Meu marido me fez ser destruída por três caras ao mesmo tempo

A festa já estava animada quando ele me puxou pelo corredor até a área de serviço, longe do barulho da música.
Fiquei encostada na parede, a saia curta roçando nas coxas nuas. Eu tinha obedecido a ordem de vir sem calcinha, mas ainda não sabia exatamente o que ele planejava. O ar frio entre as minhas pernas me deixava consciente o tempo todo.
Ele parou na minha frente, perto demais, e falou baixo o suficiente para só eu ouvir:

— Hoje você vai dançar. E vai deixar os caras te tocarem.

Eu pisquei, achando que tinha entendido errado.
— O quê?

— Isso mesmo. Vai pra pista, se solta, e deixa qualquer um colocar a mão em você. Por cima da roupa, por baixo da saia… o que eles quiserem. Eu vou ficar olhando.

Meu estômago revirou. Uma mistura estranha de choque e algo mais quente que eu me recusei a nomear na hora.

— Você tá brincando — falei, tentando soar firme. — Não vou fazer isso.

Ele inclinou a cabeça, o olhar calmo e firme.
— Vai sim. Porque eu quero ver. Quero ficar de longe te observando enquanto outros homens colocam a mão na sua bunda, sobem a saia, sentem que você tá sem calcinha. Quero ver sua cara quando alguém enfiar o dedo em você no meio da festa.

O jeito direto como ele falou fez meu rosto esquentar. E, traidoramente, fez uma fisgada baixa entre as minhas pernas. Eu odiei aquela reação. Odiei o quanto o corpo respondeu antes da cabeça.
— Isso é… — comecei, mas a voz saiu mais fraca do que eu queria.

— Isso é o que eu quero hoje — ele cortou. — Você vai dançar. Vai sorrir. Vai deixar. E toda vez que um cara te tocar, você vai lembrar que eu tô vendo. Se alguém quiser mais, você deixa. Entendeu?

Eu engoli em seco. A ideia era absurda. Humilhante. E, no fundo — num lugar que eu ainda não queria admitir —, excitante de um jeito sujo e errado. A consciência de estar sem calcinha de repente pesou muito mais. A saia parecia curta demais. O ar entre as coxas, frio demais.
Ele passou o polegar no meu lábio inferior e falou ainda mais baixo:

— Vai lá. E não me decepciona.

Depois simplesmente se afastou, voltando para a festa como se tivesse só me dado um recado qualquer. Eu fiquei parada no corredor por alguns segundos, o coração batendo forte, a buceta já um pouco úmida contra a minha vontade, e a certeza constrangedora de que eu ia obedecer.

Voltei para a pista com as pernas um pouco trêmulas.

A música estava alta, o chão vibrava, e a saia curta balançava contra minhas coxas nuas a cada passo. A consciência de estar sem calcinha de repente parecia muito mais pesada. Qualquer vento, qualquer movimento, e eu sentia o ar frio entre as pernas. E agora sabia que ele estava em algum lugar da festa, olhando.
Não demorou.
Um cara alto, de camisa preta, se aproximou por trás enquanto eu dançava. As mãos dele desceram pela minha cintura e pararam na minha bunda, apertando com vontade. Eu soltei o ar pela boca, surpresa com a ousadia — e com o quanto aquilo me deixou molhada na hora. Em vez de me afastar, continuei dançando. Deixei.
Ele puxou meu quadril para trás, colando o corpo dele no meu, e a mão deslizou mais baixo, em seguida subiu um pouco a barra da saia, e os dedos encontraram pele nua. Ele deu uma risadinha baixa no meu ouvido, surpreso, e apertou minha bunda com mais força, os dedos quase chegando entre as minhas coxas.
A humilhação veio quente e gostosa. Estar ali, no meio da festa, sendo apalpada por um desconhecido enquanto meu… enquanto ele assistia de algum canto. A ideia de que ele estava vendo aquele cara colocar a mão em mim me mandou uma fisgada direta na buceta. Eu continuei rebolando, deixando o cara explorar à vontade.
Pouco depois outro homem se aproximou pela frente. Mais ousado. Encostou o corpo no meu, as mãos subindo pelas minhas costelas até quase alcançar os seios. O de trás não tirou a mão da minha bunda. Fiquei presa entre os dois, sendo tocada dos dois lados, a saia já um pouco erguida demais. O da frente desceu uma das mãos e passou por cima do meu osso do púbis, sentindo que realmente não tinha nada por baixo. Os olhos dele escureceram.

