O ritual de liberação



O endereço era uma casa antiga no final de uma rua sem saída.
Eu estacionei, desliguei o carro e fiquei alguns segundos olhando para a fachada. Nenhuma placa, nenhuma luz forte. Só uma lanterna baixa perto da porta. Tinha sido convidada por mensagem, com instruções claras: vir sozinha, não contar para ninguém, e entrar exatamente às vinte e uma. Eu não sabia direito o que esperava encontrar. Só sabia que, depois de meses sentindo uma energia ruim pesando o meu corpo, a ideia de um “ritual de liberação” tinha soado perigosamente tentadora.
A porta se abriu antes mesmo de eu bater.
Ela estava ali. Alta, vestido preto longo, cabelo preso, olhar calmo e avaliador. Silvia.
— Luciana. Entra.
A casa cheirava a incenso e algo mais quente, adocicado. As luzes eram baixas, quase só velas. Ela me guiou por um corredor silencioso até uma sala ampla no fundo. O chão era coberto por tecidos escuros. Havia almofadas, uma mesa baixa com frascos de óleo, e no centro um espaço vazio claramente preparado para alguém se deitar ou se ajoelhar.
E do outro lado da sala, parados em silêncio, estavam eles.
Vários homens. Todos de preto, rostos sérios, olhando para mim sem disfarçar. Nenhum falou. Nenhum se mexeu. Só observavam.
Silvia fechou a porta atrás de nós.
— Você veio porque sente que algo está travado — falou, andando até mim. A voz era baixa, controlada. — O ritual existe para abrir. Para esvaziar o que está preso. Mas exige entrega total. Sem perguntas. Sem resistência.
Ela parou na minha frente.
— Tira a roupa.
Não foi um pedido. Foi uma instrução.
Meus dedos tremeram enquanto eu desfazia os botões. Primeiro foi a blusa, depois a calça seguido do sutiã. Por último a calcinha. O ar da sala tocou minha pele nua e eu senti o peso dos olhares dos homens sobre mim. Eu estava completamente exposta. Sem nenhum lugar para esconder.
Por um segundo eu quis fugir, esconder minhas partes íntimas com as mãos, mas... eu sabia que o que quer que fosse acontecer ali agora, iria arrancar toda aquela energia péssima do meu corpo e, no fim, eu iria me sentir melhor do que nunca.
Silvia me observou de cima a baixo, satisfeita.
— Perfeito. Agora ajoelha no centro.
Obedeci. O tecido no chão era macio sob os meus joelhos. Ela se aproximou com um frasco de óleo quente e despejou um pouco no meio do meu peito.
— Vou te preparar — disse. — Fica quieta.
As mãos oleosas tocaram meus ombros, desceram pelas costas, contornaram minha cintura e subiram até meus seios, espalhando o óleo com movimentos lentos e firmes. Depois desceram pela barriga, pelas coxas, e finalmente entre as minhas pernas, abrindo-me com naturalidade para passar o óleo também ali. Os dedos dela deslizaram entre os meus lábios, deixando minha carne nua brilhante, enquanto os homens continuavam assistindo em silêncio absoluto.
O óleo brilhava na minha pele sob a luz das velas. Eu sentia o olhar de todos os homens fixos em mim, pesados, silenciosos. Nenhum se mexia. Só assistiam.
— Agora abre as pernas — ela disse. — Bem abertas.
Afastei os joelhos no tecido. O movimento fez meus lábios se separarem. O ar da sala tocou a umidade que já começava a aparecer, e um arrepio percorreu minha barriga. Silvia parou na minha frente e, com as duas mãos, abriu ainda mais meus lábios, expondo tudo para eles: a entrada, o clitóris, a pele brilhante de óleo e de excitação.
— Vejam — falou para os homens, a voz calma. — Ainda fechada. Ainda presa. Por isso está aqui.
Ela manteve meus lábios abertos por longos segundos, me exibindo sem nenhuma pressa. Meu corpo tremia de leve, o rosto quente, mas não fechei as pernas. O ritual exigia entrega. E eu tinha concordado em entregar.
— De quatro — mandou em seguida.
Virei de frente para o chão, joelhos e mãos no tecido, a bunda erguida. Silvia se posicionou ao lado e puxou meu quadril para cima, arqueando mais minhas costas. Depois usou as mãos para abrir minha bunda e minha buceta ao mesmo tempo, me deixando completamente exposta na direção dos homens.
— Estão vendo? — Silvia murmurou, quase para si. — Totalmente fechada.
