Ficamos rindo, enquanto eles se afastavam.
Final de tarde, pegamos Romero e Tião e nos mandamos para um motel que tem piscina jardim e um monte de coisas.
Combinamos de ficar sentados num sofá enquanto Marina resolveu fazer uma surpresa para nós três. Ela entrou num dos banheiros para se trocar e fazer a surpresa. Fiquei sentado entre Romero e Tião. Foi bom, pois coloquei cada mão em uma coxa diferente. Ambos estavam de sunga e enquanto cada um tomava uma longneck, minhas mãos subiram até cada cacete e senti as varas ainda moles. Mas eu aproveitei e já comecei uma pegação por cima da sunga.
Tião foi o primeiro a colocar o cacete pra fora.
Putz! Era veiudo, firme, pulsante, cabeça rosada, grosso e ficou duro assim que eu segurei com força. E o puto ainda era sem vergonha.
Chupa aí corroa.
Eu não me fiz de rogado. Me ajoelhei na frente dele segurei o pau pela bolas e engoli a cabeça. Hummmm aquele cheiro de macho, de suor, de cacete encheu minhas narinas.
Delicioso Tião, que vara. Marina vai adora ser fudida por esse pau.
Ele começou a rir.
Além de viado, é corno manso.
Eu não respondi pois já estava engolindo aquela massa de carne, sentido o odor dos pentelhos, aquelas coxas suadas. Aiiii que delícia.
Mas Romero também queria ser saciado pela minha boca. Então ficou de pé e me ofereceu outro caralho, depois de ter baixado a sunga totalmente e ficado só de camiseta.
De joelhos e bem submisso, segurei aquele cacete que eu já conhecia e olhando para cima, para a cara do Romero, cheirei os pentelhos, as bolas, as coxas, tudo. Eu estava pronto para me deliciar. Lógico que cai de boca naquele pedaço de carne latejante e dura.
Não consegui ver o que Marina aprontou, pois fui muito guloso e não larguei o pau de Romero. Senti apenas que a música começou a tocar mais alto e era o sum de uma música antiga da Gretchen. Freak le bum bum.
Romero continuava de pé, segurando minha cabeça e empurrando a rola na minha boca. E eu querendo engolir até as bolas. Engolia tudo e cheirava os pentelhos. Que delícia de rola, que delícia de odor de homem.
Ele tirou a rola e começou a balançar no meu rosto, bater na minha cara e eu de joelho olhando para cima e querendo abocanhar novamente, mas ele brincava batendo de um lado e depois do outro. Aí pude ver que Marina estava numa combinação preta. Fio dental preto, meias pretas com ligas, corpete preto rebolando de forma extremamente sensual para todos nós.
Sentamos novamente. Eu, com a cara toda babada, entre Romero e Tião. Acariciando os paus que tinha acabado de mamar.
Marina rebolava ensandecida. Quando ficava de frente dava pra ver que o fio dental entrava no meio da buceta e ambos os lábios da tabaca estavam inchados antes mesmo de ter feito qualquer coisa. Quando ficava de costas, o fio dental formava apenas um triângulo e as nádegas firmes balançavam soltas. Ela tinha escolhido uma roupa sensual e seu corpo moreno queimado pelo sol estava simplesmente delicioso. Os seios quase não cabiam nos bojos da combinação. Os cabelos negros, lisos e soltos sensualizavam ainda mais.
Senti que as duas rolas estavam mais duras e mais grossas.
Adorei sentir elas ficarem mais duras nas minhas mãos, mas os caras não aguentaram e se levantaram e, um por trás e outro pela frente, começaram a se enroscar com Marina. Em pouco tempo, Marina era o recheio de dois machos. Eu continuei sentado, agora me masturbando lentamente. Vi que Tião estava encostado na bunda de minha esposa, com a pica já entre as coxas dela, entre as nádegas, o que quase a impedia de rebolar. E Romero estava com o pau duro encostado na barriga da minha esposa, que apesar dos seus 50 anos ainda estava uma gata. Romero afastou os bojos do sutiã da combinação e começou a sugar os seios de Marina, que estavam naquela cor branca apenas quase nos mamilos e morenos jambo no restante. E o Tião gritou pra mim:
Tua mulher é uma puta gostosa da porra!
Marina, ouvindo isso, escapou dos dois machos e se ajoelhou fazendo sinal que os putos se aproximassem com os cacetes em riste. Os dois ficaram lado a lado e Marina fez o que eu tinha feito antes. Primeiro cheirou, encostando o rosto primeiro em um e depois no outro. Seus cabelos as vezes cobriam um cacete e depois o outro.
Com o controle do som, ela abaixou e falou na minha direção.
Aprende como se deve chupar duas rolas gostosas de uma vez.
Aí começou uma coisa que eu nunca tinha visto Marina fazer, colocar duas rolas grossas e duras na boca de uma vez só. Pois é, ela conseguia mamar as duas ao mesmo tempo, as vezes uma escapava, mas ela mesmo segurava e colocava na boca de novo, sugando que nem uma bezerra as duas toras grossas e duras. O preço disso, foi que a baba começou a escorrer pelo pescoço. pelo colo e pelos seios. A parte de cima da combinação já estava quase na cintura e os seios de Marina, livres, estavam escorrendo o próprio cuspe dela.
Me senti surpreso, mas também orgulhoso de assistir uma nova peripécia da minha esposa. Meu tesão estava a mil. Meu cacete latejava e eu só na punheta e bem lenta.
Depois de deixar as rolas e o próprio corpo todo babado, Marina foi interrompida pelos dois machos ao mesmo tempo. Pois ambos tiraram as rolas da boca dela que continuou ajoelhada.
