Naquela noite, deitada na minha cama eu estava totalmente chocada comigo mesma pois, como tudo isso tinha acontecido em uma tarde somente? Como eu me deixei seduzir pela Marisa? a resposta era óbvia, eu sempre tive esse tesão reprimido e ela percebeu isso e me ajudou a me libertar. Eu não pensei que pudesse fazer tudo o que fiz com ela, imagine, chupei a buceta de uma mulher de 50 anos até ela gozar na minha boca! Fui criada e ensinada a me afastar da minha própria buceta, isso era coisa de tarados e agora eu me descobri uma tarada. Eu era uma pervertida e como isso era bom! Fiquei lembrando cada detalhe daquela puataria toda e gozei muitas vezes batendo siririca , eu precisava gozar mais com a Marisa. Pela manhã liguei para ela: “É a Leda, preciso te ver”, disse. Fui para a casa dela correndo, com a buceta toda melada, escorrendo pelas pernas. Ela me recebeu: “Você dormiu bem?”, me perguntou. “Mais ou menos”, respondi. “Mas o que te traz aqui tão cedo? Hoje é domingo …”, me disse. Apesar de ter feito tanta putaria com ela no dia anterior, eu ainda não sabia como me comportar e senti vergonha de estar ali para gozar, olhei para o chão e não disse nada. “Hummmm, acho que você veio aqui para que eu faça você gozar, não é mesmo?” Continuei calada. “Se é isso, eu quero que você me peça, mas peça direito, sem enrolação”, me disse. Olhei para ela e disse: “Quero gozar, quero que você me faça gozar”. “Mas como você quer que eu faça isso?” “Quero que você chupe a minha buceta”, respondi. “Hummmm, sei, você sabia que só cadelas pedem o que você está me pedindo? Você é uma cadela?”, me perguntou. Minha buceta estava latejando de tesão. “Sou uma cadela, uma cadela no cio”, respondi. “Me mostre a buceta cadela!” Fiquei de pé na frente dela e levantei meu vestido, eu estava sem calcinha e minha buceta estava toda melada, escorrendo pelas pernas. “Abra as pernas cadela”, mandou. Abri e ela se aproximou, senti a respiração dela na minha buceta, me arrepiei todinha. Ela começou a lamber meu gozo que escorria pelas minhas pernas e foi subindo até chegar na minha buceta. Senti aquele choque gostoso e segurei a cabeça dela entre as minhas pernas. Ela lambia e chupava e se babava com meu suco e com a própria saliva. Apertei a minha buceta contra a boca da Marisa e comecei a rebolar na cara dela, gozei imediatamente, esguichando na boca e na cara dela. Ela me deitou ali mesmo no chão da sala e fizemos um 69, ela por cima. Gozei de novo e me deu uma vontade louca de fazer ela gozar, ataquei a buceta dela e não larguei até que ela gozasse, que coisa deliciosa. Bebi todo o gozo que escorreu da buceta dela, eu estava embriagada, queria mais. Ela se levantou e me deixou ali, sentei no sofá e ela voltou vestindo uma cinta caralha: “Vou tirar o teu cabaço, você vai ver como é bom ser fodida com uma pica dessas”. O consolo me pareceu enorme, fiquei com medo que doesse porque eu sabia que doía. Ela o lubrificou com vaselina e me deitou novamente no chão e veio por cima de mim, me beijou e encostou a cabeça do consolo na entrada da minha buceta. Não precisei esperar muito, ela sabia que eu estava tensa e com medo, meteu de uma vez só, me arrombando. Dei um berro que acho que os vizinhos ouviram. Comecei a chorar de dor e ela me consolou: “Logo passa”. Ela tirou o consolo, estava com sangue. Me levou ao banheiro e tomamos banho juntas. Estava ardendo e doendo pra caramba. Ela beijou meu grelo e isso me aliviou um pouco. Fomos para a cama e ela me abraçou e eu fiquei deitada nos peitos dela, dormi bem gostoso. Levantamos e ela disse: “Vamos almoçar”. Saímos para almoçar e ela me levou para passear no parque, me senti como ela fosse a minha namorada, sentamos num banco e