Leda: eu era uma cadela e não sabia (parte 1)

Meu nome é Leda, tenho 35 anos e sou virgem, ou era até conhecer a Marisa. Deixe-me contar a minha história. Nasci numa família muito religiosa e cheia de restrições, nunca estive realmente sozinha quando era criança e adolescente, eu era sempre vigiada, seja na escola, seja em casa. Existia sempre o medo que alguém me fizesse mal e o “mal” maior era tudo que fosse relacionado ao sexo. Fui educada num colégio de freiras onde só havia meninas como eu, reprimidas. Apesar disso algumas colegas e amigas tinham uma leve noção de como os bebês eram gerados, mas era tudo muito vago e cercado de medo, proibições e pecado. Quando eu era adolescente houve um escândalo no colégio, duas meninas foram pegas fazendo “aquilo”. “Aquilo” despertou muita curiosidade entre as meninas mas, como tínhamos sido educadas, ninguém tocava no assunto.
Fiz faculdade de Letras pois ser professora era a única coisa aceitável para eu ser uma mulher “direita” enquanto esperava o casamento, esse era o meu destino que me foi traçado. Meu pai era influente e logo obtive um lugar como professora num colégio de meninas, naturalmente. Como eu era muito jovem, dava aula para os primeiros anos, meninas entre sete e nove anos. Como eu havia sido criada com medo de homens eu não nem pensava neles e eles não tinham interesse nenhum pois eu sempre fui “pouco atraente”, eu não tinha nenhum dos atributos que os homens gostam numa mulher, eu não tenho bunda nem quadril, minhas coxas são finas, meus peito minúsculos e meu rosto definitivamente não é nenhum pouco bonito, tenho que confessar isso. No entanto, minha buceta sempre reclamava atenção e, depois de adulta, aprendi a me satisfazer com meus dedos, fazia isso todos os dias e achava que seria o suficiente para me “acalmar”. Dentre as minhas colegas professoras, havia uma senhora de 50 anos que se chamava Marisa e ficamos amigas pois ela era solteira e imaginei que ela poderia me ensinar muitas coisas e ensinou mesmo.
Na medida em que fomos nos conhecendo, ficamos mais íntimas, o suficiente para ela me convidar para a casa dela. Me convidou para fazermos juntas um almoço, foi muito divertido. Depois do almoço ela me convidou para assistirmos um vídeo e ela colocou um filme romântico, bem inocente. O casal se beijava e ela me perguntou:
“Você gosta de beijar?”
Senti que fiquei corada.
“Eu nunca fui beijada”, respondi.
“Nem por uma garota? Eu aprendi com uma colega da escola”, me disse.
Lembrei daquele escândalo no meu colégio.
“Uma vez pegaram duas colegas minhas da escola se jeijando e as expulsaram”, disse para a Marisa.
Ela olhou para mim e disse:
“Não acredito que foram expulsas por se beijarem, acho que elas estava fazendo outra coisa”.
Fiquei super corada, senti meu rosto em fogo. Claro que ela percebeu o meu desconforto.
“Ah, então foi isso”, disse.
Tentei desconversar mas ela insistiu:
“Posso te mostrar como fazer”.
Meu coração quase saltou pela boca, imaginei que ela iria me agarrar e me beijar, mas ela tirou aquele vídeo e colocou outro, sentando ao meu lado novamente. Na tela apareceram duas mulheres beijando na boca, dava para ver as línguas uma na outra, elas estavam completamente tomadas pelo tesão. Minha buceta melou na hora e senti meu coração disparar e meu rosto queimar. Não ousei olhar para a minha amiga, mas sabia que ela estava me observando. Me encolhi no sofá com vontade de desaparecer, mas eu queria que ela pensasse que aquilo era algo normal para mim. Logo as duas mulheres estavam beijando e lambendo o pescoço uma da outra e se tocaram nos seios. Eu não conseguia desgrudar meus olhos daquela cena que ao mesmo tempo, me atraía e me assustava, pois era tudo o que eu tinha sido ensinada que não se devia fazer e, no entanto, elas estavam fazendo com muito prazer. Mas não terminou ali, elas continuaram e logo estavam lambendo os seios, os mamilos e continuaram se pegando, as mãos nas coxas e, delícia das delícias, as mãos na buceta. Não pude me conter e comecei a esfregar minhas coxas, uma na outra, bem devagar para que a Marisa não percebesse. Quando elas começaram a chupar a buceta uma da outra eu virei para o canto, escondendo meu rosto com as mãos. A Marisa me abraçou e eu descansei minha cabeça no peito dela. Ela me consolou, me embalando:
“Sei como você se sente, eu também passei por isso”, me disse.
