Para quem não leu o conto anterior, conheci o Ryan no grinder. Um cara de baixa estatura, fortinho e bem afeminado. Eu sou moreno, 1.90 de altura, forte, rabudo, roludo, pernas grossas e bem machão na academia. Sou fechado, ando com cara feia mesmo e esse é meu jeito.
Quando falei com o Ryan pelo app, não dei muita moral por ele ser afeminado.
Conversamos um pouco no elevador, depois no vestiário e ali Ryan e eu decidimos ir em casa. Na minha cabeça, ele ia me mamar igual uma cadela, rebolar na minha pica igual uma putinha e, não foi bem assim.
Ryam me dominou fácil, até calcinha eu usei naquele dia. Ele entrou na minha mente
(agora você precisa voltar um conto para saber como foi)
Reencontrei Ryan na academia, depois dele ter me humilhado no meu sofá e ,e feito de puta. Exatamente no mesmo lugar, pegamos o elevador e nos cumprimentamos. Ele já me olhou com cara de safado, passou a mão por trás de mim e deu uma apertadinha na minha bunda.
– Saudade desse rabão.
– Não começa. Na próxima eu vou acabar com você! Respondi.
Ryan me olha com cara de deboche e fala: – Na última vez até calcinha você colocou, acha mesmo que não vou querer repetir? Deu risada.
Balancei a cabeça e me calei.
Ao entrarmos no vestiário, Ryan encontra dois amigos, Matheus e Wagner. Dois afeminadinhos, magrelos. Um estava de camiseta e cueca e o outro só de cueca.
Eles se cumprimentam com beijinhos e eu sigo para o mictório.
Percebo eles cochichando sobre mim. Ryan fala algo e eles riem baixinho.
Sai do mictório, e fui treinar.
Quase no final do meu treino, Ryan se aproxima e fala que os amigos dele me achavam um tesão.
– Meus amigos ficaram doidos em você. Bora pra uma brincadeirinha de novo?
Confesso que lembrei do Ryan me dominando e fiquei balançado. Me imaginei ajoelhado mamando três afeminadinhos, logo eu machão.
Respondi: – Vamos ver, quem sabe?
Ryan foi insistente com aquele jeitinho afeminado dele.
– Ah, vamos gatão. Só uma bricadeirinha entre a gente.
Recusei e disse que outro dia a gente faria isso.
Ao sair da academia, uma chuva forte me impediu de entrar em casa, isso porque moro há cerca de 70 metros de distância.
Logo em seguida, vejo Ryan e seus amigos saindo.
Ryan para do meu lado e fala: —- Teve o dia todo pra chover e vai chover bem agora? Ainda bem que você mora perto né amor?
— Amor, o que ? kkkk Dei risada.
— Você é meu amor. Meu putão. Sussurrou.
— E já que estamos aqui, a gente poderia ir na sua casa né? Os meninos querem e eu também. Vamos vai? Vamos?
Ele sabia convencer. Ele usava um perfume feminino, um cheiro que exalava. Ele se cuidava muito bem. Cabelo, unhas, pele do rosto. Ele era bonito.
Acabei aceitando e fomos até meu apartamento.
Assim que entramos, eles pediram licença, deixaram as coisas perto da porta e logo fui cercado. Ryan me abraçou e chamou os meninos.
Começamos a nos beijar, nos esfregar, passar as mãos nas bundas, até que o Wagner começa a abaixar meu shorts, me deixando só de cueca. Ele começa a cheirar minha rola e tira ela pelo lado da cueca. Sem pressa ele poe a minha rola na boca dele e começa a mamar. Ryan e Wagner estavam mais atrás de mim, beijavam meu pescoço e apertavam a minha bunda.
Matheus me mamava, mas não pau não subia por completo. ficava meio mole. Mesmo assim ele continuava.
Rayn fala para Wagner: – É assim que ele gosta, óh…
Arregaçou minha cueca no meio da bunda igual uma calcinha. Ele puxou tão forte que dei uma gemido.
Matheus: – Pelo visto ele gosta mesmo.
Ryan, na maldade, me dava cuecão e me levava em direção ao sofá.
Matheus e Wagner, vendo minha bunda exposta, começam a dar uns tapas, até que fiquei de quatro no sofá e com a bundona empinada.
Mais uma vez eu estava lá, sendo dominado, agora por três afeminados.
Ryan afasta as minhas pernas e começa a massagear minhas bolas e meu pau mole.
