real02 — A Vida de um Corno de Verdade: A Noiva Indiferente



Continuando: encontrei minha futura esposa. Não vou detalhar — pensa em algo normal, nem tão romântico nem nada. O fato é que, por vários motivos, nosso casamento teve que ser rápido. A tia dela era chata, ela morava de favor, e essa tia era da mesma igreja que eu frequentava quando novo. Então já viu. A gente quase não tinha tempo de se ver; ela não podia sair sem a sobrinha junto, essas coisas.

Decidimos casar e marcamos para dali a 30 dias. Como nem eu nem ela tínhamos problema quanto a sexo, me senti no direito de tentar um momento a sós — estava louco para ficar com ela. Peguei ela de carro, tínhamos poucos minutos, parei numa rua escura e pensei: agora vamos nos aproximar de verdade.

Começamos a nos beijar. Mas pensa numa mulher parada: ela só meio que aceitava o beijo. Eu tentando com mais intensidade, e ela aceitando, mas sem demonstrar que queria avançar — e, ao mesmo tempo, sem dar nenhum sinal de que eu tivesse que parar. Aquilo foi me dando uma frustração, quase uma raiva. Eu tentava me aproximar e nada. Pensei: dane-se, a gente vai casar mesmo.


E, em nenhum momento, ela demonstrou que eu não podia ou não deveria. Mas também não demonstrava nada — era como se ela só estivesse ali, deixando acontecer, sem participar. Então passando as mãos nos peitos delas, enfiei a mão por dentro e tirei e comecei a mamar naqueles peitos grandes, meu Deus que tetas gostosas. Aproveitei e enfiei a mão por dentro da calça, esperando ela pedir para parar ou ir devagar, mas nada, ela simplesmente deixava, então enfiei a mão por dentro da calcinha e tentando socar o dedo, eu estava virando um tarado, tentando enfiar de qualquer jeito, mas dentro do carro e no banco da frente, é muito sem jeito, então dei espaço e comecei a tirar as calças dela, ela simplesmente deixou. Arranquei a calcinha e abri as pernas dela e ela simplesmente deixando, sem nenhum protesto, sem nenhuma fala como, cuidado amor, estamos na rua, simplesmente ficou sem calça, sem calcinha e de pernas abertas.

Eu ainda pasmo pela facilidade e falta de vontade ou até mesmo por estar numa rua escura, para mostrar que eu ia mesmo até o fim, falei, vou colocar a camisinha e ela simplesmente disse, ta bom. Então eu coloquei a camisinha e meio desengonçado, sem jeito, meio frustrado, me sentindo insuficiente, talvez já por meu viés de corno, quando mais eu tentava, mas eu não conseguia encaixar meu pau na buceta dela. Fiquei envergonhado, meu pau começou a ficar mole, e eu me senti frouxo ao ponto que a camisinha praticamente saiu, meu pau ficou completamente murcho. Me senti completamente humilhado, frouxo, inconformado. Voltei para o meu lugar, e fiquei olhando para o outro lado, sem coragem de olhar para cara dela. Ela, com o banco do passageiro da frente meio deitado, de pernas abertas, completamente exposta, com os peitos pra fora do sutiã, simplesmente parada.

De repente ela quebra o silêncio, vai querer tentar de novo ou posso me vestir? Eu comecei a ficar com os olhos lacrimejados, inconformado, me sentindo ridicularizado, querendo demonstrar ser o alfa, o cara que decidiu, que domina a situação, na verdade era um frouxo, um verdadeiro fraco. Respondi de forma ríspida, já que você não parece estar com vontade né?

Ela respondeu sem expressão, sem cara feia, mas também sem compaixão, eu estou aqui, não estou? Se você ainda acha que consegue. Eu então quis começar uma discussão, querer brigar para conseguir uma reação, conseguir uma negação, eu querendo mostrar que sou homem, que eu estava no comando da situação, mas ela estava ali com as perna semi aberta, com os peitos de fora e repetiu, olha não sei porque você está bravo, eu estou aqui, é só você resolver seu problema e vir, você acha que ainda consegue? Mas lembre-se, ela não estava falando de forma sexy ou provocativa, era como se estivéssemos escolhendo uma pizza, sem nada de mais. Isso era uma humilhação, eu estava completamente frustrado, mas essa frustração, essa vergonha fez meu pau endurecer, mas ainda assim, eu queria manter a pose, e disse, então eu vou, só vou pegar outra camisinha. Me movimentei, me posicionei, ela abriu um pouco mais as pernas, mas eu estava com maldade, então me posicionei bem e meti fundo e com tudo, e com muita força, eu realmente queria fazer ela sentir dor, queria ouvir ela reclamar de algo, fazer ela pedir para ir devagar, ou parar, qualquer coisa, eu queria ela sentisse menos superior, queria causar alguma reação nela. Enfim… eu queria de algum jeito chatear ela para eu me sentir melhor, mas ela simplesmente disse: AGORA ENTROU.