Tião pegou Marina pelos longos cabelos negros e fez ela engatinhar até o sofá onde eu estava sentado.
Vem cá puta, vou te colocar na posição certa para levar rola. Primeiro eu, depois de umas cinco enfiadas, Tio Romero te come também e teu marido corno e bicha fica assistindo.
E ele colocou Marina de costas, ajoelhada no sofá com a bunda bem para cima, deixou ela bem ajeitada e perguntou
E agora, quer rola na buceta, quer?
E deu um senhor tapa na bunda coberta apenas pelo fio dental preto. As meias ainda se seguravam na cinta liga,
Eu quero. Eu quero e deixa meu marido só assistindo, para ele ver a mulher dele levar muita rola, Vem me fode gostoso, mete teu pau aqui, puto safado. Tua rola tá dura mesmo ou foi só infeit?
Com a provocação, Tião ficou por trás dela e enfiou o rolão todo de uma vez na xota de Marina, afastando o fiozinho dental que entrava pelo cu e dividia a xota em duas.
Marina deu um pulo para frente, mas Tião segurava a cintura dela e não pode fugir.
Ai Porra! Que rola dura e grossa do caralho, vai me rasgar.
Segurando na bunda de Marina ele enfiou sem pena até o talo, uma, duas, umas vinte vezes e, todas as vezes, Marina dava um pulo
pra frente e gemia.
Toma puta, toma, não quer rola na buceta, toma.
Parou, tirou a rola e apontando pra xota já vermelha de Marina disse pro tio:
Vem Tio Romero, mete nessa buceta gostosa.
Romero meteu com vontade e começou a bater na bunda de Marina. Muita tapa e muita rola. Marina gemia mas não negava fogo
Romero parou e Tião tomou o lugar dele e agora também dando tapas na bunda já vermelha de Marina. Segurava com força a bunda de Marina com uma mão e batia com a outra. E ainda falava:
Toma cachorra, teu corno viado tá vendo tu ser fudida por dois machos.
Marina só fazia gemer e olhar pra mim. E eu batendo punheta.
Veio novamente Romero que agora quase deita por cima de Marina pra conseguir agarrar os seios dela e começar a beijar o pescoço.
Penso que Romero já estava a ponto de explodir, pois deitado nas costas dela, segurando os seios e beijando o pescoço e as costas da minha mulher, aumentou o ritmo loucamente, bem rápido, rápido mesmo, entrando e saindo quase sem desencostar do corpo de Marina.
Vai fode macho, fode, quer gozar? Goza! Goza! Me enche de porra!
E ele gozou. Com força. Com vontade, respirando forte, suando em cima de Marina, enchendo a buceta dela de porra. Quando parou e tirou o pau da buceta, ele quase cai. Mas se equilibrou e foi sentar numa poltrona ao lado
Pô tio, eu não vou comer buceta com gala não, vou meter no cu dessa puta.
E aí aproximou a rola do anelzinho de Marina e cuspindo na cabeça da rola, colocou a cabeça e parou. Cuspiu na parte que estava fora do cu de Marina e foi enfiando aos poucos. Marina começou a gemer e a chorar.
Porra tá doendo, porra. Para um pouco, para. É muito grossa.
Tião parava e quando Marina relaxava, ele metia mais um pouco. E assim foi na base do cuspe na rola e no choro de Marina até chegar no talo. Os dois ficaram quietos durante um tempo, mas o tesão de Tião estava a flor da pele e ele tirou tudo, cuspiu na rola e meteu de nove, agora sem parar.
Puta que pariu que rola grossa da porra!
Gritou Marina. Mas aí o Tião não teve mais pena e começou a tirar e colocar tudo. Sem muita pressa, mas enfiando até o talo. Me levantei pra ver melhor e realmente a rola estava dilatando o ânus da minha esposa. E ele continuava. Tira tudo e enfia até o talo. O fio dental ficou bem no meio do cu, mas Tião não se incomodou, parecia até que dava mais tesão. Pelo menos pra mim dava.
Aí a foda ficava mais rápida e Tião com aquela expressão de quem vai gozar, mas ainda bombou uma dez vezes segurando a bunda de Marina.
De repente, ficou mais rápido, fudendo violentamente o ânus de Marina. E ela gemia e gritava mas estava ficando toda arrepiada.
Tá gostoso tá puta. Levando uma tora no rabo? Tá se arrepiando né? Vai gozar pelo cu? Vai piscar o cu com minha rola?
E o cara começou a despejar gala no cu da minha mulher. E ela gemia e esfregava os dedos na buceta e ví que as coxas e as costas estavam super arrepiadas.
Ai, ai, ai que coisa boa, meu cu tá piscando. Delícia.
Quando Tião parou, ainda ficou com o pau dentro do rabo dela e segurando a bunda de Marina falou.
Caralho, tá pingando gala no teu cu puta gostosa.
E tirou o caralho e foi sentar ao lado do tio que já tinha enchido a buceta de Marina de gala.
Eu não aguentei mais e esporrei minha gala por cima da bunda, sobre o fio dental numa punheta vigorosa. Foi tanta porra que espalhou-se e escorreu pelas coxas. Me sentei de novo no sofá ao lado de Marina que ficou de quatro e de costas na mesma posição. Depois de um tempo, ela escorregou e deitou de barriga pra cima com a cabeça na minha coxa.
Tô toda gozada. Só faltou encher a boca de gala. Rsrsrsrsrrsrsrsrs.
Depois de um tempo, Marina colocou uma saída de praia por cima de toda a gala que escorria e fomos levar os machos próximos da vila onde moravam.
Ainda voltamos a ver os dois comedores uma duas ou três vezes, mas o sexo é assim, depois de um tempo é preciso muda.




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