Virou cadela para o cachorro e o caseiro no sítio durante o carnaval - parte 2



Continuação do conto...

O ar denso da sala parecia carregado de eletricidade sexual. Ricardo sentiu o sangue correr para as bochechas, não só de vergonha, mas de uma excitação renovada que ele não conseguia explicar. O sorriso cínico de Zé, aquele homem moreno de braços grossos e mãos calosas, prometia algo que Ricardo ainda não ousava nomear.
"Seu pai... ele também gostava de uma companhia especial quando vinha aqui", Zé disse, fechando a porta atrás de si com um estalo seco que ecoou na sala silenciosa. "Eu sempre ajudava ele a... relaxar."

Ricardo engoliu seco, seus olhos involuntariamente descendo para a virilha de Zé, onde já notava uma protuberância crescente sob as calças jeans surradas. O caseiro não fazia questão de esconder. Guardião, ainda no chão, lambeu os próprios lábios, o pauzão vermelho e latejante ainda exposto.
"Eu... eu não sabia", gaguejou Ricardo, embora seu corpo já estivesse respondendo de outra forma. O líquido viscoso ainda escorria por suas coxas, uma prova inegável do que acabara de acontecer.

Zé deu um passo à frente, sua presença imponente preenchendo o espaço. "Guardião é um bom garoto, não é? Mas ele às vezes é muito rápido. Não sabe aproveitar direito uma boa bunda." O caseiro estendeu a mão, seus dedos grosseiros tocando o queixo de Ricardo, obrigando-o a encarar aqueles olhos escuros. "Eu, por outro lado... eu sei bem como tratar um rapaz que gosta de ser preenchido."

Sem esperar resposta, Zé puxou Ricardo pela cintura, aproximando seus corpos. O hálito do caseiro cheirava a cerveja e fumo, uma mistura masculina e rude que fez Ricardo tonto. "Tira a roupa. De novo. Quero ver essa bunda que deixou Guardião tão satisfeito."

As mãos de Ricardo tremeram, mas obedeceram. Ele tirou a camisa que acabara de vestir, depois o calção. Ficou nu novamente, o pau semi-ereto balançando, as coxas manchadas de esperma canino. Zé o girou de costas, apertando as nádegas de Ricardo com força, espalhando-as para examinar o buraco vermelho e levemente aberto.

"Bonito", murmurou Zé, uma das mãos descendo para desabotoar sua própria calça. "Abriu bem. Mas ainda dá pra abrir mais."

O caseiro se livrou das roupas com eficiência prática. Seu corpo era todo trabalhado pelo sol e pelo trabalho braçal — peito peludo de cabelos grisalhos, barriga firme, pernas grossas e musculosas. E entre elas, um pau escuro, grosso e pesado, já duro e pingando, bem maior que o de Ricardo.

"De quatro", ordenou Zé, sua voz rouca não admitindo discussão. "Cabeça no chão, bunda no alto. Quero ver vc de quatro pra mim."

Ricardo obedeceu, a posição submissa fazendo seu coração disparar. Sentiu as mãos de Zé em suas nádegas, massageando, abrindo, examinando seu cuzinho usado. "Olha só... ainda tá escorrendo o leitinho do Guardião. Vou usar isso como lubrificante, seu puto."

O primeiro toque da língua de Zé em seu cu fez Ricardo gritar baixinho. Ao contrário da língua áspera do cachorro, a de Zé era quente, molhada e habilidosa. O caseiro lambia em volta da borda, depois cravava a língua fundo, sugando o próprio sêmen de Guardião misturado com o gosto de Ricardo. A sensação era obscena, suja, perfeita.

"Porra, que cuzinho gostoso", Zé rosnou, se levantando. "Agora vou te mostrar como um homem de verdade fode."

Ricardo sentiu a cabeça grossa do pau de Zé pressionando sua entrada. Era enorme, muito mais grossa que o nó de Guardião. "Relaxa, putinha", Zé sussurrou, inclinando-se sobre ele, seu peso esmagando as costas de Ricardo. "Vai doer no começo, mas depois você vai implorar por mais."

A penetração foi lenta e implacável. Zé empurrava com força constante, abrindo Ricardo. Ricardo gemia, as unhas cravando no carpete, a sensação de ser completamente preenchido, de ser possuído, o consumindo. Quando Zé finalmente estava inteiro dentro dele, sentiu as bolas do caseiro batendo em suas coxas.