Ela segurou aquela posição por um tempo, os dedos firmes me mantendo exposta, enquanto os homens observavam cada detalhe. O óleo escorria devagar pela parte interna das minhas coxas. Eu estava molhada de verdade agora, e todos podiam ver.
Quando ela finalmente soltou, deu a próxima ordem:
— Deita de costas. Puxa os joelhos contra o peito. Segura.
Fiz o que pediu. Deitada, os joelhos dobrados e abertos, as mãos segurando atrás das coxas, eu me abria ainda mais do que antes. A posição era vulnerável, humilhante... e profundamente excitante. Silvia se ajoelhou entre as minhas pernas e, mais uma vez, abriu meus lábios com os dedos, mostrando minha entrada para todos na sala.
— Ela está pronta para ser aberta de verdade — anunciou.
Só então ela olhou para os homens pela primeira vez desde que eu tinha me despido.
— Podem se aproximar. Mas ainda não podem entrar. Só tocar. Só preparar.
Os primeiros passos soaram no tecido.
E eu continuei ali, segurando minhas próprias pernas abertas, o coração batendo forte, esperando as mãos desconhecidas começarem a me tocar.
Eles se aproximaram em silêncio.
Eu continuei deitada, os joelhos puxados contra o peito, as mãos segurando atrás das coxas, completamente aberta. O primeiro a chegar ajoelhou-se entre as minhas pernas. Suas mãos eram grandes e quentes. Sem nenhuma pressa, ele passou os dedos pelos meus lábios já oleosos e úmidos, abrindo-me ainda mais, examinando. O polegar roçou meu clitóris e eu soltei um suspiro trêmulo.
Silvia observava de pé, ao lado.
— Podem usar as mãos e a boca — autorizou. — Mas ninguém penetra ainda.
Um segundo homem se ajoelhou perto do meu rosto. Seus dedos tocaram minha boca, abrindo-a de leve, como se testasse. Outro veio pelo lado e segurou um dos meus seios, o polegar girando o mamilo até ele endurecer completamente. Eu tremia, mas mantinha as pernas abertas exatamente como ela tinha mandado.
O homem entre as minhas coxas baixou a cabeça.
A língua dele era quente e lenta. Passou bem no meio, de baixo para cima, abrindo minha buceta com a boca, chupando o clitóris com uma pressão constante. Eu gemi alto pela primeira vez. As mãos dele seguravam minhas coxas com firmeza, me mantendo no lugar enquanto me comia. O barulho molhado da língua dele ecoava na sala silenciosa.
Outro homem se aproximou pelo outro lado e passou dois dedos na minha boca. Eu os chupei por instinto. Ele empurrou mais fundo, tocando o fundo da garganta, enquanto o da minha buceta continuava me chupando com calma cruel.
Silvia andava ao redor, supervisionando.
— Mais devagar aí embaixo — ordenou. — Quero ela bem molhada antes de ser aberta.
O homem entre as minhas pernas obedeceu. A língua dele ficou mais lenta, mais profunda, entrando em mim o máximo que conseguia, depois voltando para o clitóris e chupando com força. Eu já estava encharcada. Sentia a lubrificação natural escorrer pela minha bunda até o tecido. Meu quadril tentava se mexer, mas as mãos dele me prendiam, me forçando a lidar com cada segundo de prazer intenso.
Mais um se juntou. Agora eram quatro ao meu redor. Um chupava meus seios, outro fodendo minha boca com os dedos, o terceiro segurando minhas pernas abertas, e o quarto devorando minha buceta como se tivesse todo o tempo do mundo.
Silvia parou perto da minha cabeça e passou a mão no meu cabelo, quase carinhosa.
— Olha o estado dela — comentou para os homens. — Já está pronta para receber.
Ela fez um gesto com a mão.
— Podem usar a boca até eu mandar parar. Depois ela vai ser penetrada.
O homem entre as minhas pernas gemeu contra a minha buceta e chupou com mais fome. Eu arqueei as costas, as pernas tremendo, o prazer foi subindo rápido demais. A língua dele não dava descanso. Dois dedos entraram junto, curvando, enquanto ele continuava castigando meu clitóris com a língua.
Eu estava prestes a gozar.
— Não ainda — falou firme. — Segura.
O homem diminuiu o ritmo na hora, mas não parou. Continuou me lambendo devagar, me mantendo no limite, enquanto os outros continuavam me tocando, me abrindo, me preparando.
