real05 — A Vida de um Corno de Verdade: Antes que o Corno Chegue



Agora sim: começou a ficar natural eu chamar ela de "a branquinha do negão", e ela já aceitava numa boa. Virou rotina, na hora da transa, eu chamar ela de branquela e dizer que eu era o negão dela. Comecei a aumentar a dose: passei a chamá-la de putinha, putinha branquela — e ela aceitou tranquilamente. Então fui além: "Nossa, amor, você é muito vagabunda pra aguentar esse negão." E ela passou a se soltar ainda mais fácil.

Aí me senti livre pra provocar cada vez mais: "Nossa, mas você é muito vadia, amor. Como pode ser tão vadia assim?" E assim foi indo. Nossas transas viraram isso: eu chamando ela de vadia, branquela, puta, e sempre me referindo a mim como o negão dela. Mas ela nunca dizia nada — nunca me chamava de negão, continuava daquele jeito, aceitando tudo. A diferença é que agora ela vivia gozando intensamente.

Achei que estava na hora de avançar. Peguei ela do jeito que eu sabia que ela gostava — metendo forte e falando o que ela gostava de ouvir, que era putinha do negão e ela gozouu bem gostoso. Normalmente eu esperava ela se recuperar pra depois continuar e então gozar também. Mas, dessa vez, falei: "Amor, vou ao banheiro rapidinho."

Quando voltei, ela estava largada na cama, toda esmorecida. Perguntei: "Nossa, amor, o que aconteceu? Seu negão te arrebentou? Caramba, que dó da minha esposinha, tá toda acabada." Ela só fez beicinho: "Ai, amor, estou toda suada e dolorida."

Fiquei louco. Respondi na hora: "Calma, meu amor. Seu marido está aqui pra cuidar de você. Você sabe que eu te amo, eu cuido de você, meu bem." E fui ao encontro dela, todo carinhoso — fazendo carinho, beijando ela, e ela toda dengosa. Nossa, que tesão.

Então perguntei: "Nossa, amor, o que foi que aconteceu?" Ela não respondia, mas eu falava por ela: "Ele judiou de você, amor? Foi ele que te deixou assim? Nossa, não teve dó nenhum de você… Mas fica tranquila, meu amor, eu vou estar sempre aqui pra te dar amor." E ficamos ali, nos beijando e nos acariciando.


Pronto, agora estava consolidado. Já era normal eu dizer que ela estava ficando com o negão, que ele judiava dela, que ela gostava do negão. Então, nos dias em que eu não citava o negão, eu ficava provocando de outro jeito: "Nossa, amor, o que aconteceu com a minha esposa? Tá diferente…"

E fui aumentando, falando cada vez mais, até o ponto de perder o medo por completo. No meio da transa, eu soltava: "Nossa, amor, olha o estado que você está, toda arrombada. Que tipo de mulher casada é você, hein? Está toda estragada, amor." O que você anda fazendo por aí?

Passamos a ter dois tipos de transa: o dia em que eu fingia ser o negão que a tratava feito uma vagabunda, e o dia em que eu era o marido dela.

Quando eu fingia ser o negão, eu dizia: "E aí, minha putinha sem-vergonha, sentiu saudade do seu negro, é? O que foi, o marido não está dando conta? Vem cá que hoje eu vou te usar. Adoro essas esposas que não valem nada, que não têm vergonha na cara. Diz pra mim que você é minha puta. Diz!" E ela respondia: "Sim, eu sou sua puta." "Boa menina. Você sabe que é verdade, né? Você é muito vagabunda, sabia que você não presta? Tem que ser muito biscate pra deixar o maridinho em casa e vir atrás de mim." E ela gemia gostoso, pedia pra eu não parar e gozava fácil.

Tinha o dia em que eu era o marido. Nesse dia eu avisava: "Amor, hoje é dia de você ficar quietinha." Ela já sabia o que significava — que ia ser devagar. Então eu ficava dizendo: "Nossa, amor, parece que você está diferente… o que aconteceu?" E ela só ficava quieta. "Nossa, amor, você parece outra, sua buceta está mais larga… mas eu gosto, sabia? Eu te amo, você é maravilhosa." E ia beijando ela.

E quanto mais ela ficava calada, mais eu ia me amansando, entrando no modo corno: "Amor, sabe que eu te amo? Tudo em você é bom — seu cheiro, seu corpo… Amor, diz pra mim: o que você anda fazendo, hein? O que você anda aprontando, amor?" E era assim que eu acabava gozando.

Pensei comigo: acho que ela está pronta. Agora eu precisava fazer o que eu mais queria — ser um corno. Até então eu nunca tinha tido coragem de dizer que queria ser corno; aquilo era só fantasia. Mas eu não aguentava mais. Eu queria me sentir um corno, eu precisava disso.

Então pensei: agora eu preciso despertar o ódio dela, deixar ela insatisfeita. E passei a ser mais corno a cada dia. Fui diminuindo o "negão": começava como negão e ia escorregando pro modo corno. Passei a fazer sempre bem devagar, a demorar mais, ficando muito mais tempo por cima dela — e ela, sem sentir grande tesão por ser tão lento, enquanto eu só ficava dizendo que a amava, que ela era linda, essas coisas. Chegou ao ponto de ela perguntar: "Amor, já terminou? Vai terminar? Minhas costas estão doendo."

E foi assim que eu fui indo, deixando tudo cada vez menos atraente pra ela. E o pior: eu gostava disso. Eu via a cara de rejeição dela, ela pedindo pra ser mais rápido, mais forte, e eu ali, sentindo que não era suficiente pra ela.

Fiz isso por várias semanas, até o clima começar a ficar pesado. Ela passou a descontar em outras coisas, começou a reclamar mais no dia a dia. Pensei: pronto, ela está frustrada. É exatamente isso que eu queria.

