Eu.. sem filtros, sem maqulhagem



Bom dia, boa tarde, boa noite, dependendo do horário que (me) lêem.
              Vou-me apresentar sem filtros, dizer quem sou, a mais pura verdade, sem medos, sem receios.
               Em 1974 nasceu a crossdresser mais puta que o mundo já viu, uma vadia sem escrúpulos, um deposito de esporra, uma verdadeira “mulher” atrás do macho que lhe encha o cu com caralho grosso e muita, muita esporra!
               Sou “mulher” vulgar, sem vergonha nenhuma. Sem amor, sem sentimento que não seja tesão. Puro e duro. Sou a típica “mulher” que, quando se excita, faz de tudo para ter um bom caralho enterrado fundo no cu, até sair tipo puta (que sou), bem acesa, uma verdadeira puta de rua, atrás de qualquer homem que aceite me foder.
               Se eu contasse tudo, o que já fiz na vida... perdi a conta de quantos homens eu chupei e me rebentaram o cu… muitos muitos mesmo! Muitos mais que 200 de certeza, Não me lembro do nome de quase nenhum, nacionalidade, ou outra coisa qualquer. Sei que quase todos se vieram dentro de mim, sei o cheiro e o sabor da esporra e o prazer de me entregar aos machos para eles usarem e abusarem.
No auge da minha idade, eu trabalhava numa boate gay, sempre de mini saia e era a puta mais requisitada no estabelecimento. Era tão bom, vestia a roupa mais curta e apertada que tinha, maquiagem como uma puta, abria-me para todos os machos esvaziarem os colhões em mim. Durante a semana ia para bares, motéis, qualquer lugar se só o meu local preferido para levar no cu a rua, parques de estacionamento, ou jardins públicos. O meu cu era (e ainda é) público. Qualquer macho com uma verga grossa estava convidado a entrar dentro das minhas entranhas.
               Nos bares, pedia uma bebida, olhava os homens e escolhia com quem eu ia foder, dirigia-me a ele e dizia directo “Quero foder. Agora.” Sem tretas de “vamos-nos conhecer”. Eu queria um caralho dentro do cu a foder-me de todas as maneiras e posições e muito leite dentro de mim, em cima de mim…
              Já entrei em carros estranhos, já fui a casa de homens que eu tinha conhecido na net, hotéis, motéis, matas, qualquer lugar servia, desde que tivesse uma piça pronta a entrar eu abria as pernas.
              Já fiz orgias, já fodi na casa de banho publica, centro comercial, no carro estacionado, no elevador de prédio, não tinha limite. Eu era (e ainda sou) uma vadia, uma puta e não quero parar. Já fiz zoofilia, já fui cadela de vários cães e de um pónei.
               Às vezes, sinto-me um deposito de esporra, o buraco mais aberto do mundo. Gosto de me ajoelhar e engolir esporra de qualquer homem que nem conheço, e peço sempre para ser arrombada, e deliro quando me chamam puta, vadia, cadela, vaca e outros nomes piores. Não quero e nem irei negar. Eu gosto disso. Eu gosto que destruam o meu cu, sair do motel satisfeita, toda marcada por palmadas, cheia de esporra escorrendo pelas pernas e com o gosto de esperma ainda na boca.
Já fiz programas por dois meses. Não foi a melhor experiência da minha vida. Ser paga para foder, não é muito bom. Sou uma “mulher” que, quanto mais velha fico, mais safada e puta fico. Ainda saio à procura de macho para ser usada.
Quem já foi a CASAS DE SWINGS?
Perdi a conta de quantas orgias participei. Entrei em todas as casas de swings do Porto e duas em Madrid. Sempre sozinha, sempre ciente que iria sair com o cu cheio de leite e bastante inchado, mas pronto para mais e mais.
No Tass bem em Gaia:
Estive a noite inteira deitada na cama de pernas abertas a ser enrabada à vez por todos os machos. Quantos? Não sei, muitos repetiram. Nomes? Nem sequer as caras eu me lembro. Só lembro de me deitar na cama, saia desapareceu e caralhos começaram a invadir-me um por um, até dupla penetração. Um metia na minha boca enquanto outro enterrava no cu, trocavam, mudava de posição, de quatro, frango assado, DP anal.