E eu continuei ali, segurando minhas próprias pernas, tremendo, completamente à mercê do ritual.
Silvia ergueu a mão e todos pararam.
O homem que me chupava se afastou, a boca brilhando. Eu continuei deitada, as pernas abertas, a buceta latejando e aberta, um fio de lubrificação escorrendo por entre meus lábios, molhando o meu cuzinho. Completamente ofegante.
— Agora ela recebe — anunciou Silvia. — Um de cada vez. Devagar no começo. Quero que ela sinta cada um.
O primeiro se posicionou entre as minhas coxas. Ouvi o barulho do cinto e do zíper. Logo em seguida senti a cabeça quente e grossa do pau dele pressionar contra a minha entrada. Ele passou para cima e para baixo algumas vezes, se lambuzando na minha umidade, antes de empurrar.
Entrou devagar.
O pau era grosso. Abriu minhas paredes com uma pressão constante. Eu soltei um gemido longo enquanto ele ia afundando, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro. Ficou parado por um segundo, me preenchendo por inteiro, antes de começar a se mover.
As estocadas foram lentas e fundas no início. Cada vez que ele entrava até o fim, eu sentia o peso dele contra o meu clitóris e a pressão no fundo da barriga. Silvia observava de perto, ajoelhada ao lado, uma das mãos segurando minha coxa para me manter bem aberta.
— Isso… — murmurou. — Deixa ele te abrir.
Ele acelerou aos poucos. O barulho molhado da minha buceta engolindo o pau dele encheu a sala. Eu gemia sem conseguir segurar, as mãos ainda agarradas atrás das minhas próprias coxas, exatamente na posição em que ela tinha me colocado. Os outros homens assistiam em silêncio, alguns já com o pau para fora, se preparando.
O primeiro meteu com mais força perto do final. As estocadas ficaram profundas e ritmadas até ele enterrar tudo e gozar com um gemido baixo, despejando dentro de mim. Senti o calor se espalhando. Quando puxou para fora, a porra escorreu logo em seguida, melando toda minha bucetinha.
Silvia passou dois dedos entre os meus lábios, sentindo a bagunça, e abriu ainda mais.
— Próximo.
O segundo homem já estava ajoelhado entre as minhas pernas. Entrou de uma estocada só, mais fácil por causa da porra do anterior. Começou a me foder com ritmo mais rápido desde o começo, segurando meus quadris, me puxando de encontro a cada investida. O pau dele batia lá no fundo, fazendo uma pressão gostosa que estimulava meu grelinho por dentro, o excesso de porra fazia um barulho molhado a cada estocada.
Eu só conseguia gemer e manter as pernas abertas.
Silvia se inclinava de vez em quando e esfregava meu clitóris com os dedos enquanto ele me comia, me mantendo no limite. Quando o segundo gozou, também foi fundo, adicionando mais porra à que já estava dentro de mim.
Ela nem esperou ele sair completamente.
— Próximo.
O terceiro entrou logo em seguida.
Eu já estava mole, a buceta sensível e encharcada, mas o corpo continuava respondendo. Cada novo pau me abria de novo, empurrava a porra dos anteriores para fora e me fazia gemer mais alto. Silvia controlava o ritmo com a voz.
— Mais fundo. Mais rápido. Sem parar.
Um atrás do outro, eles me usavam. Eu permanecia na mesma posição — deitada, joelhos contra o peito, completamente exposta — enquanto era penetrada e preenchida várias vezes. A porra escorria pela minha bunda, o tecido embaixo de mim já estava encharcado. Cada segundo que se passava eu me sentia ainda melhor. A energia ruim sendo substituída unicamente pelo prazer, me levando à loucura.
Quando o quarto homem finalmente gozou dentro de mim e se afastou, Silvia passou a mão pela minha buceta inchada e molhada, observando o resultado.
— Ainda não terminou — disse baixinho. — Mas já está muito melhor.
Silvia se levantou e olhou para os homens que ainda esperavam.
— Agora todos juntos — ordenou. — Ela já está aberta o suficiente.
Eu mal tive tempo de processar.
Dois homens me puxaram para cima, me virando de quatro no tecido encharcado. Um se deitou embaixo de mim e me puxou para baixo, enfiando o pau enorme na minha buceta de uma vez só. O outro se posicionou atrás e, sem nenhuma pressa, pressionou a cabeça da pica na entrada do meu cu. Silvia se ajoelhou ao lado e derramou mais óleo, ajudando-o a entrar.
