Perdi a virgindade aceitando ser modelo de brinquedos eróticos!

Eu quase desisti na porta do prédio.
O anúncio falava só em “modelo para campanha de produtos” e “boa remuneração”. Nada demais. Eu precisava do dinheiro e, mesmo sendo tímida, achei que aguentaria posar com roupa. Talvez um pouco de lingerie, no máximo. Foi com essa ideia na cabeça que entrei na sala de espera, assinei a ficha e esperei meu nome ser chamado.
Quando a porta se abriu, uma mulher alta e bem arrumada apareceu. Cabelo preto preso num coque baixo, batom vermelho escuro, olhar direto.
— Larissa? Pode entrar. Eu sou a Carmen, responsável pelo processo.
A sala era clara, com um fundo infinito branco de um lado e uma mesa com várias caixas fechadas do outro. Havia um homem mexendo em equipamentos de fotografia no canto. Ele só acenou com a cabeça quando entrei.
Carmen fechou a porta e se virou para mim com um sorriso profissional.
— Vou ser direta, Larissa. Nós somos uma empresa de brinquedos eróticos. As fotos não são de catálogo comum. São fotos adultas. Explícitas. Você apareceria usando e demonstrando os produtos.

O coração disparou. Senti o rosto esquentar na hora.
— Eu… não sabia.

— Poucas candidatas sabem até entrarem aqui — ela continuou, andando devagar ao meu redor, me avaliando. — Mas olhando para você… corpo proporcional, rosto bonito, traços marcantes. Você seria perfeita. Exatamente o tipo que a gente procura.

Parou na minha frente e me olhou nos olhos.
— Se quiser a vaga, ela já é sua. A gente começa as fotos hoje. O pagamento é generoso e feito no mesmo dia.

Eu engoli em seco, ponderando a proposta. Eu queria correr, mas eu precisava do dinheiro. Aluguel, faculdade, estava tudo atrasado. A vergonha queimava, mas a necessidade falava mais alto.
— Eu… aceito — disse, a voz saindo mais baixa do que eu queria.

Carmen sorriu, satisfeita.
— Ótimo. Então vamos começar.
Ela se virou para o fotógrafo.
— Pode preparar a luz. E Larissa… tira a roupa. Tudo. Inclusive a calcinha.

O ar pareceu sumir da sala por um segundo.
Eu engoli em seco, os dedos já um pouco trêmulos, e comecei a desabotoar a blusa. Tirei uma peça depois da outra, dobrando tudo direito em cima da cadeira para ganhar tempo. A blusa, a saia, depois o sutiã. Quando meus dedos pegaram na elástica da calcinha, hesitei. O coração batia tão forte que eu sentia no pescoço. Carmen estava parada a poucos passos, os braços cruzados, esperando. O fotógrafo mexia na câmera, mas eu sabia que ele também estava olhando.
Puxei a calcinha para baixo.
O ar gelado da sala abraçou minha pele nua. Fiquei ali, completamente exposta, os braços sem saber onde colocar. Nunca tinha ficado nua na frente de ninguém. Muito menos de duas pessoas ao mesmo tempo, com as luzes apontadas para mim. Senti vontade de cobrir entre as pernas com a mão, mas forcei os braços a ficarem ao lado do corpo.
Carmen deu alguns passos até mim. O olhar dela desceu devagar, sem nenhum pudor, parando entre as minhas coxas.
— Abre um pouco as pernas — mandou.
Obedeci, mesmo com o rosto queimando. O movimento fez os lábios da minha buceta se abrirem levemente. Eu sabia que eles estavam vendo tudo: a pele macia recém depilada, os lábios externos um pouco carnudos, o bege rosado da parte de dentro, o jeito que tudo ficava fechado e tímido porque eu nunca tinha sido tocada de verdade.
— Mais — Carmen pediu, a voz firme. — Quero ver direito.
Afastei mais os pés. O ar gelado entrou entre os meus lábios. Senti um arrepio subir pela barriga. Estava completamente aberta na frente deles. A vergonha era tão grande que meus olhos ardiam, mas eu não baixei a cabeça, mesmo que eu não estivesse conseguindo encarar os dois.
Carmen se aproximou ainda mais. Parou bem na minha frente e inclinou o corpo um pouco, observando entre as minhas pernas com atenção quase profissional.
— Linda — comentou. — Lábios simétricos, cor delicada… parece que nunca foi muito usada. Isso vai ficar ótimo nas fotos.

