela fenda apertada e descarregar toda a minha frustração de dias o mais fundo que conseguisse.

Com muito cuidado coloquei a bunda dela pra cima, enquanto me enfiava por entre suas pernas, me inclinei em sua direção, as molas rangeram suavemente sob meu peso. Acariciei as curvas de seu quadril, o calor que emanava era irresistível. Me aproximei um pouco mais, dando um beijo na covinha daquele bumbum arrebitado, sentindo o perfume suave de sua pele.

Meu pau pulsava, ansioso pelo contato. Abri suavemente suas nádegas, expondo a buceta e o cuzinho à minha visão, toda rosinha e bem depilada, tão vulnerável, tão convidativa... Cuspi na palma da mão e comecei a me masturbar, na ânsia de gozar rápido e parar por ali, afinal já tinha cruzado linhas, não, barreiras! Como as de concreto da cela onde iria parar se ela acordasse. Tentei terminar, não estava adiantando, a vontade de meter era tanta que eu não conseguia focar. Parei para refletir sobre aquela situação e suas terríveis consequências, mas naquele instante me veio a cabeça uma sábia citação chinesa, "O que é um peido para quem já está cagado?". E de um jeito imbecil me convenci de que se eu só esfregasse o pau na abertura dela seria mais eficaz para me aliviar.

Com uma mão segurei ela pela cintura e com a outra guiei o meu pênis até a portinha fechada dela. Continuei a me masturbar, mas por descuido, me desequilibrei e como já estava naturalmente lubrificado a cabeça acabou entrando, o canal vaginal apertado dela se contraiu instintivamente. Travei na hora com a certeza de que ela iria acordar e começar a se debater, mas ela continuava apagada, é assustador como o sono dela é pesado. Chequei mais uma vez pra ver se ela ainda estava dormindo, respirei fundo e tentei sair de dentro, não consegui, foi impossível resistir a sensação daquela bucetinha me abraçando.

Um gemido escapou da minha garganta ao sentir como ela era quente, espremendo a cabeça do meu pau com força. A buceta dela era de outro mundo, uma versão melhorada de minha esposa com toda certeza. Perdi o controle e quando me dei conta já estava tocando o útero dela, permaneci imóvel por um momento, saboreando o prazer proibido de estar enterrado na minha própria "filha".

Os olhos dela se abriram de repente!

Em um período de paralisia, ela permaneceu imóvel, desorientada, tentando entender o que estava acontecendo. Virou a cabeça, me olhando por cima dos ombros assustada:
"P...pai?" Disse ela com dificuldade, trêmula, quase inaudível.
"Fica quietinha querida, vai acabar logo." Sussurrei em seu ouvido enquanto travava os braços dela sobre o colchão.
Para minha surpresa ela não gritou, nem tentou reagir, apenas afundou o rosto no travesseiro enquanto eu finalmente comecei a meter nela, entrando e saindo lentamente. Retirava o pau quase que totalmente antes de deslizar para dentro por completo, a sensação daquela bucetinha apertando enquanto me engolia era única, algo que não sentia a um bom tempo.

De repente ela soltou um gemido tímido, baixinho. Eu observava o perfil de seu rosto, a sobrancelhas franzidas, os lábios entreabertos, o conflito interno era nítido, ela tentava desesperadamente demonstrar que estava gostando. Ela ergueu o quadril levemente indo ao meu encontro, uma reação inconsciente talvez. Foi quando a peguei firme pela cintura e passei a meter com força, rápido. Ela se contorcia e gemia contra o travesseiro, cravando as unhas no colchão enquanto rangido da cama ecoava alto pelo quarto.

"Você é tão gostosa querida, tão perfeita. Eu sonho em fazer isso contigo há tanto tempo.", murmurei, sem acreditar que estava comendo a minha filha e ela aparentemente gostando.

Um ato tão errado, tão sujo. Meus pensamentos confusos, agindo apenas por instinto. A pressão contínua, o tesão extremo causando conflito entre a mente e o corpo. A forma como a buceta dela escorria pelo lençol, como empinava a bunda para eu meter sem dó, se entregando para mim e compartilhando da mesma onda intensa de prazer.

"Sei que tá gostando safadinha... Sei que tá prestes a gozar no pau do papai..." Falei em seu ouvido, fazendo ela se arrepiar toda e gemer com maior intensidade.

Mergulhei o rosto nos cabelos dela, respirei fundo e gozei com um gemido gutural, bombeando sêmen fundo dentro dela, o corpo todo estremeceu sob a sensação de alívio absurda. Ela se contorcia, soltando gemidos altos, desesperados, atingindo um orgasmo intenso, contraindo o meu pau com força enquanto eu enchia a buceta dela de porra até transbordar.

Quando finalmente nos acalmamos, o som do ventilador voltou a ter destaque. Eu permanecia dentro dela, sem querer me afastar, sabendo que no momento em que saísse a realidade do que havia feito cairia sobre os meus ombros. A linha entre a repulsa e o desejo tinha se dissolvido, virando algo puramente carnal.

Eu sabia com uma certeza aterrorizante e excitante ao mesmo tempo que esse não seria o fim.

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Comentários


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aventura.ctba Comentou em 22/09/2026

Sei muito bem como se sentiu, perdi minha virgindade com meu pai. Foi natural, sem nada forçado, nunca me arrependi de nada, até hoje depois de casada, sempre arranjamos um tempo pra gente. Votadissimo, bjinhos Ângela




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha enteada adormecida

Codigo do conto:
272890

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/09/2026

Quant.de Votos:
13

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