Rafa tem um irmão de 19 anos, Yago. Ele é ratinho de academia. Treina todo dia, apesar de magro, tem um corpo bem definido. Vive se exibindo de cueca pela casa. Da pra notar que o moleque tem uma rola um pouco maior que a média, sacão que dá volume e poucos pentelhos saindo da cueca.
Quando ficávamos sozinhos, Rafa sempre vinha com umas brincadeiras de “agarra agarra”. Sempre deixei ela vencer e me imobilizar. No final dava-mos uns pegas, uns amassos. Ela sempre ia com a mão na minha rola por cima da bermuda. Meu pau ficava duro e eles apertavam e apertavam. Eu percebi um leve descontentamento dela, pois não era um pau grande.
Nas brincadeiras de lutinha ela sempre agarrava as minhas bolas. Aquele era sempre o golpe final.
Uma dia decidi não deixar ela vencer. Agarrei ela e a imobilizei no colchão que estava no chão. Ela imediatamente começa a chamar pelo irmão que estava sentado no sofá.
— YAGO! Yago! Me ajuda kkkkkk . Por favor! Me salva kkkkk
Eu a segurava com força até que Yago meio fazendo cócegas e eu relutei em soltá-la.
Me virei, colocando a Rafa por baixo e Yago ficou em cima de mim. Eu pude sentir a mala dele na minha perna. Aquela coisa fofa, mole. Ele estava de camiseta e cueca.
Yago, teve a brilhante ideia de puxar meu shorts e ele veio junto com a cueca. Como a Rafa estava virada para o chão, ela não viu, mas o Yago viu perfeitamente meu pau e as minhas bolas.
Eu fiquei desesperado com meu pau a mostra e Yago vendo tudo.
Yago dispara a rir e dá um tapa na minha bunda.
Com esforço, consigo subir a cueca e esconder meu pinto.
Ficamos ali uns dois minutos na lutinha. Até que não resisti mais e soltei a Rafa. Os três estavam ofegantes, suados.
— Vamos tomar um banho. Disse a Rafa
Ela foi a primeira. Em seguida, entrei no banheiro e o Yago veio junto. Chegou tirando a roupa e ficando completamente nu na minha frente. Passou por mim e foi ligar o chuveiro. Eu estava de cueca e morrendo de vergonha dele ver meu pinto.
Finjo que estava vendo algo no espelho e ele começa a se banhar. Espero ele terminar e pedir que deixe o chuveiro ligado. Ele saiu, se enrolou na toalha e eu entrei logo em seguida, de cueca mesmo. Eu fiquei meio bolado com ele peladão na minha frente. Ainda mais com aquela rola mole, balançando na minha frente.
Entrei no chuveiro e ele percebeu que não tirei a cueca.
— Vai tomar banho de cueca?
— Sim, transpirei muito e já aproveito e lavo.
O que eu havia me esquecido é que a minha cueca era branca. Ficou transparente e tudo ficou à mostra.
Percebi o Yago olhando de canto com um leve sorrisinho de deboche.
Yago, sem pudor nenhum me pergunta.
— Você e a Rafa estão transado?
— Queeeee?? Que pergunta é essa, Yago?
— Transando, Diego! Fazendo sexo, cara.
— Mas porque essa pergunta?
— Minha irmã, desabafou comigo. Disse que você foge um pouco dela. Ela já meteu a mão em você várias vezes e você foge dela.
— É por causa do seu pau?
As perguntas do Yago me deixaram vermelho e sem reação.
Tentei agir naturalmente e disse:
— Nada a ver Yago. Tudo tem seu tempo.
Yago insistiu em me perturbar com aquele assunto, ali no banheiro mesmo.
— Eu sei que minha irmã é Safada. O último namorado dela era um cavalo. Ela é foguenta mesmo. Ela já viu seu pau?
— As vezes ela pega nele, mas nunca o viu.
Yago estava determinado, não ia parar ali. Enquanto ele falava ele se secava com a toalha e passava a maior parte do tempo na rola e nas bolas.
Parecia uma provocação.
Até que ele me pede pra tirar a cueca.
— Não vou tirar! Pra que??
— deixa eu ver como é. Falou rindo
Neguei até o último mas Yago insistiu e entrou no box, enrolado nas toalhas e começou a forçar minha cueca pra baixo.
— Ok … eu tiro… falei isso baixando a cueca até o pé.
Yago começa a olhar meu pau, flácido , só pele e bolinhas e dispara:
— Pequeno mesmo hein cunhadinho. Olha o meu.
Ele tirou a toalha e mostrou a rola dele. Ele estava parcialmente excitado. Era uma rola grossa, da base à cabeça. Não estava dura e já tinha o dobro da minha.
Ele começou a massagear a própria rola e sem exitar pegou nas minhas bolas por baixo. Eu levei um susto e segurei o pulso dele.
— Calma cunhado, deixa eu ver. Calma, cario!
– Para com isso mano! Pedi com a voz baixa, meio envergonhado.
Meu pinto é branquinho, cabeça rosinha. Ele puxava a pele, ia e voltava. Punha a cabeça pra fora e guardava.
Meu pau começou a reagir e ficar duro com os movimentos.
Eu percebo a Rolona Grande do Yago, ficando dura também.
Pedi para que ele parasse mas ele nem me escutou e continuou massageando o meu pau e a rolona dele.
Yago coloca a toalha no chão, se ajoelha, e começa a aproximar o meu pau da boca dele.
Tentei segurar a cabeça dele para trás mas foi em vão. Meu pequeno Pinto estava ereto ele me segurava pelas minhas bolas e aí começou a mamar. Ele engolia com facilidade, sem esforço.
—- Mano, o que você está fazendo????? Questionei ele, mas adorando a mamada.
Yago seguia em silêncio, apenas fazendo o que ele queria. Foi a primeira vez que alguém me mamava daquele jeito. Em um momento, Yago tirou a boca, e olhou nos meus olhos enquanto punhetava meu pau todo babado.
– Pode continuar, cunhado?
– Mano, a sua irmã…..
– Deixa a minha irmã lá! E voltou a mamar.
Eu encostei na parede do box tentando me concentrar. aquela era uma situação inusitada para mim. Yago Fazia questão de lambuzar a minha rola com saliva e masturbar o meu pinto da cabeça até a base. aquilo estava tão bom, mas tão bom, que o gozo foi inevitável. Gozei muito na direção da cara do Yago. No primeiro jato, Yago fechou os olhos, abriu a boca e colocou a língua para fora para receber tudo o que meu pau jorrava.
Assim que terminei, Yago voltou a mamar, limpando todo o meu pau.
Ele passou a mão por trás de mim, ligou o chiveiro e tomamos outro banho.
O seu pau continuava duro. Saiu do banho com ele duro, se secou com ele duro, se enrolou na toalha com ele duro e foi pro quarto. Fui logo atrás.
Chegando lá, ele já estava deitado na cama ao lado da Rafa. Deitei do lado dela e o Yago ficou na outra ponta.
A todo momento ele me olhava com cara de safado e eu finjo que não entendia.
Semanas depois, Rafa decidiu terminar comigo.
OK, vida que segue. Não a encontrei mais e nem seu irmão. Às vezes o safado dava foguinho nas minhas fotos dos storys. Mas eu, cuzão como sempre, fingia não perceber.