Tirei o cabaça do cu da mãe do meu amigo! que virou minha amante.

Sal era meu melhor amigo desde a infância. Crescemos juntos, estudamos juntos, fizemos tudo juntos. E foi ele quem me convidou para passar um final de semana na ilha da mãe dele.

— Mozai, vai ser massa. Meu pai tá viajando, minha mãe fica sozinha lá. A gente faz companhia pra ela, pesca, bebe, relaxa. Você vai curtir.

Eu aceitei. Não tinha nada melhor pra fazer mesmo.

A ilha era um paraíso. Pequena, isolada, só a casa da família e mais uns dois casebres de pescadores. O mar batia manso na areia, os coqueiros balançavam ao vento. O tipo de lugar que a gente esquece que existe.

Chegamos numa sexta à tarde. Deixei minhas coisas na ponte que dava acesso à casa e fui cumprimentar a dona Silvana.

Ela estava na cozinha, de vestido leve, o cabelo moreno preso num coque. Quando me viu, abriu um sorriso.

— Mozai! Que bom te ver, meu filho!

Ela me abraçou. E naquele abraço, eu senti.

Dona Silvana tinha um corpo que fazia qualquer homem perder a linha. Madura, na casa dos quarenta, mais ela era daquelas mulheres que o tempo só melhorou. Seios grandes, que o vestido mal conseguia conter. Quadril largo, culote grande, um corpo de mulher de verdade. E uma coroa que chamava atenção — o rosto bonito, os olhos castanhos, a boca carnuda.

— Você cresceu — ela disse, me olhando de cima a baixo.

— A senhora tá linda, dona Silvana.

— Ah, para com isso, menino. Já falei pra me chamar de Silvana só.

Ela riu, mas eu vi que corou.

---

Altei minha rede na ponte, como sempre fazia quando visitava. Depois foi o jantar — peixe fresco, arroz, farofa. Comemos juntos, Sal, dona Silvana e eu. Rimos, conversamos, a noite foi passando.

Eu não conseguia parar de olhar para ela. O vestido subia quando ela se mexia, revelando as coxas grossas. Os seios balançavam de leve quando ela ria. E o cheiro dela — floral, sensual — ficava no ar muito depois de ela sair.

Sal não percebia nada. Ou fingia não perceber.

---

No sábado, o dia foi tranquilo. Pescamos, tomamos banho de mar, almoçamos. Mas no domingo, tudo mudou.

Sal acordou inquieto.

— Mozai, tem uma festa na cidade hoje. Vou dar um pulo lá. E a mãe tá sem feijão, aproveito e trago.

— Agora? — perguntei.

— É rapidinho. Volto antes da noite.

Ele pegou a voadeira e partiu. Eu fiquei na ilha. Com dona Silvana.

O tempo foi passando. Uma hora. Duas. Três. Sal não voltava.

Dona Silvana ficou irritada. Andava de um lado para o outro, resmungando.

— Esse menino... falou que era rápido. Já são quatro da tarde.

— Calma, dona Silvana. Ele deve tá voltando.

— Você não quer ir também? — ela perguntou, me olhando. — Ficar aqui preso comigo numa ilha...

— Não. Eu fico.

— Por quê?

— Porque não tem lugar melhor pra estar.

Ela me olhou por um longo segundo. Depois sorriu.

— Você é um menino bom, Mozai.

— Não sou tão menino assim.

Ela riu, mas não respondeu.

---

Almoçamos juntos. Depois ficamos na varanda, conversando a tarde toda. Sobre a vida, sobre o casamento dela, sobre os sonhos que ela tinha quando era jovem. Dona Silvana era uma mulher interessante, inteligente, com uma história que ninguém nunca tinha parado pra ouvir.

— Meu marido vive viajando — ela disse. — Fico aqui sozinha a maior parte do tempo. Sal vem quando pode, mas tem a vida dele.

— A senhora não se sente sozinha?

— Muito. Mas a gente aprende a conviver com isso.

Eu olhei para ela. O sol batia no rosto dela, iluminando a pele morena. Ela estava linda.

— Não devia — eu disse.

— O quê?

— Se sentir sozinha. A senhora é... maravilhosa.

Dona Silvana me olhou. Havia algo nos olhos dela. Uma faísca.

— Você tá querendo me conquistar, Mozai?

— Talvez.

Ela riu, mas não se afastou.

---

Depois do jantar, a noite caiu. Sal ainda não tinha voltado.

— Mozai — dona Silvana chamou.

— Fala.

— Você não quer dormir dentro de casa? Tá ficando frio na ponte.

— Se a senhora não se importar...

— Claro que não. Altei sua rede na sala, pertinho da minha.

Subi com minhas coisas. Armei a rede ao lado da dela. A casa estava no escuro, apenas a luz da TV ligada, passando algum programa qualquer.

Deitei. O silêncio era absoluto, só o som do mar lá fora. Dona Silvana estava na rede dela, deitada, os olhos na TV. Mas eu sentia que ela não estava prestando atenção.

O pé dela saiu pra fora da rede. Perto de mim.

Eu olhei. Era um pé bonito, unhas feitas. Devagar, estiquei a mão e toquei.

Ela se assustou.

— Que foi isso?

— Nada... — eu disse, baixinho. — Só... a senhora deve tá cansada. Quer uma massagem?

Silêncio.

— Uma massagem? — ela repetiu.

— É. Nos pés. Ajuda a relaxar.

Ela hesitou. Depois:

— Tá bom.

---

Peguei um óleo que estava na mesinha. Comecei pelos pés, massageando devagar. Dona Silvana suspirou.

— Ai... isso é bom...