— Porra… — ele murmurou, só para eu ouvir.

Eu não respondi. Só continuei dançando, o rosto quente, a buceta já escorregadia, sentindo a excitação suja de estar sendo manuseada por dois homens que eu nem conhecia enquanto o único que importava observava tudo de longe.
A mão do de trás finalmente deslizou entre as minhas coxas. Dois dedos encontraram minha buceta molhada e abriram caminho com facilidade. Ele soltou um som baixo de surpresa e satisfação, e começou a me tocar bem ali, no meio da pista, escondido pelo volume da música e pelo movimento dos corpos. Eu abri um pouco mais as pernas, quase sem perceber, e soltei um suspiro trêmulo quando os dedos dele entraram.
A humilhação era deliciosa. Estar ali, sendo dedada por um estranho no meio da festa, sabendo que ele estava vendo. Que tinha mandado exatamente aquilo. Meu corpo inteiro respondeu: a buceta se apertando em volta dos dedos, o prazer subindo rápido, as pernas amolecendo.
Eu não desviei o olhar da pista. Mas em algum lugar, eu sabia que ele estava sorrindo.
Os dedos do cara de trás entraram mais fundo.
Dois dedos grossos, sem nenhuma delicadeza, abrindo caminho na minha buceta já encharcada. Ele me fodia com a mão no meio da pista, escondido pelo aperto dos corpos e pelo volume da música. Eu continuei dançando, ou pelo menos finjo que dançava, o quadril se mexendo no ritmo enquanto ele curvava os dedos e encontrava aquele ponto que me fazia tremer.
O da frente não ficou parado. A mão dele desceu por baixo da minha saia também, os dedos encontrando meu clitóris inchado e esfregando com movimentos rápidos e brutos. Fiquei presa entre os dois: um me dedando por trás, o outro castigando meu grelinho na frente. A saia estava erguida demais. Qualquer pessoa que olhasse ia perceber o que estava acontecendo. Minha buceta inchada, pingando, totalmente exposta, sendo invadida por dois ao mesmo tempo. Só de pensar nessa possibilidade, eu ficava mais molhada.
A humilhação era deliciosa. Estar ali, no meio da festa, sendo usada por dois desconhecidos enquanto ele observava de algum lugar. Eu sentia o olhar dele mesmo sem conseguir localizá-lo. A certeza de que ele estava vendo tudo — os dedos sumindo dentro de mim, o jeito que minhas pernas tremiam, a expressão no meu rosto — me mandava ondas de prazer sujo direto na barriga.
O cara de trás aumentou o ritmo. Os dedos entravam e saíam com barulho molhado que só nós três conseguíamos ouvir. O da frente apertou meu clitóris com mais força e mordeu de leve meu pescoço. Eu soltei um gemido baixo, abafado pela música, e abri um pouco mais as pernas, entregando.
Um terceiro homem se aproximou pelo lado depois de notar o que estava acontecendo. Ele foi mais ousado ainda, passou a mão por baixo da minha blusa e apertou meu peito com força, depois puxou o tecido para baixo e encontrou o mamilo duro, passando a língua de um jeito que me deixou maluca. Enquanto os outros dois continuavam me tocando embaixo da saia, ele beliscou e chupou um mamilo enquanto apertava o outro, me olhando nos olhos com um sorriso safado.
Eu estava sendo manuseada por três homens ao mesmo tempo. Dedo dentro da buceta, dedo no grelo, mão no peito. A saia amassada na cintura, o corpo inteiro exposto para quem quisesse ver. E em algum lugar da festa, ele estava assistindo. A ideia me fez contrair com força em volta dos dedos que me fodia.
O prazer subia rápido demais. Minhas pernas já não aguentavam direito. Eu me segurava nos ombros do cara da frente enquanto o de trás me dedava com força, o polegar agora apertando minha bunda, abrindo mais. A umidade escorria pela parte de dentro das coxas. Eu estava perto. Perto demais.
Foi quando senti o olhar dele de verdade.
Virei a cabeça e o vi, encostado na parede do outro lado da pista, copo na mão, observando tudo com aquela expressão calma e escura. Nossos olhos se encontraram. Ele não sorriu. Só assentiu levemente, como se dissesse “continua”, apertando o volume na calma, e isso fez minhas pernas fraquejarem. Ele estava mesmo amando me ver sendo usada daquele jeito.
O orgasmo me atingiu ali mesmo.
A buceta se apertou com violência em volta dos dedos do cara de trás, as contrações fortes o suficiente para ele soltar um “porra” baixo no meu ouvido. Eu tremei inteira, a boca aberta num gemido silencioso, as pernas fraquejando, enquanto os três homens continuavam me tocando através do orgasmo. O da frente esfregou meu clitóris até eu quase chorar de tanto prazer. O do lado chupou meu peito com mais força. E o de trás fodeu minha buceta com os dedos até as últimas contrações passarem.
Quando finalmente afrouxei, ofegante, eles ainda não tinham tirado as mãos de mim. Nem o olhar dele tinha saído de mim.
Mesmo depois do orgasmo, os dedos do cara de trás continuaram dentro de mim, mais lentos agora, mas ainda profundos, como se estivesse explorando o quanto eu ainda conseguia aguentar. O da frente passou a mão molhada pela minha coxa, espalhando a bagunça que eu tinha feito, e o do lado ainda apertava meu peito, o polegar rolando o mamilo sensível.

