Elizete a periguete (de 55 anos rsrsrsrs)

Eu morava no interior e tive que ir para a capital resolver uns assuntos e me hospedei na casa da minha sobrinha. Ela era bem jovem, tinha 30 anos e era casada com um rapaz com a idade dela. Eu havia perdido meu marido já a dez anos mas nunca deixei de ter pica, não posso viver sem foder, mesmo aos 55 anos. Cheguei no domingo à noite e fui recebido pelos dois na casa deles, havia um quarto de hóspedes. Não pude deixar de notar como o marido dela era forte e bonito, louro bronzeado, parecia aqueles surfistas de propaganda de TV. Imediatamente pensei que ele devia ser muito assediado e me pareceu ser um comedor. No outro dia eu iria sair para resolver meus problemas e deitei cedo. Lá pelas tantas, ouvi um som que logo reconheci, minha sobrinha estava sendo fodida e gemia quase gritando. Fiquei imaginando qual seria o tamanho da pica do marido dela e, instintivamente, levei minha mão para a buceta e comecei a bater uma siririca, eu teria que dar um jeito de foder aquele garoto. Dormi depois de gozar.
Na manhã seguinte saí e voltei logo após o almoço, eu estava com as chaves e pensei que iria estar sozinha, minha sobrinha tinha ido ao trabalho e o marido dela também. Entrei em casa, fui para o meu quarto e resolvi tomar um banho. Entrei no banheiro só de calcinha e dei de cara com o marido da minha sobrinha:
“Desculpe-me, eu achei que não havia ninguém em casa”, me desculpei.
Não pude deixar de “medir” o tamanho do pau dele pois mesmo mole, era enorme. Naturalmente ele também me “avaliou” e disse:
“Não tem problema, venha cá, vamos aproveitar que estamos sozinhos”.
Ele se aproximou e me abraçou, me beijando. Mesmo sendo pega de surpresa, minha buceta melou na hora e o abracei, correspondendo o beijo. Ele se esfregou em mim, senti a pica crescendo e roçando a minha buceta por cima da calcinha. Segurei o pau dele e, me ajoelhando, enfiei na boca. Que delícia! A pica cresceu totalmente na minha boca, ele segurou a minha cabeça e começou a foder a minha boca, enfiando até o fundo da minha garganta. Eu não a medi mas devia ter pelo menos 20cm e era bem grossa, deliciosa mesmo. Ele fodeu minha boca e, me levantando me virou de costas, me curvei e, tirando a calcinha abri a bunda com mas mãos pedi:
“Me come, me come!”
Ele encostou a cabeça do pau na minha buceta e enfiou de uma vez, até o fundo. Mesmo estando bem molhada, senti aquela pica me rasgando toda e olha que eu já tinha levado muita pica. Minha buceta esticou e alargou e eu dei um gemido forte, meio de surpresa pela investida dele, meio por tesão pela putaria, que delícia ser fodida pelo marido da minha sobrinha, aquela vaquinha tinha sorte de ter uma pica dessas mas, naquele momento aquele pau era só meu. Me fodeu gostoso por alguns minutos e me chamou para ir para a cama. Deitei de pernas abertas e ela caiu de boca na minha buceta, melhor que uma língua era uma pica, pedi para ele:
“Quero teu pau, vamos fazer um 69”.
Eu não sei o que escolher entre ter um pau na buceta ou na boca, por isso o melhor é ter dois ao mesmo tempo mas, eu estava satisfeita com aquela trolha na minha boca enquanto ele chupava minha buceta. Suguei com muito gosto aquele pau que logo estaria fodendo minha buceta. Enquanto ele lambia meu grelo, enfiou um dedo no meu cú, quase gozei. Ele tirou o pau da minha boca e deitou sobre meu corpo e enfiou a pica até o funda da minha buceta, abri as pernas o máximo que pude e ele me fodeu com força, me socando a pica tão forte que achei que minha buceta iria arrebentar. Não aguentei mais segurar e gozei que me babei toda. Fazia muitos meses que eu não trepava e estava atrasadíssima. Ele não parou de me foder, isso acendeu novamente e comecei a gozar continua e muitas vezes, era o tal do orgasmo múltiplo, eu estava gozando feito uma porca, sem parar, minha cabeça estava girando e eu estava vendo estrelas, eu gemia, eu gritava me babava toda, gozei, gozei, gozei tanto que me larguei toda e fiquei ali toda mole e tremendo e me contraindo com espasmos no quadril. Ele me avisou:
“Vou gozar na tua boca”.
Gozou relinchando como um cavalo, me afoguei com tanta porra, saiu pelo meu nariz, uma delícia. Tirou o pau da minha buceta e me colocou de quatro, me arrepiei pensando que ele queria comer minha bunda, abri com as mãos oferecendo meu cú para ele. Ele deu uma lambida e encostou a cabeça no meu cú que se abriu como uma flor, sempre gostei de ser enrabada. A cabeça entrou e ele meteu tudo, como eu esperava que ele fizesse. Meu cú se abriu totalmente sem muito esforço apesar do tamanho e grossura da pica. Me fodeu gostoso, com força e bem rápido, parecia o pistão de uma máquina, uma máquina de foder. Novamente não aguentei aquela pica e gozei caindo na cama e ele não parava de meter. Tirou do meu cú e disse:
“Você é mesmo uma porca, teu cú está tão arrombado que ainda está aberto”.
Ele deitou ao meu lado e eu disse:
“Que bom que você quis me comer mesmo eu sendo velha e feia”.
“Que nada, isso não impede que você saiba foder e você sabe mesmo, quero chupar tua buceta de novo, agora sente na minha cara e goze se esfregando”, me disse.
Sentei na cara dele, senti a língua entrar na buceta, demo-nos as mãos para me equilibrar e comecei a rebolar na cara dele. Aquela posição me permitia ver o pau dele que ainda estava duro, não aguentei aquela visão de uma pica tão perfeita que me deitei e abocanhei o pau. Fodemos a tarde inteira. Quando minha sobrinha chegou do trabalho eu já a estava esperando com o jantar pronto e com a buceta inchada. Na manhã seguinte voltei para a minha casa e, ao me despedir ele disse:
“Qualquer dia desses nós vamos lhe visitar!”
Claro que eu sabia que isso era uma promessa de mais pica. Que delícia!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Elizete a periguete (de 55 anos rsrsrsrs)

Codigo do conto:
274494

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
12/10/2026

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