Uma dessas poucas pessoas, era Charles. Um senhor, 50 e poucos anos, branquinho, daqueles bem gringos, grisalho, magro, um homem com charme, eu diria, mas o que me chamou a atenção nele foi a educação e a abordagem, ele não era como qualquer um, daqueles que só viram uma foto tua e dizem, “tô livre, pode agora?” . Não , Charles tinha assunto, era muito bom conversar com ele, e mesmo que quisesse ficar comigo , nunca forçou nada, ele entendia meu lado e respeitava, por isso acabamos passando do site para o Skype, na época , depois para o whatsapp, etc. Sempre mantivemos contato , falando sobre tudo , tudo mesmo, acabamos virando confidentes mesmo sem sairmos do virtual.
Claro que flertamos , mesmo que brincando, trocamos fotos , até chegamos a fazer ligações, coisa que eu não confiava em ninguém para fazer , posso dizer que ficamos anos nessas conversas.
Charles é mecânico de motos. Eu? Não sei nem ligar uma. Num dia , liguei para ele e perguntei se estava atrapalhando. Ele disse que não, que só estava trabalhando na oficina. Pedi para ele me mandar um vídeo do lugar
E assim ele fez : começou o vídeo fazendo um tour pelo seu local de trabalho, me mostrou a fachada , a parte da frente , onde ele trabalha mais frequentemente, e seguiu para a parte de trás, um galpão onde ele guarda peças e partes que podem ser reutilizadas. Vendo aquele lugar, alguma coisa mexeu comigo; peças por toda parte, piso de cimento, ferramentas nas mesas , as mãos dele, sujas de graxa mostrando o lugar , sinceramente não sei o que foi, mas me deu tesão de ver, e mandei na mensagem para ele:
- Charles, posso te pedir uma coisa?
- Claro, diga
- Manda pra mim uma foto do teu pau, aí no galpão?
- No galpão?
- É, por favor, mas mostra bem o lugar , quero ver tipo um cenário.
Alguns minutos depois, recebi uma foto dele segurando o pau, duro , tirada de cima próximo a uma mesa com porcas e parafusos, mostrando um pouco do piso, e as caixas com peças . Eu respondi para ele:
- Nossa que tesão, isso tudo, não sei explicar.
- Sério?
- Sim , fiquei com tesão.
- Por que tu não vem tomar um café aqui como? Posso te mostrar a oficina pessoalmente.
- Deixa assim, não é pra isso que a gente conversa.
- É , eu sei, mas não custa tentar, e a hora que tu quiser eu quero.
- Eu sei , tô bem ciente. Mas tu me entende.
- Sim , entendo.
Depois daquilo, Charles começou a me mandar fotos quentes, mais frequentemente, sempre naquele galpão. E eu retribuía com alguma foto mais ousada, conversamos muito , como sempre , e sempre respeitando os limites um do outro, tudo corria bem, sem abusos nem desrespeitos.
Charles, assim como eu , gosta de escrever. Poemas e contos eróticos, são seu tema favorito também, um dia ele me chamou e mandou um texto , recém escrito, fantasiando um encontro nosso em um parque próximo da casa dele, aqui na nossa cidade. O conto foi rápido, direto, mas tinha muito tesão envolvido nas suas palavras.
Após o texto , ele me enviou uma mensagem, “escrevi de pau na mão” , e eu respondi, “quem sabe, um dia?”.
Digamos que eu deixei a porta entreaberta, para a sua fantasia.
Alguns dias depois, estávamos conversando e perguntei, sobre o conto, disse que não conhecia o parque em questão , e se tinha aqueles lugares que ele falava na história, ou se eram invenção dele, ao que ele me respondeu :
- “Tem sim , tudo no texto é verdade, menos o sexo. Esse, é só vontade minha mesmo.”
- Legal, uma hora vou lá, conhecer o lugar.
- Me avisa que eu vou ter prazer em te mostrar tudo.
Nossas conversas estavam começando a ficar mais sérias e realistas, parecia que estávamos só esperando mínima oportunidade para trazer aquilo tudo para fora dos assuntos digitais.