Cara aquilo foi tão forte, eu no meio da minha das pernas da minha futura esposa, que conhecia a pouco tempo, porém que a historia dela era uma menina completamente recatada, que tinha feito sexo uma vez na vida, estava ali, me torturando por mostrar indiferença, por mostrar que realmente eu não era capaz de fazer nada com ela. Então comecei a meter com mais força, muita força, mas eu fiz o que um frouxo faz de melhor, GOZEIi, simples assim, um verdadeiro IDIOTA, não deu 30 segundos, eu me contorcendo por ter gozado, parece que alma tinha saído do corpo, pois gozei com todas minhas forças, totalmente ofegante, nas poucas estocadas, numa buceta quente e muito superior ao meu pequeno pau de 14cm, ficou claro que eu não era suficiente, que eu não tinha serventia pra nada relacionado a sexo. Ela sem falar nada, praticamente sem expressão, com os braços apoiados para cima, sem nenhuma preocupação, sem cara de prazer, ali, parada e me olhando. Eu pensando o que poderia estar passando pela cabeça dela, o que ela estaria sentindo. Sai de cima dela, totalmente derrotado, queria conseguir descrever, mas não tenho palavras, mas confesso, aquilo me deixava com um tesão absurdo, feliz por ter gozado, mas sem conseguir olhar na cara dela.


Ela começou a colocar a roupa, sem falar nada e eu também, ao terminar perguntei, quer que eu te leve? Ela disse sim, já deu a hora. Fomos embora, deixei ela na casa da tia dela, dei um beijo e fui pra casa. Eu não conseguia me olhar no espelho, frustrado, com vergonha de mim mesmo. Um cara de 29 anos, que dizia que ia cuidar dela, que pedi em casamento porque não aceitava que a tia dela tratava ela mal, todo pomposo, me achando o maioral, estava ali, me sentindo humilhado e pior, ela não fez nada, ela não regulou nada, ela só demonstrou que era melhor que eu, que eu não era suficiente para ela, que eu era incapaz de domá-la.

Dias depois, fomos ao apartamento que tínhamos alugado, ainda arrumando as coisas. Pensei: aqui é mais tranquilo, é a nossa casa, hoje eu mostro pra ela quem eu sou. Enrolei para ir embora, puxei ela, comecei a beijar. E de novo a mesma coisa: ela não se empolgava, mas não colocava limites. Eu fui avançando, achando que em algum momento ela pediria para parar, confesso que na verdade eu queria que ela pedisse para parar, mas não, ela aceitava, ela deixava, então puxei uma cobertas, coloquei no chão para deixar mais macio e deitei ela. Tirei as calças dela e ela simplesmente deixou, e ficou ali de pernas abertas, sem pudor, sem timidez, sem nenhuma vergonha. Eu dei uma rápida chupada e me levantando falei para ela, agora vem por cima! Ela de modo muito tranquilo, olhou pra mim e disse, se você quer, você que trabalhe! E continuou de pernas abertas e mãos para cima.

Eu não ponderei, não tinha a menor chance de me impor, na materia de sexo, ela já tinha me dominado, não precisa dizer muita coisa, ela sabia que eu era frouxo e seria do jeito dela e pronto. Então deitei na famosa posição de papai e mamae e comecer a meter, cheguei metendo, sem medo, sem carinho, e fiquei ali trepando, parecia que eu estava trepando sozinho, a cada estocada ao invés de me sentir foda, de me sentir homem, eu me sentia mais frouxo, mais fraco, mais dominado, meu Deus, como eu era frouxo, como eu era fraco para essa mulher. Eu queria castigá-la, eu queria ouvir ela reclamar, eu queria ouvir ela pedir para ir devagar, mas nada. A cada estocada, embora com o pau duro, muito duro, eu ficava brigando comigo mesmo, me xingando, a ponto de começar a praticamente chorar, era muito humilhante. Como pode uma mulher nova, com cara de santinha, toda delicada, toda donzelinha, ali, deixando claro que pela segunda vez, eu não tenho a capacidade de tirar um gemido dela, não a capacidade de fazer respirar de modo mais intenso. E ainda assim, ia subindo um calor no meu corpo, uma submissão, que eu começava a beijar mais intensamente, aquela mulher ficava mais linda, mais perfeita, e meu desejo era cada vez mais demonstrar que eu não merecia ela, que eu não era capaz de fode-la de verdade.

E foi aí que eu comecei a entender uma coisa esquisita sobre mim: eu não estava frustrado só porque ela não reagia. Uma parte de mim gostava daquilo. Da indiferença. De me sentir pequeno diante dela. Só que, na época, eu ainda não tinha nome pra isso.

De novo o clima morno, de novo eu me sentindo um manso, e de novo aquele misto de vergonha e excitação que só corno entende. No caminho de volta, com aquela vergonha toda, eu não conseguia parar de pensar nela. E o mais estranho: quanto menos ela demonstrava, mais louco eu ficava. Beijava ela feito doido, amava ela ainda mais. É um sentimento difícil de descrever — só corno consegue entender.