Tem noção? Duas vergas grossas arrombando-me juntas, enquanto eu engolia o terceiro. Gemia como uma cadela no cio, babava, pedia mais, pedia para eles me encherem de porra e eles esporravam-se em mim e dentro de mim muitas vezes: na boca, na cara, nas costas, dentro do cu... Eu saí dali zonza, com o cu bem aberto, escorrendo esporra, cheirando a sexo e a humilhação. E eu amei. Eu gozei várias vezes sendo tratada como a puta mais barata do clube.
No Fusion VIP:
Foi a loucura total. Foi daquelas vezes em decidi “vale tudo, não há limites”
Havia três tipos de quartos; os privados o de ia um casal e mais ninguém, os de seleção, tinham dentro um teclado onde inseríamos um número que aparecia fora num quadro digital que era precisamente o número de machos que elas queriam no quarto, e os comuns, entravas, deitavas-te na cama e levavas com os machos todos, sem limite, era até alguém desistir. Para é que eu fui? Exatamente, acertaram, quarto comum!! Tirei a saia, o body, fiquei só de cueca fio dental. Chupei um atrás do outro, engolindo esporra, fizeram dupla penetração anal, dois caralhos a rasgarem-me o cu ao mesmo tempo enquanto eu gemia e pedia para eles me destruírem.
              Lembro dessa cena: Um deles puxava-me o cabelo e fazia-me engolir a verga enquanto os outros metiam fundo no meu cu. Eu era só um buraco, ou dois, na verdade. Boca e cu. Todos usados sem dó nem piedade. Saí dali com o cu arrombado, e a cara suja de esporra. E ainda assim tinha tesão no caminho de volta para casa. Ainda parei na estação de serviço onde levei com mais dois… e o porteiro da minha casa.
               Nas casas de swing eu fazia sempre a mesma coisa: chegava, tirava a roupa no vestiário, andava de lingerie sexy e oferecia-me sem
Esperança de ser escolhida, eu é que escolhia. Sentava-me no colo de qualquer macho casados ou não, tirava-lhe o pau o pau para fora e chupava na frente de todos.
            Casais, não sei quantos já me passaram pelas mãos. O marido enrabada-me fundo a esposa dava palmadas nas coxas, nádegas chamava-me puta, vaca, vadia...
               Já fui amarrada, vendada, usada por três, quatro, cinco homens na mesma noite. Já engoli tanta esporra que o gosto ficou na boca até o dia seguinte, já tive tanta esporra dentro de mim que dois dias depois ainda cagava esporra, porque eu sou isso, uma puta de orgia. Uma “mulher” que se ajoelha, abre as pernas e o cu para qualquer um que queira enfiar. Uma porca que goza quando é humilhada, quando é chamada de lixeira, de cadela, de deposito de esperma... Quando a tesão aperta, eu perco tudo, decência, dignidade, respeito por mim, pelo meu corpo.
Eu só quero ser fodida, usada, Destruída.
              E o pior é que eu não me arrependo, nunca. Pelo contrário, eu sinto falta, quero sempre mais. E chego a casa rebentada, suja de esporra… e já estou a pensar onde, como é com quem irei foder no próximo dia…
Essa sou eu.
A Paula, a cross, a puta.
Quando me encontrarem… fodam-me por favor.

Foto 1 do Conto erotico: Eu.. sem filtros, sem maqulhagem

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Comentários


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claudinhaninfo Comentou em 15/10/2026

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Ficha do conto

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paulinhacd

Nome do conto:
Eu.. sem filtros, sem maqulhagem

Codigo do conto:
274735

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
15/10/2026

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