Até que ele escolhe abaixar sua calça e puxar a sua cueca para que todos vejam ela enfiada no seu cu, suas bolas espremidas na cueca e, para finalizar, uma puxada para rasgar e expor sua bunda.
Foi bem isso que aconteceu comigo, e não só comigo.
Me chamo Ivo, tenho 26 anos, sou bem branquinho, cabelos loiros meio cacheados e posso dizer que tenho um corpo atlético. 1,70 m de altura, bumbum grande, peitoral definido. Bem padrãozinho.
Bom…
Minha mãe se casou pela segunda vez e fomos morar com o novo marido dela, o Rivaldo. Minha mãe, Ângela, estava solteira há anos desde que meu pai havia arrumado outra mulher. Uma novinha, para ser exato.
Rivaldo, o novo marido da minha mãe, era bem próspero. Casa própria na cidade, outra casa em Ubatuba, carro do ano e uma pequena empresa.
Minha mãe e Rivaldo resolveram fazer uma viagem no início de dezembro e só voltariam para as festas de fim de ano.
Então decidi ficar na casa de praia em Ubatuba.
Chegando na casa, usei as chaves que meu padrasto havia deixado. Mas ainda tinha uma corrente no portão e eu não tinha a chave.
Comecei a mexer e o barulho chamou a atenção de Silvério, o caseiro que ficava nos fundos da casa.
— Tá fazendo o que aí, moleque? Quem é você? — Oi, sou Ivo, afilhado do Rivaldo, filho da Ângela.
De longe ele responde: — Espera aí! Voltou com uma chave e abriu o cadeado.
Ele era meio seco. Parecia que estava fazendo um favor. Assim que abriu o portão, virou as costas e voltou para a casinha dos fundos.
Silvério era um cara novo, moreno, muito alto, com um corpão de dar inveja. Me recepcionou sem camiseta e só de shorts. Estava um dia muito quente.
Naquele dia percebi que havia alguns problemas na casa. Chamei ele várias vezes. Era problema na torneira, problema na porta, problema na bomba da piscina.
Até que chamei ele mais uma vez e nitidamente ele não gostou. Fui tomar banho e o chuveiro não esquentava. Como eu estava sozinho, fui só de cueca até a casinha chamá-lo.
— Cara, o chuveiro não esquenta. — Toma banho gelado mesmo, tá calor — respondeu ele com um ar de deboche.
Perguntei: — Você vai arrumar ou não?
Ele disse que ia ver isso só no dia seguinte. Questionei dizendo: — Como assim só amanhã? Quero tomar banho!
Silvério levantou da cadeira e disse: — Tu é chato igual ao teu padrasto. Puta que pariu!
Na mesma hora eu disse: — Meio folgado para um caseiro, né? Vou conversar isso com o Rivaldo.
— Conversa lá. Boa sorte — respondeu. Veio na minha direção e fechou a porta na minha cara. Eu empurrei a porta de volta e ele já estava de costas.
— Você é folgado, hein? Como que o Rivaldo mantém você aqui? Silvério voltou na minha direção, me virou de costas, me segurou pela cueca, que logo entrou no meio da minha bunda, e me fez andar na ponta do pé até o banheiro da casa.
No meio do caminho tentei sair, mas sem sucesso. O bicho era bruto demais.
— Filho da puta, me solta… cuzão do caralho. — Cala a boca, viadinho! — respondeu me segurando com mais força ainda. Meus pés quase não tocavam o chão.
Entrando no banheiro, ele me solta e pergunta qual era o problema do chuveiro.
Eu estava vermelho, puto de raiva.
— Vai se foder, maluco! Você nem me conhece. Você tá fodido! Falei isso tentando tirar a cueca do cu.
Silvério olha bem para mim e fala:
— Rivaldinho disse a mesma coisa quando fiz a cueca dele virar um fio dental. Na primeira vez ele reclamou. Hoje, além de puxar muito aquelas cuequinhas que ele usa, ainda dou uns bons tapas. Mas enfim… qual era mesmo o problema do chuveiro?
Eu fiquei sem reação enquanto Silvério encostava na porta e ficava rindo e olhando minha cara de surpresa.
Disparei:
— Rivaldinho? Meu padrasto? Como assim? Que conversa é essa? — Sim, seu padrasto. É para ele que você vai reclamar de mim, né? Ali eu entendi que Rivaldo comia na mão do Silvério. Rivaldo tinha fetiche em levar cuecão, ser humilhado, e Silvério realizava isso para ele.
Eu fiquei tão surpreso que Silvério achou por bem não falar mais nada e arrumar o chuveiro.
Assim que ele estava saindo, eu disse: — Mano, você está inventando essas coisas. Silvério dá um passo para trás, põe a mão na minha cintura e diz:
— Oh, meu querido… Teu padrasto é só mais um que obedece aqui, tá? Eu posso provar se quiser.
Silvério mais uma vez pegou na minha cueca, que já estava toda esticada, e só com uma puxada arrancou. Era uma cueca slip branca com as laterais finas.
