Jaqueline saiu da sala de alongamento com as pernas ainda trêmulas e o calção de ginástica úmido grudado na pele. Marcelo a acompanhou até a saída da academia, a mão pesada na curva da sua cintura, como se ainda reclamasse posse do corpo que acabara de usar. — Amanhã de novo, no mesmo horário — ordenou ele, sem disfarçar o tom de quem já sabia que seria obedecido. — E vem sem nada por baixo, igual hoje. Quero ver se essa bunda aguenta mais carga. Ela apenas sorriu, ainda ofegante, e murmurou um “sim, professor” antes de entrar no SUV que Ramos deixara à sua espera. No caminho de volta ao escritório, o cheiro de sexo e suor impregnava o interior do carro. Jaqueline abriu as pernas no banco de trás e deslizou os dedos entre as coxas, sentindo o sêmen de Marcelo escorrer lentamente. Pegou um lenço umidecido e limpou-se, depois colocou seu vestido. A vaidade queimava mais forte que o cansaço: mais um homem poderoso, mais um corpo dominado pelo desejo dela. Quando chegou ao último andar, Ramos já a esperava na porta da diretoria. Ele a arrastou para dentro sem cumprimentos. A sala estava cheia — Veiga, Silveira e dois parceiros internacionais que ela nunca vira antes. O microvestido de ginástica ainda molhado e amassado não escondia nada. — Conta para eles o que o personal fez com você — ordenou Ramos, empurrando-a até o centro da mesa de reuniões. Jaqueline obedeceu sem hesitar. Em voz baixa e clara, descreveu cada toque, cada investida, cada gemido que dera no colchonete. Enquanto falava, Ramos puxou o calção para baixo e a forçou a se debruçar sobre a madeira fria. Os investidores se aproximaram. Em poucos minutos ela estava novamente de quatro, engolindo um, sendo penetrada por outro, os tapas ecoando mais fortes do que no dia anterior. Os homens comentavam em inglês e português sobre o quanto ela aguentava, sobre o quanto parecia gostar, sobre o quanto o marido dela devia ser sortudo — ou covarde. Leo apareceu no final da tarde, chamado por Ramos. Jaqueline, já coberta de marcas e fluidos, foi até ele de joelhos, limpou a boca no próprio vestido e o engoliu até a base enquanto os diretores assistiam. Quando Leo finalmente a tomou no sofá, o tamanho dele a fez arquear as costas e gritar de novo, exatamente como no dia anterior. Dessa vez ela não se conteve: pediu mais fundo, pediu para ele a arrebentar, e os homens riram e aplaudiram. Já eram quase nove da noite quando ela chegou ao apartamento. André estava no sofá, a respiração acelerada, a mão dentro da calça. Jaqueline tirou os tênis, caminhou até ele e se sentou no colo de frente, ainda cheirando a academia, a sexo e a uísque dos executivos. — Hoje foi diferente, amorzinho — sussurrou, beijando o pescoço dele enquanto descia o zíper da calça. — O Ramos me levou para a academia. Tem um personal chamado Marcelo… alto, forte, mão pesada. Ele me treinou e depois me fodeu no chão da sala de alongamento. Disse que a partir de agora todas as manhãs vão ser assim. E quando voltei pro escritório… os investidores já estavam esperando. Eu contei para eles o que o Marcelo fez. Eles gostaram tanto que me usaram na mesa de reuniões enquanto eu ainda tinha o gozo do personal escorrendo. André engoliu em seco, as mãos apertando a bunda marcada da esposa. — E o Leo? — perguntou, a voz rouca. — O Leo também. Hoje ele não teve vergonha. Me colocou de quatro e me meteu até eu gritar o nome dele. Os diretores filmaram um pouco com o celular. Ramos disse que vai te mandar o vídeo amanhã, para você ver como a sua mulher se comporta quando não está em casa. Ela deslizou a mão pelo pau duro do marido e o guiou para dentro de si, ainda molhada e aberta dos outros homens. — Agora é a sua vez, amor. Usa o que sobrou de mim. Eu quero que você sinta o quanto eles me deixaram frouxa… e o quanto eu ainda volto para você no final do dia. Enquanto se movia no colo de André, Jaqueline já pensava no dia seguinte: o treino com Marcelo, o elevador com Ramos, a mesa de reuniões, e a certeza de que cada vez mais homens passariam a conhecê-la como a secretária casada que não recusava nada. E no fundo do peito, misturado ao prazer, crescia a vaidade fria e deliciosa de saber que o marido, apesar de tudo, continuava ali, ouvindo cada detalhe e pedindo mais.
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