Faz muito tempo que não posto nada, pois meus amantes, se é que posso chamar assim, não me procuram mais. Isso fez com que descarregasse meu tesão na minha obrigação conjugal, porém, quem já experimentou estar no papel de femea, sabe que não satisfaz completamente. Como sabem sou casado, moro no interior de Minas Gerais, próximo a Divinópolis e realizo minhas vontades e aventuras com homens machos alfas, no sigilo e as vezes com riscos de ser flagrado ou descoberto.
Estava em casa, ansioso pra ficar sozinho em casa, afim de esbaldar-me na minha nova aquisição na época, uma rasteirinha de tirinha delicada, branca com "strass" pequenos, que peguei sorrateiramente da minha cunhada mais nova, pois apesar de baixinha, tem os pés lindos, delicados, branquinhos, porem maiores, tamanho 39.
Assim que minha mulher despediu-se, olhei pela janela e acenei um tchauzinho. Corri pro cesto de roupas do banheiro, onde escondi as rasteirinhas. Peguei nas mãos como preciosidades, cheirei o chulezinho delicado, meio perfumado e lambi cada manchinha dos dedinhos marcados, me deixando em transe com o sabor, imaginando engolindo cada dedinho gordinho daqueles pezinhos. Tirei minhas roupas, vesti o conjunto de camisola da esposa, que por ser menor, ficou bem justo, acentuando meu corpo malhado pra ser mais delicado com roupas femininas, mas estava nitido meu pauzinho. Então, vesti uma calcinha dali da cesta mesmo, ajeitei e vesti o shortinho. Pronto, tesão a mil. Olhei-me no espelho e algo me incomodava. Tirei tudo, fiquei nua e corri pro banho com lamina de barbear e espuma.
Depois de 20 minutos, sentia o frescor no meu corpo, enxuguei-me e vesti-me com a calcinha, camisolinha justissima e a rasteirinha. Completei com bantonzinho e maquiagem leve, pra não levantar suspeitas que usei os produtos dela. Estava linda. Me olhava, andava em frente ao espelho e estava literalmente subindo pelas paredes.
Então toca o interfone. O coração dispara e quase sai na boca, pois não daria tempo de desmontar rápido, caso fosse parente ou visitas. Nas cameras vejo alguem de uniforme e botinas. Não sei o que pensei na hora, mas simulei voz feminina no interfone: "Pois não?"
O homem responde: "Leiturista!" Explode tesão com imaginação no meu corpo todo arrepiando e o cuzinho piscando.
Invento desculpa que o acionador do portão está estragado e digo que vou abrir com chaves.
Cheguei, respirei fundo e com muito medo e tesão, abri o portão, mas me mative atrás, escondido. Assim que ele entrou fui fechando devagar e fiquei encostada, olhando ele fazer a leitura do padrão, cruzei minhas pernas trabalhadas para meu ex amante, lisas, esticando o pezinho na rasteirinha 39, apertada nos meus 41, maquiada, vestida numa camisolinha, justa e curta.
Assim que termina a leitura, ele se vira com a conta na mão, sendo tomado pela surpresa. Por um instante, olha fixo de cima a baixo e disse que pensou ser uma mulher. Retruquei na hora: "Basta você querer!" Sorrisinho de canto de boca que sempre entrega a intenção. Me entrega a conta, segurando a minha mão junto, com a outra segura forte meu peito, apertando e apalpando meu peitinho saliente. Suspiro forte com um gemido de pega desprevenida. Me vira contra o portão e impressionado com minha bunda que engolia o shortinho, alisa muito com apertões, me chamando de bandida. Continuo suspirando e gemendo baixinho, pois ele cola na minha bunda e fica se esfregando, puxa meu rosto e lambe minha boca, não num beijo, mas literalmente enfiava a lingua na minha boca e girava, lambia e sugava minha saliva e lábios.
Estávamos numa loucura tensa, que senti quando ele com a ponta dos dedos, deslizou pelo meio da minha bunda, segurou a calcinha junto com o gavião do shortinho e puxou de uma vez, com força, que rasgou ambos. Me machucou mas confundi com prazer e tesão, ficando com os restos em volta da cintura. Ele aponta o pau duro no meu cuzinho e desvencilho, viro-me e vejo um pau médio envolto a muito pêlo, do jeito que gosto, mas quando faço menção de chupar, ele não deixa, disse que era por causa do batom, que era casado. Fiquei chateada, mas entendi. Retiro da blusinha que restou da camisolinha, um preservativo e entrego pro leiturista. Me ponho na posição, escorada no portão de braços e pernas abertas e sinto a invasão. Escorrega devagar, macio, queimando e me preenchendo. Perco o ar por um instante, mas num movimento de quadril, dou sinal de largada. Me abraça cruzando os braços no meu peito e segura cada mamilo num aperto muito forte, sinto uma dor maravilhoso que faz contrair mais minha bunda, ficando nas pontas dos pés, por causa das estocadas fortes que me empalavam e me tiravam do chão. Batia a cabeça no portão e gemia baixinho, pois percebia passos e conversas do lado de fora das pessoas que passavam em frente. Estava num extase, maravilhoso, me estocava fundo e me chamava de bandida, tentava rebolar e toma o controle mas não conseguia, estava segura e empalada. Ele me segura, levanta-me e me coloca debruçada numa mureta, ainda com seu pau dentro de mim, segura minha cintura, afasta minhas pernas, e recomeça a me foder, fazendo aquele som gostoso batendo na minha bunda, acompanhados de "bandida", "vagabunda do cuzinho macio!". Delirava, quando olhei e vi as cameras registrando tudo. Nesse choquei de lembrar das cameras, gozei muito com pauzinho mole, mas contraía o cuzinho, então o macho enche a camisinha, e deposita todo peso em cima de mim.
Num desespero pós orgasmo, desvencilho e fujo, pois queria me apalpar mais e enfiar a mão no meu cu alargado. Mas peço pra ir embora. Abro o portão, agradeço, levando um tapão na bunda, seguido de um "por nada minha vadia!"
Assim que sai, entro desesperada, abro o aplicativo das cameras e revejo os angulos e as imagens gravadas, estavam tudo registrado. quase infarto, mas paro e me acalmo e acesso pelo computador a memória e apago os registro das seis cameras. Tiro as roupas, jogo fora a camisola rasgada e escondo as rasteirinhas. Me lavo e aguardo alguma ligação da esposa, caso ela tivesse visto algo pelas cameras que ela tambem tem acesso.
O tempo passou e nenhuma ligação. Ainda Bem. Agora estou temeroso, pois não houve tempo de pedir segredo para o leiturista. Essa vida está arriscada, mas cheia de tesão.
Se vocês vivem essa situação que estou passando, chamem no email, vamos trocar experiências.