Após iniciarem os diálogos sobre viver fantasias, mais de dois anos se passaram. Conheceram ambientes, solteiros, casais, mas nunca dava certo. Ficavam somente em diálogos, conversas, troca de mensagens, expectativas e frustrações — que não foram poucas. Com todo esse envolvimento e busca, houve discussões, desentendimentos e quase que o relacionamento ruiu. Porque não era fácil encontrar parceiros que agradassem a ambos: se agradava um, não fazia o tipo do outro. E, em várias vezes, se combinava tudo, mas no momento do encontro o pretendente ou o casal com quem era para ter o encontro somem, desaparecem, viram fumaça. Isso causa dúvida e pensamentos vêm: “Será que nós somos os errados? Será que o mundo liberal é isso mesmo? Será que é só fantasia, imaginação e exibicionismo, nada acontece além do online e do virtual?”
Após tantas decepções e frustrações, que ocasionaram desentendimentos, resolveram voltar-se para si mesmos: cuidar do amor, da paixão, do fogo que havia entre eles antes que tudo ruísse de vez. Aliviaram o pé, tiraram o foco das buscas, foram em busca do resgate do tesão, do desejo entre eles que havia, de certa forma, esfriado. Pois desejaram tanto ter experiências no mundo liberal que este quase se foi. “Vamos deixar tudo acontecer naturalmente. Quando for de acontecer, irá acontecer, irá surgir e viveremos quando for o tempo”, pensavam.
Depois de toda essa calmaria, surge alguém. Mas, por viverem tantas frustrações, ela já não acreditava mais que poderia acontecer. E mesmo ele dando garantias de que iriam ter encontro com um solteiro, ela não colocava confiança. Até porque ele havia feito algumas brincadeiras e promessas de que levaria alguém para “brincar” com eles e, no fim, eram somente imaginações da sua mente para dar uma apimentada na transa. Mesmo sendo mostradas para ela fotos do popular “pretendente”, ela não colocou fé. Mas tinha sua autorização: se houvesse alguém, ele poderia marcar e levar. Ela confiava nele totalmente, tendo a certeza de que não faria nada que fosse desconfortável a ela.
Com a autorização dela, ele então combina tudo com o pretendente. Fora do chat do site, explica para ele como gostaria que fosse, alerta e até mostra fotos. O rapaz é pirocudo. Ela não se opôs: “tudo bem”. Mas, em sua mente, aquilo tudo era somente uma conversa aleatória do namorado, que não haveria ninguém. Iria ao motel e se transariam à vontade, somente com a imaginação de que alguém chegaria para brincar. Antes, ele pede que ela coloque uma referida calcinha, que vestisse um vestido específico, que calçasse “aquela bota”. E ela, obedecendo-o em tudo, porque tinha certeza de que, mesmo não havendo ninguém além deles dois, o tempo no motel iria valer muito a pena.
O apartamento no motel é reservado com antecedência, garagem reservada e o horário para irem não foi aleatório, como “ah! hora que der vamos”. Não. Eles precisavam estar lá em um horário pré-estabelecido. Isso gerou uma atmosfera de que, de fato, iria ter alguém com eles naquela noite. Eles chegam, ele solicita o apartamento reservado e a atendente diz: “tem uma garagem reservada, isso?”. Ele confirma que sim. Entram. A partir deste momento, ela começou a sentir que naquela noite a carne iria tremer, o suor ia escorrer, o fogo ia queimar e o coro ia comer. E, quando entraram no apartamento, ela perguntou com a voz trêmula: “seu amigo vai vir mesmo?”
Ufa! Agora pareciam estar respirando de novo. Saíram de um mergulho profundo em que quase o oxigênio faltou, levando à morte de um grande amor, de uma grande paixão. Voltaram-se a si mesmos, trouxeram novamente as fantasias entre si, reabriram a mala de brinquedos, reavivaram as imaginações, o que tinham vivido, o que desejavam viver entre si. Pela situação das buscas de fantasias, se extraviaram pelos cantos, sendo esquecidas. O fogo reacendeu, a paixão voltou, a vontade de se deixar explorar reviveu. Com isso, voltou o amor, a paixão, o desejo. Nos dias em que estavam longe, a saudade batia forte; e quando estavam juntos, somente uma troca de olhares era suficiente para o fogo acender. Era como faíscas na palha ou no graveto seco, que logo se tornava uma grande fogueira e consumia ambos, envolvidos pelas carícias, toques e penetrações que levavam ao êxtase.
Após tirarem a atenção das buscas por viver aventuras e voltarem-se a si mesmos, cuidaram e curaram as feridas. Houve pedidos de perdão e desculpas. Voltaram ao romantismo e ao cuidar um do outro. A paz voltou ao relacionamento, o amor reacendeu. A companhia, que antes parecia um estranho ao outro, agora já não se viam separados e sozinhos. A luz do sol do amor aqueceu o ar, o céu ficou azul e a chuva de tristezas foi levada pelo vento do zelar um pelo bem-estar do outro. A paixão voltou.
Mas o perfil continuou lá no site de buscas. Havia fotos, e ele vez ou outra olhava se havia alguém interessante: casal, solteiro ou solteira. Por diversas vezes olhou. Houve quem falou: “eu sou ponta firme”; outro deu garantia de que compareceria. Mas eles já não confiavam tanto. Havia receio, ao contrário de expectativas; medo de novas frustrações, ao contrário da ansiedade de viver algo que queriam para apimentar o amor e o fogo que havia entre eles. Pois era isso que buscavam: viver fantasias para dar um UP no que já viviam.
