Dei pro irmão do meu ficante



Não sei o que tem acontecido comigo nos últimos dias. Quer dizer, eu até sei, só não sei o motivo. Não era pra eu estar tão fogosa assim.

Eu amo sexo. Amo mesmo. De todas as formas, de todos os jeitos. Acho que, até hoje, uma das poucas coisas que não tentei foi anal, mas acredito que é só questão de tempo.

Comecei a sair com um cara recentemente. Ele é bem alto, mais de 1,80m — e como eu tenho 1,65m, qualquer um é bem alto pra mim —, bonito, bem legal. Mas ele não tem uma pegada firme, sabe? Ele até transa bem, sabe meter direitinho, esfregar daquele jeito gostoso, mas...falta alguma coisa. E essa coisa eu encontrei no irmão dele.

Enquanto o meu ficante é advogado, o irmão dele é informal. Sempre trabalhou com qualquer coisa, e agora faz Uber e delivery, e conseguiria viver tranquilamente até, se não gastasse tudo com maconha, bebida e um monte de merda por aí. Ele fala do irmão com certo 'nojo', não dá pra não notar, e eu acho que acabei pegando isso. Eu sempre imaginava o cara como um escroto total. Mas um dia eu conheci ele.

Eu tava na casa desse meu ficante. A gente tinha transado fazia uma meia-hora, algo do tipo. Foi ok. Estávamos no sofá, assistindo um filme de terror, quando o interfone toca. Meu ficante levanta, atende, e depois volta, dizendo que o irmão dele ia entrar pra pegar umas mudas de roupas que ele ainda não tinha levado pra casa nova (eles moravam juntos um pouco antes de eu aparecer).

Quando aquele moreno alto, bonito, tatuado, cheiroso entrou, eu fiquei de boca aberta. Forte, com os braços definidos mas não muito grandes. Sabe aquela veia super sexy que alguns homens tem? Nossa, ele tinha, quase saltando pra fora. Eu tinha transado trinta minutos antes. Trinta. E na hora que ele apareceu, eu senti o fogo subir de novo. Jesus, era um senhor homem aquele, de regatinha branca. Ai, meu pai. Eu definitivamente tava no lugar certo, mas com o cara errado.

Ele me cumprimentou de longe, e eu dei um aceno e um riso bobo. Meu ficante disse que as coisas dele tavam no quarto, na gaveta de baixo, e ele foi lá buscar. Passou uns 5 minutos — eu sabendo que o banheiro era no corredor logo antes do quarto —, eu me levantei. Disse que ia no banheiro e já voltava.

Banheiro porra nenhuma. Eu fui é ver aquele delícia do irmão do meu ficante no quarto. O guarda-roupa ficava do lado oposto do quarto, então eu só via as costas dele, e que costas. Tuuuudo definidinho, ai meu deus. Eu pensei seriamente em atacar ali, pegar pelo menos o número dele, mas apesar da índole de cafajeste, eu não sabia o quão unidos os dois eram, né. E se ele me dedurasse? Eu tava fodida, muito fodida. Então, fui esperta. Esperei dentro do banheiro. Quando eu vi que ele ia sair, eu 'opa', esbarrei nele. Pedi desculpa com um sorrisinho safado, dei uma mordidinha no lábio — que acho que foi tão rápida que ele nem viu — e dei uma leve segurada no quadril dele, como se fosse pra me sustentar. Ele me olhou rápido, acho que mais surpreso do que excitado — nem todo mundo é uma viciada em sexo igual eu também, né cacete.

Ele foi embora logo depois e eu passei a noite com meu ficante. Não transamos mais. No dia seguinte, domingo de manhã, ele me deixou em casa. Quando eu entrei, peguei o celular e mandei uma solicitação pro irmão dele. Eu sabia o nome do cara, só nunca tinha me interessado em ir atrás. Agora, sabendo como ele se parecia, eu queria tudo. Sinceramente? Ele é mais bonito pessoalmente do que nas fotos. Em pessoa, ele tem aquela vibe malandro desleixado, nas fotos, só desleixado mesmo.

