Sempre gostei de ir a casa da minha vizinha. Ela tinha um à-vontade que me desarmava. Deixava-me experimentar as roupas dela, a lingerie e comprou saias para me ver vestida, dizia que eu tinha pernas bonitas para isso, que era uma mulher linda, ela que era dona de umas coxas grossas, macias e lindíssimas e só usava minissaias tão curtas que bastava cruzar as pernas para provocar qualquer macho, sempre com collants finos e brilhantes que esticavam na pele e faziam qualquer movimento parecer um convite. O casal era puro fogo, a casa deles respirava desejo.
Naquele dia, na sala, ela sentou-se no braço do sofá, bem à minha frente, a minissaia cedeu e os collants brilharam sob a luz. Ela deslizou a mão devagar pela coxa, até à bainha da saia, olhou-me de cima a baixo com aquele sorriso de quem sabe exatamente o efeito que tem, e num tom baixo, sensual, quase um sussurro, perguntou:
- Amor já fizeste sexo alguma vez?
- Não, mas gostava tanto de ser mulher de um macho a enterrar o pau dentro de mim… é um sonho que espero realizar em breve. Ela tirou o bacamarte do marido para fora, chupou, garganta bem funda, sempre a olhar para mim… tirou-o da boca e disse:
-Um dia este caralho vai ser teu. Vai entrar nas tuas entranhas, vai fazer-te gemer, gritar… prometo. Quero a tua felicidade, a felicidade deste meu macho lindo... Nesse dia vi-os foder pela última vez …ele metia forte e duro, a pica desaparecia dentro dela que gemia e pedia mais e mais…três dias depois fui empurrada para casa do meu pai.
Já adulto, numa visita a minha mãe, quando voltava para o carro, vi-o na janela, fui falar com ele.
- Bom dia, como é que está? Há tanto tempo que não o vejo …
- Estou bem, mas tenho muitas saudades da minha Olga, ela não devia ter ido embora, era uma mulher tão viva, tão feliz… uma lágrima corria-lhe o rosto … perante a tristeza tinha de o animar.
- Olhe, não tenho nada para fazer… vamos tomar um café e conversar um pouco? Ele sorriu, entrei e revi-me na minha infância, a casa estava exatamente igual, os mesmo moveis, no mesmo sítio, nada tinha mudado. Sentei-me no sofá pequeno como sempre e ele, pouco depois ele voltou com os cafés e um envelope na mão. Sentou-se no grande onde fodia com a mulher, entregou-me o envelope.
- Ela escreveu isto para ti…tinha o meu nome “Paulinha”, abri e li em voz alta para ele ouvir;
“Amor lindo, se estás a ler esta carta é porque deus decidiu levar-me para outro destino. És uma mulher linda, sexy, amei conhecer-te. Tudo o que era meu, a roupa, as maquilhagens, agora são tuas, quero que sejas a mulher sensual que eu amei. Peço-te que trates do meu marido, sabes do que ele gosta… o mesmo que tu… amo-te eternamente. Aquilo fez-me chorar, mesmo depois de morrer continuava a ser uma mulher doce e simpática.
-Já volto, não saia daí. Fui ao quarto, tirei a roupa, abri o armário, peguei num vestido azul de lycra, um par de meias de liga pretas bem brilhantes, uma lingerie azul (porque eu sabia que ele amava lingerie azul). Depois de me vestir, passei um batom, um pouco de rímel, calcei uns sapatos pretos de tacão… estava bem sexy… bem puta… voltei à sala. Ele olhou para mim, sem dizer uma palavra, sem reflexo….
-A Olga disse que tudo o que era dela é meu, pediu-me para te fazer feliz… Hoje sou tua, TU és meu. Hoje vou-te amar, quero-te dentro de mim, quero sentir-te rasgar-me, quero a tua esporra dentro de mim… hoje sou tua mulher, hoje a tua vida reinicia.
Ajoelhei-me, tirei o bacamarte grosso das calças e bem devagar e meti-o na boca, engolindo o máximo que podia. Ele era bem grosso, difícil mantê-lo na boca, mas eu abria bem para ele entrar fundo, para chegar à garganta. Ele já me fodia, já empurrava o pau bem para dentro da minha boca e eu mamava com vontade. Que caralho delicioso, bem grosso e suave, entrava com tudo, eu queria mais e mais. Abri a boca o máximo que podia e puxei-o para mim, para ele empurrar tudo para dentro. Ele agarrou na minha cabeça e puxou-a para ele enquanto empurrava o caralho para dentro, em pouco tempo estava fundo na minha garganta. Não estava todo dentro nem perto disso, mas estava bem fundo, já não entrava mais, eu já tinha arranques de vomito, mas segurava para ele não tirar. Mas como ele já não fodia há muito, rapidamente se esporrou, inundando o meu estomago. Rajadas fortes e quentes, leite guardado há muito tempo para mim, queria tudo, e tive, deu-me o leite todo… Quando acabou, virei-me de costas e pus-me de quatro.
