Na manhã seguinte, Jaqueline acordou antes do despertador. O corpo ainda carregava as marcas do dia anterior — as digitais de Marcelo nas coxas, as beliscadas dos investidores na bunda, a leve ardência na garganta. Mesmo assim, ela sorria sozinha no banheiro enquanto se depilava com cuidado absoluto. André ainda dormia. Ela se vestiu com o conjunto de academia que Ramos havia exigido e saiu sem fazer barulho. Quando o elevador abriu no último andar, a surpresa a esperava no meio do corredor. Ramos, Veiga e Silveira estavam de pé ao lado de um cabideiro improvisado. Em cima dele, várias peças novas: vestidos curtos de tecido quase transparente, blusas que não escondiam nada, saias tão justas que pareciam segunda pele, e até um conjunto de lingerie fina que mal merecia o nome. Tudo em cores claras, nude, branco e vermelho-sangue. — Bom dia, Jaqueline — disse Ramos, a voz baixa e satisfeita. — Decidimos que o seu guarda-roupa antigo não serve mais. A partir de hoje, você só usa o que a gente escolher. Tira essa roupa de academia agora. Ela não hesitou. No meio do corredor ainda vazio, puxou a blusa para cima e o calção para baixo, ficando nua na frente dos três. O sorriso que nasceu nos lábios dela era genuíno, quase radioso. A vaidade latejava forte no peito. Aqueles homens poderosos tinham gastado dinheiro e tempo pensando em como deixá-la ainda mais exposta, ainda mais desejável. — Posso experimentar agora, patrão? — perguntou, a voz doce e ansiosa. Ramos escolheu um vestido branco translúcido, tão fino que os mamilos escuros e a linha da buceta apareciam nitidamente. Jaqueline deslizou o tecido pelo corpo e se virou devagar na frente deles, como se estivesse em um desfile particular. O tecido grudava na pele ainda úmida do banho, marcando cada curva. — Perfeita — murmurou Veiga, já com a mão na própria calça. A surpresa agradável, no entanto, ainda estava por vir. Ramos abriu a porta da sala de reuniões. Lá dentro, além dos diretores habituais, estavam dois novos rostos: empresários de São Paulo que tinham voado especialmente para “conhecer a nova secretária”. Sobre a longa mesa de madeira, havia uma caixa preta aberta. Dentro dela, várias joias discretas — colares finos, pulseiras e um par de brincos — e um envelope grosso de dinheiro. — Isso é seu — disse Ramos, empurrando o envelope na direção dela. — Bônus pelo desempenho da primeira semana. E as joias… porque uma putinha tão bem treinada merece ser enfeitada. Jaqueline sentiu o coração disparar. Não era só o dinheiro. Era o reconhecimento. Era a prova de que seu corpo, sua entrega e sua falta de pudor tinham valor real para aqueles homens. Ela pegou o envelope com as duas mãos, contou mentalmente as notas e depois se ajoelhou na frente de Ramos, beijando o pédele em agradecimento. — Obrigada, patrão… de verdade. O que veio depois foi a parte que ela mais amava. Ramos mandou que ela ficasse só com o vestido transparente e as joias novas. Em poucos minutos a mesa de reuniões virou novamente o centro do seu mundo. Os dois empresários de São Paulo a usaram primeiro, um na boca e o outro por trás, enquanto os diretores assistiam e comentavam o quanto o tecido transparente ficava ainda mais bonito quando molhado de saliva e gozo. Jaqueline gemia sem se conter, empurrando o quadril para trás, pedindo mais força, ostentando as marcas vermelhas que já começavam a surgir na bunda. Quando Leo foi chamado, ela mesma o puxou pela gravata até o sofá. O vestido transparente já estava rasgado de um lado. Ela se ajoelhou, engoliu o pau enorme do rapaz até engasgar e depois se virou de quatro, olhando por cima do ombro com um sorriso luminoso. — Pode arrebentar, meu lindo. Hoje eu estou de presente novo. Leo a penetrou fundo, sem piedade. Os gritos dela ecoaram pela sala enquanto os outros homens riam e filmavam. Jaqueline sentia cada centímetro, cada tapa, cada elogio sujo, e por dentro só pensava: eles me querem assim. Transparentes. Escandalosa. Disponível. E eu adoro. No final da tarde, quando finalmente a deixaram se limpar, ela se olhou no espelho do banheiro executivo. O vestido branco estava sujo, colado ao corpo, as joias brilhavam sob a luz fria. O rosto estava corado, os lábios inchados, os olhos vivos de prazer e vaidade. Ela sorriu para o próprio reflexo. Mais tarde, ao chegar em casa, André estava esperando no sofá, inquieto. Jaqueline entrou ainda com o vestido transparente