Ele me mandou mensagem primeiro. Um cachorro, eu soube na hora. Sabia que eu tava com o irmão dele. Eu respondi e daí começamos a conversar. Nos primeiros dois dias, a conversa foi light. Mas então ele começou a dar uma insinuadas e eu aceitei aquilo como um sinal pra atacar. Fui direta. Disse que tava afim dele, que ele era um gostoso, e se ele não queria vir aqui em casa. Ele topou, mas ainda meio cabreiro, sabe?

— Vc não tá com o (nome do meu ficante)?
— É só um lance. Se quiser, eu fico com você também.

Tive que reforçar isso umas dez vezes, que coisa chata. Amigo, eu quero te DAR, não casar com você. Só fica quieto e trás o pacote completo.

No sábado, ele veio. E meu deus, como ele veio. Foi pegação imediata. Acho que meu apê tá cheirando a sexo até agora.

A gente começou a se pegar logo na porta. Fui pra cima dele mesmo, tô nem aí. Passei os braços pelo pescoço dele e já puxei pro beijo, bem molhadinho, do jeito que me deixa louca. Ele já agarrou minha cintura, me empurrou pra dentro e foi no sofá mesmo. A gente parecia dois desesperados tirando a roupa. Quando ele tirou meu shortinho, deu um tapão na minha bunda. Que delícia, meu deus. Já fez mais que o meu ficante. Fico com tesão só de lembrar.

Se você tá lendo essa história, saiba que entre a o último parágrafo e agora teve uma pausa de uns 40 minutos pra eu tocar uma siririca. Fiquei com as pernocas pro ar aqui na cadeira, os pés apoiados na mesa, e só fui, ai meu deus. Eu já tava toda molhadinha, desculpa gente, eu precisava. Enfim. Continuando.

Depois do tapão, a gente se beijou mais um pouco e ele foi baixando a cabeça pro meu pescoço, depois subiu pra minha boca de novo, e depois levantou e agachou no chão. Eu no sofá, com o dedinho na boca, as pernas abertas, só vendo aquele gostoso lamber minha bucetinha. Eu gemi tão gostoso. A mão dele agarrava minha perna, deixou uma marca gigante quando soltou. Mas enquanto ele não soltava, eu segurava o cabelo dele e forçava a cara dele na minha buceta. Infelizmente, não foi mais gostoso porque homem não sabe lamber nessa porra. Inacreditável. Mas valeu. Quando já tava incomodando eu mandei ele me comer, com uma voz bem safada.

Aquele homem não me levantou igual uma folha de papel? Eu dei um gritinho, e quando vi já tava de quatro. Não vi o pau dele nessa hora, só senti quando entrou, e pra mim parecia razoável, tamanho certo, sabe? Ele agarrou minha cinturinha — e bota 'inha' nisso, eu sou magricela — e foi colocando devagarzinho. Acho que se tirassem uma foto da minha cara nessa hora, iam achar que eu tava tendo um derrame. Transar é bom, mas aquele metida inicial, quando eu tô toda molhadinha, parece que eu vou pro céu e volto. Pra meter, ele era bom. Me senti um brinquedinho na mão dele. Minha buceta tava tão molhada que dava pra ouvir o som dela esguichando mesmo comigo gemendo. Ele deu cada tapão na minha bunda, me chamou de puta, de vadia, de vagabunda. Sorte dele que eu tenho um puta tesão em ser humilhada, então na minha cabeça eu só pensa "sim, senhor, sou tudo isso, fala mais".

A gente ficou nessa uns 10 minutos, hora de quatro, hora de costas no sofá, com ele metendo por cima. Aquele corpão gostoso, eu apertei cada músculo dele, tadinho, acho que deve tá doendo até agora. Deitada de costas, eu tocava uma siririca deliciosa enquanto eu assistia o pau dele entrar e sumir na minha buceta. Minhas coxas, o sofá, tava tudo molhado e eu tava amando.

