Lembrei do castigo do padre - Parte 3 (O amigo)



Voltei pra contar sobre os acontecimentos com esse padre que prometeu cuidar de mim.

Eis que costumeiramente, sentava-me a frente, nas missas, sempre sobre o olhar atento do meu protetor. Do meu lado a minha amiga, que não parava de elogiar o padre com inúmeros adjetivos e evidenciando cada gesto, porém sempre me matinha com aparente rejeição e normalidade dos atos dele. A missa correu como de praxe. No final, do lado de fora, fiquei ansioso por ser abordado por ele, porém a minha amiga não soltava do meu braço. Olhava pra um lado, pro outro e vasculhava com olhar o interior da igreja, tanto que causou curiosidade na minha amiga: Tá esperando alguém? Respondi quando suando e com coração disparado, que não. Tentei despacha-la de toda forma, mas ela ficava ali. Internamente pensava que se ela fosse, ele como homem, daria mais atenção a ela, apesar de ter esse corpo languido, branco, liso e delicado, quem nem parece de homem, além do mais que ela descobriria esse meu segredo.

Então surge ele. Parrudinho, alinhado, cheiroso, colarinho bem acima e me cumprimenta com aperto de mão forte. Após os cumprimentos, me apresenta um amigo, também padre, porém bem diferente, esguio, magro e bem sorridente, ao contrario do meu protetor. Nos cumprimentamos e então ele fala sobre um preparatório de uma palestra e que queria que participasse. Respondi prontamente e obedientemente que sim. De imediato, meu protetor disse a minha amiga que seria algo mais restrito e que o seu convidado, estaria com pressa, então a dispensou sem cerimônias. Olhava a cara dela de espantada, mas me fiz de desentendido também e entrei no carro. Não vou mencionar nomes e nem codinomes, para não gerar coincidencias e nem suspeitas, posto que os acontecimentos são reais.

No carro deslocando, eles conversam trivialidades das suas carreiras até a chegada a casa do padre. Casa vazia, pois ele era meticuloso e cuidadoso. Entramos e antes de me acomodar, me manda tirar a roupa e sentar no sofá. Assim o fiz. Afrouxam os colarinhos e pegam cervejas, abrem e degustam, continuam conversando. Fico ali a espreita. Num certo momento, meu padre vira-se para o amigo e diz: "Então esse é o caso que te falei!"

O seu amigo coloca a cerveja no balcão e vem na minha direção, olhar fixos em mim. "Realmente! Sinto o espírito da lasciva nele!"

Então, ele pega minha calça e exibe como se retirasse dela uma meia calça branca e batom.

Aos risos esbraveja: "Mas que imundo você é! Meu amigo, hoje ele veio armado pelo pecado pra te desmoralizar!"

Fico surpreendido com a situação e com a reação do meu protetor, mesmo nós três sabendo que aquilo que ele exibia não era meu.

O amigo cheira a meia calça e lança sobre mim! "Pecado puro!"

Aceito seu desafio meu amigo, vamos ajudar esse pobre imundo.

Então me mandam executar o plano que estava em mente. Sem saber, institivamente, tiro minha cueca e e vejo o espanto do amigo em me ver inteiramente liso e de pintinho pequeno, assim me preparo pra vestir a meia calça e espanto-me com a destreza em coloca-la e a sensação maravilhosa daquele tecido me envolvendo, meu pintinho acomodasse e acabo por vestir, envolvendo minha bunda e cintura na firmeza delicada da meia calça. Os vejo com olhos sedentos e volume nas calças lisas e bem passadas. Assim, me viro pra geladeira espelhada e passo o batom, meio desajeitado, mas lembrando das vezes que vi minha amiga passar na minha frente.

"Veja essa imundice, amigo! Realmente está possuído! Vamos ao trabalho!"

Em conjunto abrem os cintos e deixam as calças caírem, ambos sem cuecas, membros semi tesos, desabotoam as camisas e sem tirarem os olhos de predadores de mim, vêm a mim, meu amigo com corpo semi peludo, e seu amigo liso, assim como os seus membros que já estavam tesos e apontando ao alto.

