— Continua — mandou, a voz baixa e rouca.
Eu sorri fraco, obedecendo. Enfiei os dedos com mais força, o polegar apertando o clitóris com força. O prazer subia rápido demais. Minhas coxas já tremiam. Ele se aproximou sem tirar os olhos de entre as minhas pernas, abriu a calça e puxou o pau para fora. Estava duro, grosso, a cabeça já brilhando. Ele começou a se masturbar devagar enquanto me assistia.
— Mais fundo — ele disse.
Eu enfiei até a base e abri os dedos dentro de mim, sentindo as paredes se esticarem. Um gemido escapou da minha garganta. Ele deu um passo à frente, agarrou meu pulso e puxou minha mão para longe. Os dedos saíram escorrendo. Antes que eu pudesse reclamar, ele empurrou dois dos dele dentro de mim de uma vez só. Grossos, ásperos, sem nenhuma hesitação. Minha buceta se fechou em volta deles com força e eu soltei um gemido alto demais para um banheiro de escritório.
— Porra… — ele rosnou, empurrando os dedos fundo e curvando-os. — Tava se tocando igual uma vadia no banheiro do trabalho.
Ele fodeu minha buceta com os dedos sem piedade, o polegar castigando meu clitóris. O barulho era obsceno. Eu segurava a pia com as duas mãos, as pernas abertas, a saia amassada na cintura, gemendo a cada investida. Quando senti o orgasmo chegando, ele puxou os dedos para fora de repente. Fiquei vazia, latejando, quase chorando de frustração.
Ele me virou de frente para o espelho, me empurrou para frente até eu ter que apoiar as mãos na pia, e enfiou o pau de uma vez só.
O esticar foi tão forte que meu joelho fraquejou. Ele não esperou eu me acostumar. Segurou minha cintura com força e começou a foder de verdade — fundo, seco, batendo até o saco na minha bunda a cada estocada. O barulho da pele batendo preenchia o banheiro junto com os meus gemidos. Eu olhava no espelho: meu rosto vermelho, a boca aberta, os seios balançando para fora da blusa que ele tinha puxado para baixo. E atrás de mim, ele, com uma expressão de puro desejo sujo, me comendo como se eu fosse só um buraco.
— Olha pra você — ele falou, sem parar. — Toda aberta, engolindo pau no banheiro. Que porra de vadia.
Ele passou a mão na frente e encontrou meu clitóris, esfregando com os dedos molhados enquanto continuava me fodendo. O prazer veio rápido e brutal. Minha buceta se agarrou no pau dele com força, as contrações me fazendo tremer inteira. Eu gozei gemendo alto, as pernas fraquejando, o líquido escorreu pela parte de dentro das coxas. Ele não parou. Continuou me fodendo através do orgasmo, indo mais fundo, sendo mais bruto, até eu estar soluçando de tanto prazer.
Quando ele gozou, foi com um gemido baixo e gutural, enterrado até o fundo, jorrando quente dentro de mim. Senti cada pulsação. Senti o excesso escorrendo para fora enquanto ele ainda se mexia devagar, esvaziando tudo.
Ele ficou alguns segundos assim, respirando pesado contra minhas costas, o pau ainda latejando dentro de mim. Depois puxou para fora com um barulho molhado. Olhei no espelho e vi a porra dele escorrendo pela minha buceta vermelha e aberta, descendo pela coxa.
Ele passou dois dedos ali, misturando tudo, e enfiou de volta dentro de mim só para sujar mais.
— Agora limpa essa cara de quem acabou de ser comida e volta pro trabalho — disse, a voz ainda rouca. — E deixa a calcinha do jeito que tá.
Eu ainda estava tremendo quando ele saiu, trancando a porta de novo atrás de si. Fiquei ali, apoiada na pia, com a porra dele escorrendo entre as pernas e o coração batendo tão forte que doía. Que sensação maravilhosa.
Levantei a calcinha do jeito que estava — torta, já encharcada — e desci a saia. O tecido grudou imediatamente na bagunça entre as minhas pernas. Cada passo que dei em direção à porta fez um pouco mais escorrer.
