Um conto erótico de Anonimo
Publicado Por: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 07/09/2026 09:07:20
Assuntos: Câmera De Condomínio, Colo Alto, De Quatro, Heterossexual, Mulher Rica, Oral Em Pé, Penthouse, Portaria, Segurança, Traição.
Lívia tinha vinte e nove anos. Morava no último andar. O marido, André, estava fora da cidade. Eram duas da manhã. A chuva batia no vidro grande da sala. Ela estava de robe claro, só o robe, nada por baixo. Ligou para a portaria.
— É a cobertura. O alarme disparou. Pode subir?
O segurança se chamava Duarte. Tinha vinte e seis anos. Uniforme azul justo, crachá no peito, rádio na cintura, bota pesada. Subiu no elevador privativo. A porta abriu. Lívia estava no hall, o robe aberto na frente, o seio à mostra, o pelo pubiano bem aparado visível na fenda do tecido. Ele parou. Ela não fechou o robe.
— Entra. Fecha a porta.
Ele entrou. Fechou. O rádio chiou uma vez. Ela tirou o rádio da cintura dele e deixou em cima da mesa da cozinha, longe da mão.
— O alarme sou eu — ela disse. — Me come.
Duarte engoliu seco. O pau dele já marcava a calça do uniforme, grosso, puxando o pano para a frente. Lívia ajoelhou bem na frente dele, no piso frio do hall. Ele em pé, ela de joelhos, a boca na altura do fecho.
Ela abriu o botão. Abriu o fecho. Puxou a cueca para o lado. O pau saiu inteiro, pesado, a cabeça escura, um fio de tesão brilhando no meio.
Dava para ver cada veia. Dava para sentir o cheiro de homem que passou o turno em pé: sabonete de portaria, tecido do uniforme, pele quente. A boca de Lívia chegou perto sem ainda encostar. O gosto já estava no ar — sal, pele, a ponta inchada. Depois ela abriu a boca e engoliu a cabeça. A língua rodou. A saliva escorreu no pau e caiu no piso. Ela chupou devagar, fundo, olhando para cima. Duarte segurou o batente da porta e gemeu baixo, para o rádio não ouvir o que não estava mais na cintura.
Ela soltou o pau com um fio de saliva ainda ligando o lábio à cabeça.
— Agora me pega.
Ele a levantou. Lívia ficou suspensa na frente dele, as pernas presas na cintura, as costas quase no vidro do hall. O pau dele, ainda molhado da boca, achou a buceta e entrou de frente, de uma vez.
Os lábios dela estavam inchados, escuros, abertos. O pau grosso empurrava para dentro e puxava para fora, trazendo um fio de tesão brilhante. Dava para ver o clitóris esfregar na base do pau a cada movimento. Cheiro de mulher molhada misturado com o cheiro do uniforme. O vidro embaçava nas costas dela. O seio batia no peito da camisa azul. Ele fodia em pé, segurando ela pelas coxas, o crachá batendo entre os dois.
— Mais fundo — ela pediu, voz simples, clara.
Ele meteu mais fundo. Ela gozou assim, presa no ar, a buceta apertando o pau em pulso, a unha no ombro do uniforme.
Ele ainda não tinha gozado. Carregou ela até a sala e virou.
Lívia ficou de quatro no sofá claro. Os joelhos no couro. A bunda para cima. A buceta à mostra, vermelha, molhada, pingando na almofada. Douglas ajoelhou atrás. Segurou a cintura dela com as duas mãos. Enfiou o pau de novo, agora por trás, até o saco encostar na pele.
Dava para entender a cena só olhando: ela na frente, ele atrás, o pau entrando e saindo, a nádega tremendo a cada porrada. Ele deu um tapa. Ela gemeu alto. O robe tinha caído no chão, perto da mesa da cozinha. A bota dele ainda estava no pé. O crachá balançava.
Ele gozou dentro, o corpo travado, a porra quente enchendo a buceta dela. Quando saiu, um fio de porra escorreu pela coxa daquela potranca e manchou o couro.
Os dois respiraram. A chuva continuava no vidro.
Foi aí que Lívia viu.
No canto do teto, acima da mesa da cozinha, uma luzinha vermelha piscava. Pequena. Constante. A câmera do condomínio. Aquela que Duarte, na portaria, jurava que desligava quando saía do posto.
Ele viu o olhar dela e virou o rosto para o mesmo ponto. A luzinha não mentia.
— Eu achei que tinha cortado o sinal — ele disse.
— Não cortou.
No térreo, o monitor da portaria gravava o sofá, a mulher de quatro, o segurança de uniforme aberto, o pau ainda molhado. O arquivo ia para a pasta do condomínio. E a pasta do condomínio ia, de manhã, para o grupo dos funcionários — o mesmo grupo onde o zelador e o síndico falavam do senhor André da cobertura.
Duarte abotoou a calça. Lívia puxou o robe. A luzinha vermelha piscou de novo, paciente, como quem já tinha visto o bastante.
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Por Tuga069
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