A pressão foi intensa. Eu gemi alto quando a cabeça abriu caminho e ele foi afundando devagar, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro. Pela primeira vez eu estava preenchida nos dois buracos ao mesmo tempo. O pau de baixo e o de cima se mexiam em ritmos diferentes, me abrindo, me esticando, me forçando a sentir cada centímetro. Minha buceta encharcava cada vez mais, a porra quente dos outros homens escorria pelas coxas, sujando tudo. O cheiro de sexo, duas picas grossas me arrombando gostoso ao mesmo tempo, eu sentia que estava chegando ao meu clímax.
— Isso… — Silvia murmurou. — Agora a boca também.
Um terceiro homem se ajoelhou na minha frente e empurrou o pau entre os meus lábios. Eu abri a boca e deixei ele empurrar fundo. Agora eram três. Um em cada buraco me fodendo ao mesmo tempo.
Eles não tiveram delicadeza.
O de baixo metia para cima com força. O de trás enfiava fundo no meu cu, segurando meus quadris. O da minha boca segurava meu cabelo e usava minha garganta com brutalidade. Eu só conseguia gemer abafado, o corpo inteiro balançando com as estocadas, o bico duro do peito roçava no tapete molhado de porra, a saliva escorrendo pelo queixo, a porra dos anteriores sendo empurrada para fora a cada movimento.
Silvia andava ao redor, observando tudo com calma.
— Mais fundo — ordenava de vez em quando. — Usa ela. Esvazia tudo nela.
Outros homens se aproximaram. Um colocou o pau na minha mão e eu comecei a masturbá-lo sem nem pensar direito. Outro esperava ao lado para entrar assim que alguém gozasse. Eu era só um corpo no centro do ritual: aberta, preenchida, usada por todos ao mesmo tempo.
O de trás gozou primeiro, enterrado fundo no meu cu, com um gemido rouco. Mal saiu e outro já tomou o lugar, enfiando de uma vez só. O de baixo gozou logo depois, enchendo minha buceta de mais porra. Fui puxada para cima e outro se deitou no lugar dele, entrando imediatamente.
A qualquer momento eu tinha pelo menos três paus dentro de mim.
Minha buceta e meu cu estavam sensíveis, inchados, completamente abertos. Cada nova penetração fazia um barulho ainda mais molhado e sujo. Meus gemidos quase não saíam pela boca sempre ocupada. Meu corpo inteiro estava entregue. Silvia se ajoelhou perto do meu rosto em um momento e passou a mão no meu cabelo, quase carinhosa.
— Olha o quanto você foi aberta — sussurrou. — Tudo que estava preso… saindo.
Ela afundou os dedos entre meus lábios e com os dedos, começou a esfregar meu clitóris com força e sem parar. Eu gritei alto, meu corpo inteiro tremeu com o orgasmo que me atingiu com violência. Senti minha porra quente descer de uma vez, sujando a pica que me arrombava e minhas coxas. Eles continuaram me fudendo sem piedade em meio ao orgasmo, não me dando descanso. Eu só mantinha as pernas abertas, sem conseguir penssr em mais nada a não ser o prazer, desejando aquele sentimento de plenitude por mais tempo.
Não sei quantos homens me usaram naqueles minutos finais. Só sei que não paravam. Quando um gozava, outro entrava. Minha buceta e meu cu escorriam sem parar. A boca doía. As pernas tremiam. E mesmo assim eu continuava ali, de quatro, sendo fodida por todos ao mesmo tempo, exatamente como o ritual pedia.
Quando o último finalmente gozou fundo e se afastou, eu desabei no tecido.
Ofegante. Suja. Completamente aberta e cheia.
Silvia se ajoelhou ao meu lado e passou a mão pela minha buceta latejante, inchada e sensível pra caralho, sentindo o estado em que eu tinha ficado. Depois fez o mesmo com meu cu. Observou os dedos molhados e assentiu, satisfeita.
— Está feita — anunciou para a sala. — A liberação está completa.
Os homens começaram a se afastar em silêncio. Eu continuei deitada de lado, as pernas trêmulas e abertas, expondo a porra escorrendo sem controle de dentro da buceta e do cu, o corpo inteiro suado e brilhante.
Silvia passou a mão no meu cabelo uma última vez.
— Descanse — disse baixinho. — Você cumpriu o que veio fazer.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico srtabelle

Nome do conto:
O ritual de liberação

Codigo do conto:
274185

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
08/10/2026

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