Aceitei sair com meu ex e o tarado brincou com minha buceta no cinema

Eu não deveria ter aceitado sair com ele de novo.
Ainda assim, ali estava eu, sentada na poltrona do cinema, na última fileira, com a sala quase vazia. O filme nem tinha começado direito e a mão dele já estava na minha coxa, subindo devagar por baixo da saia.
— Tira a calcinha — ele falou baixo, perto do meu ouvido.
Eu virei o rosto para ele, tentando parecer indignada.
— Aqui? Você ficou louco?
Ele não respondeu. Só me olhou com aquela expressão calma e impaciente ao mesmo tempo. A mão dele apertou um pouco mais a parte de dentro da minha coxa. Meu corpo reagiu antes da minha cabeça: uma fisgada quente entre as pernas, traidora. Eu odiei isso.
Com o coração batendo rápido, olhei ao redor. Ninguém perto o suficiente para ver. Relutante, levantei um pouco o quadril, puxei a calcinha para baixo pelas pernas e a entreguei para ele. Ele guardou no bolso sem nem olhar, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Logo em seguida tirou o vibrador pequeno do outro bolso. Rosa-escuro, discreto. Meu estômago revirou.
— Abre as pernas.

— É sério isso? Já viu onde...

Ele não deixou eu terminar. A mão dele deslizou entre minhas coxas, os dedos frios encontrando minha buceta já úmida. Eu contraí por reflexo. Ele cospiu nos dedos, molhou a entrada e empurrou o vibrador para dentro de mim com uma lentidão deliberada. Senti cada centímetro entrar, esticando, preenchendo. Quando a base se encaixou, ele ajeitou a saia de volta no lugar e se recostou na poltrona como se nada tivesse acontecido.
O filme começou.
Por alguns minutos o vibrador ficou quieto. Eu ficava consciente demais dele ali dentro, do jeito que minhas paredes se apertavam em volta sem eu querer. A cada pequena mudança de posição na cadeira, o brinquedo se mexia e mandava uma fisgada de prazer que eu fingia ignorar.
Aí ele ligou.
A vibração veio baixa no começo, um zumbido profundo que fez meu clitóris latejar imediatamente. Eu soltei o ar pela boca e apertei os braços da poltrona. Mentalmente eu repetia que odiava aquilo, que ele era um babaca por me fazer isso em público, que eu só estava aguentando porque… porque eu não sabia. Mas meu corpo não mentia. A umidade já escorria um pouco, molhando a parte de dentro das coxas.
Ele aumentou um pouco.
O prazer subiu mais forte, quente, concentrado. Minhas pernas tremeram levemente. Eu continuei olhando para a tela, fingindo prestar atenção no filme, enquanto por dentro tudo latejava. O vibrador pulsava exatamente no ponto certo e eu odiava o quanto isso era bom. Odiava o jeito que minha buceta se contraía sozinha em volta do brinquedo, traidora, pedindo mais.

— Tá molhada pra caralho — ele murmurou sem tirar os olhos da tela. — Dá pra ouvir de tão escorregadio.