Subi para o tornozelo. Depois para a panturrilha. Ela começou a balançar a bunda de leve, gostando da sensação. Eu olhava para o corpo dela, para o quadril largo, para o rabo enorme que se destacava mesmo na penumbra.

Subi mais. Cheguei à coxa. Ela contraiu o rabo. Eu senti o cheiro dela — a excitação.

Não tinha calcinha.

Continuei. Massageei a coxa, perto da buceta, mas sem tocar. Ela respirava fundo, os olhos fechados, lambendo os lábios.

Passei para as costas. Ela estava toda arrepiada.

— Mozai... — ela sussurrou.

— Shhh.

Abaixei e beijei o pescoço dela.

Dona Silvana soltou um gemido. Um gemido baixo, longo, que eu senti na alma. Enlouqueci. Comecei a lamber o pescoço dela, a beijar a orelha.

Ela se virou.

E me beijou.

---

Foi um beijo faminto. Dona Silvana beijava como quem estava com fome. A língua dela invadiu minha boca, as mãos agarraram meu rosto. Eu puxei o corpo dela para perto.

— Mozai... — ela murmurou contra meus lábios. — A gente não devia...

— Eu sei.

— Mas eu não consigo...

— Nem eu.

Beijei o pescoço dela. Desci para os seios, que transbordavam do vestido. Puxei o tecido, e os seios dela saltaram — grandes, pesados, os mamilos duros.

Chupei. Dona Silvana gemeu alto, as mãos agarrando meus cabelos.

— Ai... meu Deus...

Desci pela barriga. Pelo umbigo. Cheguei à buceta.

Estava molhada. Melada. Dona Silvana abriu as pernas pra mim, sem vergonha.

— Vem... — ela disse.

Eu caí de boca.

Chupei aquela buceta como se fosse a última coisa que eu faria na vida. Dona Silvana gemia alto, os quadris subindo, as mãos apertando meus cabelos.

— Mozai... Mozai... não para...

Eu não parei. Lambi, chupei, explorei cada canto. Ela começou a tremer.

— Eu vou gozar... vou gozar...

— Goza pra mim.

Ela gozou. O corpo dela se arqueou, o gemido longo e profundo. Fiquei ali, sentindo ela pulsar, até ela me empurrar.

— Chega... chega...

— Já?

— Você me deixou louca...

---

Mas não acabou ali.

— Me fode — ela disse.

Eu não esperei.

Tirei a roupa. Ela tirou o vestido. Ficamos nus, os corpos brilhando de suor. Dona Silvana me olhou, os olhos escuros.

— Vem.

Entrei devagar. Ela era quente, molhada, apertada. Dona Silvana gemeu, os olhos fechando.

— Ai... Mozai...

— Tá tudo bem?

— Sim... continua...

Comecei a meter. Devagar primeiro, depois mais rápido. Dona Silvana gemia, os seios balançando, o corpo inteiro respondendo. A cada estocada, ela apertava mais.

— Mais forte — ela pediu.

Eu obedeci. Meti com força. Tirava e beijava ela. Metia de novo. Ela gemia, me puxando para perto.

— Mozai... pelo amor de Deus...

— Fala o que você quer.

— Eu quero... eu quero você...

Eu continuei. Meti, tirei, beijei. Passamos horas assim. Só eu e ela. Na ilha, no meio do nada, sem ninguém para nos interromper.

Quando gozei, foi dentro. Ela gozou junto.

E depois, deitados na rede, ofegantes, ela riu.

— Meu filho vai me matar.

— Ele não vai saber.

— Não vai.

Ela me beijou.

— Amanhã a gente continua.

---

Continuamos.

Na segunda, transamos de manhã cedo, na rede. Na terça, no mar, com a água batendo na cintura. Na quarta, na areia, ao pôr do sol. Na quinta, ela me chamou para o quarto, e ali ficamos.

E na sexta, ela pediu.

— Mozai... eu quero uma coisa.

— O quê?

— Você nunca fez... por trás?

Eu olhei para ela. Dona Silvana corou.

— Nunca deixei ninguém. Mas... com você... eu quero.

Eu não acreditei.

— Você tem certeza?

— Tenho.

Peguei o óleo. Preparei ela devagar, com os dedos. Dona Silvana gemia, o corpo tenso. Quando eu finalmente entrei, ela gritou.

— Ai... ai...

— Calma... devagar...

Eu fui devagar. Muito devagar. Dona Silvana respirava fundo, tentando relaxar. Quando eu finalmente entrei todo, ela soltou um gemido diferente. De prazer.

— Ai... Mozai...

— Tá doendo?

— Não... tá... tá bom...

Comecei a me mover. Devagar, depois mais rápido. Dona Silvana gemia alto, o rabo enorme balançando. Eu agarrei o quadril dela, metendo fundo.

— Assim... — ela gemia. — Assim...

Ela gozou. E eu também.

Depois, deitados, ela riu.

— Eu não acredito que fiz isso.

— Foi bom?

— Foi maravilhoso.

---

O final de semana virou uma semana. Sal voltou na segunda, depois de uma festa que "se estendeu". Fingiu que nada. Eu e dona Silvana fingimos também. Mas cada noite, quando ele dormia, ela ia para o meu quarto. Ou eu ia para o dela.

Agora, meses depois, sempre que Sal me chama para a ilha, eu vou. E dona Silvana está lá. Esperando.

A mãe do meu amigo virou minha amante.

E ninguém nunca vai saber.

Foto 1 do Conto erotico: Tirei o cabaça do cu da mãe do meu amigo! que virou minha amante.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tirei o cabaça do cu da mãe do meu amigo! que virou minha amante.

Codigo do conto:
273740

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/10/2026

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