O fotógrafo se posicionou.
— Pode colocar as mãos atrás da cabeça e arquear um pouco as costas? — pediu.

Fiz o que ele falou. O movimento empurrou meu peito para a frente e deixou minha buceta ainda mais exposta. A primeira luz do flash estalou. Depois outra. Eu tremia leve, consciente de cada detalhe do meu corpo: os mamilos endurecidos por causa do frio — ou do nervosismo — a curva da cintura, a forma como meus lábios inferiores ficavam entreabertos naquela posição.
Carmen andava ao redor de mim enquanto as fotos eram tiradas.
— Expressão mais solta, Larissa. Você está com cara de quem vai chorar. Quero que pareça que está gostando de estar nua.

Tentei relaxar o rosto. Não consegui direito. O flash continuava estalando. A cada pose nova ela pedia um pouco mais: um pé em cima de um banquinho baixo, o joelho aberto para o lado, a mão deslizando pela barriga sem realmente tocar entre as pernas. Toda vez que eu me mexia, sentia os lábios da minha buceta roçarem um no outro, quentes demais para o ar gelado da sala.
Depois de várias fotos, Carmen parou na minha frente de novo.
— Agora quero você de quatro no chão. Costas arqueadas. Pernas abertas.

O estômago revirou. Mesmo assim, desci para o chão. O piso era frio sob os meus joelhos e mãos. Arqueei as costas como ela mandou, o que fez minha bunda ficar mais alta e minha buceta completamente aberta na direção deles. Eu conseguia sentir o ar bater direto nos meus lábios internos. Meus mamilos roçaram de leve no chão, ficando ainda mais duros. Estava tão exposta que quase doía de vergonha. E, por algum motivo, o calor do pescoço estava descendo para a barriga.
O flash começou a estalar de novo.
— Abre mais — Carmen ordenou. — Usa as mãos. Segura e mostra.

Com os dedos trêmulos, alcancei atrás de mim e abri meus próprios lábios. A pele estava quente. Um pouco úmida. Eu nunca tinha me tocado daquele jeito na frente de ninguém. O fotógrafo se aproximou mais, a câmera clicando sem parar. Carmen ficou em silêncio por alguns segundos, só observando.
— Melhor — ela falou por fim. — Mas ainda está muito tensa. Quero que você respire fundo e aceite que está nua, aberta, sendo fotografada. Isso faz parte do trabalho agora.

Fechei os olhos por um instante, respirei fundo… e tentei fazer exatamente o que ela mandou.
Mesmo com as pernas tremendo e o rosto queimando de vergonha.
Carmen não parecia satisfeita ainda.
— Vira de frente — mandou. — Senta no chão, joelhos abertos, mãos atrás do corpo. Quero o peito para cima e a buceta bem visível.

Obedeci. O chão frio contra a bunda nua me fez arrepiar inteira. Abri os joelhos o máximo que consegui e joguei o corpo para trás, apoiando as mãos no piso. A posição deixava tudo exposto: meus seios erguidos, e entre as pernas os lábios da minha buceta abertos, o bege rosado da parte de dentro completamente à mostra sob as luzes.
O fotógrafo se moveu em volta de mim, o flash estalando várias vezes.

— Expressão — Carmen cobrou. — Você ainda está com cara de quem quer fugir. Olha para a câmera como se estivesse gostando de mostrar isso.

Tentei. Segurei o olhar na lente, mesmo sentindo o rosto queimar. Um fio de ar frio passou entre os meus lábios e eu contraí por reflexo. Carmen notou.
— Não fecha. Mantém aberto.

