Toda smart fit tem aquele cara aferminadíssimo, que todo mundo acha que é passivo.
Me enganei muito, humilhante e gostoso.
Me chamo Victor ( o nome é fictício). Sou um homem moreno, alto, macho, ando com a cara fechada, o que faz muita gente achar que sou até antipático ou bravo. Tenho quase 1.90 de altura, corpo malhado e cabelos ondulados.
Como de costume, treino nas smart fit da rua Augusta por estar perto de casa. Entre umas séries e outras, estou sempre dando uma espiada no grinder pra ver o movimento na região. Nesse dia, notei que recebi um “tap” de um cara baixinho e bem afeminado. Ele se chama Ryan ( nome também fictício). Olhei as fotos do perfil, dei um “tap” de volta por educação.
Como meu perfil não tinha foto do meu rosto, ele pediu para ver minhas fotos. Esperei uns minutos e mandei meu álbum na conversa. Imediatamente ele me elogiou, disse que meu viu na academia e que me achava um gato etc…
Agradeci e continuei treinando, até que decidi subir para o terceiro piso, onde fica o banheiro e as esteiras. Assim que entrei no elevador, ele veio sem seguida. Ali foi nosso primeiro contato visual. Ele é baixo, bate no meu peito.
Ele olhou para cima e sem exitar disse:
– Você é mais bonito pessoalmente.
Eu me fiz de desentendido, como se não soubesse quem ele era.
Mesmo assim agradeci e em seguida ele continuou:
– Acabamos de nos falar no app. Você me mandou seu álbum. Parabéns viu!
Agradeci novamente e disse: – Você não me mandou suas fotos.
Ele pegou o celular, entrou na nossa conversa e mandou o álbum.
Assim que a porta do elevador abriu, ele foi para o vestiário e para o bebedouro.
Abri o álbum dele e fui passando as fotos.
Ele é pequenininho, mas tem pernão, bundão, braços fortes… e por fim a rola.
O que era aquilo? Que lapa de rola mole era aquela? Próxima foto, a rola dura, em pé, grossa, bolas enormes.
Decidi entrar no vestiário e ele já estava lá, só de cueca, se trocando.
Ali já olhei ele com outros olhos, e fiquei com vontade de comê-lo ali mesmo no banheiro.
Fui até o mictório pra mijar, e fiz questão de ficar afastado para que ele pudesse ver minha rola grandona. Ele olhou, deu um sorrisinho e voltou a se trocar.
Ele colocou uma camiseta tipo croped, bem rente ao umbigo. Continuei balançando a rola, até que ele tira a dele pra fora, mole e balança na minha direção e sussurra:
– Vem mamar. É toda sua.
Eu, todo grandão, jamais iria servir um afeminado de croped.
Guardei meu pau, ele terminou de se vestir e descemos no mesmo elevador.
Ele me olhava com safadeza. Até que me perguntou:
– Bora desenrolar? Você mora aonde?
– Moro aqui do lado. respondo
– Bora agora? Ele insistiu,
– Bora então! Respondi.
Entramos em casa, ele deixou a bolsa de lado e foi logo me agarrando por trás. Não chegou a me encoxar por ele ser baixo. Ele meteu a mão na cordinha do meu shorts, foi desamarrando com uma certa euforia e logo me deixou só de cueca.
Pensei em me virar, e ele não deixou. Ele pegava na minha bunda com força e dava uns tapas. tentei tomar as rédeas da situação, mas ele já estava me ganhando. Na minha mente eu ia fazer ele de putinha no sofá, mas ele estava literalmente me dominando.
Fiz um movimento e me virei de frente pra ele, pra tentar beija-lo. Ele só me deu um selinho bem cafajeste. Pegue nã mão dele e levei até minha rola, e ele simplesmente ignorou.
Notei que ele já tinha abaixado o shorts dele e estava só de cueca e com a rola dura.
Pedi pra ele me mamar, e esse disse que depois mamava,
Me virou de costas, me empurrou até o sofá e eu fiquei de joelhos, com a cara no sofá. Ele afastou as minhas pernas e ali ele começou a pegar no meu pau por cima da cueca.
Enquanto ele fazia um movimento de vai e vem, meu pau começou a endurecer na mão dele.
–Ta gostando né seu putão? Olha sua piroca, já disse que sim.
Me deu mais tapas na sequência.
Eu estava realmente dominado por aquele viadinho de croped.
Como eu ainda estava de quatro no sofá ele pegou as minhas duas mãos e colocou para trás como se fosse algemá-las. Na mesma hora, ele que estava de pica dura, começou a esfregar mesmo com cueca na minha bunda. Com uma das mãos ele segurou os meus pulsos e com a outra ele juntou os dois lados da minha cueca slip e enfiou no meio da minha bunda, dando um cuecão. Na hora e involuntariamente minha bunda empinou.
Ali Eu Me virei, sentei no sofá com a cueca toda enfiada na bunda e disse:
– cara aí você tá de sacanagem comigo né?
– calma, Putão tô só brincando com você. Respondeu.
– volta aí vai, empina esse rabão para mim brincar com a tua bunda.
Mesmo eu não estando muito habituado aquela situação me deixou com muito tesão.
obedeci ele e voltei para a posição de quatro no sofá e com a bunda para cima. Tentei tirar a cueca do meio da minha bunda mas ele não deixou.
– Não, deixa assim! Ta bonito ver seu rabão só de calcinha.
– Mas eu não uso calcinha, retruquei.
Ele se afasta e me pede um momento. Vai até a sua bolsa e volta com uma calcinha branca, de redinha, e faz um pedido inusitado.
