Aqui na cidade iria ocorrer um evento de anime. Para quem não sabe o que é cosplay, é quando nos vestimos conforme nossos personagens preferidos de animes japoneses... e eu não iria ficar de fora dessa. Pois bem, meus pais são bem conservadores e odeiam que fico expondo meu corpo por ai. Dizem que tem muito homem safado que fica de olho.
Porém, me davam liberdade nestes eventos, pois sabem o tanto que amo anime. Enfim, eu tinha por volta dos 18-2...anos... No dia do evento, fiquei chateada com eles, pois já tinham combinado de irem numa festa. Iriam ficar fora por todo domingo.
— Karol, não fique assim... ano que vem você vai! — disse meu pai tentando me consolar.
— Poxa... eu já tinha tudo preparado, até minha roupa já está quase chegando.
Minha mãe vendo a minha decepção deu uma ideia.
— Por isso, não... primeiro, espera sua roupa chegar. Ai, amanhã... você pede um mototáxi.
Meus olhos brilharam e a euforia tomou conta de mim.
— Obrigada, mamãe... espero que a roupa chegue...
— Vai dar tudo certo, filha. Agora...precisamos ir!
Meus pais saíram, iriam passar a tarde de sábado e todo domingo na casa de uma amiga do trabalho da minha mãe. Fiquei aguardando a encomenda já planejando como seria meu domingo. Eu estava de short jeans e camiseta branca ansiosa para que batessem no portão até que...
TOC, TOC,TOC
— Pois não... oohhh...finalmente! — falei sorrindo para o entregador que carregava uma caixa. — Minha roupa chegou. Hihihi
Ele apenas sorriu. Devia ter quase 40 anos e usava uma camiseta amarela que marcava a barriguinha. Era moreno, com alguns cabelos brancos, olhos castanhos um pouco mais alto do que eu.
— Estamos aqui para entregar com rapidez! — brincou. — Seu nome?
— Karol, eu que pedi minha roupinha.
— Roupinha?! Assine aqui, por favor.
— Isso...amanhã terá um evento e...
— Ah sim, minha filha está doida pra ir.
Peguei a caixa e sorri.
— Você parece tão novo...hihihi..como se chama?
— Luis... tenho 42 anos..parece que não, mas eu treino. — disse apertando a barriga. — estou tentando acabar com isso aqui, mas é difícil. Sabe como é, né?
Olhei para a calça azul dele e me assustei. O pacote era imenso.hihihi
— Tem que fazer uns abdominais...uns exercícios para suar. — levantei a camisetinha e mostrei a barriga. — Pra ficar assim.
Ele passou a língua nos lábios e então, passou a mão rapidamente na calça.
— Preciso ir...ainda tenho algumas entregas pra fazer.
Ele se virou e, instintivamente, falei:
— Espera... vou abrir a caixa pra ver se é mesmo minha encomenda. Já tive problemas antes.
Ele encostou na lateral da van e cruzou os braços.
— Eu só entrego. Se estiver errado eu... — se calou quando abri a caixa.
Segurei meu espartilho rosa com detalhes pretos e logo, peguei minha saia rodada com babados.
— Está certinho.
— Isso ai não é muito curto, não? Nunca que eu deixaria minha filha usar isso.
Eu dei um sorrisinho sacana.
— Fala isso é porque não viu como fica.
Luis foi até a porta da van.
— Bem, está tudo certo, então.
— Não quer ver como eu fico usando ele?!
O coroa se virou e coçou a cabeça.
— Me troco rapidinho, Seu Luis. Espera aqui, já volto.
Corri para dentro de casa e logo, voltei para o portão.
— O que acha?
Seu Luis pegou a camiseta para se abafar.
— Me deu até um calor. Que isso, hãn! Seus pais deixam você usar isso?
— Eles não sabem que a roupa era assim. Além do mais...— levantei a saia. — Nem é tão curto assim.
Minha calcinha ficou exposta, quando olhei para seu Luis, ele deu uma leve apalpada na calça.
— Melhor abaixar isso ai. Sua calcinha...ela....
— Oh.... — abaixei a saia. — Que vergonha...hihihi.. não estou acostumada a usar este tipo de roupa.
O coroa suava e passou a mão na testa.
— O senhor que um copo d’água?
Ele balançou a cabeça, o convidei para entrar e ele ficou esperando na porta da sala. Até que voltei com uma jarra e copo, ele bebeu a água, mas em um descuido meu, acabei esbarrando nele que molhou a camiseta e calça.
— Ohhh..me desculpe. — Voltei correndo para a cozinha para pegar um pano.
— Está tudo bem. Está calor mesmo.