— Ainda tá apertando… — o de trás murmurou no meu ouvido, a voz rouca de tesão. — Quer mais, né?

Eu não respondi. Só respirei fundo, o corpo ainda trêmulo, a buceta latejando em volta dos dedos dele. A humilhação gostosa continuava: estar ali, no meio da festa, sendo manuseada como se eu fosse de todos, enquanto ele assistia de longe.
O cara da frente se aproximou mais, a boca quase colada na minha.

— Tem um corredor ali atrás mais escuro. Vem.

Antes que eu pudesse pensar melhor, os três já estavam me guiando. Não me arrastaram — eu fui. Com as pernas ainda fracas, a saia amassada, a umidade escorrendo pela coxa. Atravessamos a pista rapidamente e entramos num corredor estreito que dava para a área de serviço da casa. A luz era fraca. A música ficava abafada. E, de alguma forma, eu sabia que ele tinha visto a gente sumir para lá.
Assim que dobramos a esquina, o de trás me empurrou de frente para a parede. A saia foi erguida até a cintura de uma vez. Sem nenhuma conversa, ele abriu a calça e enfiou o pau em mim de uma estocada só.
O ar saiu dos meus pulmões. Ele era mais grosso que os dedos, e eu ainda estava sensível demais. Mesmo assim, minha buceta engoliu ele inteiro, molhada e pronta. Ele começou a me foder ali mesmo, estocadas pesadas e rápidas, o som da pele batendo ecoando no corredor.
O da frente não perdeu tempo. Abriu a calça, segurou meu cabelo e empurrou o pau contra minha boca. Eu abri os lábios sem pensar muito e ele entrou fundo, gemendo baixo. O terceiro ficou ao lado, a mão voltando para o meu peito, apertando, beliscando, enquanto observava os outros dois me usarem.
Eu estava sendo fodida pelos dois lados no corredor escuro de uma festa, com a saia na cintura e a boca cheia, enquanto o homem que tinha mandado exatamente aquilo provavelmente estava a poucos metros de distância, ciente de tudo.
O de trás meteu com mais força, uma das mãos segurando minha cintura, a outra abrindo minha bunda para entrar ainda mais fundo. Cada estocada mandava uma onda de prazer misturada com aquela humilhação quente e deliciosa. O da frente fodia minha boca com ritmo constante, o pau deslizando na minha língua, a mão firme no meu cabelo. Eu engasgava de vez em quando e ele só segurava mais forte, gostando.
— Porra, que boceta gostosa — o de trás rosnou, aumentando a velocidade. — Tá engolindo tudo.
O prazer voltou rápido. Eu já estava perto de novo, a buceta se apertando em volta do pau dele a cada investida. O da frente tirou da minha boca só o suficiente para eu conseguir respirar e falou baixo:

— Goza de novo. Quero sentir.