Respirei fundo e forcei os músculos a relaxarem. Meus lábios voltaram a se abrir naturalmente. Eu conseguia sentir o quanto estava exposta. Cada detalhe: a textura suave da pele, o jeito que o clitóris ficava escondido entre os lábios superiores até eu mudar o ângulo das pernas. O bico do meu peito duro. De repente a sala já não estava tão mais fria. A onda de calor envolveu meu corpo quase por completo, e eu senti a umidade crescendo entre as minhas pernas. Meu corpo estava reagindo sem a minha permissão.
Carmen andou até a mesa do fundo e voltou com um banquinho baixo de madeira.
— Sobe aqui. De joelhos em cima. Costas retas. Depois abre as coxas o máximo que conseguir.

Subi. O banquinho era estreito. Quando afastei as pernas, tive que me equilibrar com cuidado. A posição fazia meus lábios se abrirem sozinhos. O fotógrafo se ajoelhou na frente para capturar o ângulo de baixo. O flash iluminou tudo de perto. Eu vi, pelo reflexo no visor da câmera, o quanto minha buceta estava visível: os lábios externos um pouco inchados pela posição, a fenda rosada entreaberta, a entrada apertada e tímida.
— Usa os dedos — Carmen ordenou. — Abre mais. Quero ver dentro.

Com a mão trêmula, alcancei entre as minhas pernas e abri meus próprios lábios com os dedos. A pele estava quente. Mais úmida do que eu gostaria de admitir. O ar gelado tocou diretamente a parte interna e um arrepio forte subiu pela minha barriga. O flash disparou várias vezes seguidas.
Carmen ficou em silêncio por um momento, só observando.
— Melhor. Mas ainda falta entrega. Você está mostrando o corpo… mas não está mostrando tesão.

Ela se virou e foi até a mesa onde estavam as caixas. Abriu uma delas. Quando voltou, trazia na mão um dildo de silicone rosa. Meu estômago revirou. Parecia grande e grosso demais pra uma pessoa que nunca foi penetrada.
— Agora vamos começar a trabalhar de verdade — ela disse, girando o brinquedo entre os dedos. — Você vai usar isso. E vai fazer parecer que está gostando.
Estendeu o dildo na minha direção.
— Pega.

Peguei. O silicone era macio e um pouco frio. Meus dedos quase não conseguiam segurar direito de tão trêmulos.
Carmen apontou para o banquinho.
— Continua de joelhos. Abre bem. E começa a esfregar ele em você. Devagar. Quero fotos de cada segundo.

O flash já estava pronto.
E eu, ainda com os dedos abrindo minha própria buceta, encostei a cabeça do dildo pela primeira vez nos meus lábios quentes e úmidos. Quando o dildo encostou no meu clitóris, minha buceta contraiu sozinha, mandando um choque direto no grelinho. A sensação nova foi tão boa que me arrepiei inteira. Era quente, gostosa, dava vontade de continuar. Passei ele devagar entre a fenda, subindo e descendo como Carmen tinha mandado. O contraste entre a temperatura do brinquedo e o calor da minha pele fazia tudo parecer ainda mais intenso. Toda vez que a cabeça arredondada roçava no clitóris, uma fisgada curta subia pela barriga. Eu tentava não reagir, mas o corpo respondia sozinho.
— Mais devagar — Carmen corrigiu. — E olha para a câmera. Quero ver no seu rosto que você está sentindo.

Forcei os olhos a ficarem abertos, encarando a lente enquanto deslizava o dildo para cima e para baixo. Meus lábios já estavam mais úmidos. O silicone começava a brilhar com a umidade que eu não conseguia controlar. O fotógrafo se movia em volta, capturando de todos os ângulos: de baixo, de lado, bem de perto.
— Agora enfia a cabeça — Carmen ordenou. — Só a cabeça. Bem devagar.