Depois, fomos pro quarto. Joguei ele na cama, subi em cima e comecei a cavalgar. Achei que tava abalando. O que eu não esperava era que o puto ia segurar meus pulsos atrás das minhas costas e socar com tudo em mim. Eu me assustei tanto, mas no final, quando ele parou, eu tava completamente drogada já. Burrinha completa. Não conseguia nem pensar direito. Eu só mandava ele ir mais forte.

— Ai! Ai, meu deeeeeus, fode, isso, vai, come minha bucetinhaaaaa!

Não parece, mas eu gritava baixinho. Não gosto que os vizinhos ouçam. Sou piranha, não inconveniente. Quando ele começava a ir rápido demais, eu pedia pra ele ir mais devagar e mais fundo, colocar tudinho em mim. Ele é bem obediente pra um cafajeste, viu. Fez direitinho.

Gozei quando ele veio por cima de novo. Aquele peso em cima de mim, minhas pernas abertinhas pra ele, ai, não aguentei, e foi uma delícia, com todas as letras. Minhas pernas começaram a fechar, apertei a cintura dele e agarrei aquele corpão tatuado, olhando pro teto e agradecendo a Deus.

— Seu celular tá tocando.

Ele falou isso do nada. Amigo, eu tô no paraíso e você me lembra de celular tocando? Foda-se. Eu acabei de gozar, quero mais, não quero ligação.

— Deve ser o (nome do meu ficante).

Eu pensei em falar "seu irmão", mas acho que seria um pouco esquisito. Ele não disse nada, só continuou. Meu ouvido tava tinindo um pouco, quando parou eu escutei o celular tocar por mais um segundo e depois parar. Não tocou de novo. E ele lá, socando gostoso, e eu mandando "soca mais, vai, isso, vai, mete tudo em mim, me enche de pau, vai, seu gostoso do caralho. Seu safado."

Uma hora, ele parou e ficou passando a cabeça do pau dele na minha buceta. Eu fiquei louca.

— Quer que eu meta na sua bucetinha com força, sua vagabunda? Piranha. Pede.
— Mete, mete, vai — eu gemia, quase implorando. — Mete, por favor, mete na minha bucetinha. Toda sua, fode ela bem gostoso, vai, por favor.

Amo esse jogo de submissão. Me sinto uma putinha.

Ele foi embora acho que uma hora depois. Não usamos camisinha, mas pelo menos ele sabe tirar de dentro. Gozou na minha barriga, mas acho que ele estava mirando na minha cara, porque ele chegou bem perto. Nananinanão, malandrão. Tá maluco? Credo. Odeio gozada na cara. Já deixei um ex fazer isso. Achei uma merda pra tirar, foi uma única vez e nunca mais. Mas na barriga eu gosto. Na buceta também. Mas eu não ia deixar aquele cara, ELE, gozar em mim, né? Não tô na pílula.

Fiz um café pra ele, demos mais uns beijos, achei que fosse rolar algo mais, mas nem. Ele foi embora logo depois. Ainda bem. Ele é bom pra transar, mas a meia dúzia de palavras que a gente trocou já deu pra ver que era uma pedra ambulante. Pra isso, eu prefiro meu ficante, deeeeez vezes melhor. Inclusive, liguei pra ele logo em seguida que o irmão dele saiu. Disse que tava dormindo. Eu sou muito horrível, como pode? Eu tava era levando pica até chorar. Mas enfim, ele é ficante, né, não é marido e nem namorado. Ninguém falou que não podia dar pro irmão.

Eu só espero, MUITO, que aquele puto não fale nada pro irmão dele. ABSOLUTAMENTE NADA. Vai estragar meu rolê. Do jeito que ele parece um burro — e não é pelo tamanho do pau —, eu não duvido de nada. Se ele ficar de boca fechada, eu deixo ele vir aqui de novo. "Deixo". Como se eu não estivesse sedenta por aquele homem, ai ai ai.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dei pro irmão do meu ficante

Codigo do conto:
273444

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
29/09/2026

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