Lembrem-se de que estou no começo. A gente ainda vai chegar ao ponto de eu ser um belo chifrudo, com tudo a que tem direito, do jeito que todo corno manso gosta — aquele ponto em que eu me orgulho, em que fico em êxtase só de relembrar. Mas estamos indo passo a passo, e lembrem-se: isso é vida real. A vida não é só sexo e fantasia; muita coisa acontece. Por mais desejo que eu tivesse, hoje eu sei que eu queria ser corno — mas, na época, eu não tinha essa noção. Eu me imaginava com a minha mulher sendo desejada por outro, mas não sabia que o meu desejo já tinha um nome claro: ser corno manso. Então eu estava perdido, completamente confuso. Aquilo tudo não parecia certo, mas as coisas foram acontecendo e logo casamos.

Aí pensei: agora sim. Vamos estar em casa, na mesma cama, sem pressa. E, de fato, com o tempo as coisas melhoraram entre nós. Tirando os problemas normais de relacionamento, passamos a ter uma vida a dois com mais frequência. Ela ainda era bem passiva — não vinha pra cima, não tomava a iniciativa —, mas começou a se soltar um pouco mais.

Depois de um tempo, ela viajou para visitar a família e ficou uma semana fora. Quando voltou, eu estava louco por ela. E, aos poucos, ela foi se soltando de verdade, ao ponto de os vizinhos reclamarem do barulho. Que orgulho, que sensação. Eu não tinha feito ela "pedir arrego", mas, pela primeira vez, estava me sentindo homem, me sentindo macho.

Só que não durou muito. Porque, bem no meio daquele orgulho, começou a surgir outra coisa na minha cabeça: cara, já imaginou outro cara com ela? O escândalo que ela faria? E esse pensamento foi crescendo, dia após dia. Quando me dei conta, eu já vivia imaginando o que outro faria no meu lugar. Comecei a querer imaginar como ela seria depois de estar com outro homem — será que continuaria indiferente comigo, igual no começo? Esses desejos foram ficando cada vez mais fortes.

Esses pensamentos começaram a ficar cada vez mais fortes na minha cabeça e quando me dei conta, em todas as nossas transas eu ficava pensando e imaginando ela transando com outro cara. Como seria nossa transa depois dela ser fodida por um outro macho? Ela voltaria a ficar quieta igual no começo? Eu estava tão vidrado nisso, queria tanto sentir isso que em nossa próxima transa, tampei a boca dela com a minha mão e disse, fica quieta, quero silêncio. Ela simplesmente me olhou e disse, ta bom, então eu vou dormir. Eu disse calma amor, só estou dizendo para fazer silêncio, vamos evitar problema no condomínio, já todo manso achando que tinha chateado ela. Mas ela disse, você não entendeu amor, pode me comer, mas vou fingir estar dormindo, então faça o que tem que fazer do jeito que quiser, mas eu simplesmente vou ficar quieta, dormindo. Caralho, na hora eu fiquei muito excitado e pensei, quero ver ela não gritar! Comecei a foder com gosto, com força, mas ela simplesmente não dava um piu, nenhuma respiração mais forte, nada! Eu comecei a forçar mais, mais rápido, praticamente pulando, mas nada, ela linda e bela dormindo, como se nada estivesse acontecendo.

Não aguentei, parei de meter para respirar um pouco, e ela simplesmente perguntou, já? Eu respondi imediatamente, claro que não, e voltei a meter com força de novo, queria demonstrar que eu era foda, que eu era macho, mas quando ela fala comigo, desse jeito, isso me humilhava de tal forma que era impossível segurar para não gozar. Gozei.

Sai suado, quase morrendo e ela tranquila, como se nada tivesse acontecido.

Quem é corno sabe o que vou dizer, logo que você goza, você quer deixar de ser corno, queremos ser homem de novo, queremos ter honra, queremos ser dominante, mas ali, eu todo sem graça, quase infartando, ela vira para o meu lado rindo e pergunta, está tudo bem? Precisa de um médico? Quer água? Cara, que humilhação, naquele momento, pensei, mas que mulher filha da puta! Percebi que meu desejo era ver ela implorando para parar, dizer que está machucando, logo passou pela minha cabeça, imagina ela sendo estuprada, queria ver ela ficar com essa cara de vagabunda. Queria ver um cara pegar ela a força, fazer ela chorar, esticar a buceta dela e fazer ela voltar chorando pra casa dizendo que sua buceta está esfolada… Pensei, já sei, vou foder o cú dela, quero ver ela não pedir para ir devagar.


A história continua. Repare que, até aqui, eu ainda não virei corno de verdade — mas está chegando a hora. Porque aqui a história é verídica: é o nascimento de um corno manso.
                                


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Comentários


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casualsomente Comentou em 30/09/2026

Real muito bom a amizade q almejo conhecer há tempos Aki pelo interior de São Paulo




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico eueeleeoprazer

Nome do conto:
real02 — A Vida de um Corno de Verdade: A Noiva Indiferente

Codigo do conto:
273533

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
29/09/2026

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