Éramos um casal normal, uma vida normal. Não era uma vida de festas nem nada do tipo. Éramos duas pessoas que cresceram de um jeito regrado, sem bagunça — muitos diriam que era uma vida sem sal e sem açúcar. Ela não usava roupa curta nem decotada, não tinha nada de vulgar. Enfim, éramos um casal comum, bem diferente de hoje em dia, quando a maioria das mulheres usa roupas bem curtas, unhas e brincos chamativos. Com a gente era tudo muito discreto. Até parecia que seguíamos alguma religião, pelo jeito de se vestir e pela rotina do dia a dia.
Mas eu comecei a ler contos eróticos e achei a seção de contos de cornos. Ah… eu me excitava mais com os contos do que com vídeos pornô. Como era gostoso ler aquelas histórias em que uma esposa recatada começava a transar feito uma puta — que resistia no começo, mas depois não queria mais parar. Nossa, eu ficava doido.
Quanto mais o tempo passava, mais eu ficava imaginando aqueles contos, imaginando que fosse comigo: como eu iria querer, como eu iria me sentir. E, nossa, como eu gostava.
Eu e minha esposa nos dávamos muito bem. Tínhamos intimidade, confiávamos um no outro. Mas, assim… falar pra ela que eu queria vê-la com outro homem, não dava. Podia estragar meu casamento. E, além de tudo, eu sempre fui o macho: eu que resolvo as coisas, falo grosso quando é preciso numa discussão de família. Poxa, sou o homem alfa, sou o líder. Claro que, quando eu estava com ela na cama, eu me sentia frouxo — mas isso nunca foi dito. Nunca foi falado, nem por mim nem por ela. Era algo que a gente vivia, e só.
Então ela sabia o que tinha feito comigo. Ela sabia que, no fundo, eu era um frouxo. Não sei se ela pensava nisso, se ria por dentro ou se se gabava. Mas, até então, eu precisava manter a minha postura. Ainda assim, o desejo só aumentava. Eu queria cada vez mais, eu precisava viver aquilo — mas tinha medo. E se acabasse meu casamento? E se isso, e se aquilo…
Então, num belo dia, fomos pra cama e eu falei pra ela: "Pode ficar de boa" — ou seja, em silêncio. E ela disse: "Tá bom." Comecei como de costume. E lá estava ela: de olhos fechados, deitada, completamente entregue, sem demonstrar nada.
Meu "modo corno" ia ativando. Eu ia ficando manso, cada vez mais manso — chegava até a mudar o jeito de falar. Não que eu afinasse a voz, mas ganhava aquele tom meio infantil de quem está pedindo alguma coisa. Comecei a dizer: "Nossa, amor, você é demais pra mim. Você é muito linda, muito gostosa. Como você é uma delícia. Tudo em você é bom — seu cheiro, sua boca…" E ia beijando ela, totalmente ofegante.
E ela, ali, quieta. Completamente por cima da situação, como se eu fosse um nada. Sem ao menos dizer "eu te amo", ou "eu também gosto de ficar com você", nem que fosse qualquer coisa. Aquilo ia subindo — um calor, uma raiva e uma submissão, tudo junto. Então comecei a dizer: "Olha, amor, eu queria tanto ser bem dotado… só pra você não conseguir ficar quieta assim."
Ela continuou sem dizer nada. Então eu, ainda mais submisso: "Fala pra mim, amor… você conseguiria ficar quieta assim? Hein? Me responde, amor. Imagina alguém metendo forte assim, rápido assim." E ela me respondeu: "Não sei, amor."
Aí eu disse: "Pois eu duvido, amor. Eu duvido!" E ela: "Não sei… mas acho que não."
Nossa, eu endoidei. "É?? Então você ia gritar?" E ela: "Não sei, amor." "Diz, amor, diz!"
Não aguentei — gozei feito feito um louco, completamente fora de mim, tremendo. Ela até me olhou de um jeito diferente. Mas, depois que passou, veio aquilo de sempre: a vontade sumiu, a gente querendo ser "homenzinho" de novo, e eu fiquei meio com vergonha.
Pronto: semente plantada, tanto nela quanto em mim. Cara, como eu senti prazer naquilo. Ela praticamente confessou que não ficaria quieta — ou seja, teve que imaginar outro pra conseguir responder. E, com certeza, nesse instante ela enxergou como seria bom. Logo percebeu também que o meu pau não era grande coisa: se outro a faria gritar, é claro que o que ela percebeu que o que sentia comigo podia ser muito melhor.
Fiquei louco com esses pensamentos. Ali eu tive a certeza de que era aquilo que eu queria — e de que ela iria gostar. Que mulher não gostaria?
As mulheres dizem que tamanho não importa, que o que vale é o jeito. E, claro, só tamanho não adianta. Mas um cara bem dotado que ainda por cima pega de jeito? Duvido que elas não prefiram. Pra mim é questão física: no fundo, mulher gosta de um certo "incômodo", não gosta só de amorzinho — gosta de uns tapas, de uma esculachada. Então, com um membro maior, claro que elas curtem. Claro que tamanho importa.
Fiquei convencido disso. E o melhor: eu sabia que a minha esposa também ia gostar de um maior — tanto que ela mesma confessou, com a própria boca, que não conseguiria ficar calada.
Agora nada disso saía da minha cabeça. Eu pensava nisso o dia todo, o tempo todo. Tinha que me concentrar pra não ficar andando excitado no trabalho ou em qualquer outro lugar, porque só pensava nisso.
Então, um certo dia, estávamos conversando e o papo foi ficando um pouco mais picante, digamos assim. Achei a oportunidade que eu esperava e falei:
— Amor, você gostaria que o meu pau fosse maior?
— Não, amor, assim está bom. Gosto assim.
— Claro, amor, eu sei que você gosta. Mas, se ele fosse maior, você ia gostar?
Ela, meio sem jeito:
— Ah, amor… acho que sim.
— Mas você preferia ele mais comprido ou mais grosso?
— Ah… acho que mais grosso.
— Mas por quê?
— Ah, amor… acho que eu ia sentir mais, sabe? Tipo, mais preenchida.
— Então, se ele fosse mais grosso e mais comprido, pra chegar mais fundo, seria ainda melhor?
— É… acho que sim.
— Pois é, amor. Você tem sorte de eu não ser um negão. Ah, se eu fosse um negão, amor…
— Por quê? O que isso tem a ver?
— Vai me dizer que você não sabe?
— Como assim? Não entendi.
Eu falei:
— A fama deles, amor. Aqui no bairro tinha uma loirinha, branquinha, que só namorava homem negro. O boato era que ela dizia que, depois que se transa com um homem negro, nunca mais se volta pra um branquelo. Kkkk
Ela disse:
— Nossa, não sabia não.
E mudou de assunto. Eu estava doido pra continuar, mas não queria espantar ela. Percebi que ela tinha gostado demais — mas tentou frear.
Continua…
Até volta até procura mais o fato q sempre ser marmita do negão ou de outro negão rssss
eueeleeoprazer