Eu não respondi. Apertei as coxas, tentando diminuir a vibração, mas só piorou. O movimento fez o brinquedo pressionar mais fundo e uma onda curta de prazer me arrancou um suspiro baixo demais. Meu rosto esquentou. Eu me odiava por reagir assim.
Ele deixou no mesmo nível por um tempo, só o suficiente para eu começar a me acostumar… e depois aumentou de novo.
Dessa vez foi pior. O zumbido ficou mais intenso, constante, e o prazer veio em ondas que eu não conseguia controlar. Meu abdômen se contraindo, as coxas tremendo, a buceta latejando e escorrendo. Eu estava gozando quase, bem ali, na poltrona do cinema, e a única coisa que passava na minha cabeça era: “Eu não estou gostando disso. Eu não estou.”
Mas o corpo inteiro dizia o contrário.
Ele deixou a vibração alta o suficiente para eu ter que morder a parte de dentro da bochecha.
A sala não estava completamente lotada, mas tinha gente o bastante. Casais, um grupo de amigos umas fileiras à frente, uma mulher sozinha dois assentos à direita. Todos olhando para a tela. Ninguém fazia ideia de que eu estava ali, com as pernas ligeiramente abertas, a saia erguida só o suficiente, a buceta engolindo um vibrador que não parava de zumbir.
O medo era constante. E era exatamente isso que piorava tudo.
Toda vez que alguém se mexia na cadeira, meu coração disparava. Toda vez que alguém passava no corredor com balde de pipoca, eu contraía as pernas com força, com medo de que o barulho molhado da minha buceta fosse audível. Mas o pior era o contrário também: a excitação suja de saber que nenhuma daquelas pessoas fazia a mínima ideia de que eu estava a segundos de gozar. Que minha buceta estava aberta, latejando, escorrendo, enquanto eles assistiam ao filme como se nada estivesse acontecendo.
Ele aumentou mais um pouco.
O prazer veio em uma onda grossa e quente que me fez arquear levemente as costas. Tive que segurar o braço da poltrona com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Um gemido subiu pela garganta e eu engoli ele no último segundo, transformando em um suspiro trêmulo pelo nariz. Meus olhos estavam abertos demais, fixos na tela sem enxergar nada. Só sentia. O vibrador pulsando fundo, o clitóris latejando mesmo sem ser tocado, a umidade escorrendo de verdade agora pela parte de dentro da coxa.

— Se gozar eu não desligo — ele murmurou quase sem mexer a boca, ainda fingindo prestar atenção no filme. — Vou deixar no máximo até você se molhar inteira nessa cadeira.

Eu sacudi a cabeça, rápida, desesperada. Mentalmente eu ainda tentava se convencer de que odiava aquilo. Que ele era um filho da puta por me fazer isso. Que eu só estava aguentando porque… porque eu não sabia mais. Mas o corpo não colaborava. Cada vibração me deixava mais molhada, mais aberta, mais perto.
Uma pessoa se levantou umas fileiras à frente para ir ao banheiro. O movimento fez meu estômago revirar de adrenalina. Por um segundo eu tive certeza de que ela ia me olhar e perceber. Que ia ver meu rosto vermelho, a forma como eu estava ofegante, a tensão nas minhas coxas. Mas ela passou direto, sem nem desviar o olhar da tela do celular.
O alívio me deixou ainda mais excitada. E isso me irritou profundamente.
Ele mudou o padrão da vibração. Agora eram pulsos curtos e fortes, um atrás do outro, sem descanso. Minha buceta se contraía sozinha a cada um deles. Eu estava tão molhada que dava para sentir o tecido da saia grudando um pouco na pele. O medo de alguém ouvir o barulho úmido me fazia suar frio. Ao mesmo tempo, a ideia de que eu estava ali, no meio de tanta gente, com a buceta aberta e quase gozando, me mandava ondas de tesão tão fortes que eu tinha vontade de abrir mais as pernas e simplesmente desistir de segurar.
Eu apertei os olhos com força.
Não. Eu não estava gostando disso. Eu não estava.
Mas meu corpo inteiro tremia de prazer e adrenalina, e o vibrador continuava zumbindo, impiedoso, enquanto a sala inteira seguia assistindo ao filme em silêncio absoluto.
O vibrador não parava.
Ele tinha colocado num padrão cruel: vibração forte e constante por alguns segundos, depois uma pausa curta demais para eu recuperar o fôlego, e de novo o zumbido fundo que fazia minha buceta se apertar sozinha. Eu estava encharcada. Sentia escorrer de verdade agora, descendo pela coxa, ameaçando manchar a poltrona. O medo de alguém perceber misturava com um tesão tão sujo que me deixava tonta.
Meu corpo inteiro tremia. As coxas estavam tensas, o abdômen contraindo em ondas, o grelinho latejando como se fosse explodir. Eu segurava o braço da poltrona com tanta força que doía. Cada respiração saía trêmula pelo nariz. Eu estava tão perto que qualquer segundo a mais ia me fazer gozar bem ali, no meio da sala, com dezenas de pessoas a poucos metros de distância.
E a pior parte era que uma parte de mim — uma parte que eu odiava admitir — queria exatamente isso.
Ele inclinou um pouco o corpo na minha direção, ainda fingindo assistir ao filme.