Em um dia de sol, estava em casa, pensei “porque não dar uma ativada na vitamina D ?” , sem segundas intenções, só eu e o dia.
Fui ao meu quarto trocar de roupa , por baixo, vesti uma calcinha simples, rosinha, nada muito chamativo, mas entrava na bunda , mas modéstia a parte, me deixa bem gostosinha ??. Vesti uma calça de academia cinza, um top e uma camiseta de ombro nu , rabo de cavalo, óculos escuro, tênis branco, celular e fui para o meu carro. Dirigi meio no automático, sem pensar, e acabei no parque próximo da casa do Charles.
Desci do carro, e fui dar uma passeada por ali. Tinha pouquíssimas pessoas por lá, era uma segunda-feira, 2 e meia da tarde, mesmo assim, atraí alguns olhares, recebi alguns elogios, caminhei uns 15 minutos e me sentei em um banco para curtir o sol . Me lembrei das palavras do conto de Charles, e olhei em volta, procurando os lugares que ele havia descrito e pensei em chamá-lo, fiquei hesitante por alguns minutos, afinal já conversávamos há tempos, nunca tínhamos nos visto, era quase um sentimento adolescente, ao mesmo tempo pensei “ eu tenho 37 anos, ele tem 58, somos bem grandinhos, sem ter o que esconder, e só estou pensando em conhecer um amigo. Um amigo que eu já tinha visto nu, excitado, gozando”, e a recíproca era verdadeira. Por fim , peguei meu telefone:
- Oi , adivinha onde eu tô?
- Onde?
- Aqui no “parque fulano de tal”
- Tá brincando comigo?
- Não , tá afim de a gente se conhecer?
- Claro, mas eu tô trabalhando, todo
sujo.
- Não tô preocupada com isso.
- Capaz , tu tá falando sério? Tá aí mesmo?
Tirei uma selfie minha , mostrando o parque e enviei
- Não te importa de eu estar assim?
- Já falei que não, eu tô aqui, se quiser vir aqui , a gente se conhece.
-Tá , já vou.
Esperei uns 20 minutos, achei que ele nem viria mais, e vi Charles chegando. Calça surrada, camiseta suja e chinelo, me levantei para recebê-lo, com um grande abraço forte, como namorados que não se vêem há tempos:
- Nem acredito que tu veio aqui , guria! E eu tô todo sujo.
- Eu vim, falei pra ti que um dia podia acontecer. E eu já disse que não me importo com isso.
- Eu não esperava, de verdade.
- Quer que eu vá embora?
- Não de jeito nenhum, eu não quero é sair dos teus braços.
- Porque não?
- Tô conseguindo sentir teu corpo no meu. Tu é mais linda ao vivo
- Ah muito obrigada , fiquei positivamente admirada também.
- Eu nem perfume passei, mas não podia perder essa chance.
Dei uma aspirada no seu pescoço, e senti o cheiro de trabalhador suado, cheiro de homem.
- Eu gostei do teu cheiro. É cheiro de verdade.
- Bom se tu não reclamar. Tô feliz
- Não vou reclamar.
Nos soltamos do abraço e de mãos dadas ficamos nos olhando durante uns segundos, apenas sorrindo um para o outro, e puxei Charles para sentar ao meu lado e conversar, falamos diversas coisas, relacionamentos , trabalho, sentimentos, tudo o que falamos online, falamos off, mas mantendo os assuntos quentes de fora.
Era quase fim de outono, fazia uma tarde quente, aqui no sul, mais conhecida como “bafôr”. Mesmo assim escurecia rápido, nem vimos o tempo passar, só pessoas indo embora , quando vimos era 17:15 , levantei a questão:
- Tá ficando tarde, tu não tem que ir pra casa?
- Hoje é segunda, dia de culto, eu fico sozinho à noite em casa, e avisei a mulher que eu ia resolver umas coisas, não tinha hora para voltar, a oficina tá fechada.