Quando saí do banheiro, ele estava no corredor, conversando normalmente com um colega, como se nada tivesse acontecido. Nossos olhares se encontraram por meio segundo. Ele não sorriu. Só continuou a conversa. Eu voltei para a minha mesa com a porra dele escorrendo pela calcinha e a sensação de estar completamente marcada.
Voltei para a minha mesa sentindo a calcinha encharcada grudada na buceta.
Cada passo fazia a porra dele escorrer um pouco mais. Senti descer pela parte de dentro da coxa, quente e viscosa, ameaçando manchar a saia se eu não tivesse cuidado. Sentei na cadeira com cuidado, apertando as coxas uma contra a outra. O movimento só piorou: o tecido molhado se esfregou no clitóris ainda sensível e uma fisgada de prazer me fez morder a parte de dentro da bochecha para não soltar nenhum som.
No computador, fingia estar trabalhando, mas meus dedos digitavam sem sentido. Tudo o que consigo sentir é a bagunça entre as minhas pernas. A porra dele ainda está saindo aos poucos, encharcando mais a calcinha. Sempre que me mexo na cadeira, o tecido molhado roça exatamente onde estou mais sensível. Meu clitóris lateja. A buceta continua aberta, usada, como se ainda estivesse esperando ele voltar. E eu queria ainda mais.
Ele aparece no corredor dez minutos depois, conversando com o chefe como se nada tivesse acontecido. Quando passa pela minha mesa, desacelera só o suficiente. Nossos olhares se encontram. Ele deixa os olhos descerem até a minha saia por meio segundo e depois continua andando, sem nenhuma expressão no rosto.
Eu aperto as coxas com mais força.
Mais tarde, quando vou até a impressora, ele está lá. Sozinho. Assim que me aproximo, ele se posiciona atrás de mim, perto demais. A mão dele sobe por baixo da minha saia sem nenhum aviso, direito entre as minhas pernas. Os dedos encontram a calcinha encharcada e pressionam.
— Continua escorrendo — ele murmura baixo, só para eu ouvir, enquanto os dedos apertam a bagunça que ele mesmo fez. — Tá toda molhada de porra e ainda assim tá andando por aí como se fosse uma funcionária normal.
Ele enfia dois dedos por cima da calcinha, pressionando o tecido dentro da minha buceta. Eu solto um suspiro trêmulo e tenho que segurar a impressora para não tremer. Ele esfrega devagar, sujo, espalhando ainda mais a porra. Depois tira a mão, passa os dedos molhados na minha boca de novo e sai andando como se tivesse só pegado um papel. Volto para a mesa com as pernas ainda mais fracas. A calcinha agora está pior. Sento e sinto tudo se acomodar de novo entre as minhas pernas, quente e sujo. Tento me concentrar na tela, mas o corpo não colabora. Meu clitóris continua latejando. Estou molhada demais. A porra dele misturada com o meu gozo já deve estar manchando o forro da saia.
Por volta das quatro da tarde ele manda uma mensagem no chat interno da empresa:
“Sobe a saia um pouco. Quero saber se ainda tá escorrendo.”
Olho ao redor. Ninguém presta atenção. Com o coração batendo na garganta, puxo a saia alguns centímetros para cima por baixo da mesa e abro um pouco as pernas. A calcinha está completamente colada, escura de tanta umidade. Digito com os dedos trêmulos:
“Ainda está.”
A resposta vem rápido:
“Boa. Não limpa. Quando sair do trabalho vai direto para o banheiro do estacionamento. Vou te foder de novo antes de você ir embora.”
Eu fico olhando a mensagem, a buceta contraindo sozinha só de ler. Aperto as coxas e sinto mais um fio escorrer. Passo o resto da tarde assim: tentando trabalhar, sentindo a porra dele secar aos poucos na minha pele e, ao mesmo tempo, ficando molhada de novo só de pensar no que ainda vai acontecer.