— Tá prestes a gozar, né? — murmurou quase sem voz. — Dá pra sentir você tremendo.

Eu sacudi a cabeça, desesperada, mas não consegui formar palavra. O orgasmo estava subindo rápido demais. Quente, pesado, inevitável. Minhas paredes se apertavam em volta do vibrador com força. Eu ia gozar. Eu ia…

Foi nesse momento que ele desligou.
A vibração sumiu de uma vez. O prazer que estava prestes a estourar se desfez num tremor frustrado e dolorido. Eu soltei um som abafado, quase um soluço, e tive que morder o lábio com força para não xingar alto. Meu corpo inteiro latejava, a buceta aberta e vazia, pedindo.

Ele não esperou eu me recuperar.
Com um movimento rápido e discreto, ele puxou o vibrador para fora de mim. O barulho molhado foi baixo, mas no silêncio da sala pareceu alto demais. Antes que eu pudesse reagir, ele já tinha aberto a calça, me puxado pela coxa e me feito sentar no colo dele, de frente para a tela, a saia erguida até a cintura. O pau dele entrou de uma estocada só.
Eu engasguei com o gemido. Ele estava duro, tão grosso, e eu estava tão molhada e sensível que senti cada veia, cada centímetro me abrindo. Ele me segurou pela cintura e começou a me foder ali mesmo, na poltrona da última fileira, com movimentos curtos e controlados para não fazer barulho demais, mas ainda indo lá fundo, estimulando aquele ponto que me levava à loucura.

— Fica quieta — ele sussurrou contra meu ouvido, a voz rouca. — Se alguém olhar pra trás, é problema seu.

As estocadas eram profundas e lentas, mas pesadas. Cada vez que ele entrava até o fundo, uma onda de prazer subia pela minha barriga. Eu estava tão no limite que mal precisava de mais nada. Minhas mãos agarravam os braços da poltrona dele. A cabeça caída para frente. A boca aberta num gemido silencioso. O medo de sermos pegos fazia tudo mais intenso. Qualquer pessoa que se virasse ia ver exatamente o que estava acontecendo: eu sentada no colo dele, a saia amassada, minha buceta toda aberta e inchada, brilhando de gozo, e o pau dele sendo engolido por ela.
Ele meteu a mão na frente e encontrou meu clitóris, esfregando forte enquanto continuava me fodendo. O prazer voltou com violência.
Eu estava gozando. Não tinha como segurar.
O orgasmo me atingiu e eu fiz força para não gritar. Gozei de boca aberta, em silêncio O corpo inteiro tremeu. A buceta se apertou com força em volta do pau dele, contraindo sem parar, enquanto eu apertava os braços da poltrona para não fazer nenhum som. As lágrimas escorreram dos cantos dos olhos de tanto esforço para ficar quieta. Ele não parou. Continuou me fodendo através das contrações, mais fundo, mais sujo, até gozar também, enterrado tudo, jorrando quente dentro de mim com um gemido baixo e controlado contra meu pescoço.
Ficamos assim por alguns segundos, ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro de mim, a porra já começando a escorrer, pingando nas cadeiras. Na tela, o filme continuava. Ninguém tinha se virado.
Ele me beijou a lateral do pescoço, sujo e satisfeito, e murmurou.

— Agora senta direito e assiste o resto do filme com a buceta escorrendo da minha porra.

E foi aí que eu me lembrei o porquê de eu ter aceitado sair com ele. O filho da puta sabia como fuder minha buceta.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aceitei sair com meu ex e o tarado brincou com minha buceta no cinema

Codigo do conto:
273879

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
03/10/2026

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