O que ela não sabia é que eu tinha um vício secreto. Eu esperava ela sair para o trabalho ou para o banho, e ia direto no cesto de roupas sujas. Pegava as calcinhas dela escondido. O cheiro era viciante. Eu levava para o quarto, deitava na cama e ficava cheirando por horas, sentindo o perfume dela misturado com o suor do dia. O tesão subia na hora. Eu me masturbava pensando nela, imaginando o corpo dela nu.
Mas o melhor momento era depois do banho. Ela saía do banheiro com a toalha enrolada e ia para o quarto se trocar. Eu esperava ela sair, entrava no banheiro ainda cheio de vapor e pegava a calcinha que ela tinha acabado de tirar. Estava quentinha, com o cheiro fresco do sabão misturado com o cheiro dela. Eu encostava no rosto, respirava fundo e me masturbava ali mesmo, no chão do banheiro, sentindo o cheiro dela invadir meu corpo.
Mas o que me deixava mais louco era depois do almoço. Ela tinha o hábito de deitar na rede da varanda para tirar a sesta. E ela deitava só de vestido, sem calcinha. O vestido subia, e eu, do sofá da sala, conseguia ver tudo. A buceta morena dela ficava totalmente à mostra, os lábios grossos, o cheiro que subia no ar quente de Belém. Ela dormia de pernas abertas, sem se importar com nada.
Eu ficava ali, parado, admirando. O coração disparava. Ela dormia profundamente, e eu aproveitava para me masturbar ali mesmo no sofá, olhando para aquela visão. O cheiro dela tomava conta da sala. Eu sabia que era errado, mas não conseguia parar. Aquela mulher de 45 anos, dormindo toda aberta na rede, era a coisa mais quente que eu já tinha visto na vida.
Ela nunca percebeu nada. Continuava deitando na rede todos os dias, e eu continuava ali, no sofá, alimentando meu vício secreto. O cheiro das calcinhas dela e a visão daquela buceta morena na rede se tornaram a minha rotina. Eu não sabia quanto tempo ia durar, mas enquanto ela continuasse dormindo daquele jeito, eu não ia parar.