Eu fiquei um tanto confusa mas como eu tinha contado minha vida para ela imaginei que ela realmente sabia como eu me sentia. Ela segurou meu rosto com as duas mãos e me disse:
“Vou te ensinar como se beija!”
Meu coração e minha buceta estavam pulsando no mesmo ritmo, senti o perfume dela, o hálito, ela tocou meu lábios de leve, senti a ponta da língua dela separando meus lábios, abri um pouco a boca, ela enfiou a língua, me entreguei totalmente, me larguei nos braços dela, me encostei no sofá e ela veio por cima de mim, fui escorregando e deitei e ela deitou em cima de mim. Senti os peitos dela, quentinhos e macios roçando meu corpo, a abracei, senti suas costas e, instintivamente, procurei a bunda dela, era redondinha, macia e quente. Estávamos nos beijando como duas cadelas no cio, nossa respiração estava se transformando em gemidos, e aquela imagem daquelas mulheres se chupando não me saía da cabeça, eu queria que a Marisa fizesse o mesmo comigo. Ela se levantou e sentamos:
“E então aprendeu?”
Olhei para baixo corando.
“Acho que não, acho que você está precisando de mais”, me disse me beijando novamente.
Desta vez retribuí com a minha língua, me pareceu que ela gostou. Senti ela apalpar meus peitos e, quando ela tocou meus mamilos, mesmo sobre o vestido, me arrepiei toda.
“Ah, como estão durinhos, vou ter que chupar!”, me disse.
E sem mais aquela, tirou meus peitos para fora e começou a chupar meus mamilos, quase me mijei de tesão, só consegui dar um gemido profundo. Ela começou a acariciar as minhas pernas, até que enfim ela ia pegar minha buceta! Abri as pernas para facilitar e ela imediatamente levou a mão até encontrar a minha calcinha. Esfregou os dedos por cima da calcinha e, afastando a calcinha, encontrou a minha buceta completamente melada. Ela tirou a mão e me mostrou como os dedos dela estavam melados, enfiou na boca chupando a baba da minha buceta. Me fez ficar de quatro no sofá, de joelhos, com a cara para a parede onde o sofá se encostava. Ela levantou o meu vestido e tirou a minha calcinha, abriu minha bunda com as mãos expondo meu cuzinho e buceta. Minha cabeça estava girando, eu estava morrendo de tesão. Senti algo viscoso caindo na minha bunda e escorrendo pelo meu rego, ela tinha cuspido no meu cuzinho. Ela me pôs de pé no sofá e, ainda curvada, me apoiei na parede, de modo que a minha bunda ficou mais alta, ela ficou de pé e, se arcando um pouco, enfiou a cara na minha bunda, lambendo minha buceta de baixo para cima até chegar no meu cuzinho. Ela deu umas três ou quatro lambidas e eu gozei feito uma porca, dando um grito esguichei na cara dela (isso nunca tinha me acontecido) mas ela não se intimidou e bebeu o que pode, ouvi ela dizendo “delícia, delícia”. Aquela gozada estava reprimida há muitos anos. Minhas pernas estavam moles e tremendo, me desmontei e quase caí no chão. Ela me ajudou a sentar e me beijou com a boca e a cara toda molhada da minha gozada.
“Gostoso, né?”, me perguntou.
Fiz sim com a cabeça, eu estava zonza e um tanto envergonhada, como ela sabia que eu não iria a repelir? Como ela sabia chupar tão bem? Será que ela se sentia atraída por mim? Eu era tão feia e desprezível. Ela me beijou mais algumas vezes e me convidou para tomar um banho. Eu nunca tinha visto uma mulher nua na minha vida. Achei ela bonita, hoje sei que ela tinha um corpo normal, nem magra nem gorda mas, tinha sido ela quem me fizera gozar na sua própria boca. Eu estava totalmente apaixonada por ela, ou pensava estar. Ela viu que eu estava olhando para ela:
“Gostou do meu corpo? Veja, eu depilo a buceta, você devia fazer o mesmo, é melhor para chupar”, me disse.