O coração disparou. Posicionei a ponta do dildo contra a entrada e pressionei. A resistência foi imediata. Eu era apertada. Muito. Não resisti e soltei um gemido de dor, apertando os olhos. Mesmo assim, não quis desistir naquela hora. Eu continuei. A cabeça do brinquedo foi me invadindo aos poucos, e a cada centímetro eu me segurava para não gritar. A sensação de ser preenchida pela primeira vez, mesmo que só um pouco, fez minhas coxas tremerem.
O flash estalou várias vezes.
— Continua — ela mandou. — Mais um pouco.
Empurrei mais. O silicone foi abrindo caminho, centímetro por centímetro, até quase metade ter desaparecido dentro de mim. A pressão era estranha e intensa. Minhas paredes se apertavam em volta do brinquedo por reflexo. Eu estava respirando pela boca, o rosto quente, os olhos marejados de vergonha e de algo mais quente que eu ainda não queria nomear.
Carmen se aproximou e tirou o dildo da minha mão com naturalidade. Eu senti ele escorregar para fora de uma vez e gemi, frustrada e dolorida. Ela pegou outro na caixa, esse era um pouco mais grosso, de cor bege, com veias mais marcadas.
— Agora esse. Quero você de quatro no chão. Costas bem arqueadas.
Desci do banquinho com as pernas trêmulas. Me posicionei de quatro no piso frio, arqueando as costas como ela pediu. A posição fazia minha buceta ficar completamente aberta e vulnerável. Carmen se ajoelhou ao meu lado e, sem avisar, começou a esfregar o novo dildo entre os meus lábios, espalhando o mel que começava a escorrer entre as minhas pernas.
— Relaxa — falou baixo, quase no meu ouvido. — Se você ficar tão tensa assim vai doer.
Ela posicionou a cabeça do brinquedo contra a minha entrada e empurrou. O grossura maior fez eu soltar um gemido abafado. Ele entrou mais difícil que o primeiro. Carmen foi devagar, mas constante, girando um pouco o dildo para ajudar. Eu sentia cada centímetro abrindo minhas paredes, a pressão forte, o ardor gostoso e assustador ao mesmo tempo.
Quando quase todo o brinquedo tinha desaparecido dentro de mim, ela parou.
— Segura ele aí. E olha por cima do ombro para a câmera.
Com a mão trêmula, segurei a base do dildo para que ele não escorregasse para fora. Virei o rosto. O fotógrafo estava ajoelhado logo atrás, a câmera apontada diretamente para onde o silicone sumia entre os meus lábios abertos e brilhantes. O flash começou a disparar sem parar.
Carmen se levantou e ficou observando, os braços cruzados.
— Agora mexe. Vai e volta. Devagar. Quero ver sua buceta engolindo.

Obedeci. Puxei o dildo até quase sair e depois empurrei de novo para dentro. O barulho molhado foi pequeno, mas constrangedor. A cada movimento eu sentia o silicone roçar em pontos que faziam minhas pernas tremerem. A vergonha ainda queimava, mas o prazer começava a subir junto, quente e traidor.
Carmem foi até outra caixa, e voltou com outro dildo, maior que os anteriores. Ela colocou o dildo na minha mão e eu engoli em seco. Deveria ter uns vinte e cinco centímetros de comprimento. Grosso o suficiente para meus dedos não se fecharem completamente em volta da base. A superfície tinha veias em alto-relevo e uma cabeça bem definida, mais larga que o corpo. Só de segurar eu já senti o estômago revirar.
— De quatro de novo — ela mandou. — E dessa vez eu quero ele inteiro dentro.
Voltei para a posição. Costas arqueadas, joelhos abertos, a bunda erguida. Carmen se ajoelhou ao meu lado e tirou o dildo da minha mão. Em vez de me dar, ela mesma posicionou a cabeça larga contra a minha entrada.
— Respira fundo.

Empurrou.
A dor veio imediata e aguda. A cabeça grossa forçou minha entrada virgem a se abrir muito além do que os outros dois tinham feito. Eu soltei um gemido alto e engasgado, os dedos se fechando contra o chão. Carmen não parou. Continuou pressionando com firmeza constante, centímetro por centímetro.
— Cinco centímetros… — ela falou baixo, quase para si mesma. — Continua relaxando.
O silicone ia entrando devagar. Eu sentia cada veia em relevo roçando nas minhas paredes internas, arranhando de um jeito que doía e ao mesmo tempo mandava fisgadas estranhas para cima. A cabeça larga abria caminho à força. As paredes da minha vagina se esticavam ao redor dele, quentes e apertadas, tentando resistir.
— Metade — Carmen anunciou.