O de trás passou a mão na frente e encontrou meu clitóris, esfregando com força enquanto me fodia. Foi o bastante. O segundo orgasmo me atingiu mais forte que o primeiro. Eu gemi alto demais para o corredor, o som abafado pelo pau que voltou a encher minha boca. Minhas pernas tremeram. A buceta se agarrou nele com violência, contraindo sem parar enquanto ele continuava me comendo através de tudo.
Ele gozou logo depois, enterrado até o fundo, jorrando quente dentro de mim com um gemido baixo e satisfeito. Mal tinha terminado de pulsar e já estava sendo puxado para trás. O terceiro homem tomou o lugar dele na mesma hora, entrando de uma vez só na minha buceta recém-fodida e ainda cheia de porra.
Eu soltei um som abafado em volta do pau que me fodia a boca. O novo cara me pegou pesado desde o começo, estocadas profundas e brutas, usando a bagunça que o outro tinha deixado para deslizar com facilidade. O da frente aproveitou e gozou também, segurando minha cabeça no lugar enquanto despejava na minha boca. Eu engoli o que consegui. O resto escorreu pelo canto dos lábios.
E o terceiro continuou me fodendo contra a parede, sem nenhuma pressa de terminar.
As estocadas eram profundas, pesadas, o pau dele entrando com facilidade por causa da porra que o outro tinha deixado. Cada vez que ele batia até o fundo, um pouco da bagunça escorria pela minha coxa. Eu estava com a boca ainda aberta, ofegante, o gosto do cara da frente ainda na língua, quando senti o primeiro voltar a se aproximar.
Ele não tinha terminado comigo.
Enquanto o terceiro me comia por trás, o primeiro abriu minha boca de novo e enfiou o pau semi-duro entre os meus lábios. Estava ainda molhado da minha saliva e do gozo anterior. Eu chupei por reflexo, sentindo ele endurecer de novo na minha língua. O da frente — o que tinha gozado na minha boca — ficou ao lado, a mão voltando para o meu peito, apertando, beliscando o mamilo sensível enquanto observava os outros dois me usarem.
Eu estava sendo fodida pelos dois lados de novo. Pau na buceta, pau na boca, mão no peito. A saia completamente erguida, o corpo inteiro disponível. A humilhação gostosa queimava junto com o prazer. Estar ali, no corredor escuro de uma festa, sendo passada de um para o outro como se eu fosse só um buraco quente, enquanto ele — o homem que tinha mandado tudo isso — sabia exatamente o que estava acontecendo.
O terceiro aumentou o ritmo. As estocadas ficaram mais curtas e brutais. A mão dele desceu e encontrou meu clitóris, esfregando com os dedos molhados enquanto me fodia. O prazer subiu rápido demais. Eu já estava sensível dos dois orgasmos anteriores, e mesmo assim o corpo respondeu, a buceta se apertando em volta dele com força.
Ele gozou com um gemido baixo e gutural, enterrado até a base, jorrando mais porra dentro de mim. Senti o excesso escorrer imediatamente. Mal tinha puxado para fora e o primeiro já estava tirando o pau da minha boca e se posicionando atrás de mim.

— Minha vez de novo — ele falou, a voz rouca.

Entrou de uma estocada só na buceta recém-fodida e encharcada. O barulho foi obsceno. Molhado. Ele me pegou pesado, segurando minha cintura com as duas mãos, me puxando para trás a cada investida. O da frente aproveitou, segurou meu cabelo e voltou a foder minha boca, mais fundo dessa vez, gemendo baixo cada vez que eu engasgava.
Eu mal conseguia pensar. Só sentia. O pau grosso abrindo caminho dentro de mim, a porra dos outros dois sendo empurrada mais fundo a cada estocada, a boca sendo usada sem nenhuma delicadeza. Minhas pernas tremiam. O prazer voltava em ondas curtas e intensas, mesmo depois de já ter gozado duas vezes.
O primeiro meteu com força até gozar também, despejando mais porra quente dentro de mim. Quando puxou para fora, senti tudo escorrer de uma vez só — uma mistura quente e viscosa descendo pela parte de dentro das coxas, pingando no chão do corredor.
Eles não pareciam satisfeitos ainda.
O da frente tirou o pau da minha boca, me virou de frente e me ergueu pela coxa, me segurando contra a parede. Os outros dois seguraram minhas pernas abertas enquanto ele se posicionava e entrava de novo. Dessa vez face a face. Ele me fodeu olhando nos meus olhos, estocadas profundas e controladas, enquanto os outros dois passavam as mãos pelo meu corpo — um no peito, o outro esfregando meu clitóris inchado e sensível.
Eu estava completamente aberta. Sendo usada. E o pior (ou o melhor) era saber que, em algum lugar da festa, ele estava ciente de cada segundo disso.
O prazer subiu mais uma vez, inevitável. Eu gozei pela terceira vez com um gemido alto demais para o corredor, a buceta se contraindo com violência em volta do pau dele, as pernas tremendo tanto que os outros dois tiveram que me segurar no lugar. Ele gozou logo depois, enterrado fundo, adicionando ainda mais porra à bagunça que já escorria de mim.
Quando finalmente me baixaram no chão, minhas pernas quase não aguentaram. A saia ainda estava na cintura, a buceta latejava, toda aberta, escorrendo porra. Os três homens ajeitaram as roupas ofegantes.
Os três homens ainda estavam ajeitando as roupas quando passos firmes ecoaram no corredor.
Eles se entreolharam. O da frente deu um último aperto na minha bunda, satisfeito, e murmurou baixo:

— Valeu a pena.