- Hum , entendi, ela não vai te procurar então?
- Não , na hora de sair, ela vai só mandar mensagem e vai. A gente pode ficar aqui até o fim da noite se tu quiser.
- Maaas que safado.
-Eu não falei nada disso, falei de conversar.
- Aaaah que pena. - falei com ar de riso.
- Mas se tu quiser mais do que isso, pode ser também.
- Pára, não se passe comigo.
- Não me passei, ainda.
- Ah é? E faltou o que?
- Um sinal verde.
Levantei meus óculos e olhei ele nos olhos.
- Verdes assim , é suficiente?
- Muito
Charles passou o braço por cima de mim, me puxou para perto e me deu um delicioso e longo beijo de língua . Durante o beijo, sua mão que estava na minha cintura, subiu por baixo da minha camiseta, chegando no meu seio. Eu coloquei a mão entre suas pernas e senti: duro, pulsando, grande, não parecia muito grosso, mas muito duro, esperando por mim. Paramos e olhamos em volta, vimos que estávamos praticamente sós, podíamos ficar à vontade, e seguimos nos beijando, sentíamos como se nos conhecêssemos há muito , e de fato era, pois já tinha pelo menos 3 anos conversando:
- Valeu a espera? - perguntei, roçando meus lábios no teu pescoço.
- Tá valendo
- Se arrependeu?
- De jeito nenhum.
- Me deu um calor de repente, acho que vou tirar essa camiseta …- tirei e fiquei com o top, ficando mais exposta ao seu olhar.
- Nossa, tu é muito mais gostosa do que nas fotos.
- Ah é? Tu acha? Dizem que foto engana muito.
- Não acho que engana, mas pode ser que a imagem não reflita tudo .
- É? Tu acha que as que tu me mandou refletem tudo ?
- Não sei , tu vai ter que descobrir.
- Me mostra então.
Charles olhou para os lados , confirmou que estávamos sozinhos, e colocou o membro para fora da calça. Realmente parecia maior do que nas fotos, minha boca encheu d'água .
- Hummm que delícia, é grande mesmo. - peguei na mão, comecei a punhetar, de leve, já estava bem melado de tesão, me inclinei e beijei Charles na boca. - deixa eu medir direitinho pra ver se é maior mesmo - me inclinei mais um pouco e coloquei na boca, devagar, molhado, sentindo cada centímetro.
- Aaaaaah , aaaah tesão - Charles segurou no meu rabo-de-cavalo, e se inclinou para trás, deixando o pau em todo seu vigor, para que eu chupasse.
Tirei ele da boca e olhei novamente nos olhos de Charles:
- É, parece maior mesmo, tem quanto aqui? Uns 19 centímetros?
- Não sei bem.
- Será que ele cabe dentro de mim?
- Sei que cabe.
-Hahaha safado.- Charles me abraçou e eu continuei com o pau dele na mão, sentindo ele endurecer mais.
- Posso saber que cor é a tua calcinha?
- Peraí. - me levantei do banco, puxei um pouco os lados da legging e baixei a parte de trás, até a coxa - oh, é rosinha.
- Aaaah eu amo essa bunda. Deixa eu ver as estrelinhas?
- Aqui oh - virei o lado da minha tatuagem e empinei a bunda para ele.
Suas mãos fizeram um carinho no meu rabinho e ele deu um beijo na minha tatuagem, seguido de uma mordida. Me vesti de novo e sentei de costas pra ele e deitei metade do corpo no seu colo, com os pés para cima do banco.
- Escuta Charles. Aqueles lugares que tu escreveu no teu conto, onde são?
- A casinha aquela, é logo ali oh, a história é atrás dela , é mais isolado ali.
- Quero ir ali ver.
-Tá, vamos.