Já estava tremendo. A dor ainda estava lá, uma pressão profunda e queimação na entrada, mas algo diferente começava a misturar com ela. Um calor baixo, desconhecido, que subia pela barriga toda vez que o dildo avançava mais um pouco e as veias roçavam num ponto específico dentro de mim. Carmen girou o brinquedo levemente enquanto empurrava. A textura irregular me esfregando por dentro me deu uma fisgada mais forte, e eu gemi de novo, dessa vez mais agudo. O clitóris latejava, inchado, mesmo sem ser tocado.
— Quase lá — ela disse. — Mais uns quatro centímetros.
O último trecho foi o pior e o melhor ao mesmo tempo. A dor afiada da entrada sendo forçada se misturou com uma pressão gostosa e profunda quando a cabeça do dildo finalmente passou pelo ponto mais apertado e se acomodou lá no fundo. Eu soltei um som quebrado, metade gemido, metade soluço. Estava completamente cheia. Vinte e cinco centímetros de silicone grosso enterrados dentro de mim pela primeira vez.
Carmen segurou a base e puxou até quase sair. As veias roçaram de novo nas minhas paredes no caminho de volta, mandando uma onda de calor estranho pela coluna. Depois empurrou de volta até o fim, mais rápido dessa vez. O barulho molhado foi claro. Eu já estava encharcada, mesmo com a dor.
— Olha só… — ela murmurou, começando a foder minha buceta com o dildo em movimentos lentos e profundos. — Já está melando o chão.
Cada estocada fazia o silicone grosso abrir minhas paredes de novo. A dor ia diminuindo aos poucos, substituída por uma sensação de calor crescente, pesada, que eu nunca tinha sentido antes. Toda vez que a cabeça larga passava por dentro, uma fisgada forte subia direto para o clitóris. Minhas pernas tremiam. Eu gemia sem conseguir controlar, a testa apoiada no braço.
O fotógrafo se aproximou ainda mais, capturando o momento em que o dildo grosso desaparecia por completo entre os meus lábios inchados e vermelhos.
Carmen acelerou um pouco o ritmo.
— Isso… aceita. Deixa ele te abrir.
E eu deixei.
Mesmo ainda doendo um pouco, mesmo com as lágrimas escorrendo no chão, o calor dentro de mim só aumentava a cada centímetro que entrava e saía. Carmen puxou o dildo de dentro de mim com um barulho molhado.
A sensação de esvaziar foi quase tão intensa quanto a de ser preenchida. Minha buceta ficou aberta por um segundo, latejando, antes de se fechar um pouco. Eu ainda estava ofegante, de quatro no chão, quando vi ela se levantar e pegar outro brinquedo na caixa.
Esse era ainda maior.
Mais longo, mais grosso, de silicone preto brilhante. Trinta centímetros, com certeza. A cabeça era ainda mais larga que a do anterior, e o corpo tinha uma textura de veias bem marcadas. Só de olhar meu estômago revirou de novo.
— Senta em cima dele. — Carmen mandou.
Ela passou lubrificante generosamente no dildo e depois posicionou ele em pé no chão, segurando a base. Apontou com a cabeça.
— Agora você vai cavalgar. Sozinha. E não vai parar até eu mandar.