Corei de novo. Ele me abraçou e pude sentir a pele dela na minha, o corpo nu dela no meu, me arrepiei novamente. Ela abriu a ducha e nos beijamos enquanto a água morna corria sobre nós, ela agarrou a minha bunda e se esfregou em mim, nossos mamilos roçando, minha buceta melou de novo. Dei um suspiro enquanto nos beijávamos. Me levou para a cama dela. Me deitou confortavelmente e me disse:
“Abra as pernas querida, vou fazer você gozar como nunca, abra a buceta para mim, se ofereça para mim, me peça para te chupar”.
Ela não precisava ter me pedido, eu estava morrendo de tesão e, abrindo minha buceta com minhas mãos pedi:
“Lambe”.
Ela olhou para mim e disse:
“Peça direito, o que você quer que eu lamba?”
Tomei coragem e disse:
“Lamba minha buceta!”
Ela deitou entre as minhas pernas e lambeu minhas coxas, senti minha buceta melar mais ainda, abraçando as minhas coxas ela deu uma lambida de baixo para cima, enfiando a língua e, ao chegar no grelo, deu uma chupada. Senti um choque saindo da buceta, indo para minha barriga e parecia que rodava ali subindo para para a minha cabeça e descendo para meus pés, me esquentando toda. Meu coração queria sair pela boca, minha respiração parecia que eu estava subindo uma escada correndo, minha buceta estava quente, latejando e ela lambia e chupava e bebia meu suco, fazendo barulho com a boca. O gozo explodiu na buceta e me “eletrocutou”, me babei toda, meu corpo todo estava tendo espasmos contínuos a foram diminuindo, minhas pernas amoleceram, eu estava tonta, minha cabeça rodava, eu queria mais. Ela continuou a me lamber e voltei a ter vontade de gozar novamente, ela me chupou, e lambeu, minha buceta estava super sensível, ela levou as mãos para meus mamilos que estavam em pé como dois dedos, gozei de novo e agora, me mijei toda, ela continuou lambendo e bebendo, que delicia. Ela deitou ao meu lado acariciando meus peitos e me beijando levemente:
“Gostou né? Eu sempre soube que atrás da tua timidez eu poderia encontrar uma cadela no cio. Você quer ser minha cadelinha?”
Fiz que sim com a cabeça, ela sorriu:
“Faça tudo que eu mandar e você vai gozar muito, mas muito mesmo”.
Eu assenti e sorri pensando como isso era bom e eu tinha perdido tanto tempo!
“Agora você vai chupar a minha buceta”, me disse.
De pé, ela abriu as pernas sobre o meu rosto e foi se abaixando até que a buceta tocou meu lábios, o cheiro era maravilhoso e não pude me conter, lambi. O gosto era melhor ainda, ela estava toda melada, um suco pegajoso e gostoso. Lambi mais e ela começou a se remexer e rebolar na minha cara, que delícia! Um líquido grosso e viscoso saiu da buceta dela, era bem gostoso, engoli tudo e continuei chupando e lambendo. Ela deitou em cima de mim e começou a chupara minha buceta, ah até que enfim, o esperado 69! Rolamos na cama nos chupando como duas cadelas e gozamos uma na cara da outra. eu estava com o meu coração saltando pela boca e ela, abrindo minhas pernas, encaixou as pernas delas nas minhas de modo que nossas bucetas se encontraram, começou a esfregar buceta dela na minha! Era algo que eu já havia ouvido falar mas não sabia que podia ser tão gostoso! Eu sentia os lábios da buceta dela se abrindo ao roçar nos meus e nossos sucos se misturando, liberando um cheiro maravilhoso de buceta. Não aguentei e gozei de novo. Eu não imaginava que pudesse ser tão gostoso, eu estava gozando sem parar. Deitamos na cama uma ao lado da outra e ela começou a bater uma siririca em mim:
“Faz em mim que eu gosto”, me disse.
Me beijou gostoso, eu estava me derretendo toda por ela.
“Quer que eu continue te ensinado a ser cadela?”, me perguntou.
Eu fiz que sim com a cabeça e ela pediu:
“Me diga o que você quer que eu faça”.
“Quero que você continue me ensinado a ser uma cadela”.
Ela sorriu para mim e me beijou.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Leda: eu era uma cadela e não sabia (parte 1)

Codigo do conto:
274495

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
12/10/2026

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