Fomos até onde ele indicou, chegando percebi que realmente era mais isolado do que o resto do parque, até a grama era bem mais alta. Charles me abraçou e me beijou de novo, me prensando contra a casinha, sua mão foi na minha bunda , e seu beijo para o meu pescoço, sua barba me arranhava , e eu amo barba arranhando. Levantei o top e fiquei com os seios nus, ele parou um pouco, olhou fixamente e sem dizer nada, começou a chupar eles, com vontade, com fome. Eu já estava louca de tesão, aquele homem era uma delícia, seu beijo, seu gosto, sua pegada, seu cheiro, tudo me excitava. Ele me dominava , estava fazendo o que queria comigo, me virou de costas para ele e me prensou de novo na parede, começou a baixar minha calça, esfregando seu pau, ainda de calça, na minha bunda; me puxou pela cintura, me inclinando para trás, tirou só o pau pra fora.
Senti ele procurando a minha vagina com a cabeça do caralho , ofegante, apressado, encaixou na entrada escorregadia e em um movimento só estava dentro de mim.
Charles me comia com força , seu pau entrava e saia da minha buceta com raiva , eu gemia , não queria mais sair dali. Aquela foda escondida em um parque público era excitante, por todos os aspectos, perigo de sermos vistos, tesão acumulado, ser o objeto do macho, a mão de Charles segurava firme a minha cintura, impedia que eu saísse dali, como se eu quisesse (risos), tudo fazia minha buceta pulsar mais forte, a ponto de gozar ali mesmo , com a calça pelo meio das coxas , no meio do mato, e um gozo forte, intenso, mas tive que conter o gemido , para não alertar ninguém , estávamos em lugar público. O pau de Charles parece ter ficado mais firme e seu corpo estremecia, ele ia gozar :
- Na minha boca , goza na minha boca
Ele tirou o pau de mim:
- Ajoelha , agora! - uma ordem firme
Obedeci e ele segurou minha cabeça pelo cabelo de novo e puxou bem para perto, enfiando o pau na minha boca , sem segundas palavras, só enfiou; eu chupei um pouco e ele tirou e se pôs a se masturbar enquanto eu lambia o pau por baixo, quando Charles a respiração de Charles ficou mais rápida, fiquei com a boquinha aberta e a língua para fora, esperando o gozo, ele apontou para mim e despejou na minha boca e no meu rosto MUITA porra, algo que não parecia ter fim, vários jatos , consistentes e grossos, agora estava na minha boca, como boa bezerrinha, eu engoli tudo. Charles deu dois passos para trás , suas pernas pareciam bambas, ainda recuperando o fôlego, esperando eu terminar de vestir a calça e o top para voltarmos para o banco.
Sentados lá , abraçadinhos , ficamos em silêncio, até eu quebrar ele, depois de recuperada do ur havia acontecido a recém:
- O que foi isso? De onde veio essa voracidade?
- Eu queria ficar contigo , há muito tempo.
- Não era só isso.
- Bom , eu já te disse que meu casamento não vem bem, quase 10 meses que não fazia sexo.
- Mas, eu te vi gozar nos vídeos nesse
tempo.
- Punheta não é a mesma coisa, e ficar contigo foi a melhor coisa dos últimos tempos. Uma mulher linda , que eu queria conhecer há horas, gostosa , aliás muito mais gostosa do que eu pensava. E agora ainda por cima me mostrou um lado bem devassa.
- Mas tu que coordenou tudo ali , eu adorei aquilo.
- Eu tenho meu lado mais romântico também.
- Só experimentando para saber.
- É só tu querer.
Nesse momento , o telefone de Charles toca com uma mensagem da esposa avisando que estava indo para o culto.
- Sabe , eu gosto muito daquele galpão, no fundo da oficina.
- Tu é mulher para uma cama gigante.
- Tu não disse que eu sou devassa, sou bem putinha quando eu quero. - senti o pau de Charles reagir , por baixo da calça.
- Quer ir lá conhecer a oficina?
- Quero muito.
- Vamos então, eu te mostro.
- Meu carro tá ali, eu te levo.
Fomos até o meu carro e seguimos para a oficina, por precaução, Charles abriu o portão principal e eu coloquei o carro lá dentro. E eu , finalmente, eu ia conhecer aquele galpão.
Continua