Quem é casado sabe identificar o período em que a mulher fica com mais desejo. Então, no dia em que percebi que ela estava a mil, pensei: é hoje.

Durante o dia, agi mais "homem", mais casca-grossa, e brinquei: "Hoje eu tô no modo negão, meu amor." Ela nem reagiu — já estava chateada, meio que ignorou. Mas fui insistindo ao longo do dia e, do nada, soltava: "Ei, branquela, hoje eu quero você no meu barraco. Já vai arrumando desculpa pra sair de casa." E fui levando nessa brincadeira, só que ela sem empolgação nenhuma — na verdade, estava meio frustrada.

Quando a noite foi chegando, mudei o tom: fui ficando mais doce, chamando ela de amor, falando mais carinhoso. Naturalmente, esse era o meu jeito mais corno, né? Dava pra sentir a raiva na cara dela, mesmo sem ela dizer nada. Dava pra perceber a decepção.

Ela tomou banho, saiu, colocou um pijama comum — nada sexy — e ficou vendo TV. Eu fui, dei um beijo nela e disse: "Está tudo bem, meu amor? Vamos assistir a algum filme?" Ela respondeu meio frustrada: "Não estou com vontade. Acho que vou dormir cedo hoje." Eu disse, todo amoroso: "Então tá bom, meu amor. Vou tomar um banho, tá?"

Fui tomar meu banho, demorei um pouco. Quando saí, ela já estava deitada, com uma cara decepcionada, meio sem saco. Falei: "Nossa, amor, já vai dormir?" Ela me ignorou. Eu disse: "Sabe, amor, estou pensando em ir fazer um treino básico na academia, tudo bem?" Ela respondeu meio a contragosto, completamente descontente: "Ok."

Eu emendei: "Amor, eu te aviso na hora que eu estiver voltando, tá? Não quero correr o risco de chegar aqui e ter uma surpresa. Kkkk" Ela revirou os olhos. Continuei: "Já pensou eu ter que fingir que não vi? Já imaginou a fama aqui no condomínio? Vão me chamar de corno. Kkkk"

Ela ficou quieta, mas com a sobrancelha meio levantada, e respondeu: "O povo aqui não fala nada, não. Deve ser tudo corno mesmo."

Saí do quarto de shorts, com a camiseta na mão, e disse: "Beijos, amor." Encostei a porta. Fui até a cozinha, bebi uma água e voltei. Bati na porta do quarto e abri devagar.

Entrei já no personagem: "Oi, minha putinha. Que bom que você já estava me esperando. Acabei de ver o corno saindo." Ela não entendeu nada no começo, mas, quando ouviu "o corno saindo", deu uma risadinha de canto de boca e emendou: "Ele disse que ia treinar. Tá precisando mesmo, porque tá muito fraco."

Eu disse na hora: "O que se pode esperar de um corno? Pela cara dele dá pra ver que não dá conta, né?" Ela respondeu: "É, ele não está merecendo não. Está muito fraquinho."

Aí eu fui chegando, beijando ela de um jeito firme, igual quando eu era o negão. E ela foi se entregando. Percebeu que estava diferente e já foi ficando a mil — então foi fácil deixar ela completamente entregue, do jeito que ela gostava.

Fui pra cima dela do jeito que ela gostava, firme, sem a delicadeza de sempre — e ela foi se entregando por completo, já ofegante, já se contorcendo, já pedindo: "Vem, amor, vem." Eu disse: "Amor é o caralho. Aqui é o seu macho, não é o corno manso do seu marido, aquele fraco." Ela: "Então vem, vem."

Eu segurei: "Não. Fala pra mim que o seu marido é fraco. Fala." Ela: "Ele é fraco, amor." Eu respondi: "Amor não, caralho. Seu negro, seu comedor. Me respeita, que eu não sou esses maridinhos frouxos de pau pequeno. Se quer, pede direto: fala que o seu marido não dá conta. Fala que você gosta de ser mulher de preto. Diz que você só gosta de pau grande. Enquanto não confessar, eu não te toco, sua vagabunda."

Ela, toda entregue: "Ele é fraco, ele não dá conta da mulher que tem em casa. Por isso eu saio com você, meu macho. Eu adoro homem negro, eu amo preto. Vem." E já estava falando alto.

Eu provoquei: "Mais alto. Quero que os vizinhos entendam que não é o seu marido que está aqui. Eles têm que te ouvir dizendo que você gosta de preto. Vai, fala." E ela: "Vem, meu preto gostoso, aproveita enquanto o corno não está. Deixa aquele frouxo pra lá."

Eu não estava aguentando — como era bom ouvir aquilo, caramba, como era bom. A partir dali foi só entrega: ela gemendo, eu me segurando ao máximo, ela se contorcendo. Foi muito bom. Ela gozou gostoso, e, quando isso aconteceu, pra mim foi um alívio, porque enfim pude gozar também.

Caímos um ao lado do outro, os dois suados, ela já com o rosto mais feliz, mais satisfeita. Ficamos ali descansando, meio abraçados, ela recuperando o fôlego. Depois de alguns minutos, falei: "Preciso ir, antes que o corno chegue." E a gente caiu na risada.

Pronto: agora o termo "corno" estava dito. Ela já tinha me chamado de corno. O próximo passo era deixar isso virar algo natural entre nós — eu ser, de fato, o corno dela. E, depois disso, descobrir se ela teria coragem de verdade. Continua…
                                


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Ficha do conto

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Nome do conto:
real05 — A Vida de um Corno de Verdade: Antes que o Corno Chegue

Codigo do conto:
273536

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
29/09/2026

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