Venho aqui contar como foi a minha primeira vez com um homem, que não faz muito tempo. Sempre fui muito reservado; desde cedo sei que sou gay, mas ninguém diria, pois me comporto como um heterossexual. Simplesmente não namoro raparigas, mas dou-me bem com os rapazes e faço tudo o que um cara “normal” faz. É claro que toda a gente vive a perguntar-me como é que um rapaz tão bonito não tem namorada, ao que respondo que não tenho sorte. Pois bem, tudo começou quando o meu vizinho do lado, o Ricardo, me ligou para ir à casa dele conversar. Ele tem a mesma idade que eu e sempre fomos amigos desde crianças, e fui lá ver o que ele queria.
— Oi, Ricardo, tudo bem? – Ele me recebeu sem camiseta, com o seu tronco nu. Tive uma ereção na hora; ele é muito gostoso e, ainda por cima, tem tatuagens no corpo, até fiquei com o meu coração acelerado.
— Oi, tudo bem, cara!
— Nossa, que mistério é esse que não podias falar pelo telefone?
— Vem ver o filme que fiz.
— Tu fizeste um filme?
— Sim [Risos] — a cara dele era de safado.
— O que tu andaste aprontando? [Risos]
— Vem ver [Risos] — eu o vi apertando o pau, e nossa, que calor que aquilo me dava — e vai tirando essa camisola também que tu vais ficar com calor… [Risos]
Fomos para a sala, ele insistiu novamente para que eu tirasse a camisola e eu tirei; em seguida, ele colocou o filme. Quando começou, fiquei de boca aberta: os atores eram ele, a vizinha da frente e o namorado dela, já os três nus.
— Que isso, cara? — [Risos]
— Transei com esses dois… — [Risos]
— Mas que maluquice… — confesso que estava espantado, mas curioso para continuar a ver. O Ricardo é safado, mas nunca pensei que fosse tanto.
— Tu nem imaginas a loucura que foi… — [Risos]
— Só mesmo tu para te meteres num esquema desses… — [Risos]
— Cara, eu adorei, comi os dois!
— O quê?
— É isso mesmo o que ouviste: primeiro eu a comi, depois ele a comeu e, no fim, eu comi o cara.
— Fala sério! O Fernando não tem cara de viado.
— Tu também não tens, e, no entanto, és! [Risos]
— Estás a estranhar-me? — entrei em pânico; nunca ninguém tinha sido tão direto comigo.
— Relaxa, cara — ele pousou a mão sobre a minha perna — deixa de ser atrasado. Uma foda entre machos é muito boa, sai do armário de uma vez por todas. Desde adolescentes que sei que tu és viado.
— Que conversa é essa? Estou te estranhando, Ricardo, e tu não sabes nada sobre mim — ele alisava a minha perna e aquilo mexia comigo.
— Deixa de ser careta, um homem tem de fazer o que lhe dá mais prazer!
— É, e tu, agora tens prazer em transar com homens, é isso?
— Sim, desde que transei com o Fernando não penso em outra coisa, ou melhor, penso em ti!
— Em mim? Estás maluco…
— Sim, eu te adoro, cara. Tu és um bom amigo e quero ser eu a te dar o que tu tanto desejas — e ele pôs o pau para fora; meu coração estava a mil.
— Ricardo!…
— Deixa-te de coisas, vem chupar-me, vem…
— Ricardo… — falei ainda mais alto, mas eu já não conseguia resistir à tentação, eu sempre tive uma grande atração por aquele safado.
— Eu sei que estás a morrer de vontade de experimentar. Vem, cara, olha só o tesão que eu estou, vem chupar-me, vem…
Nem sei dizer quantas punhetas tinha batido sonhando com aquele momento; não resisti mais, ajoelhei-me na sua frente e olhei bem para a sua vara. Era grande e retinha, estava bem tesa; cresceu-me água na boca. Ele então apontou a sua vara para mim e eu automaticamente levei à minha boca e engoli a cabecinha. E nossa, que sensação! Era macia, tinha um gostinho bom; dei uma sugadinha e ele gemeu logo.