por baixo do casaco longo que Ramos tinha emprestado. Sem dizer nada, abriu o casaco e deixou o marido ver exatamente como ela tinha passado o dia. — Olha o que eles me deram, amorzinho… — sussurrou, aproximando-se e sentando no colo dele. — Roupas novas. Joias. E um envelope bem grosso. Eles disseram que eu mereço. E eu concordo. Ela pegou a mão de André e colocou sobre o tecido fino ainda úmido entre as coxas. — Agora me conta… você quer ouvir todos os detalhes de como a sua mulher ficou feliz hoje? Capítulo 6 (continuação): A confissão no sofá Jaqueline se acomodou no colo de André, ainda com o vestido branco transparente colado ao corpo. O tecido fino estava manchado, semi-transparente de verdade agora, e o cheiro de sexo, perfume caro e suor masculino subia forte entre os dois. Ela pegou a mão do marido e guiou até a própria bunda, fazendo-o sentir as marcas quentes dos tapas. — Quer saber tudo, amorzinho? — perguntou ela, a voz rouca e satisfeita. — Então presta atenção, porque hoje foi… especial. Ela começou a contar sem pressa, exagerando de propósito cada detalhe, saboreando a forma como o pau de André endurecia debaixo dela. — Assim que eu cheguei, eles já estavam me esperando no corredor com um cabideiro cheio de roupa nova. Tudo transparente, escandaloso, do jeito que eles gostam de me ver. O Ramos mandou eu tirar a roupa de academia ali mesmo. Fiquei pelada na frente dos três, e eles ficaram me olhando como se eu fosse um presente. Eu adorei. Me senti… desejada pra caralho. Ela se mexeu no colo dele, esfregando a buceta já úmida contra o volume da calça. — Aí o Ramos escolheu esse vestido branco. Olha só como fica… quase não esconde nada. Quando eu vesti, o Veiga já estava de pau duro. Eles me levaram pra sala de reuniões e… surpresa. Tinha dois empresários de São Paulo esperando. Homens grandes, bem vestidos, cheirando a dinheiro. O Ramos me apresentou como “a secretária mais dedicada da empresa”. Eu nem precisei falar nada. Só sorri e abri as pernas quando mandaram. Jaqueline riu baixinho, o olhar brilhando de vaidade. — O primeiro me botou de quatro em cima da mesa e me comeu com o vestido ainda vestido. O tecido rasgou um pouco na lateral, mas eles acharam ainda mais gostoso. O segundo gozou na minha boca e me fez engolir tudo enquanto o outro filmava. E eu, amor… eu estava tão feliz. Porque eles não estavam só me usando. Eles estavam me elogiando. Falando que eu era a melhor putinha que já tinham visto. Que nenhuma outra mulher aguentava tanto e ainda pedia mais. Isso me deixou molhada pra caralho. Ela abaixou o tom, quase conspiratória, e beijou o pescoço de André. — Aí chegou a melhor parte. O Ramos me deu um envelope cheio de dinheiro e essas joias. Disse que eu merecia. Que uma mulher que se entrega assim tem que ser valorizada. Eu ajoelhei na frente dele e beijei o pé, agradecendo. Sabe o que eu senti naquele momento? Que eu valho. Que meu corpo, minha boca, minha bunda… tudo isso tem preço alto. E eles pagam feliz. André engoliu em seco, as mãos apertando a cintura dela com força. Jaqueline continuou, ainda mais excitada com a própria narrativa: — Depois o Leo chegou. Eu mesma puxei ele pela gravata. Ajoelhei, chupei aquele pau enorme até quase desmaiar, e depois pedi pra ele me arrebentar. E ele arrebentou mesmo. Me fodeu tão fundo que eu gritei o nome dele. Os outros riram, aplaudiram, filmavam. E eu… eu estava no paraíso. Porque cada gemido meu, cada vez que eu pedia mais forte, eles gostavam mais de mim. Eles gostam de me foder, André. Gostam de me ver assim: transparente, marcada, gozada, pedindo. E isso me deixa mais feliz do que qualquer coisa. Ela segurou o rosto do marido com as duas mãos, olhando fundo nos olhos dele, o sorriso luminoso e sincero. — Eu me sinto valorizada, amorzinho. De verdade. Eles me vestem do jeito que querem, me usam o dia inteiro, me enchem de dinheiro e joias… e ainda assim eu volto pra casa e te conto tudo. Porque no final, a mulher que eles fodem com tanta vontade ainda é sua. E eu adoro isso. Adoro saber que quanto mais eles me usam, mais você fica duro ouvindo. Jaqueline deslizou a mão para dentro da calça de André, envolvendo o pau quente e latejante. — Agora me fode. Usa o que sobrou da sua putinha valorizada. Eu quero sentir você enquanto ainda estou cheia do gozo deles… e enquanto ainda estou tão, tão feliz.
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