Além de arrancar, ele a levou embora.
Tentei brigar com ele, mas sem sucesso. Eu estava perplexo com a situação.
No dia seguinte, tentei uma aproximação com Silvério. Fui na casinha e chamei ele para tomar café.
Ele veio como se nada tivesse acontecido no dia anterior. Então logo enchi ele de perguntas.
— Você é algum tipo de GP? Desses que realiza fetiche? Meu padrasto é gay? Ele tem fetiche em cuecão? Você comeu ele?
— Calma, rapaz… eu não sou GP. Mas o caso com o Rivaldo é antigo. Moro aqui há anos. Cuido da casa há anos. Meu pai cuidava, mas faleceu e eu fiquei. Desde então, Rivaldo me manteve aqui. Em troca, cuido de tudo e ganho um salário.
Ainda perguntei: — E como começou isso? Ele respondeu:
— Descobri essa tara do seu pai porque em todas as brincadeiras dele comigo ele dava um jeito de puxar a minha cueca. Eu levava aquilo na esportiva, tô aqui desde os 19 anos, e ele me tratava como filho dele. Até que um dia revidei. Revidei com gosto a ponto de rasgar parcialmente a cueca dele. Fiquei com medo de ele brigar comigo, mas ele nem ligou. Ele baixou o shorts para tirar o que sobrou da cueca e eu notei uma leve excitação. Sempre que ele vinha com brincadeira eu dava cuecão nele, e ele facilitava todas as vezes.
Eu escutava aquilo sem reação. Mas no fundo, por eu ser um cara de mente aberta, procurei entender.
Silvério ainda continuou:
— Um certo dia peguei ele desprevenido, escovando os dentes no banheiro, só de cueca. Fiz um cuecão tão bem feito nele. Eu já sabia que aquilo excitava demais ele. Ele usava uma cuequinha slip minúscula, que logo sumiu no meio do rego dele na puxada. Com a bunda exposta, ainda dei uns dois tapas em cada lado. Ele se inclinou para cuspir a pasta e eu dei o golpe final. Suas pernas estavam um pouco afastadas, e eu agarrei suas bolas por trás e comecei a apertar. Na hora eu sinto um pau rígido. Rivaldo, com a voz trêmula, diz: — Moleque, não faça isso.
Eu continuei pegando e alisando a rola e as bolas dele. Eu puxava aquela cueca com força até que Rivaldo explodiu e gozou, sem mal tocar no próprio pinto.
Ali foi o start.
Desde então, já rasguei algumas de suas cuecas.
Silvério trocou de cadeira e sentou do meu lado. Abriu o celular e mostrou filmagens do Rivaldo mamando ele e levando cuecão, tapa na bunda e mais cuecão.
A minha surpresa maior ainda estava por vir. Antes mesmo que eu perguntasse, Silvério abre um último vídeo e lá estava ela, minha mãe. Rasgando a cueca do meu padrasto enquanto ele engolia a rola de Silvério.
Silvério era a marmita dos dois. Era muita informação para a minha cabeça.
Silvério me deixou e foi embora.
No final do dia, fui na casinha e ele estava lá. Quando ele me viu chegando, pegou um pano para limpar a mão. O pano nada mais era do que a minha cueca que ele rasgou. Aquilo foi uma provocação.
Chegando na porta, antes mesmo de eu falar qualquer coisa, ele pergunta:
— Que foi, veio mamar? Kkkkkkk
Respondi: — Se liga, nem curto isso. Silvério, muito astuto, disse: — Seu pau disse o contrário quando sua cueca invadiu sua bunda ontem. E, na boa, se quiser brincar eu te ajudo com isso. Falou isso tirando a rola pela lateral do shorts.
Fiquei olhando aquilo por uns instantes e disse:
— Você é muito filho da puta. Silvério, com uma voz mansa, disse:
— Vem aqui, bebê, vem mamar. — Não, mano! — respondi. — Então veio fazer o que aqui? — retrucou. — Tu é igual o Rivaldo. Mas relaxa, nada sai daqui — acrescentou.
Dei as costas e voltei para casa. Silvério veio atrás. Eu percebi ele vindo, fui para o quarto e deitei na cama. Ele surge logo em seguida e coloca o pau já duro para fora.
— Bora, vem mamar.
Sentei na cama, peguei na rola, olhei para ele, olhei para a rola e comecei a mamar.
Ele trocou de lugar comigo, sentou na cama e eu fiquei de joelhos na frente dele. O filho da puta não perdeu tempo. Buscou a minha cueca e segurou até entrar na minha bunda. A cueca começou a estalar com as costuras rasgando, até que ela se rasga completamente.
Aquilo foi uma sensação de tesão com submissão que tomou conta de mim. Eu senti o que meu padrasto sentia.
Silvério era apaixonado em fazer aquilo. Foram quase trinta dias na casa de praia. Fazia questão de usar cuecas velhas, já sabendo que a qualquer momento eu estaria engolindo uma rola com a minha cueca atolada na bunda igual uma calcinha.