real01 — A Vida de um Corno de Verdade: A Origem



Geralmente, o conto erótico sobre corno é feito para o leitor que gosta de ser corno, para a esposa que tem um corno em casa ou para o macho que gosta de comer mulher de corno. Então, o que mais dá tesão não é só o sexo. O sexo é o ápice, mas o que realmente excita são as humilhações, a história, o que um homem se sujeita a passar e o que deixa a esposa passar. Porque ser corno não é um desejo ou uma fantasia: é uma necessidade.

Ser corno é algo difícil de descrever, porque o que mais dá tesão é ele se sentir frouxo, ser tratado como um fraco, ser simplesmente maltratado pela esposa e por qualquer outro homem que fode a mulher dele. Por isso, vou tentar descrever em detalhes o que um corno gosta. E, por pior que você ache que este conto seja, você vai encontrar corno que gostaria de ter várias vidas só para ser corno de formas diferentes, uma pior que a outra. Mas, para o corno, isso é um sonho — um sonho que ele fica imaginando cada vez mais enquanto bate sua punhetinha.

Depois que goza, ele quer ser hominho de novo. Tudo isso acontece na cabeça dele mesmo: ele promete que vai largar aquilo, que vai mudar. Mas basta ouvir a palavra corno, ou chifre, ou frouxo, que o pintinho já começa a ficar duro e ele já começa a pensar: "só mais uma vez, só mais um pouco". E pronto — o corno está manso de novo.

Dito tudo isso, vou começar a contar minha história, sem pressa e sem necessariamente ter sexo radical envolvido. Então já adianto: leia se quiser e não venha reclamar. Agora, você, seu corno, corno de verdade, venha ver a versão e a vida deste corno. Inspire-se ou sinta inveja, mas o seu pauzinho vai ficar duro, babando, e você vai se imaginar passando por isso. E você, esposa ou macho, veja o que o corno gosta: não é só sexo. Corno é um ser à parte.


Nem preciso dizer meu nome. Eu gosto de ser chamado de corno, então basta saber que sou um corno.

Hoje eu tenho 42 anos. Mas, quando mais novo, com 15 anos, comecei a namorar uma menina de 13 anos. Eu era de uma religião que não permitia praticar sexo — se praticasse, ia para o inferno, sem perdão. Então eu não podia, de jeito nenhum, fazer sexo. O tempo foi passando, e a minha namorada na época, embora fosse à mesma igreja, não era batizada. Ou seja: ela era livre.

Você sabe como é: o beijo ia esquentando, o fogo ia aumentando e começavam os pegas — mão aqui, mão ali, e pronto, os dois a mil. Mas eu sempre parava, não podia continuar. Um certo dia, depois de alguns boatos de que ela estava me traindo, fui conversar com ela. Todo enciumado, perguntei o que estava acontecendo, e ela disse: "Ah, eu estou com vontade de viver a vida, não aguento mais."

Eu entendi o jargão, entendi o que era "viver a vida". Fiquei ali, triste, me perdendo em pensamentos. Ela simplesmente estava dizendo que queria transar, mas que comigo não podia. Simples assim. Fiquei pensando, triste, sabendo que podia perder a namorada. E aí veio algo dentro de mim: "Então vai experimentar. Já que eu não posso, vai lá e mata a curiosidade. Eu deixo. Assim você vê se gosta e o que acha."

Ela me respondeu, de um jeito natural e claro: "Eu sei que vou gostar, e sei que vou continuar vivendo." Pronto. Aquilo foi um tapa na cara. Minha namorada estava literalmente dizendo que queria transar e que, se eu deixasse, ela ia gostar — e ia querer continuar transando.

Ouvir aquilo foi humilhante, mas ainda assim eu falei: "Mas tudo bem, eu deixo." Ela disse: "Não quero fazer isso com você." Eu insisti: "Mas eu deixo." Ela respondeu: "Não é justo. É melhor terminarmos."

Enfim… naquele momento — algo que só fui descobrir muito tempo depois — nasceu um corno. Um corno manso, um corno frouxo por natureza, que foi ali humilhado por uma menina de cara tão inocente. Nada aconteceu de fato; foi só uma conversa sincera e simples.

Depois daquele dia, foi inevitável imaginar ela saindo com outro cara. Como seria? Como ela se comportaria? Do jeito que ela estava, seria fácil: ou começaria a namorar, ou ficaria com qualquer um. E minha cabeça foi a mil. Toda vez que a via em algum lugar, ficava me perguntando: será que ela já transou? Será que está namorando? Ela me tratava normal, mas sem intimidade nem amizade. A gente se via muito raramente. O fato é que ela não saía da minha cabeça. Eu a imaginava transando com outros caras e passei a me masturbar só pensando nesse tipo de coisa.

Não tinha graça ver um vídeo pornô — embora, na época, isso fosse difícil; era DVD e tal. Mas tudo que eu via ou assistia era imaginando um cara fodendo a minha namorada. Passei a só gostar de assistir pensando nisso. Nunca me imaginava comendo aquela gostosa, eu fazendo isso, eu fazendo aquilo, eu recebendo aquele boquete… não. Eu pensava naquele cara fazendo tudo isso na minha namorada, na minha mulher.

Pronto: virei um corno. Virgem, punheteiro e corno. O tempo passou, saí da igreja, transei pela primeira vez, meti — foi bom, mas nada era tão bom quanto imaginar alguém comendo a minha mulher. E veja: não ficava só pensando na minha ex-namorada. Pensava de modo geral. Se eu namorasse ou casasse, era isso que eu queria ver a minha mulher viver.

Esse foi o meu início. Como você pode ver, nada aconteceu. Foi simples: eu só me transformei em um corno de verdade. Agora vou te contar do meu casamento — namorei e casei muito rápido — e é aí que eu ia virar, de fato, um corno de verdade. Agora sim, depois dessa introdução, vocês vão poder ver o que um corno gosta na prática e tudo que ele faz para ser corno. Até o próximo conto.
                                


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Comentários


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brother1972 Comentou em 30/09/2026

Esse promete, não vacila mano, expectativa alta, começou bem pacas!

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casualsomente Comentou em 30/09/2026

Muito bom real uma amizade como vc é valorosa e honrada demais meu nobre

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luiscomedor Comentou em 30/09/2026

Otimo relato, que tenho certeza servira para guiar muitos outros cornos a se aceitarem . É como sempre falo Corno nasce Corno não tem jeito , mais cedo ou mais tarde ele encontra seu lugar no sexo . entende que será marido apaixonado, que fara de tudo pra sua Esposa , e o que realmente o faz feliz é ser Corno ...Manso...e submisso de sua Amada Esposa .




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico eueeleeoprazer

Nome do conto:
real01 — A Vida de um Corno de Verdade: A Origem

Codigo do conto:
273532

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
29/09/2026

Quant.de Votos:
4

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