Quando voltei a sala, quase passei mal. Seu Luis tinha tirado a camiseta, a barriga com alguns fios pretos e o peitoral sarado. Aquela visão me deixou excitada. Passei o pano na barriga dele.
— Melhor enxugar.
— Não adianta, Karol. Até minha calça está molhada.
Aquilo era o que eu queria ouvir.
— Preciso enxugar aqui também. — disse passando o pano na calça e, claro, aproveitei e dei uma apalpada na rola dele.
O gordinho ficou parado sem acreditar no que estava acontecendo.
— Sério..não..não..precisa disso e....
Me ajoelhei, esfreguei o pano na calça, fiquei mordendo os lábios olhando para cima.
— Quer que eu pare?!
Ele passou a mão na minha cabeça e acariciou.
— Faz essa carinha, não. Não resisto.
Eu já praticamente estava masturbando ele. Joguei o pano de lado, fui abaixando a calça devagar.
— Acho melhor tirar isso...está molhada!
Baixei a calça até abaixo dos joelhos, a cueca vermelha tinha uma mancha escura. Pensei que fosse água, mas então...
— Sabia...é isso que você quer?! — ele baixou a cueca. — Eu te dou.
A rola saltou, um fio de baba pingou no chão.
— Já estou quase gozando, novinha!
Arregalei os olhos ao ver aquilo. Um cacete grosso, uns 14cm eu diria, apontando para mim. Abri a boca espantada e então, seu Luis puxou minha cabeça.
GLUB, GLUB, GLUB
— Que danadinha. OHHHH! UINNNNN!
GLUB, GLUB, GLUB, GLUB
Só consegui colocar a mão nas coxas dele, minha cabeça se movia conforme o coroa queria.
— Uma mulher que sabe mamar é outro nível. PUTAAA QUE PARIUUU! AINNN! OHNNN!!
Então ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter no fundo da minha garganta.
— Sua putinhaaaa... conheço bem o tipo... se faz de santinhaaaa.ohhhnn..mas é uma putaaaa! OHNNN
Ele afundou minha cabeça. Logo estava com toda a rola na boca, mas eu tinha mais. Botei a língua pra fora e lambi o saco como pude.
— HUMMMM.. se eu estivesse com tempo. Iria te fuder...ainnnnn...CARALHOOOO! VOUUU GOZAAARRR!
O gordinho urrou e gozou gostoso enquanto eu continuava passando a língua no saco dele.
— QUE TESÃO! PORRA!
Minha boca foi enchendo enquanto sentia o pau pulsando. Até que ele deu uma estocada e me jogou pra trás.
— Sai, sua puta! Já deu.
Fiquei segurando a porra na boca, Seu Luis deu um tapinha no meu rosto.
— Abre a boca..deixa eu ver!
Obedeci.
— Nossaaaaa! Parece um depósito de porra!... Anda logo... engole meus filhinhos, japinha do caralho!
Fiz careta mas mandei tudo pra dentro..hihihi
Ele subiu a calça sorrindo.
— Escuta. Me passa seu contato, outra hora ainda te pego de jeito.
Me levantei, passei um numero qualquer e o gordinho saiu todo sorridente.
— Ganhei o dia...puta que pariu. Uma mamada gostosa de uma ninfetinha dessas faz o dia de qualquer homem melhorar.
Ele foi embora e voltei a planejar o outro dia.
Enfim, domingo de manhã, fiz o que tinha que fazer e me vesti novamente. Pedi um mototáxi e aguardei em frente a casa. Foi quando vi virar uma moto na esquina que veio devagar procurando meu endereço.
— Karol?! É você?
— Isso!
Ele me olhou dos pés a cabeça. Apesar de estar usando capacete, percebi seu olhar maldoso quando me entregou o capacete.
— Sou Clóvis. Vamos?!
O coroa era gordinho, usava uma calça jeans, por cima da camiseta um colete. Naquele momento, pensei mil sacanagens que poderíamos fazer. Subi na garupa, desajeitada.
— Posso segurar aqui? — perguntei colocando as mãos nas coxas dele.
— Pode botar a mão aonde quiser, meu bem! — disse com a voz abafada.
Ele sai devagar, a cada lombada, eu pulava e minha mão deslizada até o meio das pernas. Eu voltava a mão para as coxas até que paramos em um semáforo. O coroa pegou minhas mãos e botou sobre o pau.
— É melhor segurar aqui.
Saímos e fui apalpando a rola do coroa por cima da calça. Até que ele pegou uma rua paralela à rodovia, diminuiu a velocidade e entrou em um motel abandonado. Fiquei desesperada, mas sabia o que iria rolar.hihihi
— Espero que não tenha ninguém.