Quando o relógio marca o fim do expediente, minhas pernas estão trêmulas de novo. Levanto, pego a bolsa e caminho até o elevador sentindo a calcinha pesada e suja entre as coxas.
Ele já está me esperando no corredor do estacionamento, encostado na parede, com aquela mesma expressão calma e suja de antes.
Dessa vez ele não fala nada. Só abre a porta do banheiro masculino, me empurra para dentro e tranca. O lugar é pequeno, cheira a desinfetante barato e mijo antigo. Antes que eu consiga falar qualquer coisa, ele já está atrás de mim, me virando de frente para a pia. A saia é erguida até a cintura de uma vez só. Ele puxa a calcinha para o lado, ela está tão encharcada que o tecido faz um barulho molhado ao ser puxado, e enfia dois dedos fundo na minha buceta.
— Porra… ainda tá toda aberta e suja — ele rosna contra meu ouvido, mexendo os dedos com força, espalhando a porra seca e o gozo novo que já estava se formando de novo. — Ficou o dia inteiro assim, né? Andando com a minha porra escorrendo na perna igual uma puta.
Eu solto um gemido baixo em resposta e seguro a beirada da pia. As pernas já tremem. Ele tira os dedos, abre a calça e empurra o pau para dentro de mim de uma estocada só. O esticar é violento. Ainda estou sensível demais do que aconteceu mais cedo, e o pau dele me preenche por completo, forçando as paredes a se abrirem de novo. Ele não espera. Começa a me foder com força, estocadas profundas e rápidas.
— Olha no espelho — ele manda, puxando meu cabelo para trás até eu ser obrigada a levantar o rosto.
Me vejo ali: rosto vermelho, boca aberta, seios quase saindo da blusa, a saia amassada na cintura e ele atrás de mim, me comendo sem nenhuma delicadeza. Eu senti minha buceta escorrer ainda mais com aquela imagem. Eu estava sendo fodida como uma puta do jeito que eu queria. Cada estocada faz a porra antiga escorrer mais, misturada com a nova umidade, escorrendo pela coxa e pingando no chão.
Ele passa a mão na frente e encontra meu clitóris, esfregando em círculos brutos enquanto continua me fodendo. O prazer sobe rápido demais. Minhas pernas fraquejam. Tenho que me segurar com força na pia para não cair.
— Goza — ele ordena, a voz rouca. — Quero sentir essa buceta apertando meu pau de novo.
Não consigo segurar. O orgasmo me atinge com violência, a buceta se contraindo com força em volta dele, as pernas tremendo tanto que quase desisto de ficar em pé. Ele não para. Continua me fodendo através das contrações, me fazendo enlouquecer de prazer.
Quando ele goza, é com um gemido baixo e gutural, enterrado até o fundo, jorrando quente dentro de mim pela segunda vez no mesmo dia. Sinto cada pulsação. Sinto o excesso escorrendo imediatamente, pingando todo o chão do banheiro.
Ele fica alguns segundos assim, respirando pesado contra minhas costas, o pau ainda latejando dentro de mim. Depois puxa para fora devagar, olhando a bagunça que fez. Passa dois dedos na minha buceta aberta, empurrando a porra que tenta sair de volta para dentro, e depois limpa os dedos na minha boca.
— Chupa.
Eu chupo, sentindo o gosto forte e salgado. Ele observa, o olhar ainda escuro de desejo.
Quando termina, ajeita a calça e me olha no espelho: saia erguida, calcinha torta, coxas sujas, buceta aberta e inchada, destruída.
— Agora pode ir embora — diz, a voz mais baixa. — Mas não limpa nada. Quero que você vá até o carro desse jeito. E amanhã, quando chegar no escritório… deixa a calcinha em casa.
Ele destranca a porta, dá uma última olhada em mim e sai, deixando-me sozinha no banheiro masculino, com as pernas trêmulas, a porra dele melando minhas pernas e o coração batendo tão forte que ainda sinto no ouvido.
A única coisa que eu pensava era que... eu mal podia esperar para ser fodida de novo.
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