– Essa rola não fica dura? o Wagner já mamou e nada. É broxa? kkkkkkk
De fato a minha rola não subia, não sei o que houve. Aquilo só me deixou mais suscetível a humilhação. Wagner, que já havia mamado meu pau mole, subiu no sofá e sentou no topo com as pernas abertas na minha frente. Ele tirou a rola pra fora e me pegou pelos cabelos e direcionou até sua rola. Era um pau médio, grossinho, cabeça rosinha e tinha um cheiro leve de suor.
Wagner me colocou pra mamar ele igual uma puta sem dono. Ele segurava a minha cueca numa espécie de cuecão e fazia movimentos de vai e vem com a pica na minha boca.
Matheus vendo aquela cena do meu rabo com a cueca parecendo um feio dental, sugeriu colocar em mim uma calcinha. Ryan topou na mesma hora e pegaram uma calcinha numa das bolsas.
Eu já estava entregue, só deixei acontecer. Meu único medo era me filmarem naquela situação.
Enquanto eu estava engolindo a rola do Wagner, Ryan e Matheus tiraram a minha cueca e colocaram uma calcinha minúscula em mim. Na hora de subir a calcinha pra ela ficar enfiadinha no meu rabo, Ryan pegou na minha rola mole e dobrou ela dentro do paninho calcinha.
– Sua rolinha mole coube certinha na calcinha né? Que delicinha de pacotinho minusculo. kkkkk
Matheus terminou de colocar a calcinha em mim, dando uma puxada até ela enterrar na minha bunda. Foi ali que a diversão começou.
Ryan pegou lubrificante e começou a lambuzar meu cu e a rola dele.
Ryan passava na rola dele e na rola do Matheus.
Os dois com os paus duros igual pedra.
Eu ainda mamava o Wagner, já um pouco cansado. Ryan se posicionou atrás de mim, tiranod a calcinha de lado e começou a me comer bem lentamente. Eu podia sentir a cabeça da rola dele entrando em mim. Matheus subiu no sofá, ao lado do Wagner, e me mandou mamar. A rola dele era maior que a dos outros dois, Era grossa, cabeçuda. Coloquei a rola dele na boca e senti o gosto de lubrificante. Continuei mesmo assim.
Wagner esfregava o pé na minha rola e nada dela ficar dura.
– Essa rola não serve pra nada mesmo né? Nem sobe essa porra. Disse o Wagner.
– Até a rola dele entendeu que ele só serve pra putinha. Completou Ryan.
Ryan me bombava com força. Segurava a calcinha igual uma alça.
Wagner resolveu meter em mim. Trocou de lugar com o Ryan e começou a me comer com maldade. As bolas dele batiam nas minhas.
Ryan sentou no lugar no wagner e ali eu revezava, mamava o Matheus e ele.
Wagner me bombava até que anunciou o gozo. Gozou dentro do meu cu. Ao tirar a pica, o leite escorria pelas minhas bolas e pingava no chão. Aquele gozo quente passando pelas minhas bolas começou a me excitar e meu pau começou a reagir.
Wagner vendo a minha rola crescer, tirou meu pau pra fora e começou a me masturbar por trás, como se estivesse ordenhando uma vaca. Ele passava saliva nas mãos e alisava meu pau.
Toda aquela situação me deixou louco e entregue.
Matheus se punhetava enquanto mamava o Ryan. Ele anuncia que vai gozar, mira o pau na minha cara e solta jatos de porra na minha cara.
O gozo escorria e entrava na minha boca. Ryan foi traiçoeiro, não avisou que ia gozar e encheu minha boca de leite. Era porra quente dos dois na minha boca.
Ryan, como na primeira vez, manda eu limpar o pau dos dois.
Enquanto eu limpava o pau deles com minha língua, Wagner intensificou a punheta no meu pau. Ele lambuzava com saliva e passava na minha rola. Ele segurava as minhas duas bolas com uma das mãos e com a outra me masturbava. Eu me contrai todo e gozei gemendo igual uma puto.
Pronto, os quatro tinham gozado. Meu cu escorrendo porra, calcinha enfiada no rego e a dignidade, sei la onde tava.
Depois disso, sempre vejo esses três na academia. Quem olhe três afeminadas treinando juntas nem imagina que são três dominadores que gostam de humilhar.
Ainda não tivemos mais um encontro. Se tiver, vocês vão saber.