"Sentiu? Tudo dentro, sua cachorra", Zé zombou, começando a bombear. Seu ritmo era brutal, profundo, cada estocada arrancando gemes roucos de Ricardo. "Você gosta, não é? Gosta de ser usado como uma cadela?"

"Sim... porra, sim...", Ricardo conseguia dizer, a cabeça girando de tesão.

Zé agarrou seus cabelos, puxando sua cabeça para trás enquanto metia fundo. "Vou encher essa sua bunda de porra. Vou marcar você como meu. E depois..."

O caseiro puxou Ricardo para cima, fazendo-o ficar de joelhos, costas contra seu peito, ainda cravado em seu pau. Com uma mão, Zé masturbava o pau de Ricardo; com a outra, assoviou para Guardião, que se levantou atento.

"Depois o Guardião vai ter mais uma rodada", Zé sussurrou no ouvido de Ricardo, mordendo seu pescoço. "Mas dessa vez, enquanto eu te como. Dupla penetração, seu puto. Você vai sentir o cachorro e o homem juntos."

Ricardo gemeu alto, a imagem fazendo seu pau pulsar na mão de Zé. O caseiro riu, um som grave e malicioso. "Ah, você gostou da ideia, né? Sua bunda pede mais. Pede pra ser usada como um buraco sem fundo."

Zé aumentou o ritmo, suas estocadas ficando desenfreadas, selvagens. A mão dele no pau de Ricardo acelerava no mesmo compasso. "Goza pra mim, putinha. Goza enquanto eu te encho de leite."

Ricardo não aguentou. Com um grito abafado, ele gozou, jatos de esperma voando para o carpete, o corpo convulsionando em um orgasmo violento. A contração de seus músculos levou Zé ao limite. O caseiro gemeu, cravando-se até as bolas e liberando uma quantidade impressionante de porra quente, profunda, enchendo Ricardo até transbordar.

Eles ficaram ali, ofegantes, suados, Zé ainda pulsando dentro dele. Quando finalmente se separaram, uma quantidade absurda de esperma escorreu pelas coxas de Ricardo, misturando-se com o resto no chão.

Mas Zé não tinha terminado. Ele assobiou para Guardião, que se aproximou farejando o ar carregado de sexo. O cachorro lambeu o rosto de Ricardo, depois desceu para lamber sua bunda escorrendo, provocando estremecimentos no corpo exausto do homem.

"De novo, de quatro", Zé ordenou, já se endurecendo novamente. "Dessa vez eu quero ver o Guardião meter enquanto eu te dou de beber."

Ricardo obedeceu, sem forças para resistir, sem vontade de resistir. Ele estava transformado, livre de tabus, entregue àquela noite de carnaval que prometia ser longa e suja.

Guardião pulou nas costas dele imediatamente, o instinto animal sabendo exatamente o que fazer. Com o cu já lubrificado por duas cargas de esperma, a entrada foi mais fácil, mas ainda assim intensa. Ricardo gemia, sentindo o pau do cachorro expandir-se dentro dele, o nó já começando a formar-se.

Zé se ajoelhou à sua frente, seu pau recuperado e duro novamente na altura da boca de Ricardo. "Abre a boca, cachorra. Hora do jantar."

Ricardo abriu, recebendo o pau suado e ainda com o gosto do próprio sexo de Zé. Ele chupou obedientemente, enquanto Guardião batia em sua bunda de trás, o nó inchando, travando-os juntos. Era muito, era excessivo, era perfeito.

Zé segurou sua cabeça, fodeu sua garganta com o mesmo ritmo brutal de antes, enquanto por trás Guardião rosnava e pulsava, enchendo-o de novo de porra canina. Ricardo era apenas um receptáculo de prazer, um buraco para ser usado, e essa realização o levou a outro orgasmo seco, doloroso e intenso.

Quando Guardião finalmente se soltou, Zé também gozou na boca de Ricardo, obrigando-o a engolir cada gota. O caseiro riu, acariciando o cabelo de Ricardo como se ele fosse realmente um animal de estimação.

"Boa garota", Zé disse, satisfeito. "O carnaval acabou de começar. Tem três dias ainda. E eu tenho mais dois cachorros no canil..."

Ricardo olhou para cima, o rosto coberto de esperma, o corpo dolorido e marcado, e pela primeira vez em muito tempo, sorriu de verdade. O silêncio do sítio nunca mais seria o mesmo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Virou cadela para o cachorro e o caseiro no sítio durante o carnaval - parte 2

Codigo do conto:
273394

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
28/09/2026

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