-Entra fundo, enterra esse mangalho todo dentro de mim. Abre-me toda…
Encostou o pau na entrada do meu cu já lubrificado e sedento e começou a empurrar. A piça grossa, abriu-me para se alojar, com um pouco de dor e sacrifício, devagar em pouco tempo o caralhão gigante estava completamente enterrado em mim, senti-me bem esticada, muito aberta, mas feliz. Ele agarrou nas minhas ancas e devagar começou a foder, tirava até metade e voltava a enterrar. Eu gemia baixinho, não tanto pela dor, mas pela felicidade que sentia com o pau a deslizar para dentro. Mais duas vezes igual, a terceira, tirou um pouco mais, agarrou bem nas minhas ancas e disse,
-Aguenta puta, estás bem aberta, agora vais sentir este caralho enterrado nesse cu bem duro, e enterrou com uma estocada bem forte e bem funda.
-Que bom, rasga-me toda, dá-lhe com mais força, abre-me toda, eu gosto, eu quero. E ele começou a foder como deveria de ser, com estocadas bem fortes e seguidas, com o pau muito fundo fazendo-me gemer como uma puta. Aquele monstro estava a destruir o meu cu, como eu queria que ele fizesse, e quanto mais eu gemia mais ele me fodia. Ele chamava-me puta, vaca, badalhoca e dava palmadas fortes nas minhas nádegas e nas minhas coxas que já estavam vermelhas de tanta pancada, o pau ia sempre bem lá para o fundo com os colhões a baterem nas minhas nádegas, nada ficava de fora. Parou e disse:
-Vamos para a cama, agora vamos fazer amor. Deitei-me de barriga para cima, ele levantou-me as pernas, empurrando-as para trás abrindo-me o cu por completo e voltou a meter o pau mesmo fundo, eu não tinha como travar o pau, estava completamente submissa aquele caralho delicioso bem enterrado. Continuou a foder forte e fundo, com estocadas certas, eu estava louca e queria sentir tudo, não queria que ele acabasse nunca, queria-o bem dentro de mim a foder a fazer-me gritar de prazer.
-Estas bem fundo, estás a abrir-me toda, amo isso, quero ser tua para sempre. Ele riu-se e fodeu-me ainda mais forte… o meu cu estava completamente aberto, nunca esteve tão preenchido. As lágrimas começaram a escorrer-me pela cara de tão feliz que estava, estava a ser puta como eu gosto de ser. Eu a gemer por a sentir assim fundo a olhá-lo nos olhos, ele parou com a piça bem dentro de mim a ver as minhas lágrimas.
-Estou-te a magoar? Queres que pare?
-Não, estou a chorar de felicidades porque estás a fazer de mim uma mulher, porque me estás a possuir na cama onde amaste a tua linda mulher. Agora beija-me, faz amor comigo também… mudamos de posição, pernas nos ombros dele, entrou bem fundo e colou a boca dele a minha sempre a olhar-me nos olhos, com o pau bem enterrado, e recomeçou a foda, sempre muito fundo, sempre com estocadas fortes, mas com mais calma, mais amor agora.
-Obrigado, eu quero satisfazer-te para sempre, a minha mulher sempre me disse que tu ainda me irias surpreender e que íamos ser felizes juntos.
Quase uma hora se passou, sempre a bombar dentro de mim, muitos beijos, muito amor, muitas posições, ele disse que estava quase a esporrar-se.
-Não tires por favor, quero ser tua, inunda-me com o teu esperma. Ele parou, com a piça bem dentro, colou mais uma vez a boca a minha e comecei a sentir a esporra quente dentro do meu “útero “. Muita esporra, muito leite acumulado naqueles colhões passou agora para as minhas entranhas. Cada esporradela fazia-me arrepiar, ele mexia o pau dentro e beijava-me ao mesmo tempo… até acabar.
Quando acabou, tirou o pau de dentro, bem devagar, senti-o deslizar, arrepiando-me ao mesmo tempo que a língua dele brincava com a minha. De seguida pediu-me para me levantar…fiz o que ele pediu e o leite começou a descer pelas minhas pernas… que sensação maravilhosa… ele abraçou-me e beijou-me enquanto a esporra saía, deitamo-nos juntos na cama, abraçados e acabamos por adormecer.
Acordei eram quase nove da noite, na cama tinha uma mancha da esporra que ainda saía do meu cu. Levantei-me devagar, fui tomar um banho e quando voltei ao quarto ele estava com um vestido preto de seda vestido na mão
-Veste, ficas perfeita assim, até os teus olhos brilham. Tu nasceste para seres mulher, e assim és feliz…. Não vistas mais roupa de homem, tu és uma mulher linda. Aquelas palavras tocaram-me bem fundo, fiquei emocionada. Com as lágrimas a escorrer mais uma vez, beijei-o intensamente e disse
-Obrigada pela tarde, obrigada pelas palavras. Prometo que a partir de hoje serei mulher, tua mulher se me quiseres, agora vou embora, amanhã trabalho. Acompanhas-me ao carro? Saímos, o vestido brilhava com o sol, ele tinha um sorriso lindo, orgulhoso.
-Até amanhã meu querido … dei-lhe outro beijo de língua, mesmo na rua, e fui para o carro.
Durante muitos anos, fui mulher dele, passeamos como marido e mulher, viajamos, fodemos muito… e nunca mais vesti roupa de homem.