Com as pernas ainda trêmulas, me posicionei em cima do brinquedo. Segurei a cabeça grossa com uma das mãos e alinhei com a minha entrada. Mesmo depois do anterior, a largura nova fez pressão demais. Empurrei o quadril para baixo devagar. A cabeça abriu caminho à força, me arrancando um gemido agudo. O silicone grosso foi afundando centímetro por centímetro enquanto eu descia, as paredes internas se esticando ao redor da textura irregular, meu mel escorrendo e molhando toda a base do dildo. A dor estava ficando insuportável. Lágrimas se formaram no canto dos olhos, mas eu não parei. Eu continuei descendo, sentindo cada centímetro esticar minha buceta virgem até o máximo. No fundo, eu estava orgulhosa de mim mesma. Uma virgem como eu, que nunca sentiu uma pica latejando dentro de mim antes, estava agora com a buceta engolindo trinta centímetros de silicone e aguentando aquela dor como uma putinha.
Quando finalmente sentei até o fim, senti a base pressionar contra meus lábios e o clitóris. Estava completamente cheia. Mais do que antes. A pressão no fundo era profunda e constante, dando fisgadas de prazer direto no grelinho.
— Agora sobe e desce — Carmen ordenou. — Devagar no começo. Depois mais rápido. E não para.

Apoiei as mãos no chão atrás de mim e comecei a me mexer. Subi até quase a cabeça sair e desci de novo, engolindo o dildo inteiro. A sensação era intensa demais. Cada vez que descia, as veias roçavam nas minhas paredes e a cabeça grossa batia fundo. O clitóris esfregava na base a cada movimento. O calor que eu tinha sentido antes voltou mais forte, subindo pela barriga.
O fotógrafo se movia em volta, o flash estalando sem parar. Carmen ficava de pé na minha frente, observando cada expressão do meu rosto.
— Mais rápido.

Obedeci. Comecei a subir e descer com mais força. O barulho molhado ficou mais alto. Minha buceta engolia o dildo grosso com facilidade crescente, já completamente molhada. Estava ficando gostoso demais. A dor tinha virado só uma pressão gostosa. Cada descida pressionava nos pontos certos, dando uma fisgada prazerosa no grelinho. Eu gemia agora sem conseguir segurar, o peito subindo e descendo rápido.
— Isso… — Carmen falou, a voz mais rouca. — Continua. Mais fundo. Quero ver você se foder de verdade.

Acelerei ainda mais. O quadril batia contra a base do dildo a cada movimento. O silicone grosso entrava e saía rápido, abrindo minhas paredes uma vez atrás da outra. O prazer estava subindo de verdade agora, quente, pesado, acumulando baixo na barriga. Meus movimentos ficaram mais descontrolados. Eu já não subia até o topo: ficava na metade de baixo, rebolando e descendo com força, o clitóris esfregando sem parar na base.
O flash não parava.
Carmen se aproximou e segurou meu queixo, obrigando-me a olhar para ela enquanto eu cavalgava o dildo.
— Não fecha a boca. Quero ouvir.

Gemi mais alto, exatamente como ela queria. O prazer estava perto demais. As pernas tremiam. Minha buceta se apertava em volta do silicone grosso a cada descida. Eu continuava me mexendo, mais rápido, mais desesperada, o suor escorrendo entre os seios.
Carmen sorriu, satisfeita, e soltou meu queixo.
— Continua exatamente assim. Não para.

E eu não parei.
Mesmo quando as coxas começaram a queimar, mesmo quando o prazer ficou quase insuportável, continuei subindo e descendo naquela pica grossa de silicone, me fodendo sozinha na frente deles, enquanto o flash capturava cada segundo.
— Mais rápido — ela cobrou. — Você ainda está controlando demais. Eu quero ver você se perder.