Os outros dois riram sem graça e foram saindo um atrás do outro, desaparecendo de volta para a festa. Em segundos o corredor ficou silencioso de novo, só com o som abafado da música ao longe e a minha respiração ainda descompassada.
Eu continuei encostada na parede, a saia erguida, as coxas molhadas, a porra dos três escorrendo sem controle. As pernas tremiam. A buceta latejava numa dor gostosa, sensível demais.
Foi então que ele apareceu.
Parou a poucos passos de mim, o olhar descendo devagar pelo meu corpo bagunçado: a blusa torta, os peitos para fora da blusa, a saia amassada na cintura, a buceta vermelha, inchada e arregaçada. Ele não parecia bravo. Parecia… satisfeito. E faminto.

— Olha o estado de você — falou, a voz baixa e rouca. — Três caras. E ainda assim tá em pé.

Eu não consegui responder. Só engoli em seco, o coração acelerando de novo.

Ele se aproximou sem pressa. Passou dois dedos entre as minhas coxas, subindo pela bagunça quente e viscosa, e enfiou dentro de mim com facilidade. O barulho foi obsceno. Eu soltei um gemido baixo, sensível demais depois de tudo.

— Cheia de porra alheia — ele murmurou, mexendo os dedos devagar, sentindo o quanto eu estava usada. — E ainda assim apertando. Que vadia pra gostar de pica.

Tirou os dedos, chupou um deles na minha frente, e depois abriu a calça. O pau dele já estava duro. Ele me virou de frente para a parede de novo, me puxou pela cintura e entrou de uma estocada só.
Dessa vez foi diferente, não tinha a pressa desesperada dos outros. Tinha peso e controle. Ele enterrou até o fundo e ficou ali por um segundo, me forçando a sentir o quanto eu estava esticada e sensível. Depois começou a me foder de verdade — estocadas profundas, pesadas, cada uma batendo fundo o suficiente para mandar uma fisgada misturada de prazer e ardor pelo corpo inteiro. A buceta ardia, mas eu pouco me importava àquela altura.

— Eles te usaram — ele falou contra meu ouvido, sem diminuir o ritmo. — Te encheram de porra. E agora eu vou acabar de te destruir.

A mão dele desceu e encontrou meu clitóris inchado e sensível, esfregando com força enquanto me fodia. Eu já estava no limite, mesmo assim o corpo inteiro respondia mesmo depois de três orgasmos, a buceta se apertando em volta dele a cada estocada, a mistura de porra dos outros sendo empurrada para fora e escorrendo para fora, sujando nós dois.
Ele não teve piedade.
Aumentou a velocidade, me segurando com força pela cintura, me puxando para trás para encontrar cada investida. Eu gemia alto demais agora, sem conseguir segurar, as mãos escorregando na parede. O prazer vinha em ondas brutais, misturado com a sensação deliciosa de estar completamente usada e ainda assim sendo tomada de novo por ele.

— Goza — ele ordenou, a voz rouca. — Goza com a buceta cheia da porra deles e do meu pau.

Não aguentei. O orgasmo me atingiu com mais força que os anteriores. Minhas pernas fraquejaram e a buceta se agarrou na pica dele com força, contraindo sem parar, enquanto eu gemia abafado contra o próprio braço. Ele não parou. Continuou me fodendo enquanto minha buceta contraía, até eu estar soluçando de tanto prazer.
Quando ele gozou, foi com um gemido baixo e grave, jorrando porra quente dentro de mim. Senti cada pulsação. Senti o excesso escorrer, encharcando as coxas.
Ele ficou alguns segundos assim, respirando pesado contra minhas costas, o pau ainda latejando dentro de mim. Depois puxou para fora devagar e olhou a bagunça que tinha feito — e que os outros tinham começado.
Passou a mão entre as minhas pernas, apertando minha buceta uma última vez, eu arqueei as costas e gritei alto pela sensibilidade, e ele falou baixo, quase satisfeito:

— Agora sim. Completamente destruída.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico srtabelle

Nome do conto:
Meu marido me fez ser destruída por três caras ao mesmo tempo

Codigo do conto:
273880

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
03/10/2026

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