No final do último semestre, já em clima de conclusão de curso, Amilton me flagou beijando um cara da faculdade, no bar, após o término da aula. Ele se chamava Breno. Um cara gostosinho, malhado, porém bem putinho e rodado.
Amilton me olhou por uns instantes com espanto. Mas não disse nada. Ele nunca tinha me visto beijando outro homem.
Nós nunca entramos nesse assunto, apesar dos anos de amizade.
Nesse época já não morávamos mais juntos. Amilton era putão, gostava de liberdade e preferiu alugar uma kit net próximo do metrô Vergueiro em São Paulo.
Após o ocorrido, na primeira oportunidade, Amilton me pergunta:
— porque você nunca me disse nada? Eu até imaginava, mas não custava falar né?
Respondi tranquilamente:
— achei que nem precisava. Mas é isso, mano!
Amilton, brincalhão como sempre, pergunta:
— você é dos que dá ou dos que comem ??
— ah, sai daqui palhaço! Respondi dando risada.
O que Amilton não sabia, é que esse mesmo rapaz que eu beijei, havia me contato algo inusitado sobre sobre uma suposta mamada que ele deu em Amilton.
Eu tentei desacreditar de início, mas um detalhe me deixou pensativo.
Breno afirmou que Amilton tinha uma pinta grande, do lado da rola que os pelos são aparados na máquina. Disse também que Amilton tinha numa rola média e bolas bem marcadinhas no saco.
Como eu dividi apartamento com o Amilton por um bom tempo, o que eu mais vi, foi ele pelado. E sim, tudo era verdade, pentelhos aparados, uma pinta do lado da rola e um pau não muito grande.
Breno ainda contou que Amilton teve a iniciativa, dizendo que era curioso pra saber se homens mamavam melhor que as minas que ele pegava.
Disse ainda que Amilton era safado e pegava na bunda dele, depois na rola, depois rolou uns beijos, rolou uma mamada. ( Breno mamando ele)
Ele finalizou dizendo que por pouco Amilton não caiu de boca na rola dele, pois enquanto Amilton tinha uma rola normal, a do Breno passava dos 20cm fácil.
Amilton apalpava a mala do breno com gosto e curiosidade, devido o tamanho mesmo estando mole.
Meses se passaram, fomos em um bar conhecido no bairro do Bexiga, bem conhecido pelo ambiente meio insalubre, porém frequentado por gente bonita.
Amilton bebeu como se não houvesse amanhã. Beijou umas das poucas mulheres que tinha lá.
Era umas 03:45 da manhã e Amilton não parava de pé.
Chamei um uber e levei ele pra minha casa.
Ao entrar no meu ap, levei Amilton direto pro banheiro.
Tirei a roupa toda dele, deixando-o só de cueca.
Coloquei um banquinho no box, sentei ele e liguei o chuveiro.
— Ai … Ai… a água tá quente, reclamou!
Ajustei e ele reclamou de novo
— nossa, agora tá frio. Meu ponto vai sumir nessa água gelada.
Respondi:
— cala a boca e senta direito!
Gentilmente puxei a cueca dele pra baixo deixado-o completamente nu.
Quando vi a rola dele, lembrei na hora do que Breno havia relatado.
Ajudei ele com o banho, tirei ele no box e fui ajuntando ele a se secar.
Passei a toalha no corpo todo me resolvi fazer um teste.
Passei a toalha no meio da bunda dele e ele não disse nada.
Passei no saco e no pau e ele também não disse nada.
Ele estava de pé perto da porta. Fiquei atrás dele e comecei a secar seu abdômen, pescoço, bunda, coxas. Passei a toalha em tudo. E passei na rola dele algumas vezes.
O pau dele começou a dar sinal de vida. Então levei ele pra minha cama pelado mesmo.
Ele estava bem consciente depois do banho.
Deixei ele lá, tomei um banho e voltei. Vesti uma cueca e deitei do lado dele.
Do nada ele se vira e coloca o braço em cima de mim e começa a agradecer
— você é foda de mais, mano. Obrigado viu?
— te considero de mais parça.
— você é pra casar, sabia?
— quem namorar com você vai se dar bem.
Ele dizia essas coisas e ao mesmo tempo ficava tocando meu abdômen, meu peitoral. Até que parou com a mão bem em cima do elástico da cueca, a centímetros da minha rola.
Aquilo começou a me deixar excitado e meu pau foi crescendo até que encostou no dedo dele.
Amilton, sentindo que minha rola estava dura, sem cerimônia pegou no meu pau inteiro e perguntou porquê a rola estava dura.
Ele fez aquilo com tanta naturalidade que eu acabei ficando a vontade e respondi.
— mano tu fica mexendo no meu corpo, aí dá nisso.
— Nossa, mas só de encontrar em você já fica assim parecendo pedra? Respondeu ele ainda com a mão na minha rola por cima da cueca.
Aproveitei a situação e levei a minha mão até a rola dele, que para a minha supresa também estava igual pedra.
- Que isso aqui, Amilton??? Pegou no meu pau e ficou excitado é?
Amilton fica em silêncio. Ele com a rola de fora e eu com cueca.