ficamos vendo as pessoas passarem. “Quero que você veja bem todas essas bucetas que estão passando aqui, quero que você imagine como é bom foder com todas elas, como é bom gozar fazendo um 69 com elas, fazer um roçadinho de buceta, gozar na cara delas. Elas também gostam de gozar como você gosta”, me disse. Isso era completamente o oposto que me haviam dito a minha vida inteira, eu me senti lesada por terem tirado tudo isso de mim, sim eu queria gozar mais e com todas as bucetas que eu encontrasse no meu caminho mas eu não sabia como fazer isso, afinal fora a Marisa que me abordou. Ela continuou: “Vamos visitar uma amiga minha, a Tânia, ela é mais velha que eu mas é uma cadela, adora chupar buceta”. Fomos na casa da mulher, eu não perguntei a idade dela mas me pareceu que ela tinha pelo menos 70 anos mas ainda era atraente de uma maneira bem vulgar, estava toda maquiada, batom vermelho, cílios postiços enormes, sombra nas pálpebras, rímel, blush, cabelo tingido, falsa loura, estava usando um perfume enjoativo e nos recebeu de robe, fiquei imaginando se ela estava nua por baixo. Minha buceta estava ainda dolorida mas melou quando vi aquela mulher que, segundo a Marisa, gostava de chupar buceta. Nos beijou no rosto e nos fez sentar no sofá: “Então você é a Leda, a Marisa fala muito bem de você” … Ela se levantou e sentou entre nós duas. Me beijou na boca, devagar e longamente, enfiando bem a língua na minha boca e, ao mesmo tempo, procurou minha buceta com as mãos. A Marisa a abraçou pelas costas e começou a beijar a nuca da Tânia. “Não enfie os dedos na buceta dela porque eu acabei de tirar o cabaço”, disse a Marisa. A velha alcançou minha buceta sobre a calcinha e esfregou a palma da mão, minha calcinha estava encharcada. Ela levantou os peitos e os colocou para fora do robe, como eu tinha imaginado, ela estava nua sob o robe. “Chupe”, me pediu. Os peitos dela eram grandes mas estava bem caídos e murchos porém os mamilos estavam saltados, comecei a lamber e ela gemeu: “Chupe, eu disse para chupar!” Chupei. Senti o cheiro da buceta dela, me deu mais tesão ainda. Ela enfiou os dedos dentro da minha calcinha e alcançou meu grelo, que delícia. Ela quis enfiar os dedos na minha buceta mas eu estava ainda muito dolorida, dei um gemido de dor e ela parou: “Ah, esqueci, venha aqui, vamos para a cama”. Fomos até o quarto dela, tiramos a roupa, ele era ainda bem gostosa, barrigudinha mas tinha uma bunda gostosa. Deitei na cama e ela se acomodou entre as minhas pernas, abri bem e ela começou a lamber: “Quer gozar na minha boca cadelinha?” Claro que eu queria, eu tinha aprendido com a Marisa que eu devia sempre responder: “Quero sim, chupe a minha buceta.” A Marisa estava do meu lado. batendo uma siririca, olhei para ela e disse: “Sente na minha cara, quero te chupar”. Ela sentou, aquela buceta era uma maravilha, melada, quentinha, macia, cheirosa e gostosa, quase gozei quando ela começou a rebolar na minha cara dizendo: “Lambe cadela, lambe e bebe tudo!” Ela começou a mijar na minha boca, gozei na hora. Agarrei a cabeça da Tânia e fechei minhas pernas para sentir mais a boca da vadia que me lambia enquanto eu gozava. Minhas pernas amoleceram, meu coração estava quase saindo pela boca, eu estava tonta, vendo estrelas, minha buceta estava quente e melada, escorrendo, elas haviam me transformado numa perfeita cadela. Me foderam a tarde inteira. Voltei para casa e, ainda meio tonta, tomei um banho morno e fiquei pensando o quanto eu tinha me tornado uma vagabunda, exatamente o oposto do que a minha família queria que eu fosse mas no fundo, assim como todas nós, eu era uma cadela no cio. Que delícia!
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