- Uhmmm, issooo, Marcelo…
O Ricardo estremeceu quando engoli a sua vara quase toda. Era a minha primeira vara, mas eu já tinha visto tantos caras em filmes a chupar, e eu mal podia acreditar que finalmente estava a realizar o que eu tanto desejei. Por isso, eu já sabia o que fazer num pau assim tão gostoso; eu estava a adorar tudo: o sabor, a sua textura, e comecei a sugá-la cada vez mais fundo. O meu tesão naquele momento era enorme.
- Ai, porra… que delícia, Marcelo! Tu chupas bem para caralho. Vem cá, vem, vamos ficar mais à vontade. – Eu não falei nada, pois sentia alguma vergonha; sempre tinha reprimido aquele meu desejo mais secreto, mas ele era bem relaxado, agarrou a minha mão e fomos para o seu quarto.
- Eu sabia que tu gostavas de vara!
- Eu já te disse que não sou viado!
- Pois não... [Risos] – o safado beijou-me e empurrou-me na direção do seu pau e, então, joguei-o para cima da sua cama e comecei de novo a mamar na sua vara; e, nossa, como era bom chupá-lo.
- Uhmmm, isso… Marcelo, tu chupas bem para caralho… uhmmm…
Fiquei a chupá-lo por um bom tempo até que comecei a sentir a sua respiração um pouco mais ofegante.
- Para, cara! Está bom para caralho, mas assim eu gozo já!
- Tudo bem, também estou explodindo de tesão, o meu pau está duro, bem teso… [Risos]
- Aí sim... [Risos] deixa eu ver… – coloquei-o para fora.
- Vê só… - ele, sem nenhum pudor, tirou a minha roupa e a dele também, agarrou na minha vara e me beijou.
- Só te quero dizer que eu também não sou viado [Riso bem safado] - e sentou-me na cama, ajoelhou-se à minha frente e agarrou o meu pau. Nossa, tive que me controlar para não gozar na hora.
- Caralho, Ricardo, por essa não esperava!!
- Tu vais ver o prazer que hoje te vou proporcionar… [Riso bem malandro] – ele se concentrou no meu pau e começou a me chupar deliciosamente; eu só gemia e, a meio da chupada, ele procurou o meu cuzinho e começou a passar o seu dedo na entrada; nossa, que prazer que senti logo, comecei a gemer ainda mais alto.
- Estás com tesão neste cuzinho?
- Sim... – respondi muito envergonhadamente.
- Então te vira ao contrário…
Fiquei de quatro na cama com a minha bunda virada para ele, e senti as suas mãos agarrando-a e abrindo as minhas nádegas; até estremeci.
- Nossa, Marcelo, estás mesmo com tesão!
- Por quê?
- Ah, vais dizer que não sentes este teu cuzinho a piscar? Basta olhar este botãozinho, está louco por vara.
Era verdade, eu não sabia explicar, mas sentia o meu cu pegando fogo, era tesão por pica; ele meteu logo lá a sua língua molhada e delirei.
- Uhmmmm, nossaaaaaa, que é isso?
- Ainda só é a minha língua [Riso malandro] – e voltou a enfiar a língua no meu cuzinho.
Que tesão era aquele? Eu me contorcia todo; de vez em quando ele passava o dedo e enfiava só um pouquinho, aquilo me levava à loucura e eu não aguentei tanto tesão, que sem pensar pedi por vara.
- Enfia, mas é a tua piroca, caralho, que eu não estou aguentando tanto tesão, uhmmm…
- Eu sabia que tu eras viado.
- Eu não sou viado, mas isso que me estás fazendo sabe bem demais…
- Não precisas de ter vergonha disso, mas fica sabendo: só um viado pede por piroca. - O sacaninha gostava de me provocar.
- Cara, a gente depois fala sobre isso, agora me fode, vai – eu queria mesmo era vara, aquela conversa não ia a lado nenhum naquele momento.
- É para já… – ele se levantou bem rápido e foi colocar uma camisinha.
- Empina bem essa bundinha – eu já estava de quatro – isso…
Senti ele encostar a vara no meu cu e fazer força; quando a cabeça entrou, senti um pouco de dor.
- Uiii… o que é isso?