Obedeci. Acelerei até o ponto em que mal conseguia manter o ritmo. O dildo entrava e saía com violência, abrindo minha buceta cada vez mais atrás da outra. O clitóris esfregava na base sem nenhum descanso. O prazer estava demais agora, acumulado baixo na barriga, subindo em ondas cada vez mais fortes. Minhas pernas tremiam tanto que quase não aguentavam.
O fotógrafo se ajoelhou bem perto, capturando o silicone grosso molhado sendo devorado pela minha buceta inchada.
— Para — Carmen mandou de repente.
Congelamos. Eu fiquei sentada até o fim no dildo, ofegante, a buceta latejando em volta dele. O prazer ficou ali, latejante, sem conseguir estourar. Eu gemi, frustrada. Queria mais, até não aguentar.
Carmen se agachou na minha frente e segurou meu queixo de novo.
— Respira. Ainda não.
Ela me fez levantar devagar. O dildo saiu de dentro de mim com um barulho molhado e obsceno. Minha buceta ficou aberta, pulsando, o grelinho inchado e um fio molhado escorrendo pela coxa. Carmen apontou para a cama que o fotógrafo tinha preparado no canto do estúdio: uma cama simples com lençol branco.
— Deita. Pernas abertas. Bem abertas.
Deitei. Abri as pernas o máximo que consegui. Carmen pegou o mesmo dildo preto, passou mais lubrificante e se posicionou entre as minhas coxas.
— Agora eu vou te foder com ele — ela disse, a voz baixa e firme. — E você vai olhar para a câmera o tempo inteiro. Entendeu?

Assenti, sem conseguir falar. Eu já não pensava mais em trabalho, só queria de novo aquela sensação gostosa de ser fodida por aquela pica falsa até o fundo. A sensação de estar toda aberta e exposta na frente de dois desconhecidos — era aquilo que eu queria.
Carmen posicionou a cabeça grossa contra a minha entrada e empurrou até o fundo de uma vez só. Eu soltei um gemido alto. Ela não teve a delicadeza de antes. Começou a meter com o dildo em estocadas profundas e ritmadas, uma das mãos segurando minha coxa aberta, a outra controlando o brinquedo. Cada investida fazia o silicone grosso abrir minhas paredes e bater fundo. O clitóris latejava, inchado, pedindo mais.
O flash disparava sem parar.
— Isso… — Carmen falou, acelerando. — Aceita. Mostra na cara o quanto está gostando.

Eu não precisava fingir mais. O prazer estava grande demais. Cada estocada mandava uma onda quente pela barriga. Minha buceta se apertava em volta do dildo, molhada, barulhenta. Eu gemia olhando para a câmera exatamente como ela tinha mandado, as mãos agarradas no lençol.
Carmen mudou o ângulo e começou a esfregar a base do dildo contra o meu clitóris a cada estocada. O prazer subiu de forma perigosa, rápida, pesada.
— Não goza ainda — ela avisou, notando. — Aguenta.

Eu balancei a cabeça, desesperada, tentando segurar. As pernas tremiam demais. O dildo entrava e saía rápido, fundo, sem nenhum descanso. Eu estava no limite. Carmen segurou o ritmo exatamente ali, no ponto em que eu quase quebrava, por longos segundos. Só quando viu que eu realmente não ia aguentar mais, ela falou:
— Agora. Goza.
E fodeu minha buceta com o dildo ainda mais rápido, a base batendo sem parar no clitóris.
O orgasmo me atingiu com violência.
Minha buceta se contraiu com força em volta do silicone grosso, as ondas vindo fortes e seguidas. Eu gritei, o corpo inteiro tremendo, as pernas tentando se fechar enquanto Carmen me segurava aberta e continuava metendo através de cada contração. O flash não parava. Eu continuei gozando, molhada, exposta, completamente entregue, enquanto ela me fodia com o dildo até a última onda passar.
Quando finalmente parou, eu estava mole demais para me mexer. Ofegante, suada, a buceta ainda latejando e aberta, escorrendo gozo pelas minhas coxas.
Carmen tirou o dildo devagar e olhou para mim com um meio sorriso satisfeito e orgulhoso.
— Perfeita — ela disse, quase em voz baixa. — Exatamente o que eu queria.

Eu continuei ali, recuperando o fôlego, desacreditada que eu tinha sido fodida e gozado pela primeira vez. Desacreditada no quão aberta e fodida eu estava. Minha buceta vermelha, inchada, meu clitóris pulsava sem parar, sensível demais. O gozo não parava de escorrer. E, depois de tudo isso, eu sabia que eu mal podia esperar pela próxima sessão de fotos.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico srtabelle

Nome do conto:
Perdi a virgindade aceitando ser modelo de brinquedos eróticos!

Codigo do conto:
273932

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
04/10/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
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