- Tira a sua cueca também, só eu vou ficar sem?
Tirei na mesma hora, doido pra saber onde aquilo ia parar.
Amilton voltou a segurar meu pau e fez elogios.
— Você é pintudo, amigo. Se comesse mulher, as minas iam te adorar.
Amilton agia como se ainda estivesse mole da bebida,
então não forcei nada, apesar de querer muito pegar ele ali na hora.
Mas Amilton não parava. E ficava falando cosias aleatórias e pegando no meu pau, depois no saco
Até que num movimento inusitado ele se ajeita com a cabeça no meu umbigo e fica de frente pra minha rola.
- o que você está fazendo mano ???
- Nada tô só vendo, respondeu Amilton
- vendo o que mano?
- nada nada mano! Me deixa aqui.
Fiquei em silêncio só imaginando o que ele tava querendo fazer.
Ele começou a descobrir e a cobrar a cabeça do meu pau com a pele, bem devagar, como se fosse uma punheta.
Eu fiquei deitado e de olhos fechados com uma das mãos na cara, gostando e ao mesmo tempo sem entender o que ele queria.
Lembrei do relato do Breno quando ele dizia que Amilton pegava na rola dele.
Sinto Amilton puxando a pele da rola e deixando a cabeça exposta.
Nesse mesmo instante sinto uma boca quente envolvendo a cabeça da minha rola.
- AMILTON !!!!!!! Que isso?????
Ele simplesmente me ignorou e mamou por uns 10 segundos. Tirou da boca e disse:
— tem gosto de nada.
E voltou a mamar.
Pensa num boquete ruim, desajeitado. Ma tava gostoso.
Toda aquela situação com meu amigo de anos, gerou um misto de medo e tesão.
Amilton tirava a rola da boca, ficava olhando, dava umas lambidas no saco depois voltava a mamar.
Até que tive a brilhante ideia de propor um 69.
Já que estamos aqui né?!
Eu me virei, me posicionei, olhei aquela rola duríssima, puxei a pele até expor a cabeça e dei a primeira lambida.
Amilton se contorceu todo
- caralho mano! Que foi isso?
- calma, cara nem comecei!
Iniciei pela cabecinha, e foi engolindo bem devagar.
Amilton começou a me copiar e me mamar do mesmo jeito que eu mamada vele.
Ficamos ali uns 15 minutos, até que resolvi lamber o rabo dele. Aquele cara se transformou em algo que nunca tive visto em todo nossos anos de amizade.
Cada linguada que eu dava ele soltava uns gemidos finos, bem de putinha. Eu tava adorando aquilo.
Propus então que ele senta-se na minha cara.
Ele ainda receoso aceitou. Se posicionou meio sem jeito e eu enfiei a cara no meio daquele rabo.
Ele não sabia bem o que fazer. Mandei ele me mamar novamente.
Eu cutucava o cu dele com a língua e forçava enquanto ele lambuzada meu pau.
Eu pedi pra ele deixar a minha rola bem molhada para bater uma uma pra pra mim. Imediatamente ele lambuzou e começou a me punhetar. Uma mão na minha rola e outra na rola dele.
Enquanto isso eu me afogava no meio das nadegas dele.
Ele gemia fino, fino de verdade
- ain… ain… não tô aguentando… vou gozar… quero gozar .
Amilton jorrou leite com tanta força que espirrou no meu pau e nas minhas bolas, que lubrificou mais ainda o pau.
Em menos de um minuto eu gozei. Melequei toda a minha barriga e ainda acertei o abdômen do Amilton.
Ele saiu de cima de mim e sentou do lado da cama, em completo silêncio.
Já imaginei que foi a depressão pós gozada. Ainda mais sendo com um homem pela suposta primeira vez.
Fingi costume e levei ele pro banho novamente.
Entrei com ele no box, liguei o chuveiro e passei sabão em mim e nele. Ele continuou em completo silêncio.
Assim que terminamos e desliguei o chuveiro, comecei a me secar e secar ele junto. Ele olha bem no meu olho e me abraça.
- calma, Amilton, deixa eu te secar primeiro.
- Vamos voltar pra cama? Pediu o Amilton.
Assim fizemos, voltamos pra cama.
Deitamos ele ele me abraço.
Abracei ele de volta. Fiz de tudo pra ele não ficar constrangido ou algo parecido.
Ele rompe o silêncio e fala.
— eu sempre senti algo por você, Pedro. Tu é corajoso de mais mano. Séloko! Mó firmeza mesmo.
Eu fiquei escutando aquilo sem entender nada enquanto ele se ajeitava ele mim, me abraçando na cama.
Ele volta a dizer:
- Foda-se! Pego homem, pego mulher, pego o que eu quiser.
- tudo bem, Amilton. Tá tudo bem. Sem crise.
Pegamos no sono.
Logo pela manhã, já era umas 10h, eu sinto a mesma boquinha quente envolvendo minha rola que já estava quase dura.
Ele me olha, da bom dia e volta a mamar.
- Acordou com fogo, foi? Safado!
Amilton, sem pudor nenhum responde.
- foda-se você é meu amigo e eu posso!