Depois de toda essa calmaria, surge alguém. Mas, por viverem tantas frustrações, ela já não acreditava mais que poderia acontecer. E mesmo ele dando garantias de que iriam ter encontro com um solteiro, ela não colocava confiança. Até porque ele havia feito algumas brincadeiras e promessas de que levaria alguém para “brincar” com eles e que, no fim, eram somente imaginações da sua mente para dar uma apimentada na transa. Mesmo sendo mostradas para ela fotos do popular “pretendente”, ela não colocou fé. Mas tinha sua autorização: se houvesse alguém, ele poderia marcar e levar. Ela confiava nele totalmente, tendo a certeza de que não faria nada que fosse desconfortável a ela.
Com a autorização dela, ele então combina tudo com o pretendente. Fora do chat do site, explica para ele como gostaria que fosse, alerta e até mostra fotos. O rapaz é pirocudo. Ela não se opôs: “tudo bem”. Mas, em sua mente, aquilo tudo era somente uma conversa aleatória do namorado, que não haveria ninguém. Iria ao motel e se transariam à vontade, somente com a imaginação de que alguém chegaria para brincar. Antes, ele pede que ela coloque uma referida calcinha, que vestisse um vestido específico, que calçasse “aquela bota”. E ela, obedecendo-o em tudo, porque tinha certeza de que, mesmo não havendo ninguém além deles dois, o tempo no motel iria valer muito a pena.
O apartamento no motel é reservado com antecedência, garagem reservada, e o horário para irem não foi aleatório, como “ah! hora que der vamos”. Não. Eles precisavam estar lá em um horário pré-estabelecido. Isso gerou uma atmosfera de que, de fato, iria ter alguém com eles naquela noite. Eles chegam, ele solicita o apartamento reservado e a atendente diz: “tem uma garagem reservada, isso?”. Ele confirma que sim. Entram. A partir deste momento, ela começou a sentir que naquela noite a carne iria tremer, o suor ia escorrer, o fogo ia queimar e o coro ia comer. E, quando entraram no apartamento, ela perguntou com a voz trêmula: “seu amigo vai vir mesmo?”
Se abraçam e ele fala no ouvido: “sim, logo ele chega”. Se beijam e ela fala: “amor, será que vou dar conta?”. Ele fala que sim. Para ela relaxar, ele coloca uma venda em seus olhos, tira o vestido deixando-a somente de calcinha — aquela calcinha fio dental sexy — e de sutiã. A coloca deitada e começa uma massagem com óleo. Os corações de ambos batem acelerados, a ansiedade começa a tomar conta. Eles namoram fogosamente. Ele envia mensagens, já estavam à sua espera. Demora um tempo, o interfone toca avisando haver um rapaz que queria entrar e se poderia autorizar. E o é. O barulho da moto entrando é ouvido, os corações batem descompassados. Alguns minutos passam e a porta do apartamento é aberta. Eles estão na posição flor de lótus. O parceiro olha, tira a jaqueta e o calçado, se aproxima e a toca. As mãos frias lhe causam calafrio. Ela resiste. Ele lambe o pescoço e desce, esfregando a língua pelas costas, e a deixa de quatro.
Ela é chupada. Ele enterra sua boca no rego, suga a buceta com vontade. Agora já não é um somente: são quatro mãos, duas bocas e duas pikas. Ele tira a calcinha, tira o que ainda tinha de roupa. Ela vira-se de frente para ele. Foi nesse momento que teve a real certeza de que a pika era de fato grande, a ponto de não caber na boca. Engasgou-se. Enquanto isso, o namorado a chupava, sugava a buceta e fazia beijo grego no cuzinho. Ela se vira para o namorado e pede camisinha, mas a que levaram não serve nele. A dele é específica. Ele mesmo a pega, veste e a coloca de quatro. Ela empina o bumbum e ele a fode, enterra aquela trolha toda. Ela urrava, gemia, xingava (“puta que o pariu, que grande”) e falava para o namorado: “era isso que queria, então assiste ele me fodendo, vai”. O namorado, em pé ao lado, via a pika enorme entrando e saindo da buceta apertadinha da namorada.
O parceiro não aguenta e goza. Vai ao banheiro. Enquanto isso, o casal se beija. Ela fala assustada: “é grande, amor, mas foi gostoso”. Eles riem, se beijam e retomam. O quarto esquenta, o suor brota nos corpos. O parceiro se aproxima e o namorado vai ao banheiro. Quando volta, se senta na poltrona e assiste. Ela está na posição frango assado. Faz sinal com a mão para que o namorado se aproxime. O parceiro a fode com força, a trolha é enterrada na buceta. Eles se beijam e, nesse instante, o namorado fala: “lembra que dia é hoje, amor? Hoje é dia do nosso aniversário de encontro e esse é seu presente. Sua buceta vai ficar toda inchada de tanta pika que vai levar”.
O tesão aumenta, as estocadas são feitas com mais intensidade, os beijos ficam mais intensos e o namorado diz: “goza, goza, amor, na pika dele”. Ela estremece, o corpo arrepia e sente espasmos. As mãos se apertam, ela geme e o parceiro, esfregando a piroca no grelo, faz ela gozar efusivamente. Todos ficam em êxtase e esmorecidos.
O calor é grande no ambiente. Todos estão suados e cansados pela efusão e adrenalina de tudo que ocorreu. Cada um se senta em um lugar, buscam se recompor, bebem água, conversam por longo período e se refazem. Por aquele momento se despedem, mas ficou algo suspenso na imaginação e no desejo: a vontade de que poderia ter algo mais, que poderia durar um pouco mais. Será que irão ter um novo encontro? Isso só vamos ter certeza se voltarem aqui para contar.
Escrito por Arthur Facts and Stories relatando experiência de casal.