- É o meu pau entrando… [Riso safado] Relaxa esse cu, ainda é muito apertado… – eu sentia a pressão do seu pau a alargar o meu anelzinho, mas eu queria muito aquilo, fazia anos que eu desejava ser fodido.
- Tranquilo… eu aguento!
- Claro que aguentas! Tu vais adorar… [Risos]
Aos poucos a vara dele entrou toda, até suei, mas estava adorando. Nossa, finalmente tinha um pau me fodendo! Doía um pouco, mas era tão bom sentir aquele pau quentinho a pulsar dentro de mim; só me apetecia gemer bem alto. Ele, sem cerimônia, começou a bombear o meu cu; no começo era desconfortável, mas o tesão foi vencendo o desconforto.
- Aiiii, caralho, Ricardo!!
- Já, já, não vai custar.
- Já não custa, caralho... uhmmmm… Ai, fodeeeee…
- Nossa, já está assim tão gostoso?
- Uhmmm… por demais… – e senti ele a dar uma estocada forte – Isso, me fode assim, nosssaaa… que bom…
- Tu nasceste mesmo para levar vara. Este cu já está bem acostumado, agora vou te foder como gosto…
Ele saiu de dentro de mim, mandou-me deitar de barriga para cima num banco, agarrou as minhas pernas, abriu-as bem e enfiou a vara novamente no meu cu.
— Uff... — ele entrou de uma vez, deixando-me sem ar.
— [Risos] Adoro este teu cuzinho.
— Então, trata-me com carinho.
— Com carinho? Tenho é que deixá-lo bem largo! — ele começou a foder-me rápido, sem dó nem piedade, e eu logo voltei a ficar cheio de tesão.
— Ai, caralho, tu és foda!
— Foda é este teu cu apertado... toma! — ele dava estocadas fortes.
— Aiii, caralhooooo, porraaaaaa!
— Geme, seu safado!
Nossa, que tesão! Estava muito gostoso, mas eu tinha um desejo a cumprir: queria cavalgar na sua vara.
— Ai, Ricardo, deixa-me cavalgar na tua vara.
— Que é isso, cara? Tu és viado? — sempre a me provocar.
— Sou, rsrsrs…
— Que maravilha, não vou deixar o meu viadinho esperar mais; também te quero ver a cavalgar.
— Seu tolo, rsrsrs... — agarrei nele e dei-lhe um beijo bem demorado.
Depois, ele sentou-se na cama com a vara espetada para cima, à minha espera.
— Anda, viadinho, vem cavalgar no teu macho... [Riso safado]
Posicionei-me e comecei a descer o meu cu pela sua vara até ela estar toda dentro; depois começou a festa e iniciei o sobe e desce.
— Ui, que delícia te foder assim.
- Uhmmmm, delícia é ter esta vara maravilhosa no meu cu.
- Que viadinho mais safadinho que tu me estás saindo, isso, cavalga gostoso no meu pau.
Nossa, como era bom. Ele também era um fodedor fantástico; enquanto eu subia e descia, cheio de tesão no seu pau, ele passava as mãos pelo meu corpo e apertava os meus mamilos, o que me deixava ainda mais excitado.
- Aiiii, que delícia, hummm.
- Esse cu é fogo, vai... isso, continua a cavalgar assim... – ele então agarrou meu pau e começou a me punhetar; era prazer demais.
- Assim eu gozo, caralho! – e ele aumentou a intensidade da punheta.
- Goza, porque eu também estou chegando ao meu limite, porra!
- Aiiii, caralho! – meu primeiro jato saiu e ele continuou a me punhetar.
— Isso… goza, seu viado! — e senti a porra dele encher a camisinha dentro de mim; que loucura boa!
— Ai, nossa… hummm…
— Que cu delicioso, porra… hummm…
Quando terminamos, caímos os dois exaustos na cama.
— Como é, Marcelo? Tu és viado, cara!
— Pois sou… — respondo meio timidamente. E, sem que eu esperasse, ele me beijou.
— Eu também, e tu sempre foste o cara que eu quis ter.
Nossa, que revelação! Ficamos nos beijando na cama até que, claro, os paus ficaram duros de novo e repetimos tudo outra vez. E o que posso dizer é que, até hoje, estamos juntos, somos namorados.
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