Meu protetor me vira de costas encosta sua barriga em minhas costas e começa alisar meu corpo começando, pelo rosto, descendo pelo pescoço, peito e chegando na minha bundinha, finalizando com apertões. O amigo a minha frente, ,me olha, entregue, suspirando de olhos fechados, me esfregando no meu protetor, sentido atrito da meia calça na bunda no seu pau em riste. Ele grita algo numa lingua que não entendo e rapidamente me espreme contra meu protetor, segurando meu rosto, olhando fixo nos meus e me beijando, sujando ambos de baton. Se abraçam comigo no meio e esfregando seus paus na minha barriga e na minha bunda. Os suspiros tomam conta da sala. Cessa o beijo, segura meu rosto novamente e diz: "Amigo, este imundo também me tentou!" Tomo uma cusparada no rosto e um tapa!"

Mas em seguida, ele limpa com a própria mão e lacrimejando confessa: "És tão belo e delicado! Isso é sorte amigo! Que sorte você encontra-lo!"

Assim me entrego a outro beijo sofrido e longo, com beijos do meu protetor nas minhas costas e ombros! Os paus duros melam todo meu corpo. Me sinto em extase, beijos com extremo desejo, membros muito duros, que tentam me furam, corpos diferentes mas que deixam com tesão, suor, a meia calça me envolvendo e cheiro de macho no ar. As mãos cheias de anéis de ambos tocam todo meu corpo e me apertam com tanta força quanto desejo. Então meu protetor, estica um tapete muito bonito com certeza caro no chão. Suas mãos gordas, mas delicadas me puxam pelo braço, me dizendo "Ao chão alma pecadora!". Fico de bruços. Meu protetor vem a frente, ajoelha-se, me entrega o baton, retoco. Então se ajeita a minha frente e senta sobre os pés, deixando o pau branco, melado com cheiro de macho na minha cara. Então ele diz: "Pague sua penitência pela maldade que fez conosco hoje!" Seguro seu pau e engulo cada centimetro. Ao mesmo tempo ele balança a cabeça positivamente, como que autorizando ao seu amigo. Ele alegremente diz: "Obrigado amigo por me permitir participar dessa tarefa!".

Sinto as mãos rasgarem a meia calça do meu corpo ferozmente e minha bunda exposta. Abre com as mãos grandes minha bunda. Sinto caírem líquidos no meu cuzinho, com certeza era saliva, bastante saliva. Assim um dos dedos cumpridos daquele homem magrelo e grande, me invade, sem dificuldade, pois queria minha cura. Surpreso e feliz, enfia outro.

Então seguidos de muitos "Obrigado", sinto uma rola chapeluda me invadir como um desentupidor. Seu era médio, mas com cabeça grande. Esse vai e vem, me deixa realmente a sensação de invasão, então ele desaba sobre mim. O peso faz com que o pau do protetor saia da minha boca, então se levantou, tomou de volta a cerveja e nos contemplava, aquele homenzarrão afoito em cima do meu corpinho rendido, estocando com raiva e alegria ao mesmo tempo. Até que jorra toda sua porra nas minhas entranhas. Acho que não gozavam há tempo, pois foram vários e longos jatos. Permanece em cima de mim, descansando, beijando minha orelha e lambendo meu pescoço como animal faminto. Quando levanta, meu protetor de aproxima, se punheta e esguicha seu leite sobre meu corpo como ritual final de cura e exorcismo. Eles se abraçam, com agradecimentos de ambos, parabenizando um ao outro.

Manda levantar-me, e limpar ambos. Pego o lenço, mas sou repreendido. "Primeiro limpe nossas espadas do jeito que tem de ser!"

Chupo ambos e depois finalizo com lenço. Meu protetor tinha leite mais fino, pois sei que a pouco tempo, ele havia se aliviado, mas o amigo, tinha porra densa e em mais quantidade, provando que estava por muito tempo sem foder algo.

Vou ao banho. Retorno enrolado na toalha, pois não sabia o que havia por me esperar. Porém vejo eles se despedindo e mais agradecimentos por parte do amigo.

A Tarde correu bem. Sendo bem cuidado pelo meu protetor. Ainda não acabou. Aguardem mais relatos.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Lembrei do castigo do padre - Parte 3 (O amigo)

Codigo do conto:
272985

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
23/09/2026

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