O local estava abandonado, ele parou em um ponto perto do que antes era a recepção. Desligou a moto e tirou o capacete.
— Quanto você cobra pra chupar um cacete?!
Fiquei paralisada e tirei o capacete me fazendo de desentendida.
— Oi?! Por que parou aqui? Quero chegar cedo no evento.
— Calma, eu sou ligeiro quando quero. Me responde, vai... quanto quer pra chupar meu pau?
Desci da moto e ele também.
— Tá pensando que sou puta, é isso?
Ele caiu na gargalhada.
— Puta todas vocês são. Só muda o valor! — Disse abrindo o zíper da calça. — O meu não deve se comparar ao que você está acostumada a mamar. Mas tem bastante leite pra dar.
Seu Clóvis balançou a rola com a mão.
— Quanto mais cedo resolvermos esta questão, mais cedo você terá dinheiro na mão e calcinha no chão.
— Quero 300 reais. — falei esperando que ele fosse recusar.
O coroa se aproximou, colocou a mão no meu ombro.
— Então, ajoelha e mama, putinha!
Meu tesão bateu forte, ajoelhei, tive um pouco de nojo ao sentir o cheiro daquela pica suada. Ele percebeu e sorriu.
— Se ficar olhando assim, ele cresce ainda mais.
A cabeça inchou ainda mais. O coroa colocou a mão na minha cabeça.
— Na sua boca vai ficar uma delicia.
GLUB. GLUB, GLUB
Lá estava eu, mamando o coroa em um motel abandonado usando fantasia.hihihi
— OHNNN! ISSSOOO! ASSIMMM! DELICIAAAA!
Abaixei ainda mais a calça dele e vi aquele saco peludo.
— Chupa meus ovo, anda!
GLUB, BLOP,BLOP
Eu revezava na cabeça da pica e no saco. Ás vezes, passava a língua por toda extensão e colocava tudo na boca.
— HUMMMM! QUE TESÃÃÃOOOO! AHNNNN! Não aguento maisss..ohnnnn!
Ele me puxou e me deu um beijo enquanto alisava minha bunda.
— Tira essa calcinha. Deixa o coroa ser feliz!
— Nem pensar. — falei irritada. — Não vai meter em mim!
Ele abriu a carteira.
— Te pago 500 pra deixar eu brincar na portinha da sua buceta. Não vou penetrar. Só quero gozar sentindo o melzinho dessa coisinha gostosa.
Abaixei a calcinha e ele se aproximou.
— Tira tudo. Quero você em cima da moto!
Logo, eu estava na moto e o coroa atrás. Ele apalpava meus seios, beijava minha nuca e roçava minha buceta.
— AINNNN! SAFADAAAAA! Deixa eu botar só a cabecinha, deixa?!?
— AINNN seu Clóvisssss...hummmmm.
Eu estava gostando daquela situação e gemia baixinho.
— Sua bucetinha tá implorando por pau..ohnnn!
Então, me joguei pra frente ficando de 4, virei o rosto.
— Só não goza dentro, tá...ainnnnn...ohnnn
PLAU, PLAU, PLAU
Ele nem esperou eu falar e já estava socando gostoso. Minha buceta contraia naquele cacete e coroa gemia.
— CARALHOOOO! JAPINHAAAA...OHNNNNNNN!
PLAU, PLAU, PLAU
Seu Clóvis segurou meus seios e apertou os bicos. Eu delirava de tanto tesão.
— Meteee...meteee...asssimmm..uinnnn...ohnnn!
— Não aguento maisss... você é muito gostosa, caralhooo!
— Gozaaaa...gozzza...isssuuu..ainnn...tira e gozaaa...
Minha buceta começou a contrair ainda mais e eu estava gozando na pica do coroa gordo.
— Não aguento maiisss..arghhhh..putaaaaa!
Não teve jeito, o coroa começou a gozar antes que tirasse, ainda assim senti o gozo quente na minha bunda.
— DELICIAAAAAA! AINNNN! UHHHNHH
Seu Clóvis deu umas batidinhas com a rola na minha bunda deixando-a repousando no meu rego.
— Pronto, novinha. Ganhou leite e ainda vai levar um dinheiro do coroa.
Ele me pagou e me levou ao evento..hihihi...fiquei feliz por ter ganhado rola e ainda dinheiro. Ainda no trajeto, fui apalpando a pica dele para jamais esquecer de mim.
Agora me digam: Quem ai tem moto e gostaria de me levar para andar?
Espero que tenham gostado, não deixem de comentar e ler nossos outros contos. Espero que tenham gozado e ficando ainda mais sakaninhas... bjos da sua japinha safada.