– Pôe pra mim?
– Nem fodendo. Respondi.
Eu já estava todo entregue, igual um submisso, levando tapa na bunda, cuecão e agora calcinha. Não gostei da ideia.
Mas Ryan insistiu. Enquanto ele insistia eu continuava de quatro no sofá, e ele alisava minha rola por trás e por cima da cueca, acariciava as bolas, ia até a cabeça.
Mesmo sem eu permitir, ele desatolou a cueca que estava enfiada no meu cu e foi tirando até chegar no meu pé.
Ligeiramente, Ryan posicionou e calcinha nos meus pés e começou a subir até chegar nos meus joelhos. tentei impedir com uma das mãos , mas ele foi mais rápido. A calcinha parou na minha coxa, perto da bunda.
Ele com todo cuidado, pagou a parte da frente da calxinha e guardou minha rola que nesse momento estava parcialmente mole. Depois ele arrumou a parte de trás, ajustando a calcinha até enterrar no meu rabo.
– Você ficou uma delicia, amor. Olha esse rabo lindo. Agora só dar esse cuzão pra mim.
Ao dizer isso ele já tinha tirado a rola pra fora. Ele sentou na ponta do sofá, abriu as pernas e me mandou lambuzar a rola dele.
Eu já estava vendido ali, de quatro, de calcinha, e agora ia mamar um cara que eu achava que era uma putinha.
Me deitei no meio das pernas dele, segurei a rola dele e cheirei. Tava com um cheiro forte de suor. Ele segurou a rola e minha cabeça e colocou uma contra a outra. Comecei a mamar ele forçado. o Viadinho era pentelhudo.
Ele se levantou, ficou de pé e mandou eu mamar ele de joelhos. Obedeci.
Meu pau estava saindo pela lateral da calcinha, as bolas já estavam quase fora daquele paninho minúsculo. Eu mamada ele igual um obcecado. Ele passou a mão pelas minhas costas e enfiou mais ainda a calcinha no meio do meu rabo.
– Mama putão, mama tudo. Olha essa cacinha enterrada no seu cu, viado.
– Aquele machão da academia nada mais é que uma putinha então. Entendi.
Ele fazia movimento de vai e vem com a rola na minha boca e suas bolas batiam no meu queixo.
Ele mandou eu me levantar depois de uns cinco minutos e voltar a ficar de quatro no sofá.
Ele voltou até a bolsa dele e pegou camisinha e gel.
Eu, já esperando ser arrombado por ele, olhei para trás e vi aquele pau já com a camisinha colocada.
Ele passou lubrificante no pau e depois tirou a calcinha no meio do meu cu e começou a passar gel. Ele passou muito, mas muito mesmo. Enfiava o dedo e tirava.
Até que encostou a cabeça da rola dele no meu cu.
Sussurrei:
– Vai devagar, cara. Não tô habituado a dar.
– Calma meu amor, vou com calma.
Ele empurrava e voltava. Fez isso umas três vezes, até que começou a entrar de vez.
Ele tinha passado tanto gel que eu nem senti dor. Ele sabia o que estava fazendo.
Começou a meter lentamente e foi aumentando a velocidade.
Ele segurava a calcinha igual uma alça e metia.
– Toma putão, machão da academia, viadinho, putinha… Agora ta aqui de calcinha.
Aquilo tava me deixando com um tesão fodido.
Meu pau e minhas bolas saíram pelo lado da calcinha. Eu podia sentir as bolas dele batendo nas minhas.
Ele esticou o braço e segurou meu cabelo e na calcinha.
Eu estava realmente sendo fodido pelo afeminado.
Ele estava perto de gozar, então ele aumentava mais ainda a frequência da metida. Ele segurava a calcinha com tanta força que ele enterrava no meu rogo. Ele ficava puxando e esticando, tirando onda , igual cuecão, me humilhando.
Enfim, ele dá as últimas bombadas e goza. Ele solta meu cabelo e a calcinha e dá uns passos para trás, com ar de aliviado, tira a camisinha e vem na direção da minha boca
– Agora limpa meu pau. Anda, limpa tudo!
Voltei a mamar ele. Aquele gosto de latex na boca tava foda, mas mamai.
Ele pegou no meu pau, passou cuspe e me masturou enquanto eu limpava a rola e as bolas dele.
Foi em menos de um minuto e gozei.
– Gostou, putão?
Apenas dei um sorrisinho envergonhado.
Nos vestimos e logo ele se retirou do meu ap.
Combinamos de conversar mais pelo app.
À noite, no mesmo dia, ele me chama de novo no app e diz que adorou meu fazer de putunha dele.
Apenas li a mensagem e deixei pra lá. Logo chega outra mensagem com uma foto temporária. Era eu de quatro, com a calcinha toda enfiada no meu cu. Na foto não aparecia meu rosto, Só minha bunda pra cima.
Eu nem tinha percebido que ele havia filmado ou fotografado.
Em seguida, ele mandou o álbum dele novamente e lá tinha um vídeo da gente transando. Ele deixou o celular posicionado na bolsa sem eu saber. No trecho do vídeo, ele está colocando da calcinha em mim, e enfiando no meio da minha bunda.
Ele olha para o celular e dá uma risadinha.
Ele disse que não aparecia meu rosto nas filmagens e que era pra eu ficar tranquilo.
Desde então, ele sempre me chama no app e pergunta:
– Minha vadiazinha ta com tempo hoje? Tenho calcinhas novas pra você usar.
Tivemos um segundo encontro e ele trouxe dois amigos, tão afeminados quanto ele.
Mas fica para a segunda parte….