Fodida pela justiça

Há bastante tempo coloquei um anúncio a procura de um macho para me foder, já me tinha esquecido dele inclusive, recebi uma SMS de resposta. Liguei, falamos, fiquei a saber que ele era cinquentão, juiz que queria me conhecer.
Aceitei, mas fiz a questão: onde? Para minha surpresa ele disse
- Com a tua classe, e sabendo-te “mulher” a tempo inteiro, está é a morada do meu escritório.
               Parecia seguro, mas mesmo assim fui investigar. Vi um prédio grande, todo em vidro, com várias salas, escritórios e consultórios numa aparência totalmente limpa e profissional. Senti-me mais segura, liguei para marcar, mas ele preferiu que eu fosse de surpresa.
               Gostei, no entanto, quando ele mencionou uma foto minha de fato de banho na praia. Ele elogiou e disse que se vinha sempre que via a foto. Ele não quis saber idade, aparência, nada, contentava-se com a minha fotografia com um fato de banho bem enterrado no meu cu aberto.
Um dia, como ele havia pedido, apareci lá. Depilei-me, totalmente, especialmente no cu, gostava de estar lisinha, banho com lavagem anal. Vesti umas cuecas asa delta bem enterradas no rego e um corpete com quatro ligas que prendiam umas meias pretas muito brilhantes. Uma camisa preta de seda, uma saia curta e justa branca, e sapatos de salto para evidenciar as coxas.
              Subi no elevador e andando pelo corredor, vi que a porta do escritório estava aberta. Ele estava concentrado, antes que ele me visse, olhei para tudo: estante com livros, aqueles móveis antigos, uma típica sala de advogado.
              -Bom dia, em que posso ajudar?
              - Bom dia. Preciso dos serviços de um advogado e aconselharam-me vir ter consigo.
- Fez muito bem, sente-se por favor, vamos conversar um pouco.
              -A Sra. Fez marcação?
            -Não, mas acho que já falei consigo.
               -A sério? Não me lembro de si, raramente me esqueço de uma cara… Sem dizer nada, levantei-me, mostrando um pouco mais as minhas coxas tatuadas, as mamas sexys…
               -E agora? Já se lembra de alguma coisa?
            - Paula!!! Não estava à espera disto hoje... Isso é perigoso, mas a adrenalina faz bem. Foi fechar a porta, e quando voltou passou a mão no meu cu, de leve.
               - Vieste assim? Tão sexy?
              - Ainda não viste nada. Levantei-me, abri o fecho da saia e ela caiu deixando a mostra a lingerie sexy, as cuecas enterradas nas nádegas…
               -Que cu maravilhoso! – e tirou o pau para fora, um pau bem grande, com muitas veias, inclinado para a esquerda, e começou a esfregar o mangalho no meu traseiro, dando palmadas leves e metendo uma ponta do caralho dentro de mim. Podia sentir aquele membro quente
encostar no meu buraco fundo endurecendo.
            -Gosto de putas assim bem provocantes…preparei-me para o melhor…
             -Tem preservativos? Ou vai ao natural mesmo?
            -Ainda não vai entrar, e continuava a acender-me, roçava o pau no meu cu, metia a pontinha, dava palmadas…O prazer dele via-se ao longe.
            De repente, começou a gemer, senti o corpo dele a tremer contra o meu e esporrou-se. Leite no meu cu, nas minhas costas… acho que um dos jatos chegou ao meu pescoço…
Acabou o leite, a verga ainda dura, grossa… ele está a respirar forte, cansado. Penso que o que é bom acabou ali, mas enganei-me.
- Ele abre a porta do escritório, olha para mim com cara de fome:
- Agora vais ver o que é levar no cu minha puta, põe-te de quatro. Encostou a verga ao meu buraco ainda lubrificado, agarrou-me nas ancas e com uma só estocada a verga desapareceu dentro de mim.
-Putas fodem-se sem camisa para levarem com a esporra toda. E começou a bombar fundo e forte fazendo-me gemer.
-Abre-me toda, rebenta-me as entranhas!!! Quero ser engravidada por ti, manda esse leite todo para dentro das minhas tripas...
- Vou-te encavar assim, de porta aberta para toda a gente ver. Quando chegares a tua toda a gente sabe que levas no cu, sua vaca de merda. És uma puta, um deposito de esporra que eu vou encher. E estocava-me forte e fundo, eu abria-me e gemia por mais. Cada vez mais fundo, cada vez mais forte, ele já bufava, o suor corria pela cara dele, o meu buraco estava mais aberto do que nunca, mas sempre pronto para mais. E mais uma vez, senti-o torcer-se, a verga a latejar dentro de mim, enterrou bem fundo e descarregou mais leite quente, desta vez dentro das minhas entranhas, encheu as minhas tripas. Desta vez senti o leite entrar dentro das minhas tripas de uma forma que nunca tinha sentido…
Quando acabou, tirou a piça do meu cu de repente, deixando-me o buraco bem aberto para quem quisesse ver. Eu levantei-me, devagar, arranjei a roupa, dei-lhe um beijo no rosto e sorri.
-Valente foda, fiquei toda escancarada… quero-te dentro de mim outra vez, mas desta vez tem de ser num local público.
Aconteceu três dias depois num jardim ao lado do escritório… e depois mais….

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Ficha do conto

Foto Perfil elanasilva
paulinhacd

Nome do conto:
Fodida pela justiça

Codigo do conto:
274563

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/10/2026

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1

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1