Jurei para mim mesmo que seria como das outras vezes, apenas observaria por um instante antes de ir para o meu quarto bater uma. Mas o desejo que me atormentava há dias apertava o meu peito, minha esposa estava viajando, visitando minha sogra já faziam duas semanas. Eu estava a dias sem contato sexual, vários pensamentos pervertidos passavam pela minha mente no dia a dia e esse novo hobby de admirar minha enteada dormindo só colocava mais lenha na fogueira, ela é uma cópia da mãe, só que mais nova, menor, mais apertada talvez... Fiquei extremamente excitado ao pensar e naquele dia quis inovar um pouco, desamarrei a minha bermuda, empurrando-a para baixo junto com a cueca, deixando o meu pau solto, já duro que nem pedra, então comecei a me masturbar ali mesmo, imaginando foder a bucetinha da minha enteada, minha filha.
Tinha algo diferente em mim naquela noite, um tesão acumulado agoniante. O ato de me masturbar apenas olhando ela de longe não foi o suficiente, eu precisava de um estímulo maior. Foi então que por um impulso, adentrei o quarto e me posicionei ao pé da cama. Com cuidado, e uma leveza surpreendente para um cara bruto como eu, afastei o lençol completamente. Ela se mexeu abruptamente, um murmúrio suave escapou de seus lábios, mas não acordou. Travei e respiração quando enganchei os dedos na alça da calcinha dela, deslizando-a pela curva suave dos quadris, pelas coxas firmes e torneadas, passando pelos joelhos e depois pelos tornozelos. Levei a calcinha ao rosto e respirei profundamente, o cheiro de buceta me deixou faminto, em transe, tudo que eu queria naquele momento era enfiar o meu pau naquela fenda apertada e descarregar toda a minha frustração de dias o mais fundo que conseguisse.
Com muito cuidado coloquei a bunda dela pra cima, enquanto me enfiava por entre suas pernas, me inclinei em sua direção, as molas rangeram suavemente sob meu peso. Acariciei as curvas de seu quadril, o calor que emanava era irresistível. Me aproximei um pouco mais, dando um beijo na covinha daquele bumbum arrebitado, sentindo o perfume suave de sua pele.
Meu pau pulsava, ansioso pelo contato. Abri suavemente suas nádegas, expondo a buceta e o cuzinho à minha visão, toda rosinha e bem depilada, tão vulnerável, tão convidativa... Cuspi na palma da mão e comecei a me masturbar, na ânsia de gozar rápido e parar por ali, afinal já tinha cruzado linhas, não, barreiras! Como as de concreto da cela onde iria parar se ela acordasse. Tentei terminar, não estava adiantando, a vontade de meter era tanta que eu não conseguia focar. Parei para refletir sobre aquela situação e suas terríveis consequências, mas naquele instante me veio a cabeça uma sábia citação chinesa, "O que é um peido para quem já está cagado?". E de um jeito imbecil me convenci de que se eu só esfregasse o pau na abertura dela seria mais eficaz para me aliviar.
Com uma mão segurei ela pela cintura e com a outra guiei o meu pênis até a portinha fechada dela. Continuei a me masturbar, mas por descuido, me desequilibrei e como já estava naturalmente lubrificado a cabeça acabou entrando, o canal vaginal apertado dela se contraiu instintivamente. Travei na hora com a certeza de que ela iria acordar e começar a se debater, mas ela continuava apagada, é assustador como o sono dela é pesado. Chequei mais uma vez pra ver se ela ainda estava dormindo, respirei fundo e tentei sair de dentro, não consegui, foi impossível resistir a sensação daquela bucetinha me abraçando.
Um gemido escapou da minha garganta ao sentir como ela era quente, espremendo a cabeça do meu pau com força. A buceta dela era de outro mundo, uma versão melhorada de minha esposa com toda certeza. Perdi o controle e quando me dei conta já estava tocando o útero dela, permaneci imóvel por um momento, saboreando o prazer proibido de estar enterrado na minha própria "filha".
Os olhos dela se abriram de repente!
Em um período de paralisia, ela permaneceu imóvel, desorientada, tentando entender o que estava acontecendo. Virou a cabeça, me olhando por cima dos ombros assustada:
"P...pai?" Disse ela com dificuldade, trêmula, quase inaudível.
"Fica quietinha querida, vai acabar logo." Sussurrei em seu ouvido enquanto travava os braços dela sobre o colchão.
Para minha surpresa ela não gritou, nem tentou reagir, apenas afundou o rosto no travesseiro enquanto eu finalmente comecei a meter nela, entrando e saindo lentamente. Retirava o pau quase que totalmente antes de deslizar para dentro por completo, a sensação daquela bucetinha apertando enquanto me engolia era única, algo que não sentia a um bom tempo.
De repente ela soltou um gemido tímido, baixinho. Eu observava o perfil de seu rosto, a sobrancelhas franzidas, os lábios entreabertos, o conflito interno era nítido, ela tentava desesperadamente demonstrar que estava gostando. Ela ergueu o quadril levemente indo ao meu encontro, uma reação inconsciente talvez. Foi quando a peguei firme pela cintura e passei a meter com força, rápido. Ela se contorcia e gemia contra o travesseiro, cravando as unhas no colchão enquanto rangido da cama ecoava alto pelo quarto.
"Você é tão gostosa querida, tão perfeita. Eu sonho em fazer isso contigo há tanto tempo.", murmurei, sem acreditar que estava comendo a minha filha e ela aparentemente gostando.
Um ato tão errado, tão sujo. Meus pensamentos confusos, agindo apenas por instinto. A pressão contínua, o tesão extremo causando conflito entre a mente e o corpo. A forma como a buceta dela escorria pelo lençol, como empinava a bunda para eu meter sem dó, se entregando para mim e compartilhando da mesma onda intensa de prazer.
"Sei que tá gostando safadinha... Sei que tá prestes a gozar no pau do papai..." Falei em seu ouvido, fazendo ela se arrepiar toda e gemer com maior intensidade.
Mergulhei o rosto nos cabelos dela, respirei fundo e gozei com um gemido gutural, bombeando sêmen fundo dentro dela, o corpo todo estremeceu sob a sensação de alívio absurda. Ela se contorcia, soltando gemidos altos, desesperados, atingindo um orgasmo intenso, contraindo o meu pau com força enquanto eu enchia a buceta dela de porra até transbordar.
Quando finalmente nos acalmamos, o som do ventilador voltou a ter destaque. Eu permanecia dentro dela, sem querer me afastar, sabendo que no momento em que saísse a realidade do que havia feito cairia sobre os meus ombros. A linha entre a repulsa e o desejo tinha se dissolvido, virando algo puramente carnal.
Eu sabia com uma certeza aterrorizante e excitante ao mesmo tempo que esse não seria o fim.
